O lado negro das Flores

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O lado negro das Flores

Mensagem  Portugal em Sab Nov 05, 2011 1:22 pm

No interior da ilha, ouvem-se gritos de terror... barulho de folhas a agitarem-se, e alguns soldados realistas a correrem como desalmados. Parecia que tinham visto o demónio.

Pelo chão da selva, um rasto enorme de cadáveres e sangue. Um soldado realista chegou moribundo, ferido e no auge da exaustão aos braços de um Caçador do Corpo expedicionário...


Soldado Caçador Joaquim Vilas: Calma! Respira... Foda-se foste mordido por um tigre!?

Soldado realista José Maria Geraldes: Dé...dé...dé...

Coronel Saraiva Assunção: Dédé? Que raio de bicho é esse...


O soldado realista além de estar em choque, estava ás portas da morte... Num último sopro de força que lhe restava, diz:


Soldado realista Geraldes: É...É... São demónios! A sel...va... maldita...


Caçador Vilas: A radiação tem disto!?

Coronel Assunção: Não há nenhum animal de grande porte para causar semelhante... Mas creio que a administração Vilhena... Tinha um lado muito negro.

Caçador Norberto Amorim: Oh que giro... Um pin tão engraçado... pena tar cheio de sangue aqui espetado, deixa-me ir a poça... *lava pin* O meu primo que está em Coimbra vai adorar!






O Coronel Saraiva Assunção apercebe-se do pin, arranca-o das mãos do soldado...

Coronel Saraiva da Assunção: Dá-me isso!!!!!

Observa atentamente o pin...

Coronel Saraiva Assunção: Umbrella... Filhos da puta... o Vilhena andava-se a vender a eles este tempo todo, daí ter tantas armas! Que forças nos restam?

Soldado caçador Vilas: A nossa companhia, e um Batalhão da Guarda Nacional, o de Nanpola...

Coronel Saraiva Assunção: Chame o Major Oliveira... Diga-lhe que apronte a sua força para marcha... Será liderada por mim.


Saraiva da Assunção pertencia á ala mais radical do neo-setembrismo, era uma ala que quase roçava o republicanismo. Tinha alguns tiques anti-capitalistas, e um ódio de estimação a farmacêuticas, a Umbrella Corporation era para ele uma inimiga virtual. Sabia que poderia por em risco a sua carreira militar... Mesmo assim arriscou... No entretanto do outro lado do mundo, Wesker e Otacílio os dois CEOs das duas super-corporações, Companhia das Índias e Umbrella Corporation, pegam-se numa zanga de comadres...

Director CdI Otacilio Meireles: Meu caro, venho-lhe expressar o meu mais profundo desagrado pela sua conduta, e de sua corporação! Houve o desastre que houve nas Flores, estamos os dois em risco, em especial nós... E os senhores abandonam-nos, colocando vossa percentagem à venda? Arranjaram navios melhores... Ou... os espécimes "nativos" não vos servem agora? Lembre-se do nosso acordo... Nós se formos ao fundo, levo-o comigo entendeu? Onde estão os seus homens nas Flores? Temos a ilha infestada de radicais liberais, cuja pandega de Lisboa, quer começar a fazer fiscalização interna! "Devassas" como se chama em Portugal! O regime de "direito próprio" acabou, neste momento podemos ser alvo de uma "Devassa"! Tem noção que se descobrem as instalações quem vai pagar a factura!?



Wesker teve a rara oportunidade de ver o monocórdico e inexpressivo Meireles enervado...

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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Britannia em Sab Nov 05, 2011 2:19 pm

No inicio da primeira década do século XXI a Umbrella Corporation é um dos principais nomes dentro do Império Britânico, responsável pelo fabrico, entre vários, de shampoos, maquilhagem de senhora, aspirinas e medicamentos. Por detrás desta fachada a empresa é a maior fornecedora de material militar ás forças imperiais, e possui departamentos especializados em ciências ocultas, controlo mental, biotecnologia viral, cibernética, guerra biológica, que segundo os planos da sua liderança irão permitir à Umbrella liderar o século XXI.......


Antes de tudo.....

A construção do Site D tinha sido caro para a Umbrella, quase 70 pontos reféns, sem falar nos 140 pontos das suas aliadas no negócio. Tinha custado a Wesker retirar tanto capital da sua subsidiária, a Jaguar, mas este projecto superava a importância da construção de carros e aviões. A companhia das índias tinha sido subornada com ouro, e o Site D estava plenamente operacional. Entre o inicio do projecto e agora já Meredith tinha caído, mas isso era irrelevante para Wesker, tinha a nova organização que liderava o Império no bolso.....o que chateava era os Portugueses.....mas havia a certeza que não iam interferir no projecto.

