Portugueses nas pampas...

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Ter Fev 22, 2011 5:22 pm

As tropas portuguesas começam então a organizar-se para o embate militar contra os golpistas. Um dos regimentos que ficou no Rio de Janeiro imediatamente coloca a bandeira de Maximilien I em tudo que é local, e desfralda a bandeira dos Estados Unidos do Brasil, ninguém a pisa ou maltrata, há boas memórias da parte do Coronel Otávio Sousa da auriverde. Guarda-a religiosamente numa mala para a entregar ao Imperador pessoalmente.

Os portugueses no Rio, fortificam-se de novo, e nas varandas da Câmara Municipal á boa moda portuguesa é feito um pronunciamento do Coronel Otávio Sousa aos Cariocas, afirmando que dali só sairão quando El Rei der ordem ou então o Imperador Maximilien o exigir.

Ávila pede reforços a Lisboa, a situação está fora de controlo. Uma operação que se pensava que era para esmagar meia duzia de rebeldes esfarrapados, afinal é uma operação militar de exército contra exército.

Otávio olha do alto do Corcuvado, olha para a figura do Cristo Redentor.

"Meu Deus, fazei com que nada venha até aqui... 4000 homens não chegam para os deter..."

Por seu turno o Coronel Otávio emite um comunicado aos cariocas, pedindo para que se alistem pelo Imperador, que tragam todas as armas que tiverem, e tudo o uniforme militar que tenham, ou então roupa prática. Irão criar-se "Legiões", que no bom termo português são Batalhões/Regimentos efémeros... Apenas até o golpe findar.

No sul, Ávila tenta controlar o Rio Grande do Sul todo, e já emite comunicados á população "em nome do imperador, e pela sua saude e do império bandeirante" que se juntem aos portugueses, também para formar legiões.

De Lisboa, vendo o caso mal parado, começam a mobilizar Regimentos de Caçadores, Infantaria e Granadeiros. A Cavalaria e Infantaria Mecanizada estão fora de questão... As matas não ajudam nada. Apenas 2 Regimentos de Infantaria Mecanizada e 1 de Cavalaria, formarão uma Brigada Expedicionária "Santa Catarina" que será despachada paras Pampas. Ai com terreno plano e com pouco mato os blindados poderão imperar.

Os primeiros a acudir ao pedido de Ávila foi a Real Força Aéria. Que rapidamente despachou para o local uma frota de caças. Que estão no aeroporto de Porto Alegre, entre caças convencionais, estão caças de ataque ao solo, os Tufões (descendentes dos Hawker Typhoon britânicos).

Ávila numa atitude desafiatória, vai junto das unidades militares de Porto Alegre e põe-nos entre a espada e a parede literalmente: Ou se juntam a ele pelo Imperador, ou serão todos presos, e presentes depois a tribunal militar por insedição e insubordinação.

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Ter Fev 22, 2011 6:09 pm

No Rio de Janeiro, a Força Aérea Imperial e a Armada Imperial são avisadas pelos agentes do Serviço de Inteligência do Exército Constitucionalista que o Delegado El Youssef informou os fatos verídicos ao representante da Coroa Portuguesa, por isso o Brigadeiro João Mourão ruma com o Almirante Jerônimo Pinto ao alto do Corcovado aonde está alojado o Coronel Otávio Sousa e o avisa.

- Senhor Coronel?! Sou o Almirante Jerônimo Pinto e este é o Brigadeiro João Mourão, somos os comandantes das forças leais no Rio de Janeiro, nosso serviço de inteligência já nos informou que o senhor está sabendo da verdade por trás desta lamentável guerra civil. Mas temos aqui em nossas mãos 15.000 Soldados e uma Esquadra aérea e naval prontos para defender a Cidade do Rio de Janeiro e a Baía da Guanabara - E Brinca ainda - Espero que estes Mirrages 2000 atualizados estejam prontos para seu primeiro combate.


Já em Porto Alegre, os militares se espantam com a "ousadia" de Ávila em desconfiar da lealdade gaúcha, mas como os militares gaúchos já estavam esperando isso um deles respondeu.
- Bah Tchê! Tamos do mesmo lado, por que esta pergunta ô gurí ?! Barbaridade Estamos do lado do nosso imperador legítimo, Don Maximiliano (Os Gaúchos se recusam a usar estrangeirismos em nomes mas falam com seu sotaque singular), venha cá tu e tuas tropas sente conosco e compartilhe de nosso Chimarrão, somos irmãos nessa luta tchê! Irmãos de Armas e de ideais. Quer falar com o Imperador don Ávila ele está atendendo a todos os militares lá no Palácio Piratini, todo buenaço vá lá tchê!
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Ter Fev 22, 2011 6:20 pm

Coronel Octávio nem hesitou...

