Operação "Espingarda da Paz"

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Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Triestin em Seg Jan 10, 2011 11:48 am

A Duma repudia em peso as declarações de Daniel Mitropa, o novo líder do Partido Marxista da URS, e Moscovo sente que o laço entre Triestin e a URS se deteriora. É chegado o tempo de ragir. Como sempre, Borisov, Donetsk e Karazov recorrem ao que sabem fazer melhor, usar os vastos recursos militares do país em vez da diplomacia, perante grandes protestos da Primeira-Ministra Ilyana Nastenkeva que avisa que Moscovo se prepara para dar um tiro no pé.

Com receio que o aviso no Brasil não seja suficiente, o Exército Vermelho recebe ordens para colcar cinco divisões em zonas fronteiriças específicas, pequenos enclaves da URS onde a maioria da população é triestina. O comunicado do Ministério da Defesa menciona apenas a "defesa dos cidadãos triestinos que se sentem ameaçados pelo sentimento anti-Triestin que Mitropa incute no povo stariano".






Um cidadão nas pequenas cidades starianas fronteiriças de Dimitrovgrad e Kuznetsk precisa apenas de pegar nos binóculos e olhar para a floresta gelada do outro lado da fronteira para ver blondados e infantaria triestin fazerem alguns exercícios e movimentações.






Os próprios soldados triestinos questionam-se sobre o porquê de estarem naquela zona da fronteira.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  URS em Seg Jan 10, 2011 5:53 pm

Os Presidentes de Câmara das duas cidades recebem ambos um telefonema pessoal de Thorvald, que lhes pede que mantenham apenas a calma e não alterem em nada o quotidiano da cidade.

O Comando Militar aconselha o Conselho no sentido de para já não se produzir qualquer reacção e que estas movimentações não passam de fracas tentativas de intimidação para Borisov mostrar à sua própria população que era um homem duro e sem medo de ninguém. O Conselho escuta o Comando Militar. Bradzienitsch sente-se pessoalmente traído pelos triestinos que tinha ajudado pessoalmente a derrubar Putin. Estas acções apenas haviam dado razão a Mitropa.

O Conselho aguardava agora resposta diplomática de Moscovo em vez de ser arrastado para uma situação de resposta militar nas duas cidades.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Triestin em Qua Jan 12, 2011 3:59 pm

Na cidade de Krasnogorsk, nos arredores de Moscovo, o diplomata da União chega à residência de um pequeno membro do partido de Nastenkeva. A Primeira-Ministra quer aproveitar esta reunião secreta para avisar a URS do perigo que Donets põe à segurança regional. Infelizmente para ela, o ditado popular era verdade, e os ouvidos da CHEKA estavam mesmo em todo o lado.

Donets tem conhecimento da reunião e compromete-se perante Borisov e Karazov a não agir. Karazov mantem Donets também sob vigilância, ele conhecia melhor que ninguém a instabilidade do General.

Imediatamente Donets ordena a uma equipa de operações especiais que "dê as boas vindas ao diplomata stariano". O código era claro para eliminar o mesmo. Temendo as repercurssões Karazov envia também a sua equipa da CHEKA para evacuar não só o diplomata como também Nastenkeva.

A reunião tinha acabado de começar. Nastenkeva e o diplomata da URS cumprimentam-se e sentam-se. A Primeira-Ministra começa a expôr o seu caso.

- Temos aqui um verdadeiro problema, Donets está numa campanha para terminar coma relação entre a URS e Triestin, a falta de apoio em África tornou-o bastante gostil para com o Conselho e se...

Nastenkeva é interrompida pelo barulho de um helicoptero no jardim em frente à casa e vai à janela.




Imediatamente ouve-se altifalantes:

- Isto é uma operação de segurança da CHEKA, todo este recinto tem que ser evacuado.

Nastenkeva teme uma detenção ilegal e tenta ligar ao Presidente, mas as comunicações estão cortadas. O diplomata stariano tenta telefonar mas não existe rede.

Chegam mais 3 helicópteros e em poucos minutos mais de 50 militares da CHEKA cercam a habitação. Um agente bate à porta e a tensão está no ar. Nastenkeva diz aos seguranças que não disparem. O agente diz que existem informações que um grupo rebelde planeia um ataque contra os presentes naquela sala, mas Nastenkeva exige contactar o Presidente e a Duma antes de abandonar o local.

Tal contacto revela-se impossível, o agente apenas lhe põe Karazov em linha, que é bem claro:

- Cara Nastenkeva, o General está apostado em eliminá-la a si e ao stariano, a sua única esperança são essas forças no local para a trazerem para Moscovo.

Nastenkeva lá aceita e insiste em levar consigo o diplomata stariano. Pensa ela que enquanto o tiver consigo a CHEKA não fará nada ousado. Eliminar um diplomata da URS era algo que Karazov não faria.

