Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

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Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Seg Abr 18, 2011 3:18 pm

A situação com as negociações de Paz em Vatland está critica. Quer timorenses, quer do lado de lá do Indico franceses e moçambicanos esperavam que Triestin tivesse um colapso total, desguarnecendo á mercê destes movimentos Madagáscar e Timor. Contudo Donets, fez o imprevisto e rendeu-se enquanto "Triestin ainda tinha as calças vestidas" no dizer de D. Afonso de Vilhena.

Os franceses, na sua maioria descendentes de franceses radicados em Madagáscar por ocasião da ocupação da França pelas tropas de Ulrich, e posterior alinhamento com Ulrich com a França de Vichy, levou a que Triestin ocupasse a ilha com a ajuda de Portugal em 1944. Cedendo Portugal a Triestin, todas as pretensões sobre Madagáscar. Nessa altura, ainda a Casa de Bragança não havia absorvido a Casa de Bourbon... Nem o Rei de Portugal era Rei de Espanha nem pretendente ao Trono francês.

Os franceses de Madagáscar, nunca aceitaram a formação de Spkmy, no cenário pós-guerra, nem muito menos a ocupação triestina. Ao fim de quase 70 anos, decidiram pegar em armas, e revoltar-se contra Triestin na altura em que este estava mais enfraquecido. Os contactos foram feitos com o Vice-Rei da Índia, reconhecendo a comunidade francesa D. Afonso VIII como seu legítimo monarca... Contudo D. Afonso de Vilhena tem consciência que rege um Estado que é uma sombra do que outrora foi, e parte do poderio naval português do oriente, e até mesmo militar não passa de uma memória do século XVI... Enfrentar directamente Triestin, e a URS, significa a queda deliberada do "Império Português do Oriente", que já sofreu o rombo de piedade quando Portugal perdeu Goa, Damão e Diu para a URS. Mas já antes em 1917 havia perdido Timor, para Triestin, terra desde sempre contestada entre o Rei de Portugal e o Czar de Triestin.

Os dados estão lançados, e D. Afonso de Vilhena está a agir á revelia do Concelho do Ultramar, e da Secretaria de Estado do Ultramar e Armada. Em parte tem poder para o fazer, pois é considerado como um chefe de estado, e apenas responde perante o rei. O Concelho até agora não o sancionou... E ignora as suas actividades de alto risco no Oriente. Mas D. Afonso de Vilhena tem consciência, ou arrisca agora ou o Estado da Índia mais tarde ou mais cedo pode colapsar sobre si mesmo...

Timor é cobiçada, assim como a Papua Nova Guiné, pela Companhia das Índias. É conhecida no sub-mundo do crime, as actividades subversivas da Companhia. Já na Guiné armava e treinada milicias contra os Red Coats, em Timor, só não conseguiu penetrar com armas por causa das autoridades triestinas que impunham um controlo pesado sobre tudo e todos. Agora com a guerra, e o levantamento de muitos soldados para a frente, Timor está mais desguarnecido, e há Régulos (chefes tribais) a revoltarem-se contra Triestin, evocando que os seus "antepassados prestavam vassalagem aos portugueses e eles eram bons para eles". Naturalmente que a Companhia das Índias, e seus agentes, traficam armas compulsivamente para as fileiras dos timorenses revoltosos...

Já Madagáscar o caso é mais complexo, e envolve questões não de domínio colonial como Timor, mas de libertação nacional. É o nacionalismo francês que faz mexer os rebeldes franceses, e mexe por outro lado Moçambicanos e descendentes que forçam a integração de Madagáscar no Estado da Índia. D. Afonso de Vilhena tenta lidar com os dois lados, e fazer uma coalização entre forças de modo a que estas combatam juntas pela causa francesa. Se D. Afonso de Vilhena tiver sucesso, nasce em Madagáscar o estado da França Livre. E poderá ser trampolim para as pretenções da Casa de Bragança ao trono da França.

Contudo as actividades subversivas das guerrilhas e milicias são iguais quer em Madagáscar quer em Timor, ataque a toda a autoridade que encontrem, ataques bombistas... Está a guerra instalada.



Timorenses armados pela Companhia das Índias, e prestes a lançar um ataque sobre a policia triestina...


Milicias francesas na selva, com um instrutor dando instruções sobre como armar uma M1 semi-automática de fabrico português.

