A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

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A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Brasil em Seg Abr 30, 2012 11:00 pm

Após o Ultimatum que o Imperador Brasileiro deu ao governo Baiano, as tropas Brasileiras se posicionaram ao longo da fronteira com a Bahia.
As tropas brasileiras, paulistas e lusitanas que estavam sob comando do Oberkomando das Forças Armadas do Brasil e da Coroa de Sua Majestade, foram todas remanejadas para a fronteira norte.

O Governo do Estado-Livre de São Paulo, aonde eram negociadas as ações das estatais baianas e também, no BANESPA, aonde estavam depositadas os bens da Família Imperial Baiana, foram congeladas até segunda ordem pela Comissão de Valores Mobiliários de São Paulo (CVM-SP) em conjunto com a Secretaria Imperial da Fazenda e do Planejamento e com o Banco Central do Brasil (BACEN) que regula, fiscaliza e legisla sobre as transações financeiras em território brasileiro. As Igrejas Protestantes de origem Baiana também tiveram seus bens confiscados, estas por fazerem parte do maquinário estatal baiano.

A Secretaria Imperial de Comércio, Indústria e Abastecimento do Império Brasileiro, conjuntamente com o Ministério do Comércio, Indústria e Abastecimento de São Paulo, confiscaram todas as cargas oriundas do Império da Bahia - perecíveis ou não - em território brasileiro.

O Primeiro-Ministro Umberto Matarazzo, ordenou também a interrupção imediata da transmissão de energia elétrica ao Império Baiano, sendo que a Bahia tem uma matriz energética deficitária e dependente da energia nacional brasileira, que é oriunda majoritariamente de Itaipú e da Usina Nuclear de Angra dos Reis.

A 00h00m, as tropas do I Comando Militar, lotadas no Rio de Janeiro conjuntamente com o I Comando Naval, também lotado no Rio de Janeiro, interrompeu as comunicações do Sul Baiano com o resto da Bahia.

É o início da Unificação Brasileira, conforme tanto esperavam os Brasileiros deste o golpe militar de 31 de Março de 1964, que as autoridades baiana tanto veneravam por representarem a vanguarda do atraso, a vanguarda da corrupção e a vanguarda da imoralidade. Resta agora, aos irmãos brasileiros do sul, livrarem seus irmãos do norte desta nefasta ditadura, antes militar e agora teocrática, resta ao Brasil retirar as amarras do pobre e sofrido povo baiano, eis o presente de 1º de Maio do Brasil à Bahia.
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Bahia em Seg Abr 30, 2012 11:28 pm

O Imperador reuni o Comando das Forças Armadas Imperiais, os Bispos evangélicos de todo o país e uma grande multidão no Dique do Tororó e discursa para os presentes

Vemos agora a Tirania dos Estados Unidos do Brasil que desrespeitando o nosso país ousou interferir na nossa política interna! Não podemos tolerar que infieis nos digam o que fazer, é necessário tomarmos uma posição radical para fazer com que a supremacia baiana na América do Sul seja preservada!

Estes paulistas reclamam das leis existentes em nosso território por causa da vontade da maioria do nosso povo! Reclamam por que querem que a imoralidade reine neste lugar!

Atentai bem, é hora de se necessário for sacrificarmos nossas vidas pelo nosso ideal, vamos queridos irmãos, vamos que a vitória é nossa em nome de Jesus!

[b]350 mil soldados são colocados ao longo da fronteira 3 aviões pulverizam agente laranja nos rios da área de fronteira com a Bahia.



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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Brasil em Seg Abr 30, 2012 11:29 pm

OOC: Agente Laranja? É Simples! Não vou reconhecer esta postagem, é ridícula.

O II Comando Aeronáutico em conjunto com o I Comando Aeronáutico formam uma força tarefa conjunta para blindarem a fronteira aérea brasileira. O Destacamento Especial da Força Aerea Brasileira, reuniu 10 homens mais corajosos de seu destacamento, os chamados "bandeirantes do ar", e iniciaram a "Operação Maré Alta", que jogará 20ton de explosivos sobre as represas, açudes e barragens no Rio São Francisco, na fronteira Bahia - Brasil. Sendo que o Rio São Francisco, é o único rio no Norte-Nordeste Brasileiro represável e que representa grande parcela da matriz energética baiana.