O Site D era um complexo estranho, construído no meio da selva densa à volta das ruínas de um velho castelo Português com semelhanças a um castelo Alemão cheio de símbolos do oculto e catacumbas, a Umbrella suspeita que é obra de um nobre excêntrico Portugues....o facto é que estava esquecido hà muito, até ser reencontrado pela empresa. A estrutura de pedra antiga foi rapidamente reutilizada, as catacumbas tornaram-se em prisões para as "cobaias" e o resto em centros de comunicações e armarias, estruturas modernas de metal foram construídas em volta e por debaixo do castelo onde se instalaram os laboratórios.



Nos anos que se seguiram milhares de nativos foram capturados pela Companhia das Indias e pelos mercenários da Umbrella e levados para as catacumbas do castelo, cobaias para as experiências com virus, controlo mental, regeneração de pele e ferimentos, e cibernética.....a maioria morreu, mas para o fim a taxa de sobrevivência aumentou exponencialmente. Combinando virologia com implantes cibernéticos e controlo mental, os subjects começaram a sobreviver, e a obedecer a instruções, mesmo que o seu QI fosse inferior ao de uma criança.

Sucesso! A Umbrella esfregou as mãos de contente, as outras empresas também. Medicamentos regeneradores para Umbrella, escravos cibernéticos para construir plataformas de petróleo em locais perigosos para a BP, conectores neurológicos para substituir os teclados para a Apple, e muito mais....e só custou uns poucos milhares de mortos. Assim que a pesquisa estivesse completa, estas empresas seriam lideres de mercado no mundo.....

.....só não contavam que fracassasse tudo.


Última edição por Britannia em Sab Nov 05, 2011 3:07 pm, editado 3 vez(es)
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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Britannia em Sab Nov 05, 2011 2:46 pm

Umbrella Secret Research Facility Site D - Flores Island
Pouco antes da hora zero




Cientista - Mais um carregamento de equipamento que foi desmantelado hoje....

Cientista 2 - Estão com medo agora com esta história toda da invasão de Timor, não querem perder o investimento.

Cientista - Espero que não nos descubram, seriamos todos julgados por crimes contra a humanidade.

Cientista 2 - Eu quero que a humanidade se vá #Luzes apagam-se# MAS QUE CARALHO É ISTO!

Voz Computorizada - Descarga de EMP detectada, sistemas auxiliares activados #liga-se luz vermelha

Cientista - Verifica os computadores, DEPRESSA!

Cientista 2 - Sistemas primários, off, sistemas secundários, off, backup falhado, só temos os sistemas auxiliares

Cientista - Que se fodam os sistemas, o controlo? como é que está o controlo?!

Cientista 2 - Não detecto nada, sinais mentais, nada.....secalhar morreram todos com a quebra do sinal.....WHOA!

Cientista - Então?!

Cientista 2 - As leituras são fora deste mundo....ve-me só estas leituras

Cientista - Ve-me é as leituras de testosterona! eles estão a ficar com raiva assassina, ABORTA TUDO, METE-OS A DORMIR! JÁ!

Cientista 2 - Impossível...........já não estamos em controlo.........meu deus

Começam-se a ouvir gritos, sons de tiros, e metal a partir.

Cientista - Vou telefonar ao posto de controlo, ver se as portas das catacumbas abriram

Cientista 2 - Não há tempo para isso! vamos para o heliporto!

Cientista - O MEU BÓNUS DE 50 MILHÕES ESTÁ DEPENDENTE DISTO, VAMOS RECUPERAR O CONTR....

A porta do laboratório principal vem abaixo......uma das cobaias está a olhar directamente para a os cientistas


Cientista 2 - Oh god..........


Relatório Urgente - Altamente Secreto

As transmissões provenientes do Site D cessaram 23 minutos após a hora zero, o centro de comando táctico assume que estamos perante um outbreak de classe F, acção imediata é recomendada
.
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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Britannia em Sab Nov 05, 2011 3:02 pm


Albert Wesker - Mr. Meireles, não estamos a abandonar a Companhia, estamos somente a proteger-nos de qualquer investigação criminal que possa acontecer.....falei com o homem do cigarro já agora, o Império por agora não cheira nada nas flores, e tenho luz verde para mandar as minhas tropas limpar a confusão.

O senhor viu as nossas experiências.....sabe o quanto grande a confusão pode ser não sabe? acho que precisamos um do outro mais que nunca.......

