A Rebelião Boxer

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A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Qua Jun 22, 2011 1:58 pm

Os Britânicos sempre chamaram aos habitantes da sua Guiana de Boxers. Ninguém sabe o porquê, mas sempre foram conhecidos dessa maneira. Com a ocupação Bahiana na década de 60, derivada de uma Grã-Bretanha na maior podridão e caos, os Boxers mesmo assim mantiveram a sua cultura e ligações ao mundo britânico, até que chegam os espanhóis, com claras intenções colonialistas.

Claramente colonialistas, os espanhóis começam um autêntico processo de erradicação cultural de toda a nova colónia, o Vice-Reinado da Nova Colômbia, que é a combinação territorial do Suriname e da Guiana Britânica. A principio marcharam para o território centenas de missionários, precisamente para combater o anglicanismo. Depois começou uma perseguição embuçada aos sacerdotes anglicanos, que acabariam por ter as suas vidas viradas do avesso... Ou com impostos excessivos, ou então á menor coisa que fizessem eram presos.

Por fim, decreta-se que a língua oficial é o Castelhano, usada em literalmente tudo! As terras mudaram de nome, para nomes claramente castelhanizantes ou espanhóis. O pessoal administrativo é todo espanhol, todos os dias desembarcam centenas de colonos espanhóis, o que gera tensões étnicas e crises de xenofobia de parte a parte, que as autoridades espanholas ou ignoram ou promovem conforme os seus interesses.

Os Boxers, fartaram-se do domínio espanhol, e da mão pesada do Marquês De La Romana que governa a colónia quase como um monarca absoluto.

Na antiga Georgetown, agora Nuestra Señora De Las Mercedes, arrebenta uma rebelião nunca antes vista no mundo colonial espanhol... Uma cidade inteira subleva-se, com gente na rua, tumultos graves, ataques ás instituições espanholas, e espanhóis... Até portugueses que estavam por lá são colhidos na contenda. Tudo começou com uma multa de estacionamento, por causa de uma banca de venda de bananas e frutos, cobrada por um Guardia Civil. Os mercadores passaram-se, começaram a agredir o Guardia Civil, um colega dele viu, chamou reforços, e começou uma batalha campal naquela rua. Muitos Boxers viram, e seguiram o exemplo...

Com a rebelião que já envolve armas nos civis, a palavra espalha-se para o exterior, e então os bairros da periferia, mais as favelas movem-se em massa para uma "caça ao espanhol".

O REGIMIENTO DE INFANTERIA ISABEL LA CATOLICA, existiu durante muitos anos em Ibelinia, que depois da independência foi movido para Cuba, e depois da independência desta passou para o Vice-Reinado do Perú (restaurado), em 1899. Voltou a mudar de residência para a Nova Colômbia recentemente.

Este Regimento histórico, tem como base NS Mercedes (Georgetown), e foi colhido de surpresa pelos revoltosos. Atrincheirado no quartel, começa a disparar indiscriminadamente sobre a população que ataca o quartel causando imensos mortos e feridos. O povo acaba por evitar o Quartel, contudo os soldados estão mais amedrontados que os Boxers, poir não há ordens, nem ninguém sabe o que fazer e agir...

De La Romana por seu turno e azar, estava de visita á Cidade, foi colhido no meio da rebelião também. Está refugiado no Quartel da Guardia Civil, que por sorte o recolheu a tempo. Este quartel está a passar os piores dias da sua vida... Há uma autêntica batalha contra ele, e os Guardias Civis estão atrincheirados no seu interior. Têm a luz cortada, a água cortada, comunicações por via terrestre cortadas. Apenas funcionam os rádios e os telemóveis... O Quartel tem resistido, por causa da presença de um Batalhão da Guarda Real, que estava em manobras com a Guardia Civil, e está no mesmo local a fazer cobertura... Nem o facto de serem portugueses o salva, pois para os Boxers portugueses e espanhóis "é tudo a mesma coisa". Têm munições, e condições de sobreviver e resistir durante 48 horas, agora resta saber como os resgatar, e acima de tudo, o Vice-Rei que está aterrorizado, e escondido dentro de uma cela...

Por seu turno, no Ayuntamiento, o Alcaide Alberto Morillo foi capturado e linchado em praça pública, conjuntamente com os edis todos, e os funcionários estão presos a umas colunas do edificio. O Ayuntamiento por seu turno está todo vandalizado...

A rebelião começa a alastrar para o resto do Vice Reinado, em Araguaia sabe-se das notícias... Gonzaga está amedrontado, e teme como Governador da Guiana que os índios adiram á causa... Até agora na Guiana todos estão calmos e nada de mais se passa.



