Portugueses nas pampas...

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Britannia em Dom Fev 27, 2011 11:31 am

Os Portugueses tinham lançado o seu ataque, Tavington estava agora numa corrida para chegar primeiro, desembainha o sabre:

-Vamos seus cães, querem viver para sempre? CARGA!

Um enorme grito de carga ouve-se na linha Britânica e os soldados lançam-se na refrega com as espingardas a deitar chumbo por tudo o que era canto....na retaguarda os soldados com Lee-Enfields vão suprimindo rebeldes em posições mais complicadas, e os morteiristas deitam uma chuva de destruição sobre o inimigo, era uma barragem em movimento, conforme os soldados da linha da frente avançavam, conforme também a chuva de morteiradas, era algo que exigia grande sincronização....mas eles eram uma tropa de elite.

Dentro das casas nas favelas, os rebeldes são surpreendidos por Britânicos a entrar pelas paredes. Em luta casa a casa os engenheiros iam abrindo buracos e os "toupeiras", engenheiros de combate, suprimiam depois o inimigo lá dentro com metralhadoras, lança-chamas ou granadas....pouco importava se eram civis ou não, todos os que aparecessem pela frente daquela força morreriam.

Tavington olha para os Typhoon

-Olhem que peças de museu tão giras....aquelas calibre .50 vão-nos ser úteis.

Os soldados começam a atirar fumo azul para os sítios onde desejam que os Portugueses atirem fogo supressivo, a operação está a correr bem até agora, hora de começar a lidar com os civis.

Várias pessoas em pânico procuram a piedade dos Brits, mal sabiam o que os esperavam, a crueldade de Tavington era monstruosa. Manda retirar-lhes os telemóveis e todos os aparelhos de comunicação, e depois os soldados colocam-nos dentro de uma casa, e fecham-na por completo "para sua segurança".

-Peguem fogo ao prédio! Eles que morram a morte dos traidores!

O edifício arde rapidamente com os lança-chamas, os gritos são horrendos.

-Humm, que cheirinho a batata frita! mwahahahahah!

Entretanto chegam alguns prisioneiros de guerra a pedir clemência.

-Prisioneiros de guerra é só gente civilizada! Arranquem-lhes os olhos e as unhas! E depois enforquem-nos nas árvores com uma tabuleta: "EU TRAÍ O MEU IMPERADOR!"

Tácticas de terror eram algo a que os Brits na Papua estavam habituados, era uma das melhores formas de os selvagens não se voltarem a elevar....e a desinformação também era boa.´

-Vão buscar a imprensa e levem-na à casa, digam-lhes que os rebeldes cometeram aquela horrível atrocidade.....e certifiquem-se que não há testemunhas!

Tavington estava feliz, o combate corria bem, e as Brasileiras eram giras.....bom para quando se chegasse à fase das violações.
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Dom Fev 27, 2011 1:20 pm

Os Typhoons portugueses observavam o sinal... Fumo azul. Contudo dos locais saía população a correr desesperada. De repente há uma ordem por parte do comandante da esquadra aérea...

Tenente Machado: Ninguém dispare na direcção do fumo! Há civis no terreno!

Os aviões notam as "irregularidades" da operação... Imediatamente se retiram, deixando Tavington e seus homens à sua sorte.

Por seu turno, o Coronel Solnado e os seus caçadores, perseguiam que nem loucos tudo que fosse tropa golpista. Começam a aproximar-se das imediações dos britânicos, até que Solnado, suficientemente maluco para ir para campo de batalha, observa os seus "rivais"...


Coronel Solnado: Olha para aquilo... O Átila dos bifes, chegou á Roma das Américas... Há que saquear tudo, matar e esfolar... E ainda faltam as violações.

Tenente Alves: Que se faz meu Coronel?

Coronel Solnado: Caguem para o plano de ponto de encontro aí com os hunos... Ainda nos enfiam as culpas todas encima. Isto vai ficar quente vai...

Tenente Alves: Comunica-se por rádio a selvajaria...

Coronel Solnado: Nah... Deixa-o cavar a sua própria cova... Estão a trabalhar para nós, e nós é que vamos sair com os louros todos, e eles como maus da fita. Anda, dá instruções aos restantes Batalhões para se dirigirem para leste, ao encontro de Ávila e dos brasileiros...


As restantes forças continuam o seu caminho... Enquanto que Solnado, "prega uma facada nas costas" dos britânicos. Era tudo uma questão de glória, Solnado era tão mercenário pela glória quanto Tavington, a diferença é que Solnado era mais matreiro...

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Dom Fev 27, 2011 5:28 pm

As Forças Legalistas Paulistas foram divididas em grupos de guerra. O 1º Grupo de Guerra composto pelas tropas do Oberkomando Contra-Golpista do Rio de Janeiro e Guanabara que estavam estacionadas em Mogi das Cruzes, o 2º Grupo de Guerra composto pelas tropas do Oberkomando Contra-Golpista de Minas Gerais que estavam estacionadas em Mairiporã a menos de uma hora do Centro da Capital e o 3º Grupo de Guerra composto pelas tropas navais da 1ª e 2ª Região Militar a 40 km do Estuário do Porto de Santos. Ao Total um milhão de soldados paulistas, contando as tropas regulares e irregulares estavam marchando rumo ao centro da capital.