Coronel Octávio Sousa: Ás vossas ordens meus senhores... Coronel Octávio Augusto Pires de Sousa, comandante do 5 Regimento da Armada! *bate pala* qQue necessitais?

As forças portuguesas no Rio de Janeiro rapidamente se "renderam" perante as forças imperiais, e colocou-se ao seu serviço. Eram essas as instruções de Ávila, obedecer sempre ás patentes superiores, independentemente da sua nacionalidade, como faziam parte dos Aliados, Octávio devia-lhes obediência.

Ávila ao ver que Rio Grande do Sul era toda controlada por forças imperiais, dá um "ufa" de descanço...


Marquês de Ávila: Perdoai meus senhores, mas isto aqui está tão confuso que eu nem sei quem são por Sua Majestade nem quem são pelo tirano. Perdoai minha ousadia, deve-se a minha total ignorância do facto!

Senta-se á mesa com seus aliados... E dá uns minutos de conversa, ele e seu estado maior... De seguida, vai ter com o Imperador...

Marquês de Ávila: Vossa Alteza! *curva-se* Sou o General de Infantaria, Marquês de Ávila D. João Ávila, estou da parte de Vossa Majestade El Rei D. Afonso VIII que ficou impaciente com a situação que se vivia no Brasil, e sobre vosso desaparecimento aos olhos do mundo. Minha missão era sustentar vosso império, e vossa autoridade, assim como manter a ordem pública e paz em São Paulo. Folgo em saber que estais bem. Um seu criado vossa alteza, estou ás vossas ordens, mais cerca de 13 mil homens da Real Armada...

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Qua Fev 23, 2011 1:36 pm

Em Porto Alegre, Capital da Província do Rio Grande do Sul o Imperador Maximilien I recebe no Palácio Piratini o comandante das tropas portuguêsas no Brasil, o Marquês de Ávila e General de Infantaria D. João Ávila.

Dom Maximilien: Excelência, seja bem vindo aos meus aposentos nestas "férias forçadas" de verão. E Por gentileza, não há necessidade de se curvar e nem de seguir o protocolo, estamos entre amigos. Fico extremamente feliz em poder contar com a ajuda de nossos irmãos Portuguêses neste momento de dor, em que o seio da pátria-mãe é cortado por um de seus mais diletos filhos.

O Imperador se levanta de sua cadeira e se dirige a loggia de seu gabinete aonde observa a movimentação, se senta em uma cadeira na porta da loggia entre a Sacada e o Gabinete deixando a brisa do mar entrar, e continua dizendo.

Dom Maximilien: Senhor General Ávila, a intenção do Dias Leme era a de me matar, por isso ele mandou me transferirem para o Hospital de Paranaguá e não no hospital da capital, o Hospital Militar Central de São Paulo. Era para os oficiais da Força Aérea me envenenarem só que estes leais oficiais me trouxeram para cá, para o Rio Grande do Sul, justamente aonde se concentra a maior oposição à monarquia, onde é um reduto da Frente de Esquerda Paulista, mas foram aqui que se mostraram leais e por isso serei eternamente grato ao povo gaúcho e principalmente a coroa Portuguesa que veio me socorrer, que cruzou ao Atlântico para lutar pela decência, pela liberdade deste povo.

Já com os olhos cheios de lágrimas próximos a transbordar o Imperador se recompõe, se levanta e se dirige ao Pavilhão Nacional que possui em seu gabinete e diz ao Marquês Ávila, reforçando ainda mais seu romantismo histórico.

Dom Maximilien: Vendo esta bandeira meu caro general, lembro das glórias de nosso povo lá dos rincões de Piratininga (do Estado de São Paulo) que lutou para criar um Brasil além Tordesilhas. Desde o Padre Anchieta aos Bandeirantes, dos Bandeirantes aos Heróis Constitucionalistas de 1932, dos Constitucionalistas aos Bravos Imigrantes que plantaram, colheram e lutaram por esta terra.

Aqui nos Pampas sou estrangeiro, mas lá em São Paulo, lá em minha Piratininga eu sou Rei, sou o Bandeirante-Chefe daquela Raça e eles esperam um posicionamento meu para lutarem contra este calhorda que roubou a Coroa dos Órleans e Bragança para si e ainda teve coragem em sujar o nome de minha família inventando um homem que sou eu! Pois eu era Advogado antes de ser Político, depois que virei político, fui presidente de São Paulo e aclamado Imperador então eu tenho o direito de ser chamado de "Imperador de São Paulo e Protetor Eterno e Constitucional do Brasil" pois São Paulo é a Locomotiva do Brasil.