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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Britannia em Qua Jun 22, 2011 7:45 pm

Camelot, Capital do Império Britânico

No novo e imponente palácio real, a Rainha e o governo saltam de crise em crise. Colunas motorizadas correm pelas ruas da cidade inacabada, menos de 12000 pessoas vivem em Camelot o que deixa as enormes avenidas desertas perfeitas para o governo se descolar. Uma nova crise caiu há horas no edifício neo-clássico do Foreign Office, os "Boxers", um povo anteriormente colonizado pelos Brits estava em revolta aberta contra o regime Espanhol.

A Rainha recebe o Primeiro-Ministro, Joseph Chamberlain, pela nona vez nesse dia:


Estive reunido com os lideres do parlamento vossa majestade

Os mesmos disparates do costume calculo?

Os sulistas como sempre estão sedentos de conquista, os nortenhos sedentos de paz, e os deputados da Grã-Bretanha nem vê-los...

Não me surpreende com este disparate todo na Escócia. Ouvi dizer que o governador do país está preso dentro de um quartel.....

Sim, parece que a situação está completamente fora de controlo.


Meredith faz um sorriso malévolo

E depois acusam-nos de gerir mal os nossos territórios...os Espanhóis é só boca, mas competência, zero.

Calculo que a armadazeca que nos veio fazer a surpresa deve agora rumar à Guiana.

É possível, embora a minha vontade seja mesmo de a afundar toda.......como exemplo para o futuro........avise a força aérea que vou voar para Lisboa ainda hoje, vou enfrentar o Rei de Portugal um a um, sem gestores, ministros, padres ou outros babysitters pelo meio, já chega de meios-termos.

Vou dar ordens ás SAS para se prepararem para resgatar o vice-rei, mas só quando os navios saírem, facto que irei fazer claro aos negócios estrangeiros em Lisboa. Se vossa majestade poder só assinar a ordem executiva....

Sim sim, bom negócio devo dizer, trocar a segurança de um dos deles pelo nosso prestigio.....

Irei avisar os Portugueses que vossa majestade irá chegar brevemente....

Sabe uma coisa....não o faça, acho que a surpresa vai ainda ser melhor......

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Qui Jun 23, 2011 1:03 pm

O Brigadeiro Corte Real cheira que Meredith, que era velha raposa viria a Lisboa... Mas fez-se de idiota. E convencia no entretanto D. Afonso VIII a dar um murro na mesa e por Vidal no seu lugar, já que D. Juan de Borbon Parma era a cátedra da incompetência, e um frouxo do pior.

Enquanto isso, estava o Rei no Jardim de Inverno do Palácio da Pena, a regar as suas preciosas plantas exóticas, quando entra um Guarda Real esbaforido pela sala dentro... Corte Real olha-o com altivez...


Brigadeiro Corte Real: Que queres soldado?

Guarda Florêncio: Meu Brigadeiro *continência* a Rainha dos ingleses está lá fora!!!!!

Brigadeiro Corte Real: A sério?


Enquanto isso D. Afonso VIII fica em estado de terror... Deixa cair o regador e tudo...

Brigadeiro Corte Real: Mandei Vossa Graça entrar... Uma monarca tão prestigiada não pode ficar no exterior a apanhar este sol maligno.

O Guarda sai rapidamente da sala...

D. Afonso VIII: Que faço Secretário de Estado?

Brigadeiro Corte Real: Altivez... Sois Rei de Portugal e das Espanhas, não sois um presidenteco de uma república das bananas... Sois pretendente a maioria dos tronos grandes do mundo... Comportai-vos como um monarca. E dai razão, sem vos humilardes á Rainha...


D. Afonso VIII benze-se, e faz pose de monarca... O Brigadeiro estava em pulgas para poder queimar Vidal...

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Qua Jun 29, 2011 2:10 pm

Espanha perde o controlo da situação... A Rebelião tal como prevista alastra-se para fora da capital, e a província está incendiada. Prevê-se um banho de sangue, já que os Carlistas em matéria de retenção de rebeliões operam exactamente ao modo oitocentista: exército em carga contra os insurgentes, e fuzilamentos sumários.

Com as unidades militares todas em combate contra as populões boxers revoltadas, mais os ínidios que viviam da maconha para sobreviver e são perseguidos pelo seu cultivo, a situação é literalmente fora do controlo. Sem reforços, e cercados, prevê-se que num espaço de uma semana sem auxilio da metrópole, que as forças coloniais por mais boas que sejam fiquem completamente desbaratadas.

Em Espanha prepara-se uma força de choque para combater os boxers, de Madrid não se agoira boa coisa. Vidal planeia um massacre em massa na colónia, é de prever... Será ele quem comandará o corpo expedicionário!

De Madrid saiu um pedido de auxilio á Companhia das Índias, e ás forças portuguesas da Guiana.

A Companhia das Índias recusa-se operar, motivos obscuros envolvem-se em tal atitude, mas como tem cobertura legal e juridica, Espanha terá de aceitar a decisão da Companhia. Já o Governador Gonzaga, irá apoiar o seu homólogo Vice Rei De La Romana, que está em desespero dentro do Quartel da Guardia Civil. São destacados para o resgate, comandos especiais da Armada. Esses preparam a operação de resgate, do Marquês de La Romana e dos Guardias Civis, que já contam com mortos e feridos...