Hoje pela Manhã as tropas legalistas do 1º Grupo de Guerra estava dividido em duas divisões, a 1ª Divisão iria pelas proximidades do Rio Tietê e a 2ª Divisão pelo meio da Zona Leste da capital, ambas atrás dos ingleses "apressadinhos" e mantendo contato pleno com os oficiais do Serviço Reservado que estavam infiltrados no meio das tropas golpistas, pois afinal, eram do Serviço Reservado.

Quando as tropas paulistas do 1º Grupo de Guerra estavam entrando na Zona Leste a cena parecia ter sido extraida do Inferno de Dante. Não havia um barraco ou uma maloca em pé, todas estavam em chamas. Os únicos vivos que ali se encontravam eram do Corpo de Bombeiros da cidade de Guarulhos, uma cidade d'outro lado do Tietê vizinha da Zona Leste, estes disseram que a uma hora antes dos ingleses chegarem, tudo estava em pé. Pois o Dias Leme não pisaria na Zona Leste, reduto clássico de políticos populistas e clientelistas como o próprio Dias era, ele por mais que fosse louco não iria dar um tiro no pé desta maneira.

Os poucos Brasileiros Nordestinos que restavam no Centro-Sul moravam na Zona Leste da Capital, já que estes não tinham condições de morarem em uma casa de alvenaria digna em um bairro mais próximo ao centro, o governo pretendia deporta-los mas não houveram trens o suficiente para tal.

Os Soldados do 1º Grupo de Guerra ficaram horrorizados com esta barbárie e o pior de tudo, entre os mortos estavam alguns homens do Serviço Reservado da Subdivisão da Zona Leste Paulistana. O Primeiro ato do Exército Legalista ao chegar na capital foi o de executar a Marcha Fúnebre e hastear a meio mastro o Pavilhão Nacional do Povo Brasileiro (Bandeira Oficial do Povo Brasileiro) junto com o Pavilhão do Império (A Bandeira de São Paulo).

Já no Norte, o 2º Grupamento de Guerra não enfrentava problemas, os homens da milícia de repressão tinham ordens para se renderem apenas a "patrícios brasileiros, jamais a estrangeiros". Como também a Zona Norte era um reduto dos Monarquistas e Legalistas não houveram problemas assim logo os 250.000 homens do 2º Grupamento tomaram logo a Base Aérea de Marte e a Cidade de Guarulhos, outro reduto civil legalista.

A Sul da Capital, na Baixada Santista, houve necessidade de bombardeio da costa principalmente em Guarujá no Forte dos Andradas mas logo após aos intensos bombardeios as autoridades e os soldados golpistas se renderam as tropas legalistas, assim seguia-se o plano normalmente para subir a Serra do Mar e tomar a Zona Sul da capital paulistana até o Centro da Cidade.

Com as barbáries da Zona Leste, o Almirante Jerônimo Pinto e o Brigadeiro João Mourão comandantes responsáveis pelas tropas de Minas Gerais e do Rio de Janeiro enviam um telegrama ao Imperador e ao Marechal Marquês de Ávila.

Dom Maximilien, os Bretões violaram todos os limites de aceitabilidade em uma guerra, eles atearam fogo e praticaram um extermínio na Zona Leste, não há um homem ou mulher viva. Há indícios de estupro nas Mulheres, recomendei aos meus oficiais para atirarem contra tropas britânicas, é inaceitavel o que foi feito, responderemos no mesmo chumbo. Aqui não há animais! Assim que tomarmos a capital apresentareremos para vossa majestade uma carta exigindo a nossa baixa das forças armadas imperiais. Antes de tudo, recomendo as forças legalistas luso-paulistas a abrirem fogo contra estes nojentos animais do Norte, mostremos a eles o que é crueldade.

O Imperador que acompanhava o front de batalha a oeste da capital junto com o Marquês de Ávila e suas tropas, fora avisado por um de seus ajudantes-de-ordens do telegrama, assim que abriu ficou pálido. Após recuperar-se ordenou que cópia do telegrama fosse mandada imediatamente ao Rei Português, foi direto ao Marechal Marquês de Ávila e disse:

Dom Maximilien: ÁVILA!!! Olhe essa merda que os britânicos ousaram em fazer no Sagrado Planalto de Piratininga! Estupraram Mulheres, atearam fogo a civis e enforcaram prisioneiros de guerra! Eles eram Paulistas! Eu exijo a cabeça desse maldito e de toda sua tropa!
Quero que neste exato momento você assine esta ordem de ataque aos Britânicos, esta operação é para reconquistar a capital e não para matar meus súditos, meus cidadãos! E Tem outra coisa Ávila! Tem Outra Coisa! Naquela Região moravam os ultimos nordestinos do Centro-Sul, os ultimos e eram os únicos que em sua grande maioria eram católicos. O Afonso saberá disso e o Papa também!

Quando o Imperador tratava algum oficial-general ou grande autoridade pelo nome e não pela posição é um sinal que o Imperador está verdedeiramente enfurecido e que arrebentaria o primeiro que lhe desafiasse.
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Dom Fev 27, 2011 6:15 pm

Ávila sentia-se ultrajado...

Marquês de Ávila: Isso abrirá um problema... Internacional e poderá provocar uma guerra entre a Brittania e o Reino... Eu vou contornar a situação, não vos preocupeis...

Ávila estava irado com Tavington, mas era um punhos de renda... Dirige-se ao aeroporto onde atracava a aviação portuguesa. Fala com o comandante deles...