Destruição de uma das Barragens do Rio São Francisco pela Força Aérea Brasileira


Última edição por Brasil em Ter Maio 01, 2012 2:14 pm, editado 2 vez(es)
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Bahia em Seg Abr 30, 2012 11:30 pm

Brasil escreveu:OOC: Agente Laranja? É Simples! Não vou reconhecer esta postagem, é ridícula.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Agente_laranja
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Bahia em Seg Abr 30, 2012 11:45 pm

As tropas baianas se empenham na construção de um muro na região de fronteira. Por determinação do Governo ninguém está autorizado a abandonar o país. Paulistas e Brasileiros não evangélicos residentes na Bahia tem prisão decretada sob a acusação de Apostasia!

54 mil soldados marcham rumo ao Goiás visando a conquista do território.
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Brasil em Seg Abr 30, 2012 11:54 pm

Enquanto nos Estados Unidos do Brasil e no Estado Livre de São Paulo, os baianos permanecem livres. Milhares de folhetos são jogados sobre as principais cidades da Bahia com os dizeres: Enquanto a ditadura de Bertochi, prende nossos irmãos por não serem evangélicos, todos os baianos que vivem no Brasil estão livres e continuam vivendo normalmente. Baiano! Levante-se! A Ditadura de Bertochi está no fim! Liberdade pro Povo!

O III Comando Militar do Brasil, responsável pela região centro-oeste do Brasil (Goiás e Mato Grosso) convoca a todos os reservistas, no total 7 milhões de soldados são recrutados e armados. Em Goiás, o governador Marconi Perillo, transfere oficialmente ao Oberkommando das Forças Armadas, o comando do efetivo da Polícia Militar de Goiás, os 25 mil soldados e oficiais da PMGO. Inicia-se em Goiás, a Operação Anhangüera. A Ordem é para executar todo soldado baiano pela frente, se rendendo ou não.


Governador Marconi Perillo, de Goiás e o Comandante do III Comando Militar do Brasil, o Comando Militar do Centro-Oeste

Hackers do Exército Brasileiro, do Departamento de Guerra Cibernética, invadem o sistema bancário baiano, causando danos a economia baiana. Enquanto no Brasil, todo o sistema nacional financeiro e o sistema energético foram transferidos para o modo manual, além de isolarem seu contato de rede. O Exército Brasileiro, toma pleno controle do Sistema Elétrico Nacional Brasileiro, em Campinas, São Paulo, e pelo sistema elétrico baiano ser totalmente ligado ao sistema elétrico brasileiro, envia uma ordem de sobrecarga elétrica para as usinas elétricas da Bahia, causando pane em todo o sistema elétrico baiano. Logo em seguida, desliga o chamado "Corredor Leste-Oeste", que integra o sistema baiano ao sistema elétrico brasileiro.


Última edição por Brasil em Ter Maio 01, 2012 2:12 pm, editado 1 vez(es)
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Bahia em Ter Maio 01, 2012 12:51 am

[b]Especialistas baianos resolvem o problema do sistema econômico em 3 dias, passam os controles para o modo manual, o sistema elétrico demora 20 dias para ser resolvido, a reativação das usinas termoelétricas Feira de Santana I e II, Camaçari I, II e III garantem o reabastecimento na Província 2 de Julho, nos demais condados são reativadas indústrias termoelétricas desativadas na época do Plano Nacional de Preservação Ambiental PNPA...

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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Brasil em Ter Maio 01, 2012 1:32 pm


Mapa da Região Metropolitana de Salvador

O I Comando Naval da Marinha Brasileira, lotado no Rio de Janeiro, envia a I e a II Esquadra para a região da Baía de Todos os Santos. 500 fuzileiros navais brasileiros, tomam sem muita dor de cabeça a Ilha de Itaparica. Submarinos convencionais brasileiros adentram a Baía de Todos os Santos e levam a pique todos os navios que veem pela frente. Mas cumprindo com as convenções internacionais que os Estados Unidos do Brasil é signatário, socorre a todos os sobreviventes e levam-os para a Ilha de Itaparica.