Passaram alguns minutos enquanto se debatiam promenores sobre o que fazer quando chegassem a Moscovo, como justificariam ao Presidente e à Assembleia a presença do diplomata stariano num encontro não-oficial com Nastenkeva.

As forças de segurança aguardavam ansiosas, sabiam que Donets tinha um plano e não acreditavam que recuasse. E este não desiludiu. Comelçaram a ouvir-se à distância vários helicopteros aproximarem-se.

- Posição de defesa! Posição de defesa! - ouve-se alguém gritar.

Os agentes da CHEKA colocam todos dentro de casa e barricam-se no seu interior. Os 3 helicópetros sobem aos céus para não serem alvo fácil.

- São os homens do Donets? - pergunta a primeira-ministra assustada.

- Não respondema contactos, temos que assumir que são hostis - responde o agente.

Os helicopetros aproximam-se, são quase 20 e abrem imediatamente fogo sobre a casa isolada no meio do jardim.




Instala-se o pânico, com balas a entrarem por todo o lado. Os agentes ouvem algumas explosões no exterior. Dois dos seus helicóperos já estavam destruidos no solo e o terceiro tinha retirado.


No interior dos helicopteros do Exército, o comandante da operação foi claro a todos os homens:

- Nesta casa são só só traidores e espiões, o camarada Donets não quer sobreviventes.

Os helicópetros massacram a casa durante mais alguns minutos, ferindo muitos dos ocupantes e depois aterram. Dá-se depois o ataque final em terra, e as forças especiais do Exército fazem jus ao seu nome. A casa é invadida e todos disparam a matar. Apesar da defesa dos agentes da CHEKA a sua inferioridade numérica dita a sua derrota.


Ao fim de uma hora o silêncio reina na pequena propriedade.




Os soldados reunem os mortos e olham apavrados uns para os outros qundo reparam que um deles é a primeira-ministra da República.

- Tem que haver aqui um erro qualquer! - dizem uns aos outros.

O comandante comunica a Donets que o trabalho está feito.



- General Donets, os traídores foram neutralizados com sucesso.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Scream_off em Qua Jan 12, 2011 4:29 pm

ooc: Depois tenta ir avisando o que é que os espioes e jornalistas internacionais poderão ter acesso...
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Triestin em Qua Jan 12, 2011 4:38 pm

ooc: já fiz tópico ooc

ic:

Donets emite um comunicado geral bem claro a todos os seus generais por toda a República: Preparação para a guerra total!

As bases militares entram em alerta máximo, milhões de reservistas são chamados, as zonas industriais começam a receber anti-aéreas e a Marinha está em prontidão máxima.

Nas notícias não se fala de outra coisa: a URS vem aí para controlar Triestin!
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Scream_off em Qua Jan 12, 2011 5:23 pm

No Palácio Federal o Conselho de Segurança Nacional está reunido. Todas as figuras máximas, incluindo Presidente, Vice-Presidente, Secretário do DGD, Diplomacia e Segurança Interna. Chefes do Estado Maior, Director da Agência de Segurança Nacional e umas 10 figuras ligadas ao aconselhamento do Presidente.

Todos estão reunidos. Com as informações que o Secretário do DGD, Tony Soprano dá, o Presidente Logan vira-se para o Director da ASN e berra:

- COMO É QUE ISTO ESTÀ A ACONTECER SEM AVISO? TRIESTIN JÁ NOS ATACOU UMA VEZ, E É CERTO QUE SE VAI VIRAR PARA NÓS! QUE RAIO DE AGÊNCIA INCOMPETENTE VOCÊ GERE?!?!?!

Após dezenas de desculpas, até mesmo a demonstração que o Conselho da União teria sido apanhado de surpresa, Logan lá se acalma. Após algum aconselhamento remete a totalidade do Governo Federal ao silêncio sobre o assunto. Logan contacta mesmo a liderança democrata e republicana no Congresso Federal para fazerem o mesmo. As unicas palavras sobre este assunto virão dele, e de Colbert. Soprano estava devastado, mas sabia que no fim do dia, Triestin acabaria por atacar, e ele ficaria no leme da Federação.

Logan decide de imediato subir o nivel de preparação militar para DEFCON2, nivel anterior ao de Guerra Total. Todos os treinos são suspensos. A Força Aérea Federal aumenta a quantidade de B2 no ar, e prepara o escudo anti-missil. A colaboração com Kalmar agora era notória. A FUS já garantia um bom escudo, mas agora, com acesso a informações vindas do escudo kalmarense, a sua eficacia aumentaria. A diferença na detecção de um ICBM, 10 segundos que fossem, poderia permitir salvar milhares de vidas.
Logan prepara tambem uma eventual retaliação, e todos os ICBMS's fixos na FUS estão a ser abastecidos de combustivel.

A Marinha Federal, prepara-se garantindo em 1º lugar a sua propria defesa, concentrando-se mais, ao invés de estar espalhada.