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  URS em Seg Abr 18, 2011 3:48 pm

O Comando Militar apenas aguarda a rendição oficial de Triestin para iniciar o controlo de Madagáscar. O Conselho ainda não sabe o resultado da reunião entre Vilhena e Eyola, mas Eyola é considerado um idealista e o Conselho vai lidar com Madagáscar de forma bastante pragmática, e as guerrilhas que operam na ilha aproveitando o caos criado pela queda da autoridade triestina na ilha vão em breve ter pela frente um exército profissional.

Em Saint-Martin já se iniciam os preparativos para desembarques e posterior ocupação e pacificação do território.



A última oportunidade de paz é redigida e enviada para Eyola que se encontra em Moçambique. Este deverá convidar Vilhena a vir a Valtland para debater a questão, desta vez com Thorvald.

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Seg Abr 18, 2011 4:30 pm

Um grupo de 100 milicianos armados, ataca uma esquadra da polícia, de uma povoação isolada no interior da selva, como forma de mostrar a sua presença.

Em Timor, os Régulos com dinamite dada pela Companhia das Índias, e com um Fuzileiro da Companhia das Índias (disfarçado, e infiltrado para dar treino e comandar) fazem sabotagens em estradas sinuosas, que levam ao interior da ilha para dificultar o transporte de tropas para as montanhas...

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Triestin em Qua Abr 27, 2011 11:24 am

O governador de Madagáscar ordena ao Exército Vermelho que inicie um contra-ataque brutal contra quaisquer rebeldes na ilha. O facto da URS e dos seus aliados não terem atacado a ilha significa que todos os meios militares se encontram disponíveis.

- Quero esses filhos da puta franceses todos mortos! grita o governador ao general responsável pela tarefa.

Começam de imediato bombardeamentos pesadissimos sobre as zonas do interior onde estes rebeldes actuam e a marinha começa a ronda a ilha para afundar barcos dos traficantes. Os pescadores são proibidos de sair para o mar.



A única base da ilha com capacidade de lançar mísseis de médio alcance prepara-se para um ataque contra Moçambique. Já que o governo vai cair, mais vale arrastar uns quantos portugueses com eles e depois a URS que se entenda com os rebeldes.



Os portugueses recebm uma mensagem do governador:

"Se o fornecimento de armas aos rebeldes não cessar, Moçambique irá sofrer com essas irresponsabilidades, este é o único aviso que faremos Esperamos que os portugueses se lembrem que não temos nada a perder".
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Qua Abr 27, 2011 2:07 pm

Estado da Índia

Mas que impropério é esse que vossa excelência lança sobre o digníssimo e venerável Estado da Índia Portuguesa? Que armas falais, num momento em que Moçambique está prestes a assinar um acordo de desmilitarização com Saint Martin para o bem da paz e do progresso dos povos da região? Se vossas excelências não têm ordem em vossas casas, culpa é vossa pois não a sabeis meter. Se há "rebeldes" em vossas terras, e sinal que algo de mal está com vossa política, pois aqui não há nenhum, nem dos vossos nem dos nossos!

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Brasil em Qua Abr 27, 2011 3:01 pm

Secretaria dos Negócios Estrangeiros do Estado - Itamaraty

O Império Brasileiro condena com vêemencia a beligerância e intolerância promovida contra o Reino de Portugal, Algarves e Espanha por Triestin.
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Qui Abr 28, 2011 8:10 pm

[b]Os bombardeamentos basicamente declararam o regime de guerra em Madagáscar. Os franceses estão confiantes, o colapso militar de Triestin é uma realidade, e esta pode ser a chance dos franceses de conseguirem a independência de Madagáscar, e aspirar a desejos maiores...

Os bombardeamentos acabam por ser imprecisos, as matas protegem as milicias francesas, que actuam em bandos, em regime de total guerrilha, e quase terrorismo contra os triestinos. Apenas queimaram mato, e fizeram uns franceses fugir que nem loucos dos incêndios que se geraram... Contudo os franceses não gostaram da atitude, e há que ripostar contra os triestinos...



Intensificam-se os ataques, no interior, levados a cabo pelo líder miliciano Pierre Leclerk, um assanhado conservador... Fazem batidas a patrulhas triestinas que actuam como batedoras de rebeldes. Leclerk faz autênticas caças ao homem. Contudo os franceses não saem das matas, a floresta que conhecem muito bem é o seu melhor abrigo contra a aviação triestina, e contra soldados que não estão familiarizados com o terreno.
A única resposta francesa que se consegue dar ao bombardeamento triestino, operado por artilharia, são descargas de morteiro rápidas, mais intimativas do que outra coisa.