De todas as formas vamos transferir as operações do Site D para trópico, onde o governo já nos garantiu muita cobaia.....e o governo de Tropico tem bastantes expectativas que a Companhia das Indias continue connosco e se instale na sua ilha......

Umbrella Secret Research Facility Site A - Tropico Island

Na base da Umbrella em Trópico nunca se viu tanta actividade. Mercenários, unidades de limpeza biológica e todo o tipo de especialistas preparam-se para serem transportados para as Flores a fim de limparem a confusão criada pela bomba Triestina, espera-se que seja uma operação longa e brutal....

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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Portugal em Seg Nov 07, 2011 12:18 pm

Meireles estava visivelmente nervoso...

Otacílio Meireles: Meta os seus homens prontos, os da base, e os que quer levar para lá... Tenho navios de carga para os transportar. Aproveite a anarquia em Timor e nas Flores... Os Liberais ainda estão aos trancos e aos mancos a tentar render o incompetente do Ávila! O problema é que esse... recesso louco ainda tem uma considerável força debaixo do seu comando, se aqueles idiotas não são alvo de licenciamento irão operar ás ordens da corja neo-setembrista... Sabe o que é que significa? Mais homens, mais dificuldades em lidar com as coisas. O rei não tem poder nenhum, não passa de um lacaio. Além de ser um catraio que passa a vida agarrado aos saiotes dos padres... Perdemos a protecção régia desde que esta corja veio com um traste de 1822 a cheirar a bolor por todos os lados, mais as suas manias de "soberania do povo" e afins... Nem as Misericórdias se safaram! Tão loucos por poder os neo-setembristas, e o exército é a arma do terror deles. Não nos tocam muito porque... Enfim sabem que se se colapsamos, atrás de nós irá a economia ibérica.

Isto que lhe digo são fonte segura vinda das cúpulas do poder de Lisboa. Lamento mas controlo sobre o Corte Real e o Osório não tenho nenhum. São muito compenetrados em questões idealistas...

Diga aos seus homens, que um dos nossos Batalhões Navais recebeu mensagem que um Batalhão da Guarda Nacional e uma companhia de Caçadores Nº 5 dirige-se para o interior do Site D... Os da Guarda Nacional são o cúmulo da incompetência... Ainda por cima fazem parte do Exército Colonial, são muitos portanto! Mas sabendo o que sei, será diversão para os seus homens exterminar-los... Os Caçadores, muito cuidado... São de estatura extremamente baixa, pois são seleccionados dessa maneira, têm uma pontaria perigosa, e aguentam longas marchas... Além de serem bastante esquivos. Cuidado, está a lidar com ratos armados! São cerca de 120, e são do Exército Continental... O Coronel deles, é um idiota presunçoso com a mania da glória, um péssimo líder... Mas um fiel lacaio do Corte Real e da sua corte de gambozinos falantes. Atirem a matar... Terão a cobertura dos nossos homens... Creio que as.... os... bem, os "espécimes laboratoriais" tratarão da saúde a esta cambada.


No outro lado do globo... As coisas azedavam e começava a ficar tudo estranho... Na selva, o rasto de cadáveres era qualquer coisa de impressionante...

Coronel Saraiva da Assunção: Mas... Diabos tanta gente morta, corpos consumidos como se fosse cordeiros caços por lobos... Mas que raio de animal fez isto! Foda-se, ou animais... Isto não é normal! Algum idiota fez isto!

Major Santos: Triestin?

Coronel Saraiva da Assunção: É bem possível, macabros como são... Talvez para levar esta gente a pensar que havia demónios na ilha. Os florianos estão muito amedrontados... Falam de barulhos estranhos, e de uma besta enorme! Mas esta gente é tão supersticiosa que nem me dou ao trabalho de os ouvir!

Major Santos: O Castelo do Conde Van Möller...

Coronel Saraiva da Assunção: O boganhês louco... Essa merda não é da Companhia das Índias?

Major Santos: Sim... Mas nem querem saber disso para nada, falou-se em fazer um hotel aí, mas desde que mostraram a conta a eles, mais a estrada que tinham que fazer... E uns estudos que aquilo ia ser um fiasco... Esqueceram tudo...

Coronel Saraiva da Assunção: Eles têm contrato com a Coroa e o Estado, portanto podemos acampar ali, e tomar posições naquele local... Tem uma boa posição. Hélder, toma posição, segue, e averigua o caminho...