Logan decreta tambem a activação da Agência de Continuidade do Governo. A super ACG havia sido preparada à mais de uma decada para um evento destes. a ACG dispunha de centenas de instalações para garantir a segurança de lideres politicos da Federação. A Vice-Presidente Roslin é evacuada após a reunião, juntamente com mais dois membros do Gabinete. Duas dezenas de Generais são tambem retirados. O Congresso Federal está encerrado, embora a ACG garanta que a totalidade das reuniões marcadas aconteçam por tele-conferência.

Os media estão absolutamente loucos com a situação. Se por um lado Triestin não se moveu um cm contra a FUS, por outro todos sentem e receiam que como aconteceu antes, Triestin se vire para a FUS sem que esta tenha feito algo contra esse país. Nos media, muitos analistas tambem culpam a URS por toda a situação, uma vez que após os ataques de Triestin, impediu uma real desmilitarização de um país sem tradições democráticas. URS permitiu que um estado paranoico ocupa-se um lugar indevido no mundo. No Governo Federal, muitos pensam dessa maneira.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  URS em Qua Jan 12, 2011 5:26 pm

Por ordem do Conselho, o Comando Militar coloca todos os ramos das Forças Armadas da União no nível máximo de alerta, tanto para operações defensivas como ofensivas. A questão de Dimitrovgrad e Kuznetsk não pode ser ignorada, mas aposta-se na estratégia inicial de não fazer nada nessas duas cidades. Mas claro que mal os noticiários começam a dizer o que se está a passar, a população em peso começa a sair das cidades, com medo de um ataque e vendo que não vem qualquer auxílio militar a caminho.

São enviadas divisões para espalharem ao longo da vasta fronteira, mas essas duas cidades são deixadas propositadamente desprotegidas, funcionando como isco.

Os espiões dos SSU em Moscovo dizem que o diplomata stariano foi assassinado por Donets, juntamente com a Primeira-Ministra. Ninguém sabe bem se Donets quer apenas cimentar a sua ditadura ou se lhe passará mesmo pela cabeça atacar a União.

A Força Aérea recebe a missão de tratar de defender qualquer ataque contra as indústrias do Norte da União, mas a área em questão é tão vasta que todos têm a noção que é impossível garantir segurança total de todos os locais.

Depois de contactadas as nações aliadas, depois de feitos os preparativos militares, depois de ordenado o regresso imediato de todas as forças estacionadas na Irlanda, Islândia, Torino, Saint-Martin e Omã, o Presidente do Conselho emite um comunicado na RIU...
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Britannia em Qua Jan 12, 2011 5:31 pm

O governo Britânico demonstra a maior descontracção em relação ao assunto publicamente, e até fala publicamente que a Austrália estava segura e que não havia razões para recear hostilidades Triestianas.

Em privado já existem 3 planos de contingência, 4 linhas defensivas a serem organizadas, navios a serem concentrados nos portos do Norte, defensas anti-balísticas preparadas, a Força Aérea em emergência máxima, e planos para evacuar a Rainha para a Grã-Bretanha.

No entanto Meredith preserva a calma, os Britânicos já se tinham precipitado muitas vezes, e os Triestianos por muito loucos que fossem, eram calculistas, a Rainha ordena que se veja o que acontece nos próximos dias.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Rokolev em Qua Jan 12, 2011 5:41 pm

No Reino as notícias são recebidas com um grande desconforto. As forças armadas são imediatamente mobilizadas para o Sudeste e exercícios de combate iniciam a meio da noite, à hora em que os soldados já estavam a dormir. Eles que se habituassem, caso houvesse guerra não ia haver horinhas de sono fixas para ninguém.

As defesas anti-aéreas são postas em prontidão máxima, inclusivamente os THAAD no Báltico e em Taurica. A DuC mobiliza-se também para a zona do Sudeste, levando consigo todas as esquadrilhas dos novos caças furtivos recentemente entrados ao serviço..o pequeno estado da Arménia poderia tornar-se uma ameaça case Triestin se decidisse comportar de forma bizarra e por obra do Diabo decidisse atacar a Acádia.


A população a esta hora dorme, mas nas notícias ir-se-ia passar um ar de plena normalidade, e de fazer passar a situação como mais um ataque paranóico da liderança de Triestin.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Triestin em Qua Jan 12, 2011 6:03 pm

Donets e os seus generais ouvem a declaração de Thorvald. Olham para as centenas de dossiers com as forças dos dois países. A vantagem da URS era considerável, mas Donets confiava que a Entente aproveitaria para enterrar a faca numa URS enfraquecida e isso igualaria as coisas ou colocaria Triestin em vantagem numa guerra puramente continental.

Era uma decisão que mudaria a história da humanidade.

Donets levanta-se e diz como se falasse para uma multidão:

- Este é o momento da verdade. Agora decide-se o futuro do comunismo no mundo! O nosso comunismo puro e triunfante ou a degeneração que se tornou a URS. Camaradas, avancem para essas cidadolas e não se esqueçam da protecção aérea... à primeira reacção contra os nossos homens, e a Ásia está em guerra!