Em Timor, as coisas aquecem, os Régulos rebeldes, levam as seus guerrilheiros, para fazer ataques directos a postos avançados nas matas. O objectivo é matar simplesmente, e causar o caos, também numa filosofia que roça o terrorismo. Apanham soldados desprevenidos, atiram que nem loucos, e fogem como fantasmas para as matas...




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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  URS em Dom Maio 01, 2011 7:01 pm

Os SSU enviam um telegrama secreto aos portugueses:

Gostaríamos de informar o Reino de Portugal que o território de Madagáscar ficará num cenário pós-guerra sob controlo administrativo da República Socialista de Valtland, pelo que qualquer insistência em financiar guerrilheiros franceses terá apenas como resultado uma guerra proxy que custará imensas vidas humanas e materiais aos nossos países. Se Portugal parar de financiar estas facções de carácter dúbio, o Conselho terá todo o gosto em negociar diplomaticamente e chegar a um compromisso que agrade a todas as partes envolvidas.
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Seg Maio 02, 2011 1:44 pm

O Estado da Índia reposta...

Caros senhores, não há financiamento nenhum, e é de má fé de vossa parte acusar o Estado da Índia, de financiar tais actividades, como bode expiatório para vossos problemas internos.

Efectivamente há um corte no tráfico de armas, quer em Timor quer em Madagáscar. Os guerrilheiros entendem, e percebem que se Portugal lhes dá auxilio por mais tempo pode haver problemas internacionais, e ao fim e ao cabo isto foi uma operação negra, pois Portugal irá sempre negar a ajuda prestada...

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  URS em Sab Maio 07, 2011 10:26 am

ooc: Nuno, são serviços secretos, não vale a pena andar com respostas politicamente correctas.
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Triestin em Qui Maio 12, 2011 11:22 am

O governador de Timor abandona a ilha juntamente com todo o governo regional. Soldados leais a Triestin e guerrilheiros timorenses são informados que o território passará para jurisdição da Burgolavia. O Comandante Boris Pudmensky e o líder guerrilheiro Xanana Gusmão declaram um cessar-fogo e exigem um encontro com o governo burgolavo, onde deverão estar o governo triestino para defender os interesses dos agora imigrantes e do governo português para defender os interesses dos separatistas.

Aguarda-se reacção do governo da Burgolavia.




Em Madagáscar, o governador dá uma última ordem para caça aberta aos guerrilheiros. Todos os meios do exército são colocados à disposição de uma verdadeira vingança final antes que os starianos chegassem.

- Quero ver a selva vermelha com sangue desses traidores!

Seguem-se verdadeiros massacres. O Exército Vermelho que até agora apenas defendia posições passa ao ataque final e os guerrilheiros mal equipados não têm hipótese, são simplesmente abliterados. A população descendente de franceses é também roubada e casas saquedas pelos soldados que sabem que embreve terão que sair da ilha.


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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Sex Maio 13, 2011 1:57 am

A comunidade francesa está de pernas para o ar... Até os luso-cepticos depois das barbaridades triestinas, tornaram-se fervorosos apoiantes da guerrilha francesa e em especial da coroação de D. Afonso VIII como Rei da França. Centenas de guerrilheiros jazem mortos pelos caminhos, selvas e comunidades... Há uma ira geral. Já nem presos os guerrilheiros fazem, a sua ira é de tal modo grande, que para um triestino é preferível morrer numa emboscada do que ser capturado vivo pelos franceses...

Os franceses são sádicos, não matam os triestinos, mas espancam-nos de tal maneira até os deixar em coma, e passam em carrinhas civis, e atiram os soldados de triestin feridos para as portas de hospitais e unidades de saude do interior. Num dos soldados em coma, que os franceses arrancaram-lhe á facada o couro cabeludo tinha na boa um papel todo ensanguentado que dizia:

"Ganharam a batalha, mas a guerra é nossa! Por cada francês morto, 10 vossos inválidos! Tereis um exército de inválidos para a vossa próxima guerra serem ainda mais humilhados do que sois agora! Vive la France!"

Os prisioneiros triestinos, aparecem sempre mutilados... Ora lhe faltam mãos... Ora pés... Dedos... Até mesmo chegam ao ponto macabro de lhe cortarem os pénis! Leclerk começa a ser a fama de sanguinário...

Acabaram os rebeldes por perder imensos guerrilheiros, apesar de darem resposta igual aos triestinos. Mas acabariam por ganhar imensos apoiantes, até mulheres vão para a selva lutar com a guerrilha.