Uma coisa passa a velocidade lancinante na vegetação... Cria logo apreensão e um burburinho, então na Guarda Nacional quase foi o pânico...

Coronel Saraiva da Assunção: Em posição oh estúpidos! Calai-vos e estai atentos! Hélder, marcha rápido, e volta rápido, a noite está a cair!

O outro lado da ladeira, um grupo de militares da Companhia das Índias monitorizava as actividades da coluna liderada por Saraiva da Assunção. Fazia coordenadas com a Umbrella para os aniquilar a todos. Mas primeiro, era necessário destruir os seus meios de comunicação... Cabia á Umbrella providenciar tecnologia de ponta para destruir os arcaicos rádios de ondas do Batalhão Nacional.


Tenente-Coronel Willian Sampson do 5º Batalhão Naval das Índias Observa atentamente as movimentações da Guarda Nacional em volta do Castelo...

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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Portugal em Qui Nov 10, 2011 2:02 pm


Helder, soldado da Guarda Nacional, adianta-se para fazer reconhecimento...


Um grupo de soldados da Guarda Nacional fica apreensivo com os barulhos na mata, prefere manter-se numa clareira da selva para obter melhor anglo de visão sobre a densa mata...

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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Portugal em Sab Nov 12, 2011 1:11 pm

[Continuação...]

Enquanto o Batalhão Nacional de Nampula coadjuvado por uma Companhia de Caçadores Nº 5, embrenhava-se na mata densa em busca da causa de da morte de tantos realistas, o resto da ilha das Flores, era uma autêntica anarquia. Era pouco digna de uma nação que era um poder á escala mundial como Portugal semelhantes episódios que quase pantomina entre as duas forças políticas. Os neo-setembristas desbobravam-se em abusos de poder, os realistas teimava em desautorizar Lisboa, os indígenas dizem que o "Grande Pai Branco não gosta dos chiões".

Em Lisboa a imprensa é sarcástica com o caso das Flores, o Corpo Expedicionário liberal é gozado, nomeadamente pelos navios que os levavam, que segundo um jornalista do Jornal de Noticia afirmou, "chiam até doer, de tão velhos que são, e chiam também os ossos dos militares de tanta marcha que fazem". Assim a alcunha dos neo-setembristas pegou de estaca, os "chiões", em contraste com a alcunha de "mijados" dos seus antepassados setembristas. O gozo também já vinha de trás, sendo a alcunha de "O Chião" apanágio de Corte Real, que quando era recruta perante uma peça de artilharia velha e obsoleta, quando toda a gente lhe insinuava que nunca mais iria funcionar, passou uma noite inteira a martelar nela, obstinado com a sua recuperação. Feito o prodígio mecânico, afirmou perante os seus camaradas recrutas "Mesmo a chiar!... Vai disparar!", e assim ficou o nome do líder neo-setembrista, o Chião, devido a uma velha peça de artilharia que ele escolheu para fazer a recruta.

Mesmo assim os jornalistas não se poupam a esforços em ridicularizar ainda mais os Integralistas, que agora são conhecidos entre o povo por os "empenados" por causa da bomba atómica. Gerando o episódio da bomba nuclear sobre São Bartolomeu da Boa Viagem páginas e páginas de chacota ao falecido D. Afonso de Vilhena. Isto naturalmente gerou ressabiamento do lado integralista, registando-se cenas de pancadaria um pouco por todo o país entre populares.

Já nas Flores, o cenário ainda é mais quixotesco, os "chiões" dão-se ainda mais ao ridículo pela autoridade que tentam impor com uma força de maltrapilhos, a Guarda Nacional, completamente indisciplinada, valendo-se apenas do Batalhão de Caçadores Nº 5 que salva ainda a honra da causa constitucional.

Por seu turno, os integralistas que estão em Timor, a demora por parte das autoridades Timorenses em dar um veredicto ao pedido feito por Ávila de se render ás forças constitucionais, gera motivo, para entre os homens... Congeminar-se mais uma revolta e vingança contra a "tropa chiona", até se fala em matar Ávila, e colocar o Marechal de Campo Sebastião Matias no comando, e liderar uma carga sobre as flores. Ávila goza de uma impopularidade tremenda, tendo sido quase alvo de agressão por parte dos seus militares. A disciplina do exército realista começa deteriorar-se rapidamente, e os militares apenas guardam respeito para com Matias...

Contudo, tirando o Batalhão Nacional de Nampula, e a 1ª Companhia do Batalhão de Caçadores Nº 5, mais ninguém suspeita do perigo eminente para a humanidade que está dentro da ilha, e da existência de criaturas estranhas e vírus esquisitos... Nem mesmo Ávila sabe da presença da Umbrella, e neste mundo é de facto a cúpula do poder realista nas Flores.