Contra-Torpedeiros da Marinha e a Aviação Naval, começam a bombardear incessantemente a cidade de Salvador, seus fortes e a Cidade e Polo Industrial de Camaçari. Agentes Baianos do Serviço Reservado, recebem instruções, armas e treinamento militar para começar a Primavera Baiana.


Marinha Brasileira isolando a Baía de Todos os Santos e bombardeando a Região Metropolitana de Salvador

O Exército Brasileiro, desembarcou no sul da Ilha de Itaparica e cortou as comunicações com a ilha. Primeiro implodindo a única ponte que dava acesso, depois os portos e por último a tomada de assalto à Prefeitura de Itaparica e à Prefeitura de Vera Cruz. Não houve muita resistência por parte da população, pois esta achava que os soldados brasileiros queriam converter-lhes, depois que o comandante de cada destacamento, de cada operação, esclarecesse o que está acontecendo, que esse movimento é pera unir os irmãos brasileiros do norte e do sul e acabar com o Bertochismo. Após a missão de pacificação da Ilha de Itaparica, o Exército instalou diversas baterias nos principais pontos da Ilha, e para também, bombardear os edifícios públicos de Salvador.


Artilharia Brasileira detonando os Fortes da Era Colonial de Salvador, partindo da Ilha de Itamaracá

Já no Extremo-Sul da Bahia, a chamada Mesoregião de Porto Seguro fora totalmente assimilada aos Estados de Minas Gerais e Espirito Santo, estando sob intervenção militar, pela invasão ter sido surpresa, não houveram grandes problemas com civis. Conflito só houve em Porto Seguro e em Teixeira de Freitas pelo mesmo motivo de Itamaracá.


Última edição por Brasil em Ter Maio 01, 2012 4:59 pm, editado 1 vez(es)
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Athaulphia em Ter Maio 01, 2012 3:43 pm

O inesperado começo das hostilidades entre os dois Brasís colhe aos políticos e os mídia athaúlphicos de sorpresa. Todo o mundo estava pendente da Europa, e o pessoal não se importava da América do Sul, pois os contínuos pequenos enfrontamentos na fronteira de Burgolávia, a inestabilidade endémica de São Paulo e as mil doidices do governo baiano já eram um bocado aborrecedoras, depois de tanto tempo sempre na mesma.

Em Athaulphia o pessoal andava um bocado perdido e ninguém sabia muito bem a quém apoiar. Teóricamente as maiores simpatias seriam para os do Sul: o regime no Norte levaba anos chateando com o seu particular jeito de gerir a sua diplomácia e a sua obsessão por controlar o que o pessoal faz com o que têm entre as pernas. Até os sectores ultraconservadores athaúlphicos que compartilhavam a fóbia pelos homossexuais não tinham boa opinião do governo baiano, nomeadamente por motivos religiosos: os conservadores athaúlphicos são teimosamente católicos, apostólicos e romanos, e não gostam dos "cismáticos" pentecostalistas do Brasil e a sua igreja.

Contudo, o imperador Brunella do Sul também não tinha boa imagem para o governo athaúlphico: a atitude do Chanceler Miranda e os seus Conselheiros cara ao governo paulista era muito fria, pela sua dependência de Lisboa e pelas suas provocações na fronteira burgolava (que apenas procuravam um inimigo externo para reforçar o seu próprio governo perante os problemas internos). Além disso, apessar de que o régime de Bertochi não fosse precisamente o seu favorito entre todos os do mundo, o régime de Brunella tinha agido como agressor e tinha começado a guerra pelo seu benefício. Aliás, o governo de Athaulphia aínda lembrava as atitudes dos dois Brasís na Sociedade das Nações e considerava que nenhum deles merecia apoio nenhum.

Fóra do Governo, os sectores mais à esquerda tinham aínda maior antipatia pelo imperador Brunella, e consideravam esta guerra como uma de "maus contra piores". Apenas os sectores da dereita simpatizavam abertamente com a causa paulista e expresávam-no públicamente. Mas a nível oficial, ainda não havia nenhuma posição oficial.