Espero do senhor meu caro general organizar as nossas tropas militares e vamos marchando rumo ao Planalto de Piratininga, como os bravos bandeirantes faziam, vamos novamente desbravar estes "Sertões" rumo aou meu "sertão de pedra" lá no Alto do Planalto de Piratininga, aonde hei de erguer a Sagrada Bandeira das Treze Listras e fazer valer a vontade desta raça.

O senhor agora, General Ávila, é Marechal-de-Campo das Forças Armadas Paulistas, o único Marechal-de-Campo de nossas forças armadas até agora era este que vos fala agora mas vejo como o senhor é um homem honrado, digno e patriota. Não Irá de forma alguma jurar fidelidade a nenhuma pátria, de jeito maneira, sei e compreendo que o vosso coração e vossa alma é Lusitana e vossa fidelidade apenas pertence à Deus Nosso Senhor e a El-Rei Dom Afonso de Portugal, que por sinal é um homem que eu respeito e admiro intensamente.

Avante General! Avante! O senhor agora é o Comandante-em-Chefe das Forças Armadas Paulistas! O senhor irá nos ajudar a reconduzir a ordem a estas terras.


Encerrou então o Imperador Maximilien sentado de volta a sua mesa, olhando para o nada com um ár irradiante de glória e patriotismo, com seus olhos cheios e algumas lágrimas já correndo por seu rosto além de estar com seu ufanismo a flor da pele.
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Qua Fev 23, 2011 7:30 pm

Durante a conversa, um militar português entra sorrateiramente na sala, faz vénia ao imperador, e sussurra aos ouvidos de Ávila...

Marquês de Ávila: Vossa Alteza, é com tal honra que aceito esse honroso cargo que me concedeis de vossa graça, do qual eu vos ficarei eternamente grato. Vossa alteza, perdoai-me a pressa... Mas não há tempo a demorar, desembarcaram no Rio de Janeiro, tropas portuguesas. Veio de Lisboa, mais 2 Brigadas. A 2ª Brigada Expedicionária Mista, tem um regimento de Caçadores (tropa ligeira) e 2 de infantaria, e a 1ª Brigada Expedicionária de assalto composta por 2 regimentos de granadeiros (tropas de assalto) e 1 de infantaria. Aqui em Porto Alegre em breve desembarca a Brigada Blindada Expedicionária, 2 Regimentos de Infantaria Mecanizada, e um de Cavalaria repleto de tanques. Mais as legiões que consegui recrutar pelo caminho para vos auxiliarem, formam uma Divisão do Exército quase completa. Creio que chega para o derrube e perseguição das tropas insurrectas!


Granadeiros portugueses fazendo pose para a imprensa paulista e internacional

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Qua Fev 23, 2011 7:47 pm

Enquanto isso Sua Majestade, D. Maximilien ordena à "Flotilha Cisplatina" para que em Porto Alegre os Mirage 2000 sejam substituidos pelos Rafale M F3 da Força Aérea Imperial para então seguir ao Porto de Santos, na Província de São Paulo. Já aos 4 Mirage 2000 devem ir imediatamente para a Base Aérea dos Afonsos no Rio de Janeiro e o Submarino S 205 "Guanabara" que siga imediatamente ao Rio de Janeiro e defendam a Baía de Guanabara.

Outra ordem é a que a 4ª Divisão do Exército "Espírito Santo" 'invada' o Rio de Janeiro e se una as forças Contra-Golpistas daquela cidade.


[
Resposta ao Coronel Octávio]

Almirante Jerônimo Pinto:
Coronel, acabo de ser informado que o Imperador está nos enviando alguns reforços como quatro Mirage 2000 e um submarinos a díesel, o submarino s 205 "Guanabara"e uma divisão do exército para nos ajudar, assim iremos de forma coordenada junto com as tropas que virão do Rio Grande do Sul e do norte do Rio de Janeiro.

Brigadeiro João Mourão: Essa tropa que virá do norte do Rio é a 4ª Divisão do Exército "Espírito Santo", totalmente reaparelhada e modernizada, logo depois que ela "tomar", digamos assim, a cidade do Rio de Janeiro vamos esperar a 1ª Divisão do Exército "Farroupilha" do Rio Grande e a 2ª Divisão do Exército "Araucária" de Santa Catarina chegarem a Curitiba. Chegando na Cidade de Curitiba já no sul da Província de São Paulo eles se juntarão com a 3ª Divisão do Exército "Bandeirantes" do Sul de São Paulo e formarão o 1º Grupo de Guerra.

Almirante Jerônimo Pinto: Pela Marinha, o apoio do Sul partindo de Porto Alegre será a 1ª Esquadra Naval e por Norte partindo daqui do Rio de Janeiro a 2ª Esquadra Naval e só irão atuar quando os dois grupos de exército estiverem batendo as portas de São Paulo, assim eles formarão um Grupamento Naval único e irão tomar o Porto de Santos, na Província de São Paulo. Com o Porto de Santos tomado, São Paulo estará incomunicavel aí os fuzileiros navais irão subir a Serra do Mar e cercar o Sul de São Paulo.