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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Portugal em Sab Nov 12, 2011 1:23 pm

[Continuação...]

Umbrella e Companhia das Índias, o paradoxo...

Dois monstros da economia planetária, supostos concorrentes nas bolsas internacionais... Duas empresas que tinham tudo para competirem uma com a outra pela economia mundial, inclusive tentar a incorporação mediante uma compra assombrosa de acções.

Uma convivência antiga, que já vem desde a década de 60, fez ambas as mega-corporações compreender que haveria apenas uma única maneira de aumentarem o seu capital e poder, que era a cartelização. A Umbrella tem a tecnologia, os crânios, as armas... A Companhia das Índias, tem a maior frota naval mercante do mundo, vastas explorações que lhe dão acesso a um conhecimento de facto sobre muita coisa do globo terrestre. Contudo, falta a CdI os cérberos da Umbrella para fazerem render esses "conhecimentos", assim como, à Umbrella necessita de conhecimento para progredir, amostras para testar, locais para testar, e veiculos de transporte. Em suma, as duas têm o casamento perfeito para uma cartelização.

Apesar de não ser oficial, e ambas as empresas de apresentarem ao mundo como concorrentes, nos seus corredores as relações comerciais entre as duas são extremamente promiscuas, nomeadamente no que respeita á quebra de leis, ao mercado negro e ao tráfico de diversas coisas. Além do mais, a Umbrella controla a economia Anglo-Americana, ao passo a economia Hispânica rege-se ao ritmo da Companhia das Índias, ambos os impérios juntos, formam uma grande parcela do globo. Ambas facilitam a entrada nas respectivas zonas e dão conhecimento das "maroscas jurídicas" que se podem operar em cada país, contudo, respeitando a supremacia uma da outra nas suas áreas geográficas...

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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Britannia em Dom Nov 20, 2011 4:57 pm

Um jacto de transporte proveniente do Havaii começa a deixar cair na ilha as primeiras vanguardas das forças da Umbrella, 25 comandos altamente treinados, nome de código: "Gaspar", no dia seguinte seguiria-se o esquadrão com o nome de código: "Coelhinho", numa alteração de planos o esquadrão nome de código: "Subsídios" ia ser cortado a metade, mas para compensar o esquadrão nome de código: "Déficit" ia receber um reforço. O centro de comando teria o código "Relvas".

Mal os soldados aterram começam a montar um esquema defensivo, ao contrário dos Portugueses no terreno sabiam o que iam enfrentar, também sabiam que armas de fogo eram menos eficientes contra o seu inimigo do que explosivos ou lança chamas, felizmente o esquadrão "Gaspar" é especialista a cortar a direito.



No entanto, agora o problema é outro, a guarda nacional estava muito perto do castelo, os soldados da Umbrella comunicaram com os soldados da CdI e preparam-se para atacar pela noite e destruir logo uma parte significativa das forças adversárias....
´

É uma noite de terror na ilha, a escuridão é profunda só sendo penetrada pela lua cheia. Os soldados Portugueses continuam a marchar até que observam o castelo ao fundo, afundado na escuridão. Os soldados Portugueses fumam e bebem pelo caminho, verdadeiramente assustados, a luz dos isqueiros só ajuda as "cobaias" a se irem aproximando mais sem eles saberem ainda o que está a acontecer.

Os soldados da Umbrella colocam nesta altura um bloqueador de sinais a funcionar para impedir o sistema de rádio de ondas primitivo dos Portugueses de funcionar. Os Snipers tomam posição, o alvo a abater era o Coronel Assunção....depois disso era deixar as cobaias fazerem o seu trabalho, a Umbrella e a CdI só iriam abater quem tentasse fugir do local......depois de eliminados era só rumar ao castelo e eliminar as provas.

O sniper toma mira, os rádios já estavam off, e as "cobaias estavam perto........o sniper abre fogo sobre Assunção.....

Nesse preciso momento uma multidão de monstros humanóides salta da vegetação com um grito que até arrepiava o sangue. AZAR! Um grupo de cobaias também salta sobre os soldados da Umbrella de surpresa....mas como? teriam ganho inteligência para atacar um inimigo tão bem escondido?