Marquês de Ávila: Peguem nesses aviões... Atirem indiscriminadamente sobre os britânicos entenderam!?

Coronel Olavo: Marquês... Passasteis-vos?

Marquês de Ávila: Ouviu as minhas ordens, ou quer responder por desobediência, abro-lhe já Tribunal Marcial!

Coronel Olavo: Não... Nada disso...

Marquês de Ávila: Eu sabia que iria cooperar... Não se esqueça que sei podres seus, se isto sai para fora... Voçê e os seus homens estão condenados á desgraça... Foi tudo um erro essas mortes! Chore até se for preciso! Um pouco de teatro não faz mal nenhum... Não há viva alma naquelas paragens. Use os misseis de ataque ao solo... E desligue o rádio durante a operação, os golpistas não têm anti-aérias nem aviação... Foi um erro de comunicação. E se é isso que o aflige, eu safo-o no relatório... Ao fim e ao cabo sou eu que o irei fazer ao Rei e aos ministérios...


Os Typhoon portugueses levantam voo, o objectivo integral da sua missão era massacrar os britânicos... Chegados a São Paulo, começa o massacre via aéria... Misseis, e disparos de canhão automático e metrelhadora... No entretanto Ávila envia uma carta ao Imperador:

Sua Alteza, publicamente não poderei declarar que chacinei os britânicos... Contudo na guerra as balas não tem olhos. Basta cegar-las ainda mais, e disparar sobre eles. Conto com vossa alteza para me ajudar a encobrir o caso. Se isto é público, estalará a guerra entre Portugal e a Brittania... E eu serei muito provavelmente executado. Queime esta carta depois de a ler...

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Dom Fev 27, 2011 6:31 pm

O Imperador Maximilien ao receber a missiva do Marquês, queima a carta e vai de imediato encontro a ele em sua tenda de campanha.

Dom Maximilien: Marechal Marquês de Ávila, a história oficial é a que uma tropa golpista com armamento típico da Base Aérea de Campinas atirou contra Britânicos. O senhor cumpriu com o dever de um militar, mas mesmo assim levarei para Sua Santidade e à El-Rei sobre o que os Britânicos fizeram contra aqueles pobres miseráveis, pois mal ou bem, eram Católicos Romanos.


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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Dom Fev 27, 2011 6:35 pm

Ávila enquanto ia bufando para o seu gabinete no Corcovado, lembra-se de que observou uma rivalidade entre caçadores portugueses e granadeiros britânicos... Solnado era um bom amigo seu, e chefe de uma das Companhias de Atiradores (franco-atiradores/snipers) do Regimento de Caçadores. Havia que dar uma palavrinha por linha segura...

Ávila: Faz-me um favor Solnado...

Solnado: Sim comandante...

Ávila: Destaca a tua companhia, toma posições chaves antes que os Typhoon cheguem a zona dos ingleses... Abate-os literalmente, um por um, como se estivesses a matar animais... Depois foge rapidamente caso as coisas estejam a dar mal. A culpa irá para os golpistas...

Solnado: Hui... Bife ao jantar? Muito bom...


Solnado desloca a sua companhia que se afasta do resto do batalhão, e dirige-se para a zona dos britânicos. Toma posições altas e seguras. Os caçadores, em especial os seus snipers, eram os melhores de todo o exército português, com boa pontaria e rapidez de tiro... Começou a chacina ás tropas de Tavignton. O objectivo de Solnado era caçar ele mesmo Tavington na sua mira.

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Britannia em Dom Fev 27, 2011 7:14 pm

Um homem discreto, mais com ar de empresário do que de politico aproxima-se do palácio, o seu nome era Clement Rhodes, e tecnicamente era o adido económico do embaixador, na realidade era um dos homens mais poderosos da politica de bastidores do Império. Rhodes planeava e orquestrava calmamente e silenciosamente, e poucos sabiam quando a sua mão estava em algo....pelo menos até ser tarde demais, ele hoje tinha demasiado a mão em cima do que estava a acontecer.

Estaciona o seu carro e apresenta as suas credenciais e pede para falar com Ávila e o Imperador, sabia que era um pedido forte de um "ninguém", mas sabia como jogar o jogo:

-Diga por favor ao senhor marquês e a sua majestade que o assunto é um golpe de estado que está prestes a acontecer no Império Britânico.

Não era uma verdade completa, iam haver mudanças, mas não era um golpe de estado, mas os seus planos eram para revelar mais tarde, suspeitava que outra revelação que trazia seria muito mais chocante.
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Dom Fev 27, 2011 7:18 pm

O Imperador autorizara a entrada do visitante, porém somente após do Exército Constitucionalista o revistar, inclusive o que se encontra em sua mala.
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Britannia em Dom Fev 27, 2011 7:21 pm

São Paulo escreveu:O Imperador autorizara a entrada do visitante, porém somente após do Exército Constitucionalista o revistar, inclusive o que se encontra em sua mala.
occ: vou abrir isto em diplomacia para não atulhar o principal ok?
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Dom Fev 27, 2011 7:25 pm

ooc: Tranquilo, vá em frente.
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Britannia em Dom Fev 27, 2011 7:49 pm

Os aviões carregam sobre os Britânicos, e os snipers começam a ceifar alguns soldados....mas Tavington estava era furioso com os aviões:

-CABRÕES! Devem ser rebeldes que capturaram aviões....ABATAM AQUELAS VELHARIAS COM OS STINGER!