Brigadeiro João Mourão: Agora tem um porém, como os grupos de exército virão por oeste e leste em São Paulo e por norte virá as tropas da 5ª Divisão de Exército "Alterosas" estacionadas no Sul de Minas Gerais, estando a duas horas e meia de São Paulo, assim São Paulo ficará cercada por Norte, Sul, Leste e Oeste. E Quando tocar na RT9 a música "Juízo Final" interpretado pela cantora Clara Nunes, a Cidade deve ser simultâneamente libertada.

Almirante Jerônimo Pinto: Caso o plano falhe em alguma hora nós temos a 1ª Esquadra Aérea "Santos Dumont" na Base
Aérea de Campinas, uma cidade a 30 min de avião civil de São Paulo para
bombardear os pontos estratégicos da capital, eu pessoalmente
espero que não aconteça. Então Coronel Octávio, o que o senhor acha deste plano? Isso que estou falando é o plano esboçado pelo Imperador, eu recebi pela intranet reservada do Comando da Armada Imperial.


Mapa do Teatro de Operações da "Operação Bandeirante II"


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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Qua Fev 23, 2011 7:56 pm

Octávio obedecia a todos os planos...

Coronel Octávio: Ás vossas ordens meus senhores! *bate pala*

Por seu turno o Rio era mais uma vez uma confusão nos portos, chegava a Brigada Expedicionária de Assalto e a Brigada Expedicionária Mista. O grave da questão é que não havia patente alta na zona para comandar tantas brigadas. Com o Brigadeiro Anastácio Lima, da Brigada Mista, vem uma ordem régia para que o Marquês de Ávila se dirija ao Rio e organize as forças, Porto Alegre é demasiado longe da zona de desembarque. Por seu turno em Porto Alegre a Brigada Expedicionária Blindada, vem com um Brigadeiro e actuará de forma independente, contudo subordinada ao comando de Ávila.

Por seu turno a frota de Cervera Valderrama, junta-se á Marinha paulista para participar nas suas operações.

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Qua Fev 23, 2011 8:18 pm

[Resposta ao Marquês Ávila]

Dom Maximilien: Tudo bem então Marechal Ávila, siga para o Rio de Janeiro e que Deus lhe abençoe!

Após ao término da conversa com o Marechal Marquês de Ávila o Imperador Maximilien ordenou que todos os oficiais das Forças Armadas Paulistas soubessem quem é o novo comandante das forças leais até segunda ordem. Os Militares que recebiam esta notícia pelos rádios a reação era de espantosa felicidade, pois o Marquês possuia uma excelente imagem entre os militares e os civis devido a sua desenvoltura no Rio de Janeiro.
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Qui Fev 24, 2011 1:05 am

O Marquês de Ávila, visto que o Imperador o promoveu, o Rei de Portugal acedeu e promoveu-o também, a Marechal General. Com o novo posto, o Marquês de Ávila tenta saber ao máximo a capacidade militar das forças imperiais. O objectivo imperial, é a concentração de forças no Rio de Janeiro e seguir a marcha para São Paulo, e tomar a cidade a força, capturar Lemo e julgar-lo a ele e seus comparsas.

Ávila sabe que Lemo não deve de ser assim tão burro, e deve de esperar a vinda das tropas talvez vindas pelo ocidente da cidade. Então nada melhor, que desagregar o 1º Regimento de Caçadores da Beira Alta, a mais fina flor da Infantaria Ligeira portuguesa, da Brigada Mista. Na Brigada Mista incorpora as Legiões que foi recrutando, fazendo com elas a "Grande Legião Paulista", ou seja equiparado a um Regimento composto de Paulistas e alemães descendentes que combatiam em nome do Kaiser.

Os Caçadores apesar de agrupados em Regimentos, combatem em Batalhões, tento comando independente entre si, apenas respondendo perante o Coronel que é comandante do 1º Batalhão. Os Caçadores dirigem-se para sul até ao estado de Curitiba. Aí ocuparão o flanco sul da cidade mediante operações subversivas que irão divertir Lemo, e aliviar a frente, ou até mesmo infiltrarem-se já na cidade. Ao fim e ao cabo era para isso que existiam os caçadores, para combater em regime de semi-guerrilha e sortidas surpresa ao inimigo.

Os "Typhoon" portugueses iriam apoiar o avanço das forças no terreno, destruindo artilharia e blindagem pelo caminho. Ou se tanto atacando postos avançados de Lemo. A restante força aéria lutaria pela superioridade aéria e bombardeamentos estratégicos.

A Marinha combinada entre navios gaúchos e portugueses, deveria então patrulhar a costa e causar o terror nas zonas costeiras ocupadas pelos "lemoistas".