Isso são questões que saem da cabeça dos soldados em segundos, que em vez de entrarem em pânico começam a fazer fogo exacto sobre os seus atacantes, e os lança-chamas revelam-se úteis. Os soldados da Umbrella começam dirigir-se ás posições da CdI para reforçarem a sua posição........um pequeno esquadrão de Portugueses que iam com mais atraso passa pelo seu caminho, são queimados até à morte antes de saberem que os vultos humanos não são amigáveis......

Entretanto uma maré de horror atira-se sobre os Portugueses....
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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Portugal em Seg Nov 21, 2011 2:27 pm

Os liberais ficam em alerta imediata... Tiros era improvável...

Cor. Saraiva: Que vem a ser isto!?

Major Oliveira: Tiros... Não está ninguém do Corpo na mata...

Cor. Saraiva: Os "reumáticos" pegaram-se à bulha... ÁS ARMAS! ÁS ARMAS!!!!!

Major Oliveira: César, comunica á base, necessitamos reforços! Repito, reforços urgentes...

Radiofonista César: Lamento... Não há sinal!

Major Oliveira: Está a gozar comigo!? Como é possível!?

Radiofonista: Não sei... Não sei *em desespero*


Enquanto isso um grupo de zombies aproxima-se...

Soldado Tibércio Batista: Sinhó qui é aquilo!!!!!!

Sargento Gustavo: Não sei! Dispara! Dispara!!!


Ouvem-se tiros de FBP e Thompson até á exaustão... As criaturas atiram-se sobre os militares liberais tentando-os ferrar... Por outro lado o Batalhão Naval das Índias, já combinado com a Umbrella e seus homens ataca... Sampson avisa os seus homens de umas criaturas perigosas e apenas para não abater os soldados vestidos de negro, de resto para matar tudo... O Batalhão Naval, um corpo de mercenários, experientes e vindos de todo o mundo, tem mais experiência que os militares da Guarda Nacional e facilmente abate uma centena deles nos primeiros minutos em conjunto com a Umbrella... Vendo que as forças estavam a sofrer uma razia medonha, Saraiva ordena uma debandada geral rumo ao Castelo. Quem conseguiu suster o ataque sincronizado CdI e Umbrella foram os Caçadores, fugindo com pouco mais de... Uma companhia da Guarda Nacional de Nampula para o Castelo. A fuga até teve sucesso graças á brecha aberta pelos Caçadores na "frente zombie"...

Sampson também os deixou fugir... Com um sorriso maléfico na cara... Apesar da criticas de alguns militares da Umbrella, Sampson alegou que sabia bem o que os portugueses iam fazer e nada mais iam fazer que assinar a sua sentença de morte.

Os soldos da CdI olham com medo para os cadáveres dos zombies... Uns ainda disparam contra eles... Sampson diz-lhes:




T. Cor. Sampson: Poupem as munições... esses não fazem mal a ninguém... Já eram... Olhem para os ferrados!

Observa o seu relógio..

Sampson: O combate durou... 2 horas de acordo com meus cálculos... Daqui a 5 horas estão a levantarem-se como zombies! Cortem-lhes a cabeça já!

Soldado Erik: Como? Que diz...

Sampson: Faça o que lhe digo, e não perguntas...


Os soldados do Batalhão Naval faziam isso, até que Sampson é interpelado pelo Comissário do Directório*...

Comissário José Maria Sobral: Tenente Coronel... Não acha que estamos a entrar no nível da barbárie... Isto para não dispor de outros termos...

T. Cor. Sampson: Não... Eles vão-se levantar, é o único meio de garantir que a missão é um sucesso...

Com. Sobral: Lamento mas terei de lhe dar ordem para findar isto...

T. Cor. Sampson: Eu ja trabalhei na Umbrella na segurança... Eu sei o que é... Acredite em mim, irá agradecer-me, aqui terá de deixar toda a moral e costumes de parte...

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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Portugal em Dom Dez 04, 2011 1:05 pm

Enquanto Sampson e o Batalhão Naval 5 cortavam as cabeças dos mortos, para evitar que o Vírus T reanimasse os seus corpos, este dá um viravolta para trás de repente e berra:

T. Cor. Sampson: Algum de voçês está ferido? Nem que seja uma ferida minúscula...

Um dos seus militares, que tinha um corte numa mão, estava-se a preparar para cortar uma cabeça, levanta o braço...

Roger Smith: Eu meu comandante!

T. Cor. Sampson: Tocaste no sangue com a ferida!?

Roger Smith: Não meu comandante!

T. Cor. Sampson: Nem te atrevas a tocar-lhes! Ouçam minhas cabeças ocas, isto é como a SIDA!!!! Basta uma ferida e material contaminado... Estão perdidos! Terei de vos matar... na hora!