Por seu turno, o Exército Colonial, move-se através da Capitania oriental da Guiana, para atingir a Nova Colômbia. De momento é uma Brigada composta, por 4 Regimentos de Linha. Uma Esquadra de Cavalaria Aerotransportada, muito útil em guerra de guerrilha no mato...

Um Regimento Provisório de Caçadores, composto por 3 Batalhões, o Batalhão de Caçadores Coloniais 12, Batalhão de Caçadores Coloniais 22, e o Batalhão de Caçadores Coloniais 1 "As Onças de Uambo" preparam-se para se emaranhar na mata, e fazer caça grossa aos insurgentes...



Tropas do Regimento Colonial 44 "Ases das Índias" forçando entrada numa aldeia... Os elementos de influência britânica são imensos, as fardas verdes para a selva, as metralhadoras Bren de grande uso pelos portugueses, os chapeus... Embora de grande uso pelos portugueses já desde os finais do século XIX, o modelo é de origem britânica e fabricado em série em Angola...

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Sex Jul 01, 2011 12:41 pm

Os Comandos da Armada, começam a engendrar uma operação de resgate. Coisa fácil, já que é uma turba de gente irritada. Um dos navios sai de porto seguro, de Santo António de Araguaia... Trata-se de um Cruzador Ligeiro, que transporta 3 helicópteros. São helicópteros de origem britânica, modelo Merlin. Uma equipa de apenas 6 Comandos da Armada, lança granadas de gás lacrimogéneo sobre a populaça que cercava o Quartel da Guardia Civil... Gerou uma densa nuvem que afastou a populaça toda. Tinham 15 minutos para embarcar toda a gente nos helicópteros.

Quando entraram no interior o cenário era deplorável... Guardias Civis mortos. A Guardia Civil com mais baixas será quem será evacuada primeiro, mais De La Romana e civis... O 23º Batalhão da Guarda Real da Policia, esse irá ficar para trás. O Tenente Coronel do Batalhão tinha sido morto, estava na cadeia de comando que a chefia passasse para as mãos do Major Bento, insurge-se contra o comandante dos Comandos da Armada...

Ficaram para trás os Guardas Reais da Policia... A ver os helicópteros partirem com todos no seu interior... As coisas então mudaram de figura, notava-se agitação nos portugueses. Estavam crispados, sentiam-se traídos, o mal é que era uma força de campónios autêntica, recrutados do interior rural do país, e das colónias. Em matéria de sensibilidade não havia, força bruta era ao máximo, e morrera a única pessoa que teve formação académica militar... O Tenente Coronel!




Major Bento: Filhos da puta! Somos merda não é! Eu vou queixar-me a El Rei de vós!

Soldado Faria: Meu Major... Só nos deram munições! A gente está com espingardas de repetição! Toda a gente tem Mausers...

Soldado Cristiano: Comandante... Não somos granadeiros... Não temos formação em assalto, e o treino que nos deram era apenas para dispersar multidões que não estivessem armadas! Somos recrutas... Você e os Sargentos, Cabos e Anspessadas são os mais treinados...

Soldado José Maria: Comandante, os Guardias Civis deixaram-nos as pistolas metrelhadoras todas, era de as distribuir...


O Major Bento ouve uma lista de reclamações e lamurias enormes dos seus recrutas... Tem ordem de acordo com o código de ética e deontologia profissional para não disparar sobre uma multidão, salvo ordens superiores. Contudo Bento é demasiado limitado para medir as coisas...

Major Bento: É axim, tão-me a oubir? Pegai nas metralhadoras portáteis (pistolas metralhadoras) matem esta escumalha toda...

Tenente Castro: Comandante... Haverá processo...

Major Bento: Quero lá bem saber... Vão todos para a puta que os pariu! Viessem buscar-nos...

Tenente Castro: E vêm Bento... Pediram-nos mais uma hora... Espanha vai desembarcar para-quedistas aqui....

Major Bento: Incompetentes? Não que se fodam... Deixaram munição!? Quem é que daqui quer ir lá pra fora mostrar quem manda?


Uma multidão de soldados hurra de apupos o Tenente Castro... Insultos e toda a espécie de barulho. Perdeu-se a disciplina militar toda em prol do seguimento cordeiristico da figura semi-messiânica de Bento, que prometia a salvação mais rápida para os soldados...

Major Bento: Soldados! Há uma avenida grande aqui... Temos que sair pela porta lateral...

Bento dá o plano de fuga...

Major Bento: E matem indiscriminadamente! São ordens minhas... Quero ver esta cidade pintada de vermelho com o sangue desta escumalha!

Tenente Castro: Isso é genocídio! Podemos ser julgados na Sociedade das Nações tem noção disso! Bento estás doido!

