A Índia Portuguesa - A derrocada final...

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Re: A Índia Portuguesa - A derrocada final...

Mensagem  Burgolavia em Ter Dez 13, 2011 11:25 am

Assim que a notícia da detonação chega aos ouvidos de Cardozo, este vai até ao Congresso Federal, e depois de uma sessão à porta fechada, o Congresso declara guerra à República Leninista de Timor, apesar de ser para já uma manobra puramente política, pois nenhuma acção militar é encetada contra a ilha.

Já a Borisov é entregue uma missiva secreta informando-o que se as condiçoes do Tratado de Paz de valtland não forem cumpridas a Burgolavia fará tudo para que a IS retome as hostilidades contra Triestin.
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Re: A Índia Portuguesa - A derrocada final...

Mensagem  URS em Sex Jan 20, 2012 8:50 pm

Ultimato

A União das Repúblicas Socialistas informa a República Leninista de Timor e toda a comunidade internacional que se dentro de 24 horas o Exército Timorense não se render incondicionalmente, depuser as armas e aceitar a extradição para Triestin de todos os seus oficiais, os nossos estados estarão oficialmente em guerra. Queremos também deixar claro que uma nova agressão nuclear contra qualquer território da União ou de qualquer outro país do mundo terá como resposta um ataque sem precedentes sobre Timor que fará a ilha recuar um século no tempo.

ooc: 24 horas = próxima aparição do Triestin.
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Re: A Índia Portuguesa - A derrocada final...

Mensagem  Portugal em Sab Jan 21, 2012 4:11 pm

O General Couceiro, responsável máximo pelo Corpo Expedicionário Português, enviado para esmagar a resistência armada integralista, envia uma mensagem em tom de ultimato a mais alto responsável militar da URS na zona.

Caro senhor, a atitude isolacionista da Republica Leninista de Timor está a interferir à muito com a política interna do Reino de Portugal. Sendo desta forma, me irei deslocar em pessoa, e de "armas baixadas" a Timor, para render o General Ávila, e deter o seu exército integralista.

É perigoso demais manter Ávila e os seus homens à solta, pois poderão usar Timor como arma de arremesso contra a ordem pública nacional, sendo que portanto não iremos constituir nenhuma ameaça a Timor, nem muito menos iremos interferir nas vossas operações.

Resumindo, simplesmente irei deter um sentenciado por vários crimes para o levar à barra dos tribunais, a ele e a seus homens que irão responder por rebelião e insubordinação.


Posto isto, Couceiro nem perde tempo... Há muito que D. João das Antas fazia pressão para ele lhe trazer Àvila. Navios portugueses aproximam-se da costa, e balsas motorizadas são lançada ao mar, atrás de uma escolta armada de infantaria, vai o General Couceiro aceitar a rendição de Àvila... Os dois encontram-se, ambos os exércitos, o Integralista e o Liberal... Seria a última vez que os opostos se encontrariam militarmente.

General Couceiro: Àvila... Sabes que estás sentenciado, tenho um mandato de captura em teu nome...

Marechal Àvila: Sim... Toma o meu bastão, a minha espada e a minha arma... Rendo-me...

General Couceiro: Tenente, recolha as armas do Marechal.


Enquanto isso navios de transporte preparam-se para recolher os militares integralistas. Que são desarmados no momento. Já a bordo e em privado...

General Couceiro: Àvila... Porquê? Viste o que causaste? O Vilhena era um mitómano...

Marechal Àvila: Toda a vida fomos educados no Mito do Império... Se não houver quem acredite a nação nunca se realizará enquanto pátria.

General Couceiro: Podemos ser os melhores soldados do mundo... Podemos ter atravessado de tudo, e podemos vencer todas as batalhas... Mas não somos Deus, Ávila...

Roga a El Rei perdão... Ele pode conceder-to... E pede-lhe desculpas, El Rei está bastante desiludido contigo...

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