---------------------------------------------


Sem resistência stariana, ao raiar do dia, duas divisões de blindados entram na cidade de Dimitrovgrad e outras duas na cidade de Kuznetsk.




Não há um único oficial do Exército Vermelho a domir a sesta nem nenhum soldado a engraixar as botas. A guerra pelo futuro do comunismo mundial começou!
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Portugal em Qua Jan 12, 2011 7:16 pm

Uma guerra no Oriente... Mal a noticia chega aos ouvidos do Vice-Rei da Índia, D. Afonso de Vilhena, este dá um salto na cadeira... Quem estava ao telefone era Otacilio Meireles, Director da Companhia das Índias.

D. Afonso de Vilhena: Ai não... Quando o tirano (Donets) fala em paz, para ele é guerra! Vou já mobilizar a infantaria da Armada para a defesa de Moçambique e Flores!

Otacilio Meireles: Creio que não seja necessário vossa senhoria... Reparai, o conflito é com a URS, nós é que estamos tramados se a contenda continua. O que vale é que a URS é extremamente forte, e resiste a uma invasão triestina. O problema é que temo que abale os mercados...

D. Afonso de Vilhena: Sim o Oriente desde que apareceu esta coisa do comunismo, é um antro de fim do mundo... Quando havia czar, era extremamente fácil negociar e extremamente amistosos... Já dizem as crónicas..

Otacilio Meireles: Bem com czar ou sem czar, Triestin é um perigo... Já ouviu os boatos de Timor?

D. Afonso de Vilhena: Sim, fala-se num régulo timorense que está a semear a discórdia entre as tribos locais... Queixa-se de ataques aos usos e costumes, e já falou na integração de novo em Portugal, fala-se que afirma abertamente que quer ser vassalo de El Rei!

Otacilio Meireles: Nem mais... Aproveite a crise em Triestin... Esteja atento, pode vir ainda a ser o Vice-Rei restaurador da Índia Portuguesa quase em pleno. Acredite que fica para a História, e sua majestade não irá esquecer...

D. Afonso de Vilhena: Como sabe isso dos régulos tão bem?

Otacilio Meireles: Os indisgenas têm contacto de ilha para ilha, e muitos deles até têm família do lado de lá... Não se esqueça que muitos dos produtos gourmet que a companhia merca são directamente negociados com os indisgenas. Como sabe, em Timor não temos acesso, mas há indisgenas nossos sub-agentes comerciais que o têm...

D. Afonso de Vilhena: Ficarei atento...

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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Kalmar em Qui Jan 13, 2011 6:58 am

Em Kalmar a vida continua normal, sem grandes preocupações sobre o que se passa do outro lado do oceano. O recente escudo anti-míssil instalado é uma segurança que a população sente.

No Ministério da Defesa, os generais mantêm ligações a Águas Santas 24 horas por dia, coordenando os escudos anti-míssil dos dois países. A Frota do Pacífico é posta em sentido para estar atenta a qualquer movimentação estranha.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  URS em Qui Jan 13, 2011 9:08 am

A azáfama na sede do Conselho é enorme, mas depois da resposta triestina cria-se um silêncio estranho ar. As pessoas continuavam a andar de um lado para o outro, enviando mails, faxes, fazendo telefonemas e coordenando as delegações políticas e militares de todas as regiões das seis República continentais.

Muitas vezes a União esteve em guerra, mas era longe de casa ou contra países bastante inferiores militarmente. Neste momento eram centenas de divisões, milhões de homens de ambos os lados da barricada prontos para a guerra. Os religiosos esperavam que um milagre de última hora ocorresse, que os triestinos finalmente revelassem que tudo não passava de um bluff, de uma jogada política qualquer.

Estavam no edifício delegados do Conselho de todas as grandes cidades. De dentro da sala onde o Conselho se reunia com o Comando Militar, um secretário sai e chama os delegados de 6 cidades: Assurya, Uztarov, Almaty, Hacken-Sat, Harvinski e Hanoi. Cá fora todos consultaram os seus mapas mentais, eram as 6 grandes cidades mais próximas da fronteira. Estava algo para acontecer.

Uma hora depois os delegados saem quase a correr da sala, agarrando-se aos telemóveis:

- Temos declaração de lei marcial! - diz o delegado de Assurya, a capital de Alin-Assur. 10 milhões viviam nesta cidade.

- Comecem a evacuar todas as vilas fronteiriças. - diz o delegado de Uztarov, a cidade mais próxima da fronteira, com um ar pálido.

- O Comando vai fazer da cidade um centro estratégico, os tipos dos comboios têm que desimpedir todas as linhas, os aeroportos têm que fechar imediatamente. - vai gritando para o telemóvel o delegado de Hacken-Sat, capital de República e uma cidade com 16 milhões de habitantes.