Major Bento: O filho da puta do Carranca (Vidal)! Não andou a matar Bascos só porque sim!? Nós é para sobreviver! Ás armas! Que tenham pena de ter nascido!!!!!


A Guarda Real concentra-se junto á porta atulhada.... Fazem explodir 4 granadas que a arrebentam logo. Estava demasiado atulhada para resistir aos impactos dos insurgentes. Com a porta estoirada, a multidão aproxima-se para tentar assaltar o edifício. No interior já estava uma metralhadora junto á porta, dispara indiscriminadamente, cerca de 30 manifestantes tombam no chão... Ouve-se um grito de "Á Carga" soletrado pelo Major Bento, os melhores soldados empunhavam pistolas metralhadoras STAR espanholas deixadas para trás pela Guardia Civil... Começou um autêntico massacre na praça. Os Guardas Reais operavam mais por ira do que por método. Há uma debanda generalizada da multidão, uns civis mais arrojados apedrejam de umas varandas os Guardas Civis, que respondem a tiro... Há cargas de baioneta contra os civis, e o Major Bento chega mesmo a desembainhar a sua espada de oficial e a atacar civis com golpes de sabre.

Com a praça coberta de cadáveres de civis mortos, os Guardas Reais metem-se a correr rua abaixo para a zona do porto. Por sorte, pelo caminho encontram 3 autocarros... Eram 450 soldados em fuga...


Major Bento: Metam esta merda a trabalhar!!!!!!

Os soldados mais especializados tratam de tentar fazer uma ligação directa nos autocarros. para o interior apinham-se ao máximo os soldados. Nos porta bagagens de baixo, arrancam, as portas e colocam-se soldados com armas automáticas... Todos os autocarros iam armados... Depois de postos a trabalhar... O Bento sobre para o tejadilho de um através do alçapão de ventilação, e comanda o corpo a partir daí...

Major Bento: Ignora o limite de velocidade disto... *arranque violento do autocarro* Conduz o mais rápido possível, atropela tudo... Disparai! Disparai! Isso vai meter-lhes medo!!!!!

Converteu-se num autêntico comboio da morte... Os soldados disparavam em todas as direcções, atingiam tudo, os condutores faziam cargas com os autocarros sobre multidões...

Major Bento: Não vires para a ponte Demerara!!!!! Sempre em frente, assim vamos ter ao aeroporto internacional! Aí poderemos usar os rádios para comunicar!!!! Preparem-se que vamos ter festa lá, é para atirar a matar!

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Bahia em Sex Jul 01, 2011 9:49 pm

O governo baiano fica sabendo que há uma notícia vinda de um baiano fugido da área de conflito de que supostamente 12 baianos que ainda residiam na cidade dos boxers acabaram por ter sido feridos DENTRO DE SUAS PRÓPRIAS CASAS e largados sem socorro médico pelas tropas do Major Bento, isso seria motivo suficiente para aprisionamento e interrogatório do Embaixador espanhol sobre os fatos ocorridos na colônia, a embaixada espanhola em Salvador é cercada pela Polícia do Exército, há ordens para não invadir o prédio da embaixada. Telefones são cortados e é emitida uma ordem para suspender por 48h o sinal de ligações

Marechal Nascimento: Embaixador, a Embaixada está cercada, não queremos machucá-lo! Apenas saia daí com as mãos atrás da cabeça!

Enquanto isso no Palácio Imperial Lins de Vasconcelos o Imperador prepara-se para viajar rumo a Lisboa, provavelmente irá usar um avião não-oficial, pretende chegar a lisboa em segredo para civis...

O Embaixador baiano em Lisboa se dirige ao palácio real e entrega uma mensagem nas mãos do Rei Afonso VIII o conteúdo era simples, em 12 horas o Imperador Gabriel Bertochi chegará a Lisboa!
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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Sab Jul 02, 2011 6:12 am

O Embaixador Espanhol, o Doutor Juan Péron olha com espanto para tal... Responde com frieza extrema...

Doutor Juan Péron: Mas isto é uma brincadeira de mau gosto, para algum progama de televisão charado?

Os Guardias Civis retiram-se para o interior do edificio...

Isto cai com extrema azia em Madrid... Vidal não se poupa a esforços, e mesmo antes de embarcar com as tropas, vai regatear com o Rei... El Rei acabou por aceder, e o Brigadeiro Corte Real a dar apoio a Vidal... O Rei transmite então um comunicado através da sua chancelaria.

Sua Majestade Fidelissima recusa-se receber Sua Majestade Imperial, Bertochi, enquanto o cerco não for levantado á embaixada espanhola, para além de exigir uma explicação para tal acto perante um aliado.

As relações Portugal e Espanha com a Bahia estão comprometidas sériamente... Em Sintra, Corte Real comenta com o Rei...

Brigadeiro Corte Real: Vossa Majestade Fidelíssima... Sabeis vós que nem sei até que ponto a Rainha Meredith da Inglaterra tem razão quanto aos baianos... Eles são doidos, e esse tal imperadorzeco das dúzias é o pontifice máximo da loucura deles...