Misseis de ombro stinger eram parte integrante do equipamento de qualquer força com um tamanho significativo. Tavington quase que os tinha deixado ficar na base, agora sentia-se satisfeito por não o ter feito. Os Stinger eram letais para helicópteros, ainda mais para antiguidades como um Typhoon


-FOGO! Abatam os Cabrões! GLORIA AO IMORTAL IMPÉRIO BRITÂNICO!

Tavington e o seu batalhão iriam ser difíceis de aniquilar.....
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Seg Fev 28, 2011 12:31 pm

Os Typhoon eram reliquias no design, pois o interior já estava computorizado, com fogo assistido e uma data de gadjets da guerra moderna. O motor duplicaram a velocidade, com um motor mais potente. Os portugueses podiam ser péssimos criadores de armas de guerra, mas eram excelentes "tunners" de material "já inventado". O Typhoon só tinha um problema, como não era a jacto não tinha nenhuma fonte de ignição na cauda para largar chumbo a ferver para despistar e destruir os misseis no ar. A única arma que possuíam era uma criação portuguesa, as "Ovas", que consistiam em dois objectos de formato quase oval, um em cada asa, que possuíam um pequeno dispositivo que interferia com o infravermelho do míssil, e fazia com que este fosse atraído até eles, e desse a explosão longe da aeronave.

O problema, e que o piloto tinha de ser rápido a accionar a defesa. Posto isto, 6 aviões são abatidos, contudo os pilotos conseguiram safar-se a tempo, injectando o acento. Ao caírem no chão, rapidamente fazem questão se fugir para junto dos Caçadores. Estes naturalmente reconheciam um uniforme da Real Força Áeria. Apesar de ser literalmente uma cópia de um piloto da RAF britânica da 2 Guerra Mundial, os Caçadores sabiam que os únicos pilotos no terreno ou eram Legalistas ou então portugueses. Os pilotos um a um começam a chegar junto das linhas de Caçadores.

Os aviões por seu turno retiram-se logo após o inicidente, os Caçadores são avisados via rádio pelo Coronel que estão pilotos abatidos. Há patrulhas também em busca dos desaparecidos. Nada que intimidasse os caçadores, visto que eram usados recorrentemente pelo exército português para essas missões.

Já os snipers, esses continuam o fogo... Actuam como fantasmas... De repente é tornada pública pelo Imperador a chacina, e visto que os britânicos era ossos duros de roer... Ávila antes de dar a ordem, trata de dar como capturados os aviões, sabia como matricula, e alega que foram capturados por "forças especiais paulistas", que o imperador trata em seu gabinete de arranjar alguma papela que faça atestar a sua existência. Os pilotos portugueses, assumem-se então como "sem aviões" e que os seus dois colegas, "morreram durante a operação" que envolveu a explosão de barris de combustível e que ficaram carbonizados! Estava tudo limpo para nunca ninguém descobrir a origem de tal operação. Já que a via ilegal não fazia perecer os britânicos ia a via legal... Ávila observa que o 1º Regimento de Granadeiros de Bragança, já havia tomado o centro da cidade, e que a calmaria era imensa, assim como as baixas provocadas por eles... Ora para lidar com tal força de loucos, só mesmo com alguém tão bruto quanto eles. As ordens para o Coronel de Granadeiros, era obrigar Tavingon a render-se, primeiro pela diplomacia, depois pela força, e deter-los por "Crimes de Guerra".

Seria essa a missão, do Coronel António Lacerda, o "Bucha"... Que destaca o seu regimento todo para a zona, provocando mais uma data de baixas inimigas pelo caminho e tomando mais alguns postos avançados de São Paulo. Nas imediações de Tavington, Bucha recebe ordens para "pura e simplesmente disparar para o ar e fazer barulho", não entende, mas faz-lo... O basqueiro á chegada da zona britânica era descomunal. Estando já britânicos frente a frente, um sargento-mor de Granadeiros exige ir a presença do Coronel Tavigton com uma importante mensagem do Marquês de Ávila...



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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Seg Fev 28, 2011 6:25 pm

Para as tropas legalistas Luso-Paulistas havia uma vantagem, estes conheciam muito bem o território, melhor que os ingleses. Com isso Tufões golpistas acabaram encurralando os ingleses em uma região de vale na Zona Leste, antes de chegar ao centro, em um Bairro conhecido como "Penha de França".


Delegado Jorge Mansour al-Homs conduzindo o destacamento "Carcará" do Exército Constitucionalista e das Tropas Legalistas.

No entorno deste vale havia vários edifícios comerciais abandonados que em média possuiam de 15 a 20 andares. As Tropas Bretãs tiveram apenas uma saída, ou corriam para o Vale, ou os Tufões se tornariam uma ameaça. Nestes edifícios estavam agentes do Serviço Reservado do Exército Constitucionalista. O Comandante daquele destacamento, o delegado Jorge Mansour al-Homs estava atrás do vale com 500.000 soldados lusitanos e paulistas regulares e com seus alto falantes dizia:

Delegado Al-Homs: Fim da Linha Tavington, se entregue as tropas portuguesas ou paulistas imediatamente, isso não é uma rendição, isso é apenas o seu caminho de volta para casa. Lembre-se Tavington que somos aliados, todos somos da Entente, lembre-se antes de qualquer coisa.