Depois são chamados os delegados das cidades costeiras, mas já não restam dúvidas em ninguém no andar onde estava o Conselho. A voz de Nikolai Bradzienitsch surge nos altifalantes de todo o edifício:

- Camaradas! Os próximos 10 minutos são a altura certa para ligarem aos vossos familiares, depois disso precisamos da vossa concentração total. A União está em guerra.

Esta última frase ecoa como um frio gelado nas colunas de todos e o silêncio estranho é de novo substituído por vozes, passos, rezas e algumas lágrimas.

Por toda a União, o Comando Militar acciona os planos de guerra, o hino da União ouve-se em todas as bases do país. Os mais de 5 milhões de funcionários do Exército da União ficam a saber que os aguardam dias negros. Assim que o primeiro tiro for disparado, Thorvald falará à nação e todos os starianos ficarão a saber das suas responsabilidades nos tempos que se avizinham.

A Força Aérea será a primeira a entrar em acção. Milhares de pilotos em todo o país cumprem os seus rituais de boa sorte. Depois o dia nasce e chegou a hora da verdade.



Precisamente às 7 horas da manhã levantam voo das bases dos distritos de Uztarov, Almaty e Harvinski centenas de caças em direcção às cidades ocupadas pelo Exército Vermelho para garantir a superioridade aérea na zona, e de seguida alguns bombardeiros tentarão atingir as tropas triestinas.

Para já existem ordens para não atravessar a fronteira, ainda na esperança que os triestinos retirem e não se passe daí.

O comandante do Centro Militar de Hacken-Sat faz a derradeira pergunta ao Comando Militar em Valtland.

- Os nossos caças estão a chegar ao local. Precisamos de confirmação das ordens.



Do outro lado a resposta é inequívoca:

- Disparem à vontade!

Um minuto depois do primeiro disparo, Maximus Thorvald surge na televisão, com todos os outros presidente atrás de si.

- Camaradas starianos, a União das Repúblicas Socialistas está a partir deste momento em guerra com a República Popular de Triestin...
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Triestin em Qui Jan 13, 2011 10:27 am

O Ministério da propaganda faz o seu trabalho de forma perfeita como sempre, o que torna a posição da oposição leal a Nastenkeva insustentável, são acusados de triação nas ruas assim que é divulgado o ataque stariano. Como é tradição triestina, em tempo de guerra não se olham a políticas, só interessa dar tudo pela pátria mãe.

O Presidente Borisov dá um discurso inflamado, invocando os grandes nomes da história triestina: Alexander Nevsky, o antigo Imperador de Moscovo que iniciou a construção do Império, Pyotr Romanov (Pedro o Grande), quem que definiu as fronteiras de Triestin, Mikhail Kutuzov, o General que deteve a invasão dos estados europeus em 1789, Vladimir Lenin, o homem que trouxe o comunismo à República, e Georgy Zhukov, o maior herói da história do Exército Vermelho.

Uma monumental parada tem lugar na Praça Vermelha na manhã dos ataques, mais de 500.000 soldados dão uma demosntração de força e de união do Exército Vermelho e do povo.

Borisov grita aquilo que todos sentem:

- Camaradas! Quando a guerra nos bate à porta, Triestin é o Exército Vermelho, o Exército Vermelho é o Povo, o Povo é o Exército Vermelho!


Depois desta parada o país está em modo de guerra e por todas as cidades, vilas e aldeias, os comissários do Exército convencem largas centenas de milhar de recrutas. "A nação precisa de vós!"




Já no terreno, e vendo que os starianos não passam a fronteira, Donets não envia a sua força aérea, ao invés ordena a retirada total das cidades ocupadas. Triestin sofre assim as suas primeiras baixas, mas são insignificantes.

Logo de seguida, é a força aérea triestina que atravessa a fronteira, em pequenos números, com pequenos ataques isolados a alvos pouco importantes nas áreas de Assurya, Uztarov, Harvinski e Hanoi, retirando assim que encontram resistência. O objectivo é alrgar o campo de acção a toda a fronteira.

O ataque a sério parte do sul da região de Kiev, onde 40 divisões de infantaria com 600.000 soldados, apoiadas por 10 divisões de blindados atravessam a fronteira com forte apoio aéreo, com mais de 400 caças mobilizados para essa zona. Entre os soldados já se fala da Grande Batalha de Hacken, pois o grande objectivo é chegar à capital desta república stariana e rapidamente a área se tornará num inferno.




O Exército vai preparado para lutar por vila a vila, se necessário. Os civis que não oferecem resistência recebem instruções para ficar em casa.




Ao longo da restante fronteira assumem-se para já posições defensivas.