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Britannia em Qui Fev 24, 2011 1:19 pm

occ: Eu não quero ser chato, especialmente até porque isto não é um RP meu, mas os Portugueses conseguem transportar basicamente 2 ou 3 divisões para o outro lado do mundo assim sem mais nada? Eu não duvido que o consigam fazer porque os EUA também o conseguem fazer, mas não é de um dia para o outro, é algo para demorar pelo menos uma ou duas semanas.

Ignorando este aparte, acho que também vou entrar na festa Laughing
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Qui Fev 24, 2011 1:54 pm

ooc. faz rewind e verás que ja havia reforços em Lisboa pa embarcar... Razz

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Britannia em Qui Fev 24, 2011 3:09 pm

Portugal escreveu:ooc. faz rewind e verás que ja havia reforços em Lisboa pa embarcar... Razz
Ok ok, isto foi só para depois o URS/Zé (acho que devíamos fundir as duas personalidades como URZÉ) não chatearem o povo.
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Qui Fev 24, 2011 3:17 pm

OOC: No stress... E verdade estavam tropas já mobilizadas em Lisboa para caso de emergência. As noticias do Brasil chegam rápido a Lisboa, e quando se descobriu que não era um grupo de bandalhos mas sim um exército, a coisa mudou de figura. E há que ter em conta que Portugal sustenta forças permamentes e prontas a mobilizar qualquer hora, não fosse Portugal parte de uma entidade imperialista e colonialista... Smile

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Britannia em Qui Fev 24, 2011 3:22 pm

O perigo da invasão comunista tinha passado, e havia que auxiliar os aliados na sua demanda para restaurar a ordem no Brasil/Brazil. Mas não havia necessidade para grandes exércitos neste tipo de guerrilha, interessavam eram esquadrões da morte e comandos, e Meredith ordena que a 17th Grenadier Guard Batalion seja imediatamente enviada para São Paulo. Comandados pelo nobre desgraçado Coronel William Tavington, eram conhecidos pela forma bárbara como tinham suprimido os Papuanos, não tinha dificuldade nenhuma em lidar com um bando de selvagens como são a corja dos estrangeiros e dos republicanos, se fosse necessário iria matar todos os primogénitos de cada aldeia, ou iria fechar os selvagens todos em campos de concentração, já o tinha feito na Papua, o que evitava que o voltasse a fazer.....só deus.......mas o Bispo já o tinha absolvido de todos os pecados a troco de uma boa doação, o inferno é só para os pobres.

Tavington chega com os primeiros 100 homens a aterrar, mais vinham a caminho, e aproxima-se do oficial no aeroporto:

-Tu, sim tu Português, onde é que está o teu comandante?
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Sex Fev 25, 2011 12:35 pm

O britânico deu de caras com o Coronel Alexandre Solnado, o comandante dos 1º Regimento de Caçadores da Beira Alta. Olha para os ingleses de cima abaixo... O tratamento não lhe agradou já que os Caçadores além da fama de prepotentes, achavam-se os melhores entre os melhores! Pensa para si: "Meninas... Quem serão estas abéculas? Bifes aposto...

Coronel Solnado: Sim... Coooronel... Siga-me...

Os Caçadores haviam feito um desvio até Porto Alegre para ouvirem com atenção a operação de diversão idealizada por Ávila e os comandantes paulistas. No meio da refrega, há que falar em bom português matarruano...

Coronel Solnado: General *bate pala* Estão aqui uns bifes que não sei bem o que vos querem... Deve de ser para vir fazer palhaçada para aqui. Não sei quem os chamou, pelas caras de broncos, devem de ser uma chusma e bandoleiros recrutados pela Rainha. Aquilo com os comunas não está fácil...

Marquês de Ávila: Rufias... Deus queira que sejam hooligans! Sempre disse que esses davam excelentes soldados, mande-os entrar!


Ávila reconhece o Coronel William Tavington...

Marquês de Ávila: Oh meu caro... Um bem haja a vós e a seus homens! Falaram-me em rufias, pensava que eram uns recrutinhas quaisquer que a Rainha nos tinha enviado, nunca pensei que fosse vossa pessoa e seus homens. Entrai entrai... Perdoai os modos dos caçadores, as suas vitorias e treino enchem-lhes o ego, ainda por cima o 1º Regimento da Beira Alta, com passado de luta que é uma loucura, acham-se semi-deuses da guerra!

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Britannia em Sex Fev 25, 2011 3:47 pm

O 17º de Granadeiros como era conhecido era uma das unidades de elite do Exército, já existia desde a formação do Exército Peterandês quando invadiram a actual colónia (na altura eram o 3º Batalhão Especial), e desde então que permanecem na Papua como parte do exército de ocupação, uma boa parte da unidade é composta por veteranos do conflito.