Já no centro da Cidade, o povo comemorava a entrada dos Legalistas na capital, agora todo o "Centro Expandido" de São Paulo estava ocupado. Não havia fuga, a Norte, a Sul, a Leste ou a Oeste. Porém, as tropas lusitanas estavam encarregadas de tomar de assalto o "Marco Zero", desde o Páteo do Colégio (aonde em 25 de Jan. de 1577 a Cia. de Jesus fundou o Colégio de S. Paulo de Piratininga) até a Catedral da Sé, onde segundo o Serviço Reservado estão escondidos na Cripta o General Dias Leme e os industriais que financiaram a tentativa de golpe de estado.


Paulistas comemorando a retomada da Capital pelos legalistas.


As Comunidades descendentes de Italianos e Árabes da capital, sairam as ruas recepcionar as Tropas Legalistas Luso-Paulistas. Entre os Árabes cantava-se o poema "Mawtini", entre os Italianos depois de várias taças de vinho se vê os carcamanos dançando ao som de "Bella Ciao". Nunca antes havia se visto o povo paulista tão unido por uma causa, talvez somente durante a Revolução de 1932.



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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Qua Mar 02, 2011 12:47 pm

Os granadeiros e caçadores continuavam o serviço. Os Caçadores "snipavam" o que podiam de britânicos... Mais uma vez o mundo assiste ao duelo quase mítico de duas grandes armas que marcaram a História do século XX, a Mauser alemã e a Lee Enfield britânica. Os atiradores estavam equipados com uma versão portuguesa da Mauser, a Vergueiro M38, usava um sistema de fecho diferente do da mauser dos exércitos de UPG de Ulrich, mas o calibre era exactamente o mesmo. Contudo o sistema Vergueiro era muito mais prático, além de muito mais preciso que o da Mauser K98 das tropas de Ulrich. A Vergeiro, o cano da espingarda tinha exactamente as mesmas dimensões que o de uma Mauser G98, o que dava superioridade de precisão, visto que a bala atingia grandes velocidades.
Desde a 1ª Guerra mundial que os portugueses combatem com Mauseres ou derivados da Mauser, é uma arma extremamente familiar ás tropas portuguesas, quer a versão alemã quer a portuguesa, e até mesmo as versões espanholas...

Enquanto a tensão entre Granadeiros e Caçadores era grande, no centro da cidade, ou melhor pela cidade fora, a infantaria portuguesa ia fazendo a sua limpeza com o auxilio da população! No final, já havia soldados portugueses a dançar com o povo... La vinha um cavaquinho, um acordeão à mistura... E os portugueses cantavam uma chulazinha, um fandango... Uma modinha! Era um dia de festa, contudo ninguém ainda tinha a "cabeça de Lemo e comparsas".

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Qua Mar 02, 2011 1:47 pm

Tavington era conhecido na Companhia das Índias de uma forma absurda. Graças a agentes infiltrados na Papua, que comerciavam ilegalmente com nativos e com a máfia nas cidades, o "Demónio Vermelho" como era conhecido entre os nativos tinha caído em desgraça mais o seu batalhão. Muitos estavam mortos pelos Caçadores... Mas ainda havia um bom punhado de homens dele, e os que resistiam "supostamente era os mais fortes".

Otacilio Meireles, o CEO da Companhia das Índias tem contactos por todo o mundo, em especial... Os corredores do poder português tem ouvidos directamente conectados a seus tímpanos. Já sabia á muito que Tavington tinha assinado sentença de morte no Brasil. Havia que resgatar este "recurso militar extremamente precioso".

Tavignton na tabuleiro de xadrez da Companhia das Índias, era considerado uma importante peça, talvez comparada a Rainha. No expansionismo asiático da Companhia das Índias, um cruel bárbaro como Tavington, faria o serviço bem mais rápido que convencionais fuzileiros da Companhia, e sem remorsos. Era perfeito para espalhar o terror nas operações futuras que Otacílio tem em mente. Nenhum militar se prestava ás barbaridades de Tavington, ele era o prefeito mais seus homens. Agora cabia convencer o casmurro Tavington a vir com o agente da Companhia das Índias. Penetrando por vias obscuras em São Paulo, com identidade paulista e tudo. Veste um uniforme militar português, de tenente neste caso. Assim os britânicos não disparariam sobre ele. Lá entre a confusão, penetra calmamente. Evita os portugueses ao máximo, pois assim seria descoberto... Até que chega ao local onde estava Tavington. Os britânicos reconhecem-no e deixam-no entrar, para todos os efeitos... Era um tenente! Entra calmamente, e no caminho apanha o Sargento-Mor... Fisga-se atrás dele, retira uma perna de cadeira que estava no chão, dá-lhe uma marrada na nuca que o deixa inconsciente. Os britânicos olham-no com estranheza, inclusive apontam-lhe a arma... João Moreira retira as divisas e fala no mais puro inglês britânico...



João Moreira: Quereis sair daqui com vida? É como se já estivessem mortos... Quer paulistas quer portugueses se vos apanham ou vos matam, ou vos enviam presos para a Brittania, onde vossos amiguinhos se tentarão livrar de vós... Levem-me a Tavington e eu sei que saireis daqui com vida. Está a cair a noite... Pelas trevas tiro-vos daqui. Os portugueses e paulistas têm medo de vós caso não saibam, não se aproximarão daqui.

Sem esperança, os britânicos lá o levam a Tavington...