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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  URS em Sex Jan 14, 2011 12:16 pm

Hacken-Sat era um dos principais centros estratégicos da União, tinha que ser defendido a todo o custo. Devido à sua proximidade com a fronteira, toda a região envolvente estava extremamente bem protegida, mas ainda assim não existia superioridade aérea, a proporção de caças devia ser de 1:1, a única vantagem eram as defesas anti-aéreas que os triestinos teriam que ultrapassar até chegarem ao confronto directo com os caças da Força Aérea da União e que estavam espalhados ao longo de toda a região, em bosques perto de vilas pequenas.



A maioria das aeronaves estacionadas nas regiões de Brann e Narvik começam a dirigir-se para a zona, mas o combate inicial terá que ser feito pelas forças já no local que se atiram aos triestinos tentando interceptar o inimigo sobre terrenos vazios, antes que este chegasse a zonas industriais ou militares.

Ao longo de centenas de quilómetros, centenas de caças dos dois países espalham-se pelos céus, alguns lenhadores na floresta de Ulgrand, que ainda nem sabiam que a guerra tinha começado, pensam que o fim do mundo está as chegar quando olham para os céus.



Das bases do Sul a Força Aérea começa a deslocar-se para norte, o Comando Militar mantém basicamente as aeronaves que estão nos porta-aviões e pouco mais, o que já é um número considerável. A guerra no mar começará em breve, mas para já é imprescindível manter a superioridade aérea total sobre o território nacional e qualquer ofensiva triestina pelo ar tem que ser rapidamente repelida com sucesso.

No solo é permitido aos triestinos que avancem algumas dezenas de quilómetros para a organização defensiva ser mais eficaz e coordenada. Divisões de Swindon, norte de Valtland, e praticamente toda a força militar de Brann vão a caminho da fronteira. Vendo os números triestinos, o Comando Militar decide apostar na superioridade aérea e no solo o avanço terá apenas que ser travado até os céus serem de novo starianos e aí os triestinos veriam fogo chover sobre eles 24 horas por dia.

Para já, com algumas pequenas vilas perdidas, onde os cidadãos penduram bandeiras brancas nos telhados e se fecham em casa, a batalha centra-se na região de quintas que se espalha por todo o norte de Hacken quando finalmente os dois Exércitos entram em contacto.



Os generais nem precisam de dizer que algumas missões terão uma taxa de sobrevivência baixa, o orgulho dos próprios soldados, a sua maioria nascidos na própria República de Hacken, lutam como se fossem os seus familiares que estivessem nas vilas ocupadas (nalguns casos isso até seria verdade) e cada quilómetro é disputado como se se estivesse às portas de Hacken-Sat. Para já as forças estão equiparadas o que leva ao desespero os generais.

- Mandem mais tropa, mais tanques ou resolvam a merda da batalha no ar, assim estamos só a perder homens e ninguém ganha nada! E eles têm mais carne para canhão que nós! - diz-se do Centro Militar de Hacken-Sat para a sede em Valtland.

Em breve o choque de forças em grande número terá lugar, prevêem-se imensas baixas de ambos os lados.



Valtland responde esvaziando todas as bases aéreas da região central de Sansgard e enviando tudo para Hacken.

Entretanto, no Comando Central da Marinha da União, situado no triângulo Lavadia-Falkirk-Columbia, prepara-se o início da guerra naval. As 3 frotas que já tinham vindo da Europa concentram-se com as restantes da União na região da Baía de Crystal e na costa de Verdy. As 2 que ainda estavam na Irlanda dirigem-se para o Panamá.




O Comando Militar no entanto não espera ficar apenas na defensiva e inicia os seus próprios ataques. A região escolhida para tal é a zona noroeste do país, por dois motivos simples:

1) Os soldados assurianos são conhecidos pelo seu fanatismo e resistência, onde ninguém nega que as suas crenças religiosas lhes dão alguma capacidade de sofrimento extra. Espera-se que com o início da acção na fronteira de Alin-Assur, os líderes religiosos declarem Guerra Santa contra Triestin.

2) Colocar a guerra às portas da União Soviética poderá ajudara convencer os soviéticos a entrar na mesma da lado da União o que colocaria o controlo do ocidente triestino em grave perigo para Moscovo.


Começam por isso os primeiros bombardeamentos nas regiões triestinas de Saratov e Tbilisi. A invasão terrestre está por horas, e o Exército Assuriano irá na frente.


Última edição por URS em Dom Jan 16, 2011 6:58 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Burgolavia em Sex Jan 14, 2011 12:46 pm

Todo o Exército Federal é colocado em alerta 2, o que significa um cenário em que o país está à beira da guerra. O Presidente já tem pedidos de apoio a vir da Internacional Socialista e Espen Jansen está a aterrar em Praga. O Congresso reúne de emergência e logo após a reunião o Presidente irá falar ao mesmo.