Os franceses sabendo que há retirada de Triestin, começam com ataques bombistas. Carros bomba explodem junto a forças militares triestinas... É um terrorismo básico.

Correm videos na internet feitos pelos franceses de Madagáscar, a mostrar a revolta e indignação deles. O mais comum é mostrarem as casas roubadas, as mulheres violadas, os mortos... E depois muitas bandeiras comunistas a arderem. E o clássico, a exigirem uma intervenção directa portuguesa. D. Afonso de Vilhena não se manifesta.

Já os timorenses, esses ja nem ataques aos triestinos fazem! Há esperança que com os burgulavos, a mão de ferro de finde, e espera-se que Portugal faça pressão sobre a Burgulávia para resolver o caso dos Régulos revoltosos. A companhia das Índias sabendo que Triestin sai, e a ilha está a ser evacuada de soldados triestinos, trafica quase a uma escala industrial armas e equipamento militar de toda a espécie, já que a fiscalização é reduzida. Na zona miraculosamente há imensos pesqueiros das Flores... Vai-se lá saber porquê! O objectivo é arranjarem o máximo de armas possíveis para receber os burgulavos a ferro e fogo. O que ocasionalmente ocorrem é tentativas de assaltar esquadras da polícia, e arsenais para roubar armas, e até mesmo casas de armas e depósitos de armas.

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  URS em Seg Maio 16, 2011 11:00 am

A situação em Timor é para já ignorada, enquanto não se sabe qual a posição oficial da Burgolavia.

Já em Madagáscar o filme é diferente, Triestin anunciará em breve a transferência de soberania para a União, e o Conselho decide por unanimidade integrar Madagáscar na República Socialista de Saint-Martin, unificando assim por completo a ilha. Eyola parece dar-se bem com os portugueses e por isso terá que ser o mediador entre o Conselho e os portugueses que apoiam os franceses. Mas para já aguarda-se a nível político.

Em termos militares, continua o envio de homens para Saint-Martin e chega também a II Frota do Índico ao local.



Tanto os triestinos como os franceses são informados que caso a violência não cesse a União tratará militarmente e unilateralmente de pacificar a região, ficando excluída a possibilidade de uma resolução diplomática.

Um forte cordão com dezenas e dezenas de navios e meios aéreos é montado em redor de Madagáscar para cortar o fornecimento ilegal de armas aos guerrilheiros franceses que todos sabem estar a vir dos portugueses. As ordens são para afundar qualquer embarcação, de qualquer nacionalidade, que tente entrar em Madagáscar.
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Ter Maio 17, 2011 3:01 pm

É cortado o abastecimento de armas ás milicias francesas. Estas contudo não cessam os ataques aos triestinos. Leclerk envia um comunicado por telefone, ao consulado da URS, avisando que enquanto o último soldado de triestin não saísse, que a barbárie não iria parar, e se ficassem seria pior para eles, pois não morreriam com uma bala na cabeça mas por via da tortura.

Os Régulos, aumentam a parada em Timor, está uma bandalheira por aqueles lados. Há festas tribais todas as noites, mais tribos juntam-se aos Régulos... Há cantares, batuques e festa na selva. Os "Demónios da Estrela", como chamam os timorenses aos soldados do exército vermelho, estão a sair. Há planos para atacar Dili e ocupar-a, e depois emitir um comunicado a pedir ajuda ao "Grande Pai Branco das Flores" (Vice Rei da Índia)...

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Sex Maio 20, 2011 3:52 pm

Os rebeldes timorenses celebram a passagem do anti-Papa para Papa, e o triunfo final do Tridentismo sobre o Vaticanicismo Segundo. Há esperança que o novo Papa, altamente anti-comunista e anti-socialista, leve uma mensagem de cruzada global pela "Causa dos Régulos"...

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  URS em Seg Maio 23, 2011 11:48 am

Portugal escreveu:Leclerk envia um comunicado por telefone, ao consulado da URS, avisando que enquanto o último soldado de triestin não saísse, que a barbárie não iria parar, e se ficassem seria pior para eles, pois não morreriam com uma bala na cabeça mas por via da tortura.

Leclerk recebe uma resposta clara: ou existe um cessar-fogo imediato ou será considerado um terrorista pela União.
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Ter Maio 24, 2011 12:32 pm

Leclerk é desafiador...

"Se achais que quem luta por valores e pela liberdade então serei um terrorista enquanto houver esta massa de selvagens em nossa terra!"

Corta a comunicação com o comandante Stariano... Leclerk apenas quer os triestinos porta fora, depois disso morra quem morrer poderá falar com as autoridades starianas e discutir o tema.