João Moreira: Sr Tavington, João Moreira da Companhia das Índias. Sei que estranhará minha presença, mas a companhia oferece-vos... A saída com vida e liberdade daqui, se vossa excelência mais seus homens se prestarem a servir militarmente a companhia. Pense no que vos digo... Recebeis mais, ninguém vos olhará de lado, tereis cadastro limpo, identidades falsas, e podereis cometer.... Pronto podereis divertir-vos como voçês gostais, com alguém que aprecia vosso trabalho...

Basta um sim vosso... E esta noite guio-vos desta cidade para fora, conheço-a como a palma das minhas mãos... Basta largar vossos uniformes, e sairem daqui o mais civil possível. As matas do Brasil do Norte, são densas, e carrinhas já as há na fronteira. Basta seguir-me...


Era a ultima chance de Tavington, aceitar a oferta da Companhia das Índias, e sair ele mais seus homens com vida...

João Moreira: Não se preocupe sobre vosso paradeiro... Eu farei com que portugueses e paulistas pensem que vocês fugiram para as florestas, e isso fará com que eles estejam dias... Semanas e meses atrás de vós até que vos deiam como desaparecidos ou mortos, o mesmo para vosso governo...

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Qua Mar 02, 2011 5:27 pm

Para o Delegado Al-Homs as ordens diretas do imperador foram claríssimas "Tragam Tavington vivo ou morto, ele deve pagar pelo o que fez." Caso não haja cooperação por parte de Tavington deve-se dinamitar o entorno do vale e soterrar todos os Britânicos. Ou então enviar um avião-suicida pronto para explodir todo o vale pelos ares.
Al-Homs era um militar experiente, era segundo-tenente durante a Revolução Redentora de 1964, esteve no Departamento de Ordem Pública e Social (DOPS) que combateu ativamente os comunistas entre 1964 e 1979 e é também um herói renomado da Guerra de Independência. Era um Heinrich Himmler paulista, temido pelos politicamente ativos de São Paulo.

Al-Homs chama cinco soldados de suas tropas e diz:

- Coloquem estas bombas em seus corpos, cheguem próximos aos britânicos e se detonem. Aqui estão o "Salvo-Conduto" de vocês, Yalla! A Pátria vos espera, se houver qualquer dúvida vocês serão decapitados para servirem de exemplo aos demais, não há mais espaço para traidores neste país.

Os Soldados selecionados, coitados, não tiveram outra escolha a não serem irem.

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Qui Mar 03, 2011 6:29 pm

Um tenente do 3 º Regimento de Infantaria de Almeida observa aquilo... Mais soldados portugueses também, todo o militar português que viu tal facto de Al-Homs começa-o a olhar de lado.

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Sab Mar 05, 2011 7:26 pm

No Centro de São Paulo, a euforia da vitória tinha já amenizado e outra euforia havia começado, a do Carnaval. Em São Paulo a velha e popular tradição é a das marchinas e do carnaval de rua, aonde as massas iriam comemorar juntas, diferente da do Rio de Janeiro, em que a tradição é a do carnaval das escolas de samba.



Participantes do Bloco "Bota a Mão" na Av. São João, em pleno centro financeiro da Capital Paulista.


No Rio de Janeiro, diferente de São Paulo, o povo festeja mais e é menos "receptivo" ao trabalho como diz a lenda popular, bastava caír uma panela no chão que o povo já estava na rua sambando.

Era o Início do Carnaval, mas o Carnaval era apenas uma forma para amenizar a dor do povo das dezenas de golpes desde a independência, era o nascimento da esperança, da esperança de uma nova era com esta libertação da Capital Imperial partindo do Rio de Janeiro.O Povo vivia bem, não passava mais fome, o demônio inflação não ameaçava mais e o melhor, havia liberdade a rodo. O Povo só queria agora estabilidade então por isso festejava, festejava como bons brasileiros pela esperança de um dia melhor.






Carnaval do Rio de Janeiro e a Escola de Samba "Portela" no desfile das escolas no Sambódromo.


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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Dom Mar 06, 2011 2:29 am

O Marquês de Ávila observa o Rio de Janeiro em festa, do alto do morro do Corcovado. Era zona militar portuguesa, literalmente ocupada á cidade sem permissão nem nada.... Leis da guerra! Dali Ávila via tudo que se passava e controlava os navios que chegavam ao porto. A festa lá embaixo nada lhe diz, e o Corcovado é um sítio ermo, cheio de soldados de guarnição em trincheiras e acantonamentos, literalmente uma fortaleza, não há ecos da festa. Só queria regressar a casa, para junto dos seus, São Paulo já estava perto do saneamento quase total no que respeita a Lemo, mas Tavington iria ser uma dor de cabeça, juridica...

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Seg Mar 07, 2011 4:10 pm

A ressaca ia longa pelas ruas das cidades paulistas... Ávila não gostava de "relaxamentos" na Guerra, havia que agir contra Lemo e findar a guerra. Fontes paulistas indicam que Lemo está em túneis na Catedral, há que cercar a Catedral de São Paulo e fazer a vida negra aos golpistas. Ávila reúne forças que lhe restavam e dirige-se para a zona da Catedral, era mau quando Ávila abandonava o Corcovado, era sinal que queria dirigir pessoalmente a operação.

Com uma Companhia de Artilharia, adescrita ao Regimento de Infantaria de Leiria, posiciona-a num local bom para bombardear a zona.