O povo recebe as notícias da Ásia com horror e surpresa, e apesar de Triestin ser à muito considerado um vilão, nunca ninguém imaginou que atacassem a URS. Já se comenta nas ruas de todo de país que a Burgolavia irá ser arrastada para o conflito e o medo de que os reservistas sejam chamados começa a pairar sobre a sociedade.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Burgolavia em Sex Jan 14, 2011 2:25 pm

Depois da declaração do Presidente a máquina militar da Federação entre em rotação máxima. Os portos do país são colocados à disposição das frotas da URS que vêm da Islândia. A participação inicial da Burgolavia será naval, todas as frotas do país são colocadas em acção e prepara-se um plano inicial claro: invasão de Timor e Madagáscar e auxílio da URS para destruir a marinha de Triestin. Trabalha-se 24 horas por dia para que as frotas partam em breve.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Rokolev em Sex Jan 14, 2011 8:56 pm

Grande parte frota do Báltico - inclusive o porta-aviões HDA Jean Cartier, totalmente artilhado como se para uma guerra fosse - recebe ordens imediatas para se fazer ao mar..marinheiros, pessoal de terra e pilotos desatam a correr pelas bases em direcção aos seus postos. "Novamente chamados às tantas da manha, mas que raio." era o pensamento corrente pelas Forças Armadas Acadianas hoje em dia, a mania de fazer as coisas pela calada da noite sempre tinha sido algo tradicional pelos Acadianos, mas não em tempo de paz quando a segurança nacional não estava - pelo menos muito - ameaçada. Assim que os navios e submarinos estão prontos para zarpar, eles deslocam-se a toda a velocidade em direcção a Gibraltar, onde iriam aguardar autorização para passar o estreito. O destino deles era o Mar Negro, onde se iriam juntar à frota do Sul.


No sudeste da Acádia, os exercícios de combate e preparação continuam, enquanto que as defesas anti-aéreas são reforçadas. Está a ser dada grande ênfase às forças especiais e aos paraquedistas, que formavam uma parte significativa das forças militares da região. Também cerca de 300 tanques Challenger II vindos de bases das áreas circundantes chegam às bases militares do Sul, juntamente com algumas dezenas de peças de artilharia PzH 2000. Nos ares os caças continuam os seus exercícios a um nível de realismo máximo, simulando duas facções opostas em combates, tanto ar-ar como ar-terra. Nenhum detalhe é deixado ficar ao acaso, helis, AWACS, aviões de reabastecimento e transporte são trazidos em grandes quantidades.


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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Britannia em Sab Jan 15, 2011 9:37 am

A paz continua a reinar na Britannia, mas o alto comando fica algo apreensivo com as manobras Burgolavas, era um indicador que o mundo se inclinava cada vez mais para a catástrofe generalizada. Havia grande apreensão entre os Britânicos, a última vez que se tinham lançado numa cruzada megalómana contra uma super potência, tinham visto o seu Império destruído, a sua terra-mãe comida pelo socialismo, e depois pelo republicanismo.....se iam intervir, tinha tudo de ser muito bem planeado. Mas uma intervenção estava a anos luz de acontecer na cabeça dos governantes, até Meredith estava apreensiva de participar, desta vez as razões para se combater teriam de ser extremamente fortes.

No entanto, há que reforçar a Britannia para o caso de haver a necessidade de se defender o Império, ou de intervir no conflito.


Actualmente a disposição de forças militares no Império é a seguinte (em pontos de orçamento)
:
Grã-Bretanha - 110 Pontos
Gibraltar - 15 Pontos
Britannia - 200 Pontos
Resto do Império - Forças locais de defesa

O alto comando decide retirar unidades ao cenário Europeu, e só deixa na Europa o New British Army e unidades da marinha sificientes para garantir a defesa territorial. Gibraltar também é reduzida a zeros, ficando só a defesa territorial, visto que os Portugueses poderiam garantir a sua defesa. A Força H começa a movimentar-se para o pacifico juntamente com os restantes.

Após alterações:
Grã-Bretanha-50 Pontos
Britannia-200 Pontos
Em movimento para a Britannia - 75 Pontos
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Bahia em Sab Jan 15, 2011 11:00 am

O Brasil do Norte mantém 33 mil soldados de 14 a 24 anos em treinamento, para defesa do território nacional, caso haja ataques ao território brasileiro ou necessidade de intervenção no conflito, intervenção essa que somente depois de uma decisão final da SDN sobre a questão Brasil do Norte vs Omaha
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Kalmar em Sab Jan 15, 2011 12:44 pm

O Senado aprova uma lei extraordinária e provisória que altera as condições de navegação pelo Panamá. Numa nota enviada à imprensa o Senado informa: "Como medida extraordinária de defesa territorial, enquanto estado de guerra na Ásia se registar, todos os navios de guerra extra-ATE terão de pagar 1 ponto semanalmente (ooc:tempo real). Navios comerciais, continuarão com as taxas em vigor."

ooc: Deixo à vossa boa vontade a "auto-aplicação" da medida. Não vou andar em cima de vocês, se quiserem entrar no jogo óptimo. Em termos de RP considerem isto um aumento das taxas de passagem.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  URS em Dom Jan 16, 2011 6:55 pm

ooc: se que vou postar outra vez antes do Triestin, mas é sem interferência no jogo dele

ic:

As duas frotas que se dirigiam para o Panamá recebem ordens para avançar para o Sul da Burgolavia, onde se deverão juntar às forças burgolavas que se preparam para partir para a Ásia.