Vinham com o uniforme de serviço, não o uniforme vermelho escarlate com fitas douradas que era a sua trademark. Num cenário de guerra vermelho escarlate era para os suicidas. Em vez disso traziam o uniforme Caqui tradicionalmente Australiano, com chapéu tradicional incluído. Não tinham ar de soldados, mas mais de caçadores, que era largamente o que eram, caçadores de homens, alguns ainda usavam as velhas Lee-Enfield pois tinham mais precisão e poder de fogo, mas a arma que era comum a todos era o facalhão da selva que servia para todos os propósitos práticos da selva e da guerra, chamavam-lhe o Canivete Australiano em gozo ao canivete suíço.


Tavington não era exactamente igual aos seus subordinados, embora fosse tão sádico e experiente como eles. Era de ascendência nobre (mesmo que por causa das suas acções ninguém o pudesse ver em Camelot) e tinha começado na cavalaria. Apresentava-se num uniforme vermelho de cavalaria, com um sabre e uma pistola de cano longo. Dizia que não receava a bala dos bárbaros e ia neste uniforme para combate, os soldados sob o seu comando achavam-no o alvo mais fácil do mundo, e lá o convenciam a usar um colete à prova de bala ou um casaco caqui. Hoje a sede de sangue era grande, andar a matar Papuanos inocentes perdia a piada após as primeiras centenas, e ele queria um alvo que respondesse, nada melhor que revoltosos republicanos Brasileiros.

Cumprimenta com respeito o Marquês, afinal era um Nobre, mas iria ser breve porque a guerra esperava-o:
-Vossa excelência, é uma honra encontrar-me em vosso serviço. Os meus soldados estão neste momento a chegar, a unidade irá demorar a compor-se toda, mas o nosso batalhão organiza-se em companhias de 100 homens com grande capacidade independente, terei brevemente 10 companhias a postos, mas a que desembarcou agora está pronta a entrar em serviço.

Compreendo que num cenário como este o inimigo é passível de usar guerrilha, algo que é a nossa especialidade, só peço "carta branca" em relação ás medidas mais "extremas" que podemos ter de tomar.....


Tavington estava esperançoso de ainda levar umas 1000 cabeças a sua majestade, algo que o elevaria a um cargo elevado na companhia da Papua....


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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Sex Fev 25, 2011 4:04 pm

Marquês de Ávila: Vossa excelência sabe como é... Isto não são selvagens... Infelizmente senão o serviço era mais fácil para nós. São forças organizadas, isso depende da vontade de sua Majestade Imperial. Mas pode expor-lhe o assunto pessoalmente.

Eu sugiro que o Coronel, como homem de experiência e honra, comande pessoalmente os seus homens. Dou-lhe jurisdição sobre o ataque pelo oriente de São Paulo. Os Caçadores atacarão pelo sul... Apanharemos aquele calhorda num nó górdio... Se for para norte é o ideal, mais tempo dura a guerra, mais idiotas temos oportunidade para matar...

Dirija-se ao Palácio... Não sei o nome gaúcho daquilo, é um casarão muito grande! Pergunte a um oficial brasileiro, ele diz-vos onde está o Imperador...


Antes de Tavington sair... chama-o

Marquês de Ávila: Coronel... Acabe o serviço depressa... Isto já dura a tempo de mais.

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Britannia em Sex Fev 25, 2011 4:30 pm

Tavington tinha gostado do Marquês e da sua atitude prática, mas na sua eterna arrogância não via necessidade em ir ter com o Imperador:

-Agradeço os conselhos....mas julgo que se precisar de falar com alguém que mande nestas terras, falarei com um Português....irei passar imediatamente à acção, estes rebeldes irão pagar.

Sorriu e despediu-se do Marquês para se dirigir ás suas tropas.

-Vamos atacar pelo Oriente da cidade, vamos estar em enorme desvantagem numérica, mas o nosso lado tem grande superioridade aérea. Lembrem-se das regras da guerra urbana, muita granada, e sabre sempre na mão. Espero o maior coragem de cada homem, avante!

O Batalhão lança-se para a região de combate, as ordens eram para não se fazer prisioneiros:

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Sex Fev 25, 2011 4:45 pm

OOC: Peter, caso eu tenha entendido corretamente, você já está atacando a capital?
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Sex Fev 25, 2011 5:09 pm

OOC: É uma ideia... xD

Os portugueses sabiam dos ataques. O Coronel Solnado que aguardava nas imediações, reconhecendo a área, ouvia os primeiros tiros...

Coronel Solnado: Palhaço... Nem soube esperar...

Tenente-Coronel Oliveira: Avança-se?