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  URS em Sab Jul 02, 2011 10:25 am

Os SSU vão comunicando estes eventos para Valtland, onde o gozo é grande entre os membros do novo Conselho. A Entente parece estar envolta em caos.
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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Dom Jul 03, 2011 11:48 am

O Batalhão de Bento chega ao aeroporto... Aquilo estava deserto e o pessoal operacional estava amedrontado. Era um aeroporto internacional. A entrada da Guarda Real por ele a dentro causou choque, visto que os aeroportos são lugares neutrais, considerados da comunidade internacional. Bento não se poupa a esforços, o Director parece intransigente, berra durante 5 minutos com Bento, a dizer que aquilo é um crime grave e que o levará á SDN, por isso... Bento farta-se e manda bem ao estilo militar um valente murro no Director...

Major Bento: Oh animal... Queres morrer? Não tens noção que o povo anda doudo lá fora!? Queres que os passageiros aqui morram! Quem manda aqui sou eu, e vou escrever isto a El Rei para saber da sua incompetência!

O Batalhão acantona-se no Aeroporto. Cria um perímetro de defesa, e deixa entrar todos os estrangeiros que queiram retirar-se. O objectivo foi imediatamente fretar um rádio para comunicar com os espanhóis... Dito e feito, De La Romana já está a salvo num navio e prestes a desembarcar. Bento no entretanto recusa-se colocar debaixo da obediência de De La Romana até surgirem ordens régias para tal... Mas ao que parece há ordens vindas de cima...

De La Romana: El Rei colocou-me na chefia de todas as unidades militares sejam elas portuguesas ou espanholas, ou coloniais aqui presentes que combatam por El Rei...

Major Bento: Sendo assim meu General, dite as ordens que as cumprirei...

De La Romana: O seu massacre em Mercedes está famoso entre os meios militares, e a comunidade internacional está agitada...

Major Bento: Sou um militar... Mas sou comandante de uma força policial... Não podia permitir que os meus homens, recém recrutados na sua maioria e em manobras de treino fossem chacinados por uma multidão de loucos. Assumo as consequências pela desobediência e estou pronto a enfrentar o tribunal militar.

De La Romana: Não vai meu caro... Foi de uma notável valentia e espírito de iniciativa para um oficial de baixa patente como vós que me surpreendeu, e depois se não fosse voçê e a Guarda eu estaria morto. Farei com que o Exército Real Português e El Rei saibam disso... El Rei está-vos muito grato, e já me disse que vossa atitude é humanamente compreensível...

Guardai o Aeroporto Internacional, ajudai todos os estrangeiros e subitos e vassalos de El Rei que se queiram retirar daí para porto seguro... O Exército Espanhol está a mandar regimentos atacarem. O Generalíssimo Vidal está prestes a chegar com 2 divisões para colocar isto a ferro e fogo, e impor a ordem. As vossas ordens são para atirar a matar sobre os manifestantes, são as ordens de Madrid!

Major Bento: Sim meu General... Farei o que me indica. Mas peço que venha uma força para nos render pois esta não tem competências suficientes para uma guarda efectiva...

De La Romana: Em Breve desembarcará por via aéria um Batalhão da Guardia Civil vindo da Catalunha, serão eles que vos renderão, tomai os seus aviões que eles têm ordens para parar em Lisboa e vos deixar na vossa cidade.

Major Bento: Obrigado excelência... Haaa convêm mencionar... O Tenente Coronel Teodósio Lima de Mendonça faleceu, assumi o seu comando, daí estar a contactar directamente com o comandante da força.

De La Romana: Assim o seja... Baixas?

Major Bento: Tirando o Tenente Coronel... Apenas uns soldados, mas coisa ligeira. Um deles torceu o pé, está a mancar, mas coisa que se cura rápido. Um deles partiu um braço porque caiu, e há um soldado que tem um buraco de uma bala num braço... Mas não há projéctil alojado, já foi tratado aqui na enfermaria. E depois há umas feridas comuns de guerra, raspões... cortes... Mas a enfermaria já os tratou todos.

De La Romana: Perfeito. Aguardai ordens posteriores. Fim de transmissão...




Nisso os Regimentos espanhois, 4 ao todo, já estavam organizados, e repartidos á maneira portuguesa de Batalhões, estão a operar em ataques aos insurgentes...

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Dom Jul 03, 2011 12:08 pm

Por fim há uma ordem régia, que demanda uma mobilização geral dos contigentes militares contra os Boxers, que estejam presentes na Guiana e Nova Colômbia. Portugueses e Espanhóis são mobilizados para a guerra contra os insurgentes. A Companhia das Índias lucra aos milhões com transportes de provisões, militares e material de guerra*.