Os artilheiros estavam exaustos, de tanto bombardearem posições e praças de São Paulo, elas estavam intransitáveis. Pelo menos os golpistas não poderiam usar veículos, ou teriam a actividade dificultada, em virtude da quantidade enorme de buracos nas estradas e praças. Era a vez de ficar o Adro da Catedral em ruínas... Ávila sabia que Lemo, poderia estar a usar a Catedral como base militar. Poderia usar granadas de gás tóxico bem ao estilo português, mas temia que o gás se espalhasse e matasse civis. Bem bombardear o local para intimidar seria a melhor opção. Os oficiais granadeiros portugueses, observam atentamente os mapas, para saber como atacar a Catedral... Será um assalto sem cartel para Lemo.



Faz-se a última revista a um Batalhão de Granadeiros, o 3º Batalhão do Regimento de Granadeiros de Bragança.



Ávila, pede dureza, e brutalidade... E até mesmo para esquecerem a convenção de Genebra. Podem brutalizar gratuitamente os golpistas... Está o ataque contra Lemo lançado...

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Seg Mar 07, 2011 8:02 pm

O General Dias Leme estava desde o início da invasão da Capital na Cripta da Catedral da Sé. A Catedral da Sé com sua imponente arquitetura neogótica e com seus 100 metros de Altura.

Em São Paulo pairava o típico clima de final de verão e início da primavera. As Águas de Março - quase torrenciais - e suas temperatura média de 19 graus, era o clima perfeito, o clima típico do Planalto de Piratininga onde agora está São Paulo e no alto do planalto ninguém menos que a sua Catedral Metropolitana.


Cripta da Catedral Metropolitana de São Paulo ou Catedral da Sé

Dias Leme não possuia mais nenhum apoio. Seu aliado inicial o industrial Magalhães da Confederação dos Industriaes de São Paulo horas antes do cerco à Sé saiu da Catedral e se rendeu as tropas paulistas. Fora preso e encarcerado no Quartel da Luz, QG do Seviço Reservado do Exército Constitucional e da Tropa de Assalto "Bandeirantes".

Dias Leme só se refugiu na Cripta da Catedral por um único motivo, ele era Católico e acreditava que estaria protegido em Solo Santo, mesmo sem autorização do Cardeal de São Paulo e do Padre da Catedral ele se instalou, ou melhor, invadiu a catedral. Mas com as movimentações luso-paulistas as portas da Catedral e vendo que estava sozinho e isolado viu que só restava a ele se render.

Então, o general Dias Leme subia as escadas da Cripta, rumou ao portão principal da Catedral e se entregou as forças regulares da Força Pública de São Paulo (Polícia de Segurança Pública Estadual).
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Qua Mar 09, 2011 12:23 pm

Os granadeiros mal viram o filme... Frustrados por nem sequer dispararem um tiro (ooc: têm todos requintes meio sádicos), abalroam literalmente a polícia, dão uns tabefes que simplesmente deixam alguns polícias inconscientes, ou então amedrontados... O General é caço por forças, que lembram mais orks do que soldados. É amarrado como um animal a um poste, e exibido pelas ruas de São Paulo como troféu de guerra... Lemo não iria ter horas fáceis, levou murros de toda a espécie... Os portugueses estão em êxtase, pelo caminho os colegas de infantaria batem palmas efusivamente e mostram as armas em sinal de gratificação. O Coronel Dias de Sousa, oficial subido a pulso no Corpo, exibe-se de forma saloiamente gabarolas como um herói aos soldados. Eram assim os granadeiros portugueses... Aquela massa altamente disciplinada mal suou o fim da guerra, tornou-se numa turba! Levavam Lemo como uma presa até Ávila, que se encontrava no Pico do Jaraguá. Não era por acaso que Ávila era conhecido como "o Falcão", escolhia sempre pontos altos e de dificil acesso para seus quartéis...

Uma procissão vai pela estrada fora, os granadeiros qual massa de Orks, ignoram Al Homs, e tudo a sua volta, só querem a "benção" e "reconhecimento" de Ávila.

Chegado ao Pico, que Ávila havia fretado todas as antenas que existiam para sistemas de comunicação do exército (os paulistas estavam sem comunicações, radio e televisão... Ou então a funcionarem mal!), era fiarada por todo o lado, e la estavam os electricistas a electrotécnicos do exército a prepararem rádios e transmissões. Ávila já contava com tal chegada. A turba chega com lemo preso ao poste, apanham um buraco no chão de uma antena desmantelada por Ávila, e literalmente metem o poste na vertical com Lemo... O Coronel Dias de Sousa, transmontano puro, fala na sua voz grossa e rude...



Coronel Dias de Sousa: Eis a besta meu General! Assim nos a mandasteis trazer heis que vos a trago Vossa Senhoria!

Ávila olha com tom altivo para Lemo...

Marquês de Ávila: Está ferido... Que vos disse...

O Coronel fica embaraçado...

Coronel Dias de Sousa: Sabe como é... São matreiros os traidores... Ofereceu resistência.... Erm quase matou um sargento...

Marquês de Ávila: Sim... Sim... Eu já vos conheço Sousa... Por alguma razão sois Coronel, você tem as suas divisas de sargento manchadas de sangue... e suor. Não vos tiro vosso valor! Os meus parabéns, sereis recomendado a El Rei, mais vosso Regimento! Estais todos de licença por 15 dias, mas em São Paulo. Segui e descansai!