Coronel Solnado: Não... Deixa haver a ordem do Ávila... Isto ainda dá barraco e ainda somos corridos ao pontapé pelos gaúchos e nem sabemos porquê... E acredita, gaúcho irritado é muito mau mesmo, a minha tia esteve aqui no sul e disse que eles não são para brincadeiras!

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Sex Fev 25, 2011 5:15 pm

No Alto do Planalto de Piratininga na capital Paulista, o general Dias Leme lá estava, sentado no trono imperial do Palácio dos Campos Eliseos se sentindo o soberano do sub-continente Brasileiro. Sentia-se com tanto poder que até já havia decretado sua 'auto-promoção' para "Generalíssimo Supremo da Revolução Brasileiro" e contava também com numerosos aliados na capital.

O 'Generalíssimo' se inspirava muito em Adolf Hitler para tomar suas decisões, tanto que havia criado a sua "Juventude de Pindorama", a "Hitlerjugend" tupiniquim, só que hoje a sua loucura estava a tona. Com os Britânicos batendo a porta, ele resolveu "limpar" o sagrado Planalto de Piratininga.

Como São Paulo é a maior e mais populosa cidade do sub-continente com 11 milhões de habitantes ele resolveu montar sua guarda particular e polícia política para repressão, o "Serviço Nacional de Proteção da Ordem Pública e Nacional" (SEOP). Recrutou também a todos os jovens de 18 até 26 anos da capital (que é a parte da sociedade que o apoia) para lutar contra os "infames e impuros invasores" . A Primeira ordem que ele fez foi a de destruir as casas de todos os monarquistas da capital com seus familiares dentro se houvesse alguma resistência, caso fosse algum edifício histórico ou se propusessem para se alistar no SEOP estes teriam a sorte de terem suas vidas poupadas.

Mas mesmo com sua loucura no pico esqueceu que os monarquistas também possuiam armas. Então as massas se enfrentaram nas ruas, um verdadeiro banho de sangue em cada avenida, em cada rua, em cada bairro. Os Monarquistas possuiam superioridade geográfica, pois em sua larga maioria - quase absoluta - moravam na região norte da Capital, a região mais acidentada, então eles e suas famílias fugiram para a Serra da Cantareira aonde organizavam a "Contra-Revolução" sem saberem que isso já estava feito em Porto Alegre (1.197 km dalí) e no Rio de Janeiro (450 km dalí).



Milicianos do SEOP marchando rumo as avenidas da Zona Norte, d'outro lado do Rio Tietê.


Já em Queluz, a discussão que havia entre paulistas aos portugueses era a de se os Bretões são aliados ou inimigos, pois eles estavam esperando a ordem para entrarem no estado de São Paulo. O Oberkomando Contra-Golpistas do Rio de Janeiro, conduzido pelo Brigadeiro João Mourão e pelo Almirante Jerônimo, lançou um comunicado por rádio, jornal e televisão informando:

O Comando Supremo Contra-Golpista de São Sebastião do Rio de Janeiro e de toda Guanabara avisa a todos os civis e a todos os militares que enquanto não houver um comunicado ou nota oficial de Sua Majestade, Dom Maximilien I informando sobre o status dos Britânicos em nossas terras é para se manter a total neutralidade, exceto se houver quaisquer atos contra um nacional que deverá ser correspondido a mesma altura a quem o praticar.

Tomem Ciência e Nota,


Oberkomando Militar pela Resturação da Ordem Nacional e da Legalidade de S. Sebastião do Rio de Janeiro e Guanabara


Em Porto Alegre, o imperador fora informado que um grupo de militares britânicos desembarcaram em terras tupiniquins pelo Serviço de Inteligência do Exército Constitucionalista. De Imediato o imperador, alojado no Palácio Piratini, foi procurar o mais novo Marechal de Campo, o Marquês Ávila junto com o Arquiduque Queiroz.

Dom Maximilien: Meu bom Marquês, quem são estes britânicos que adentraram e nossas terras? Não fui informado sobre isso, nem por Piratiningastrasse aqui em Porto Alegre.

Queiroz era o mais novo braço direito do Imperador, por isso se tornara "Arquiduque de Santo Ângelo", além do mais, trouxe a paz ao Rio Grande do Sul e com suas raizes familiares na Guerra dos Farroupilhas sempre age de forma que se torna inegavel sua "gaúchidade".

Arquiduque Queiroz: Excelência por acaso estes não são d'aquela tropa que gosta de ver uma carne sendo definhada igual churrasco tchê?