O Comissário estava visivelmente irritado...

Comissário do Directório Sobral: Meu Tenente Coronel, não me obrigue a usar os meus poderes e destituir-lo agora mesmo! Não irá fazer isso...

T. Cor. Sampson: Vamos ver se nos entendemos Sobral...

CdD Sobral: Olhe os termos com que se dirige a mim, sou um superior seu...

T. Cor Sampson: Eu não queria por isto nestes termos, mas você está aqui por mera formalidade... Ainda não se apercebeu, ou a sua soberba é tão grande que lhe causa miopia... cerebral! *tom de ameaça* Veja isto...


Sampson passa a Sobral um ofício escrito pelo Director Meireles... Este dava-lhe plenos poderes escrutinários para agir, mesmo atropelando as directivas do Comissário. Sobral, sente-se ameaçado...

T. Cor. Sampson: Voçê não passa de um civil, que por acaso está com uma farda, para se dissolver no meio de nós. Mas essas estrelinhas parolas que usa nos seus punhos, dizem muito sobre o que voçê entende sobre a guerra. Não se atravesse no meu caminho, e na minha missão, sou bem pago para fazer isto, e não gosto de ter meu currículo manchado. Se continua com essa atitude arrogante comigo, passo-o para o outro mundo... E sabe, não preciso de grandes argumentos, basta dizer que foi morto em combate, ou que alguma destas coisas o comeu todo. Entendeu Sobral? A sua vida está nas minhas mãos, guarde o seu conhecimento de gabinete para si, que o de campo e de guerra... tenho-o eu!

No entanto, na localidade de Cabo Côvo, onde os liberais tinham assentado arraiais e quartel general, a ausência e falta de notícias das forças de Saraiva...

General Couceiro: O Saraiva... Já deu notícias...

Coronel Guimarães Sá: Não meu General...

General Couceiro: Supostamente era uma missão rápida, eu preciso daqueles caçadores...

Coronel Guimarães Sá: O Saraiva sabe bem como é... Tem a mania da glória.

General Couceiro: Quando ele me aparecer à frente... Vai aprender a usar, o rádio! Maldito... A sua sorte é eu não ter homens suficientes para ir no seu encalço, nem oficiais! Senão bem ia uns dias para a jaula para resfriar o seu narcisismo de pacotilha!

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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Britannia em Ter Dez 13, 2011 5:01 pm

O cenário dentro do castelo era algo que só podia ser considerado como psicadélico. A energia proveniente de um gerador térmico tinha regressado, e os computadores e luzes tinham voltado ao activo....os corredores brancos e metalizados estavam agora com largas manchas de sangue espalhadas pelas paredes, alguma da iluminação funcionava, outra estava danificada e piscavam, as portas automáticas abriam e fechavam sem sentido, e pelo altifalante só se ouvia um murmúrio constante e tenebroso.....dentro dos vários laboratórios os computadores mostravam ou o logótipo da Umbrella, ou um ecrã azul, a Internet tinha falhado, bem como as restantes comunicações.....alguns laboratórios estavam muitos limpos, como se não tivesse acontecido algo, outros estavam destroçados.....mas o mais estranho era a total ausência de cadáveres apesar de todo o sangue espalhado......

Era este o cenário com que os soldados em fuga se tinham deparado.......mas havia algo que lhes estava a fazer confusão....um elevador aberto e funcional que parecia conduzir ás catacumbas do castelo.....o que poderia lá haver?


Fora do castelo o líder das forças da Umbrella prepara-se ele próprio para entrar no castelo assim que o grupo especial de elite chegasse. Tinha a missão de garantir a recolha de todo o material de pesquisa que pudesse. Mas não disse este facto a Sampson, apesar de tudo não pertenciam à mesma cadeia de comando. Agora era esperar que as forças negras dentro do castelo acabassem com os intrusos, e a Umbrella trataria do resto.....inclusive a destruição do castelo por meio de explosivos, o passo de limpeza final.
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Re: O lado negro das Flores

Mensagem  Portugal em Ter Dez 13, 2011 7:20 pm

Sampson convoca cerca de 10 homens seus. Sua missão, simples, abrir uma vala comum, atirar para lá os corpos, regar-los com gasolina e cremar-los. Assim ficariam irreconhecíveis, e em caso de bronca... Os neo-realistas levariam com a culpa toda e o caso prescrevia.

Passado um pouco comunica com o grupo da Umbrella...