Os granadeiros ovam efusivamente Ávila... E conforme a turba de orks apareceu, dissipou-se em segundos... Havia ainda muita cerveja para beber, e muito grelhado gaúcho para comer! Ávila estava a sós com Lemo...

Marquês de Ávila: Bem vindo caro general...

Lemo é desamarrado do poste, e algemado, e colocam-lhe uma bola de ferro presa por uma grilheta ao pé...

Marquês de Ávila: Pensava que me derrotava... Que ignóbil que sois... Com semelhante esperteza saloia a vossa, nem a Anspessada em Portugal chegaria...

Ávila retira um charuto... Ao que parece confiscado a um lote dos oficiais golpistas.

Marquês de Ávila: Soldado... Saia...

*sai o guarda*

Podia ter feito seu golpe de estado patético... Mas mexeu em negócios da Coroa, e no Reino... Não gostamos de dementes que se atravessem no nosso caminho. Bastava não tocar nem num cabelo do Imperador... Foi a sua perdição Lemo. Tinha feito seu triste teatro, fazia o regime que queria... E dáva-nos mais! Tinha-me como seu aliado... Mas lamento! O actual governo, ou o que resta dele *risos sádicos* faz muito bem o seu trabalho.

Diga-me agora, onde está aquela réplica de Mussolini rasca de trazer por casa, do Abdu Assis ou Aziz ou lá como se chama esse ignóbil... E o imperador fantoche? Onde está Sua Alteza Imperial dos espectros imaginários... Quero estes dois seres! E já... E com licença...


Arranca as divisas, condecorações todas de Lemo...

Oh que chatice, como Chefe Supremo das Forças Armadas indigitado por Sua Majestade o Imperador Maximilien I, eu o exonero de todas as suas condecorações... cargos e patente! Sois um mero civil quase agora...

Retira a sua famigerada Luger de uma das gavetas da secretária...

Ávila: Guarda! Venha cá!

Diga-me meu caro... Matar-lo não irei, mas irei fazer com que deseje a morte mais do que qualquer coisa neste mundo se não me disser onde está o Abu Grahib ou Assis ou lá como se chama esse individuo sem nome de gente, mais Sua Majestade da Fantochada o Imperador Marcelo...

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Qua Mar 09, 2011 12:37 pm

Dias Leme estava transtornado, nunca tinha passado por tamanha dor física e moral em sua vida. Agora com quase todos os ossos de seu corpo quebrados, trincados ou destroçados continuava mesmo assim com sua língua afiada.

Dias Leme: *Com uma voz expressando sua dor* Seu porco imundo, como ousa pisar em solo sagrado como este de Piratininga?! - Dias Leme começava com sua esquizofrenia - Você é um português nojento um dia ainda vamos limpar a raça brasileira dos traços imundo de vocês! ANAUÊ! ANAUÊ! ANAUÊ!!! Escutem-me espíritos bandeirantes! Escute-me Anhangüera! Escute-me Fernão Dias! Minha alma é da nossa raça! Anauê! Jamais entregarei meus aliados, os aliados da raça pura brasileira! - Começava a balbuciar umas palavras em tupí que não davam para ser entendidas.
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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Portugal em Qua Mar 09, 2011 12:57 pm

Ávila observava o espectáculo recostado na sua cadeira... Deixou-o falar... Praguejar... Ávila tinha uma característica, era extremamente paciente e pouco hesitante, era um estratega. Levanta-se, pega numa luva de montar, e manda uma chapada com a luva a Lemo...

Marquês de Ávila: Já deu todo o seu depoimento? Eu estou nesta sala, não estou no fundo do morro... Fale baixo por favor.

Vira-se, acende um cigarro... Volta para trás... E com violência agarra o pescoço de Lemo!

Marquês de Ávila: *fala entre os dentes* Não me chames de imundo, seu rato de esgoto... Falas de raça brasileira, paulista e toda e mais alguma com requintes de um mentecapto nazi, mas queiras tu saber que o teu tão precioso Fernão Dias, era português! Pois se não fosse não teria esse nome, chamaria-se Funk... Halifax ou outro nome qualquer estrangeiro meu animal inculto! *chapo*

Fala agora... E poupo-te de teres uma antevisão em vida do Inferno.

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Re: Portugueses nas pampas...

Mensagem  Brasil em Qua Mar 09, 2011 1:11 pm

Dias Leme com um pouco da sua sanidade viu que sua vida poderia ser preservada caso ele começasse a abrir a boca, então resolveu falar tudo. Já chorando aos prantos começou a dizer:

Dias Leme: Oh Ávila, perdoe-me por minhas blasfêmias. Te direi tudo que fiz! Tudo!

Leme então começou a dizer...

Dias Leme: Pois Bem, não há imperador Aziz, eu fiz isso só para não levantar suspeitas do meu golpe porque o Imperador Maximilien é mezzo italo-português e mezzo árabe. E Também porque eu e os industriais não aguentavamos mais a essas perseguições a nossas brechas. Antes podiamos traficar brasileiros do norte para a Europa, antes podiamos lavar dinheiro, antes podiamos roubar o Ministério da Fazenda só que esse merda do Maximilien acabou com tudo isso.
O Departamento de Investigação Financeira já estava quase pegando a minha cabeça para um tribunalzinho qualquer. Então eu e uns industriais resolvemos colocar de volta a República que tanto nos fazia bem.
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