Última edição por Brasil em Sex Fev 25, 2011 5:44 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Britannia em Sex Fev 25, 2011 5:30 pm

Excelência por acaso estes não são d'aquela tropa que cometeram genocídio na Papua?
occ: Isso não é conhecimento geral, a Papua é muito fechada (especialmente com as selvas)...é possível que os Portugueses saibam algo por andarem lá com os narizes, e sabe-se que há abusos na Papua (razão pelo qual o Império saiu da ATE), mas genocidio genocidio não é conhecido (senão a ATE ainda invadia aquilo). Ah, e não é só esta força que usa métodos extremos Cool

mas pronto, isto são detalhes, sente-te à vontade para dizer que são uma unidade famosa por serem carniceiros (essa fama é plausível de chegar a qualquer lado)
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Sex Fev 25, 2011 5:40 pm

Britannia escreveu:
Excelência por acaso estes não são d'aquela tropa que cometeram genocídio na Papua?
occ: Isso não é conhecimento geral, a Papua é muito fechada (especialmente com as selvas)...é possível que os Portugueses saibam algo por andarem lá com os narizes, e sabe-se que há abusos na Papua (razão pelo qual o Império saiu da ATE), mas genocidio genocidio não é conhecido (senão a ATE ainda invadia aquilo). Ah, e não é só esta força que usa métodos extremos Cool

mas pronto, isto são detalhes, sente-te à vontade para dizer que são uma unidade famosa por serem carniceiros (essa fama é plausível de chegar a qualquer lado)

OOC: Ok, então eu vou citar como "a tropa genocida". Peter, eu sei que você ama sangue, mas não vá cometer uma barbárie nas terras tropicais, no mínimo um pau de árara nos golpistas =D
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Sab Fev 26, 2011 5:21 pm

Com os Britânicos estavam batendo as portas da Capital, que já estavam no alto do planalto de Piratininga, o Comandante da Força Contra-Golpista Oriental, o Brigadeiro Mourão e o Almirante Jerônimo enviaram um telegrama militar para o Imperador e para o Marquês Ávila.

Majestade, os bretões estão batendo as portas da capital, não conseguiram avançar ainda porque com a arrogância deles eles não sabem que a parte Leste da Capital é uma enorme favela sem estrutura alguma.
Então Majestade, o que faremos ? Nossas tropas já estão em São José dos Campos, a duas horas da capital. O Comando Militar de Minas Gerais já movimentou suas tropas para a cidade de Extrema, a duas horas da capital também, agora só falta a movimentação por parte do flanco ocidental pois até a Armada Imperial já está na Baía de Santos pronta para tomar o porto. Podemos mandar já o diretor musical da RT9 tocar "Juízo Final" e inicar a tomada da capital? - Caso não haja a resposta em um dia iniciaremos a invasão partindo de norte e leste.
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Dom Fev 27, 2011 7:14 am

Ávila não hesitou, Tavington deu-lhe o mote para acelarar as coisas. Ordena imediatamente que se opere a invasão de São Paulo.

As tropas do Reino avançam como 1 divisão, o "Corpo Expedicionário Português, os Caçadores atacam pelo sul, o objectivo é um "meeting point com os britânicos no centro da cidade". Os caçadores combaterão em guerra subversiva de guerrilha, causarão desgaste mesmo que o seu avanço seja pouco. São os primeiros a avançar. Começam a gerar o caos na zona sul da cidade. Cortam electricidade á cidade, fazem sabotagens em tudo que é sitio, cortam telecomunicações, até as condutas de água da zona arrebentam! Ora estava o caos lançado, e Lemo com toda a certeza a ficar com uma dor de cabeça e a destacar homens para essas zonas.

Mal começam a haver as primeiras explosões provocadas pelos Caçadores, Ávila faz com que o resto da Divisão portuguesa avance! Os granadeiros vão á frente, então aí é que é um espetáculo de pirotecnia. Á boa moda do granadeiro português tudo é resolvido com explosões atrás de explosões, parecendo quase cenas de filme. Houve-se fogo subversivo sobre o inimigo. A aparar o assalto, pouco depois vem a infantaria toda atrás, mais as legiões.

Com retrocesso, depois vem a força aéria que tenta tomar controlo dos ares, e fazer algumas operações de bombardeamento. Os Typhoon portugueses, são os primeiros a sobrevoar a zona leste da cidade, sinal para os britânicos que estava a haver a invasão. Nessa zona e temendo-se que Tavington estivesse com problemas, os Typhoon demoram-se mais um bocado aí. O aparelho de origem britânica era familiar aos olhos dos britânicos, portanto rapidamente entenderiam que eram "portugueses" a fazer razia aéria para os ajudar.

Equipas de helicóptoros brasileiras foram destacadas para ataques cirúrgicos. Os brasileiros atacam a cidade pelo norte, e pelo oeste, conforme as ordens de Ávila. Está a formar-se um cerco a Lemo.

Na costa, a frota de Cervera Valderrama divide-se em flotilhas mais pequenas. Fazem ataques contra posiões "lemoistas", e os marinheiros tomam várias fortalezas ao longo da costa...

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