O transporte de soldados será feito por via aérea da Irlanda para a Burgolavia e depois por ar ou mar até à Ásia.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Triestin em Seg Jan 17, 2011 1:53 pm

O Exército Vermelho está preparado para a batalha no norte de Hacken e para as perdas que se esperam. No final do dia, a guerra deixa de ser em pequenas bolsas ao longo da região para se concentrar na conquista afectiva de território que possa tornar possível um assalto a Hacken-Sat. Milhares marcham à conquista de vilas e pequenas cidades com insdutstria, aerodromos e estaços de caminho de ferro.




Donets está preocupado com a superioridade aérea da URS. Prevendo uma guerra duradoura, o Exército coloca toda a indústria de Donetsk e Leningrado, dois grandes pólos industriais do país a produzir caças e defesas anti-aéreas. A sua loxalização no extremo norte do país tornam-nas para já localizações seguras.

Para já é necessário espalhar a força aérea da URS para dar mais chances à infantaria e blindados no terreno. Algumas dezenas de tanques especializados em defesa anti-aérea acompanham a infantaria na tentativa de a manter protegida.



Para espalhar a frente de batalha em Hacken, Donets ordena pela primeira o uso de mísseis de longo alcance, que são disparados contra as zonas industriais e centros de comunicação e transportes das cidades de Harvinski e Almaty. Alguns cairão perto demais de zonas civis ou mesmo em zonas civis, mas nesta altura não é possível voltar atrás e tentar manter a guerra soft.



5 divisões atacam a fronteira na zona de cada uma dessas cidades, o que obrigará a URS a espalhar as suas forças ainda mais. O problema é que tal também afecta o Exército Vermelho e por isso as campanhas de recrutamento continuam com toda a força por todo o país.

As fábricas de automóveis do norte são modificadas para a produção de blindados e veiculos militares.



-------------------------------------------------------------------



Em Saratov e Tbilisi a força aérea toma algumas iniciativas defensivas, mas está em inferioridade e sofre mais baixas que o esperado. As aeronaves estacionadas em Novosibirsk dirigem-se por isso para essas regiões, numa tentativa de igualar os números da URS.

No solo chegam notícias que estará a ser preparada uma invasão vinda de Alin-Assur,o que preocupa os generais no local, pois a maioria das tropas estacionadas em Minsk e Mogilev estavam prestes a apoiar o ataque em Hacken e se tivessem que mobilizar agora para oeste poriam a ofensiva contra Hacken em risco.


Às portas das duas cidades, as defesas anti-aéreas são reforçadas e colocadas em zonas perto de residencias. A URS terá que atacar as cidades em si para as destruir.





-------------------------------------------------------------------------


A Burgolavia entrou na guerra e a Entente tardava em reagir.

- Cambada de cobardes. - diz Donets desiludido enquanto ouve o discurso de Cradozo. Imediatamente a CHEKA recebe ordens para iniciar contactos secretos com a Entente. Triestin nunca aguentaria sozinho contra estes dois países, e existia ainda o receio bem real que a União Soviética se juntasse ao duo.

Os satélites espiões indicam que será por mar que a Burgolavia atacará inicialmente, e as regiões de Timor e Madagáscar são alvos prováveis. O problema é que quase todas as forças militares na zona tinham sido retiradas, pois o continente era a prioridade. Os generais nos dois territórios estão reduzidos a defesas aereas mínimas, tropa mal equipada e navios antigos e em quantidades baixas, e pedem por isso reforços de Moscovo, que responde negativamente. Seria arriscadissimo tentar atravessar neste momento o Pacífico ou o Índico.
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Britannia em Seg Jan 17, 2011 8:51 pm

Começam a ser mobilizados soldados para a zona de Liverpool, bem como navios de guerra e navios de transporte, um corpo de para-quedistas também constitui a força. No entanto são enviados mais soldados para a Britannia, o cenário do pacifico era considerado muito mais grave e urgente.

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Re: Operação "Espingarda da Paz"

Mensagem  Portugal em Seg Jan 17, 2011 8:55 pm

O Secretário de Estado da Guerra português, e o seu homologo espanhol deitam as mãos a cabeça...

D. João Sottomaior: Sim, parece que é verdade... Vamos ter que defender a Inglaterra... E a Escócia...

Pablo Coronado: Bem... Não se alarme nisto... Ás Espanhas cabe Gales, a Portugal a Escócia, e a Ingalterra fica compartilhada?

D. João Sottomaior: Assim seja... Mas não mobilize já forças... A URS não constitui ameaça e Triestin está longe... E até agora não houve hostilidades.

_________________
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Re: Operação "Espingarda da Paz"

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