A Companhia das Índias também é afectada pela ordem régia, os seus Batalhões terão de ser mobilizados para combater os Boxers. Conhecidos por ser uma tropilha de carniceiros, sanguinários e sádicos, criminosos foragidos da justiça e desesperados em fuga da justiça também, representa uma força que nada tem a perder. Muito contestada juridicamente em Portugal, e criticada internacionalmente, o Acto Colonial de 1931 mais o Acto das Índias, que dá cobertura legal a todas as poucas vergonhas da Companhia das Índias, dá cobertura para a existência delas. Quem não se safa são criminosos portugueses e espanhóis que não têm entrada nessa força.
A Convenção de Genebra tende a ser ignorada... A vantagem que mantém o bom nome da Companhia é realmente a ausência de combates em teatros coloniais, este, será o primeiro desde a 2ª Guerra Mundial. Nessa altura a força base da Companhia eram militares holandeses refractários e em fuga da Holanda ocupada, franceses na mesma situação, e portugueses e republicanos espanhóis.

Os melhores soldados dos Batalhões da Companhia das Índias são os britânicos ex-militares, pelas elevadas competências e pelo seu espírito hooligan. A Companhia possui ao todo na Guiana, 15 Batalhões de Infantaria, 5 deles de fuzileiros navais, o que faz tropas de alta qualidade, 5 Batalhões de Infantaria compostos de tropas nativas e 5 de Infantaria regular. No comando da Capitania da Guiana está o General Lewis, um britânico americano ex-militar, que participou nas convulsões militares da década de 60 como Tenente, e que possui um currículo militar invejável. Como republicano, tem a cabeça a prémio por ter tentado realizar diversos golpes de estado frustrados contra a Rainha. O poder central de Lisboa e Madrid odeiam-no de morte... Mas lá está Lewis tem a cobertura todal do Acto das Índias...

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Britannia em Dom Jul 03, 2011 2:13 pm

occ: A reunião entre os dois continua neste tópico: http://nsportugal.forumeiros.com/t1846-encontro-das-duas-coroas-imperiais#65542
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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Dom Jul 03, 2011 5:31 pm

Um dos Batalhões, o 1º Batalhão de Granadeiros das Índias, coisa rara não usada pela Companhia das Índias, mobiliza-se para combate, e para ser o linha da frente do assalto do Corpo da Companhia sobre o Vice Reinado da Nova Colômbia. O estranho perante o mundo é quantidade de britânicos nessa força, todos eles com requintes sádicos, e com ar de veteranos de guerra. A sua frente uma personagem que desperta a atenção de um dos oficiais portugueses... Tavington! Isto causa imediatamente azia no Tenente, que comunica imediatamente para o Brasil para Ávila. Ávila exige a sua detenção... O Tenete vai com piquete da Policia Militar ter com Tavigton e com o seu corpo... dá-lhe ordem de prisão. Tavigton limita-se a rir como um louco...

Coronel Tavington: Esqueceu-se do Acto das Índias meu caro Tenente... Tenho imunidade judicial perante vós, enquanto for Coronel do Batalhão de Granadeiros das Índias... Antigo 17 Queens Own Grenadiers... Sabe o Sr Otacilio aprecia mais o nosso trabalho que a Rainha, o traidor do Duque de Ávila!Va chatear o Director Otacilio, e ature a cadeia de transmissão de mensagens dos seus cerca de 20 secretários... Com sorte até o ouve! *gargalhadas sádicas*

Tavington, tinha autorização do General Lewis para operar literalmente á margem do Corpo da Companhia... Iria comportar-se como uma unidade que perseguia insurrectos no mato.

Soldado Harris: Isto tudo por nossa conta Coronel?

Coronel Tavington: Vêm esta floresta virgem? Vamos foder-la como se não houvesse amanhã e á canzana! Isto é nosso!


Os soldados congratulavam Tavington de armas no ar e com tiros... Era assim que seria daqui para a frente a insurreição. Numa esperança vã que Vidal detivesse Tavington por crimes de guerra no Brasil, sendo que as autoridades espanholas eram as únicas que o poderiam fazer, Ávila envia uma mensagem a Vidal, que já vinha no alto mar rumo a Nova Colômbia...

Gourmete de Bordo Pablo: Diz aqui Generalíssimo, que o Marechal General Duque de Ávila que está nas fortificações do Brasil, pede a vossa excelência... Que detenha Tavington e o seu corpo. São perigosos, e têm requintes sádicos para com civis!

Generalíssimo Vidal: Quem... É esse ser?

Coronel Montoya: É um... inglês, acho que violaram para lá umas brasileiras...

Generalíssimo Vidal: Puta que o pariu... O Ávila que prenda então a tropilha que está lá nos Regimentos Provisórios que ele tem para lá que eles passam a vida nas casas de putas... E é assim que os contém senão ainda violavam para lá aquelas mulheres todas...

Coronel Montoya: É aconselhável ter tal... individuo a trabalhar na Nova Colômbia?