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Burgolavia em Sab Maio 28, 2011 5:37 am

O Governo continua a ignorar Timor. Triestin ainda não fez nenhum anuncio oficial, por isso se os rebeldes pró-portugueses e os socialistas querem continuar a lutar que o façam, mais fácil será posteriormente a pacificação do território. Como sempre, a Burgolavia opta primeiro pela diplomacia na SDN.
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  URS em Seg Maio 30, 2011 3:58 pm

O Comando Militar aguarda apenas a oficialização da transferência de soberania para iniciar uma invasão de Madagáscar. Leclerk será capturado e julgado por crimes contra a humanidade e homicídio em massa e os guerrilheiros e seus apoiantes civis serão expulsos do território, se Portugal não os receber serão deportados para os territórios árcticos de Severnaya Zemlya. .

A população de descendência francesa terá duas opções claras: integração total e renuncia a qualquer tipo de exigência separatista ou expulsão da ilha. O Conselho não permitirá que uma facção étnica possa ser apoiada por estrangeiros para desestabilizar o que irá ser parte integrante da República Socialista de Saint-Martin. À população triestina será oferecida dupla-cidadania.

Estas intenções são tornadas públicas de forma a dar aos guerrilheiros uma última oportunidade de deporem as armas.
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Seg Maio 30, 2011 6:48 pm

A guerrilha francesa abranda. Optam por seguir métodos mais esquivos... Dedicam-se ao terrorismo. Vários engenhos explosivos explodem nas grandes cidades de Madagáscar... Os alvos são os do costume, triestinos. Leclerk é o cabecilha de tudo, e designou o grupo terrorista de "Resistência Francesa", em memória da Resistência na França ocupada. Num comunicado aos triestinos, Leclerk afirma que "virão o inferno antes de morrerem, para não irem enganados para o outro mundo".

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Triestin em Qua Jun 08, 2011 12:01 pm

Enquanto os guerrilheiros abrandam o Exército Vermelho pressiona cada vez mais, o objectivo é acabar com a resistência a qualquer custo. Centenas de helicopteros e milhares de homens começam a passar a pente fino o interior do país, prendendo milhares de pessoas de origem francesa e não deixando prisioneiros entre os guerrilheiros inimigos.



Espera-se que dentro de duas semanas a resistência francesa faça parte da história. Capturar Leclerk e fuzila-lo publicamente seria a cereja no topo do bolo.
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Qua Jun 08, 2011 12:09 pm

A "Resistência Francesa" sabendo da prisão sem justa causa de imensos franceses, começa a publicar imensos videos na internet, nomeadamente através do Youtube. São vídeos de telemóvel, cujo upload foi feito para servidores internacionais. O objectivo é que a SDN veja o que Triestin faz...

Quanto ao resto... Caminhos de ferro a norte são alvos de bombas, o objectivo é fazer descarrilar comboios de mercadorias. Há envenenamento da água de localidades habitadas por triestinos. Com isto Leclerk quer provocar uma morte simples e dolorosa ao máximo de triestinos que possa atingir.

A "resistência francesa", nomeadamente a sua ala mais jovem, dedica-se a destruir estufas e campos de triestinos...

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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  União Soviética em Sex Jun 17, 2011 5:02 pm

A brutalidade dos triestinos e os crimes dos franceses chocam a opinião pública soviética e os Conselhos Administrativos pressionam o governo stariano a intervir para pôr termo à situação.
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Montávia em Sex Jun 17, 2011 9:01 pm

Em apoio aos soviéticos e a paz local, um enviado da Coligação Socialista, Darjin Kona-Hai, acha que a única solução para a região do conflito será o estabelecimento de uma Zona Internacional Desmilitarizada e proibir conflitos na região por um certo período, buscando a solução por vias diplomáticas. Caso franceses e triestinos não entrem em um acordo comum, o enviado sugere que, a Internacional Socialista tome, temporariamente, o domínio sobre a região do conflito e depois promover uma consulta popular sobre o desejo da população em pertencer a Triestin ou a Portugal ou pertencer a URS.
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Re: Monções no Oriente - O Renascer ou a Queda do Império Português do Oriente

Mensagem  Portugal em Sab Jun 18, 2011 7:04 am

Os franceses insurgem-se contra as declarações montávias, chegando mesmo Leclerk a chamar a Darjin Kona-Hai num comunicado feito num video do Youtube. Leclerk não quer nem portugueses nem triestinos em Madagáscar, apenas franceses.

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