Sampson: Daqui Chacal... Estaremos prestes a invadir o espaço alvo. Devido ao nosso desconhecimento da área, cercaremos o local, formando um perímetro de segurança e de socorro para vós. Podeis entrar, o "Jerry Mouse" (Saraiva) está na toca com os ratinhos...

Os Guardas Nacionais, pródigos em estupidez e falta de método, entram no castelo que nem loucos e fecham imediatamente os portões, atirando toda a entolheira que encontravam junto á porta para ela. Nem deram fé de onde estavam, até que Saraiva começa a olhar... A sua cara e um misto de gosto e raiva...

Coronel Saraiva: Eu sabia! Eu sabia... Eram voçês seus malditos! Estais tramados, eu que arranje uma porcaria de um rádio e chame Lisboa que ireis ver!

Major Oliveira: Mas Sr... Isto são terrenos da Companhia das Índias! Isto tem adjudicação pública como as Lazírias do Ribatejo! Se ele estão aqui... A Companhia das Índias autorizou-os!

Coronel Saraiva: Sim... Eu já suspeitava da promiscuidade das relações... Eles não têm tanta tecnologia para aquela data de invenções transgénicas deles! Só poderiam ter um parceiro... E este é... A UMBRELLA!!!!!!!!!!!!


Os soldados da Guarda Nacional, imprudentes como sempre, começam a farejar o Castelo... Procuram ter acesso ás torres. Os Caçadores por seu turno, querem fazer um perímetro de segurança...

Soldado Caç. Esteves: Meu Coronel... Aquele elevador parece levar a uma espécie de Bunker... Deveremos inspeccionar o local?

Coronel Saraiva: Claro!

Major Oliveira: Meu Coronel... Isso é imprudente, perdemos quase 40% dos efectivos, e fomos forçados a abandonar os feridos à sua sorte! Eu protesto!

Coronel Saraiva: Indeferido, quem manda sou eu... Soldado, leve a sua companhia e explore o local... Recolha provas como poderem. O seu Tenente?

Tenente Sebastião Bastos: Meu Coronel! *continência*

Coronel Saraiva: Lá em baixo, o comando é seu... Suas instruções são, recolher provas sobre as actividades da Umbrella, deter membros da Umbrella... E arranjar uma porcaria de um aparelho de comunicação por satélite!

Tenente Bastos: Sim meu Coronel!


Os caçadores fazem fila e começam a usar o elevador, seriam cerca de 100 homens a explorar o local. Na superficie, os 223 homens que restavam do 1º Batalhão Nacional de Nampula começam a formar um dispositivo de segurança. A defesa do castelo é visível, começam a montar metralhadoras... Sampson observa tudo...

T. Cor. Sampson: Relvas, daqui Chacal... Ratinhos (Guarda Nacional) formaram um perímetro de segurança, mas ainda estão a explorar o edifício. Atendendo á sua quantidade... Nenhum deles entrou na colmeia. Não observamos ainda nenhuma ratazana (caçadores). Não sabemos de seu paradeiro, talvez tenham feito uma manobra de diversão para tentar auxilio, ou então tenham entrado na colmeia... Sugerimos que desdobrem forças para procurar pelas ratazanas. Os ratinhos se quiser tratamos nós.

Ouvem-se tiros no rádio... E um riso sádico, e vozes em inglês e neerlandês... O sotaque britânico era bem americano...

Sargento Mor Charles Bush: Yeahhhh Olhe para isto patrão... Uma besta bem amordaçadinha e destrinçada... Isto dava comida pos cães do meu pai lá no rancho dele!

T. Cor. Sampson: Cuidado com os fluídos corporais dessa porcaria seu idiota! Tás ferido?

Sargento Mor Bush: Nem um arranhão para vista...

T. Cor Sampson: Relvas... Daqui Chacal mais uma vez... Besta grande (monstro) abatida. Pedimos instruções quanto ao destino a dar ao cadáver...


Vira-se para Bush...

T. Cor. Sampson: Meu Yankee maluco... Como mataste isso?

Sargento Mor Bush: Como meu pai mataria um bisonte! Com balas de nitroglicerina! Hahahahaha

T. Cor Sampson: Tu... Quebraste o regulamento!?

Sargento Mor Bush: Então não disse que aqui era o vale tudo? Tenho o carregador cheio de balas de Nitroglicirina! Hahahaha Estas Garand portuguesas são um mimo para se usar e abusar...

T. Cor Sampson: Bush... Pega em 10 homens á tua escolha, faz um raide no máximo de 5 km em caça desses bichos aí... Eles que não vão ter com os populares...




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