Generalíssimo Vidal: Achas que eu estou preocupado se ele vai fazer sevícias aos Boxers? Por mim pode linchar aquela gente toda! Chama-se a isso, substituição demográfica... Saem para entrar espanhóis, e gente da nossa confiança... Adiante... Diga que não tenho competências para o deter porque não cometeu crimes em território espanhol, nem contra espanhóis...


Assim foi a mensagem enviada pelo operador de Rádio, um negativo. Vidal não queria que Tavington e os seus homens fossem presos. Ter sádicos nas matas á caça de revoltosos ia ser muito bom, ainda para mais loucos que "corriam por gosto". Mas pelo sim e pelo não... Havia que informar Tavington...

Generalissimo Vidal: Daqui é o Generalíssimo Vidal, comandante de todos os exércitos das Espanhas pela vontade e graça de El Rei. E vosso comandante.

Tavington: Olá?

Generalíssimo Vidal: É só para informar que pode fazer tudo o que quiser com os Boxers, ou seja, os anglófilos e anglófonos... Indios que combatam por nós poupem-nos, se forem contra mate-os... todos! Não quero ver estrangeiros molestados, entendeu? Senão ponho a sua cabeça exposta em Mercedes entendeu? Não quero a minha imagem borrada por causa dos seus vícios pelo sangue e sexo... Agora faça o serviço e divirta-se!


Era o primeiro e último aviso de Vidal, não tocar em amigos nem estrangeiros. Caso acontecesse, Tavington e os seus homens iriam sofrer a brutalidade do Exército Espanhol. De resto, Vidal nem queria saber o que é que o batalhão de sanguinários ingleses faziam... Desde que causassem o terror para ele era a perfeição.

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Brasil em Dom Jul 03, 2011 5:59 pm

No Brasil começavam a chegar as primeiras notícias sobre o genocídio que ocorre nas Guianas. A População fica indignada com o que acontece e o Itamaraty informou que os dois mil brasileiros residentes nas Guianas já estão sendo remanejados para a capital da Guiana Portuguesa.

Cedendo às pressões populares o Itamaraty enviou uma nota de repulsa à Espanha pelo Genocídio contra os locais.

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Dom Jul 03, 2011 7:35 pm

O governo Carlista ignora tudo e todos... Há que conter a rebelião, e salvar o Vice-Reinado da Nova Colômbia. Na Secretaria de Estado competente para a diplomacia há instruções para arquivar todas as condenações de países estrangeiros...

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Britannia em Dom Jul 03, 2011 8:54 pm

No MI6 a noticia do que aconteceu na embaixada chega através de um membro da embaixada Britânica que estranhou a falta de contacto com a embaixada Portuguesa:

-Sua Majestade vai ADORAR isto, é ouro puro.

-ADG, Acto De Guerra, nem sei como é que os Portugueses ainda não se passaram.

-Mas aqueles gajos não sabem que numa embaixada não se toca nem com cotonetes, mesmo que não invadam é um acto de guerra que diabo!

-Deixa-os recolher os frutos da sua burrice, a Rainha está em Lisboa, ela saberá bem como meter os lideres Portugueses contra estes tipos, e o Primeiro-Ministro já ganhou lenha para inflamar a opinião pública contra os Baianos.

-Nem precisamos de inventar histórias, eles facilitam-nos tanto a vida........deixem a informação sair toda para a imprensa através das fugas do costume, deixem os Athaulphianos em especial saber disto, dentro de horas a internet toda saberá.
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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Bahia em Dom Jul 03, 2011 10:16 pm

Em nota oficial o Premier afirma que o cerco a embaixada espanhola foi uma decisão tomada pela Cúpula do Exército Baiano sem conhecimento do Imperador e do gabinete do poder executivo e que os militares que comandaram a operação serão severamente punidos.

Quanto as fronteiras que ligam a Bahia a área de conflito a ordem é clara NINGUÉM ENTRA NINGUÉM SAI o Exército tem permissão para prender qualquer civil que tente ultrapassar a fronteira
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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Bahia em Dom Jul 03, 2011 10:22 pm

Britannia escreveu:No MI6 a noticia do que aconteceu na embaixada chega através de um membro da embaixada Britânica que estranhou a falta de contacto com a embaixada Portuguesa:

-Sua Majestade vai ADORAR isto, é ouro puro.

-ADG, Acto De Guerra, nem sei como é que os Portugueses ainda não se passaram.

-Mas aqueles gajos não sabem que numa embaixada não se toca nem com cotonetes, mesmo que não invadam é um acto de guerra que diabo!

-Deixa-os recolher os frutos da sua burrice, a Rainha está em Lisboa, ela saberá bem como meter os lideres Portugueses contra estes tipos, e o Primeiro-Ministro já ganhou lenha para inflamar a opinião pública contra os Baianos.

-Nem precisamos de inventar histórias, eles facilitam-nos tanto a vida........deixem a informação sair toda para a imprensa através das fugas do costume, deixem os Athaulphianos em especial saber disto, dentro de horas a internet toda saberá.

OOC: pelo que me lembre o Império Britânico não tem embaixada na Bahia
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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Athaulphia em Seg Jul 04, 2011 1:44 am

Portugal escreveu:O governo Carlista ignora tudo e todos... Há que conter a rebelião, e salvar o Vice-Reinado da Nova Colômbia. Na Secretaria de Estado competente para a diplomacia há instruções para arquivar todas as condenações de países estrangeiros...
Arquivem aí também a condenação do Goberno de Athaulphia. Também temos manifestações de apoio aos boxers e contra o imperialismo espanhol (e qualquer imperialismo em geral). Há chuva de ovos podres atirados pelos manifestantes contra a embaixada espanhola, mas a coisa não passa de isso apenas pelo forte controlo da Polícia.
Bahia escreveu:Em nota oficial o Premier afirma que o cerco a embaixada espanhola foi uma decisão tomada pela Cúpula do Exército Baiano sem conhecimento do Imperador e do gabinete do poder executivo e que os militares que comandaram a operação serão severamente punidos
OOC: nota pública? Em esse caso já estou a ler as manchetes: "Insurrecção militar na Bahia põe o país a pontos de uma guerra com Espanha", "Militares baianos descontrolados atacam embaixada espanhola", "A Cúpula do Exército Baiano age independentemente do seu governo e executa um acto de guerra contra os diplomatas espanhois"...

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Seg Jul 04, 2011 12:54 pm

Os Carlistas conhecidos pelo seu descaramento... Tempero de quase dois séculos de discriminação política e perseguição, ou então de serem usados sem misericórdia. Contratam uma equipe de limpeza para limpar a fachada da embaixada espanhola em Athaulphia. Mas como boa moral cristã, oferecem comida e bebidas ao gosto dos polícias athaulphicos.

No final das limpezas, apresentam a conta das limpezas ao Ayuntamiento de Athaulphopolis... Com uma nota descarada:

"Se em Athaulphia não conhecem o conceito limpeza e decoro, em Espanha é bem conhecido e prezado. E para todos os efeitos o solo da embaixada é território espanhol."

Uma nítida visão pós-colonial de Espanha sobre Athaulphia, que ainda teima a reinar em Espanha, das colónias como lugares sujos e desorganizados...

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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Brasil em Seg Jul 04, 2011 1:55 pm

No Brasil, chegam as notícias que o Exército Baiano quase provocou uma guerra contra a Espanha. No Oberkommando das Forças Armadas do Brasil, o riso é geral. Fazem-se até piadinhas nos botecos como: "Mas os Baianos fizeram a antes ou depois da pestana?".
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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Britannia em Seg Jul 04, 2011 2:14 pm

Bahia escreveu:
Britannia escreveu:No MI6 a noticia do que aconteceu na embaixada chega através de um membro da embaixada Britânica que estranhou a falta de contacto com a embaixada Portuguesa:

-Sua Majestade vai ADORAR isto, é ouro puro.

-ADG, Acto De Guerra, nem sei como é que os Portugueses ainda não se passaram.

-Mas aqueles gajos não sabem que numa embaixada não se toca nem com cotonetes, mesmo que não invadam é um acto de guerra que diabo!

-Deixa-os recolher os frutos da sua burrice, a Rainha está em Lisboa, ela saberá bem como meter os lideres Portugueses contra estes tipos, e o Primeiro-Ministro já ganhou lenha para inflamar a opinião pública contra os Baianos.

-Nem precisamos de inventar histórias, eles facilitam-nos tanto a vida........deixem a informação sair toda para a imprensa através das fugas do costume, deixem os Athaulphianos em especial saber disto, dentro de horas a internet toda saberá.

OOC: pelo que me lembre o Império Britânico não tem embaixada na Bahia
occ: Não só tem, como ainda por cima chegamos a ter telegramas entre as duas embaixadas. Epá, não te safas desta, a Bahia é o motivo de gozo em metade dos governos mundiais....
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Re: A Rebelião Boxer

Mensagem  Portugal em Qua Set 21, 2011 3:23 pm

A questão Boxer findou com a reimplantação do Liberalismo Constitucional em Espanha. Os Boxers receberam todos o estatuto de cidadãos da Espanha, tendo agora plenos direitos políticos.

O novo sistema que se pretende implantar ao abrigo da Constituição de Cádis, mesmo com rectificações, visa precisamente o desmantelamento da situação imperialista que pelo Carlismo, quase roçava a administração colonial do Antigo Regime em muitos conceitos.

Preza-se agora pelo conceito dos "Espanhóis de ambos os Hemisférios" conforme a Constituição de Cádis... A "La Pepa" conseguiu uma popularidade sem precedentes junto dos Boxers, no Perú, ainda é recebida com "desconfiança"...



Soldado Espanhol, dos corpos expedicionários para reprimir a Rebelião Boxer refresca-se do calor tropical... Ou antes respira de alívio...

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Re: A Rebelião Boxer

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