Brasil escreveu:Submarinos convencionais brasileiros adentram a Baía de Todos os Santos e levam a pique todos os navios que veem pela frente.
OOC: tenham coidado não fazerem double-post, já conhecem as normas do RP.

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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Brasil em Ter Maio 01, 2012 4:50 pm

OOC: O Conflito com Burgolávia começou desde o início, quando Burgolávia dizia que tinha medo que o meu pais que tinha acabado de nascer, a Federação de São Paulo fosse como um tal de "Cruz de Cristo", e começou com a militarização da fronteira, o resto já conhecemos. Eu pretendia anexar a Bahia porque o Bertochi sumiu há meses, mas quando eu publiquei o Ultimatum, ele resolveu "ressurgir" das cinzas! Ah! E a situação com São Paulo está resolvida, São Paulo virou um estado-nacional soberano mas com "união pessoal" com o Brasil, por meio da Coroa do Imperador. Sendo que o Brasil é uma Monarquia Confessional e Católica Apostólica, enquanto São Paulo é um estado laico, parecendo mais uma mistura de Amsterdã com Paris, socialmente e culturalmente.

E há meses o enfrentamento com Burgolávia havia se resolvido com a visita (até agora não respondida) do Primeiro-ministro Matarazzo à Burgolávia.
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Britannia em Ter Maio 01, 2012 6:20 pm

occ: Chego aqui e já há guerra? Awesome cheers

Desde há muito tempo que o regime Bahiano não tinha boa imagem no Império. Derrubar o regime Bahiano parecia boa ideia aos Liberais, que pretendiam ver uma monarquia Brasileira unida, ou então duas monarquias relativamente modernas e com regimes razoáveis. O grande problema estava, no entanto, largamente no facto que, devido à questão na Europa (occ: Temos mesmo que definir como é que vai ficar o RP, se Centric existe, se não, se metemos o limite de tempo, é importante), a maioria das forças Britanicas estão preparadas para um ataque ao Norte, não ao Sul.

A RAF entretanto concentra unidades na Florida, principalmente bombardeiros de longo alcance. A Marinha começa a reunir uma força de acção, mas está privada de um Porta-Aviões por algum tempo, razão pelo qual o governo Espanhol é contactado para permitir o acesso de caças da RAF nas suas colónias sul-americanas. O Império não está bem preparado para a guerra. A mobilização de recursos levaria pouco tempo, mas o governo parece estar pouco disposto a intervir, os reforços são identificados como simples medidas de defesa.

Os elementos mais militaristas ficam desapontados quando o PM decide "ver se os Brasileiros conseguem tratar do assunto sozinhos". É autorizado um programa de "lend-lease" em que os Brasileiros são secretamente notificados que estão autorizados a:
1 - Requisitar armamento nos arsenais principais e de reserva Britânicos, bem como munições.
2 - Contratar firmas Britânicas para firmar contratos de fornecimento de equipamento, sem necessidade de autorização do governo.
3 - Pedir informações de satélites de espionagem Britânicos, ou dos seus serviços secretos.

Com estas medidas era esperado que o Brasil conseguisse derrotar Bahia no campo de batalha, acabando por fim com o regime Bahiano, mas entretanto o governo vai seguindo as noticias, procurando manter-se oficialmente neutro aos olhos do mundo.
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  URS em Ter Maio 01, 2012 8:51 pm

ooc: guerra em vésperas de reset?
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Athaulphia em Qua Maio 02, 2012 6:26 am

URS escreveu:ooc: guerra em vésperas de reset?
OOC: para nos entretemos enquanto não se completa o reset. Aliás, sempre se pode tratar de "migrar" isto para o novo RP.

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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Bahia em Qua Maio 02, 2012 11:02 am

A retomada da Ilha de Itaparica acontece sem menores problemas, 45 mil paraquedistas invadem a ilha, após o intenso bombardeio dos 48 B52

Os submarinos baianos atingem os submarinos paulistas em cheio, fazendo-os recuar para o Espírito Santo

Na região de São Mateus

Enquanto isso nas unidades prisionais onde estavam detidos os civis paulistas a ordem era uma só, executar em sigilo todos os que não tivessem em condições para o trabalho agrícola.
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Brasil em Qua Maio 02, 2012 12:11 pm

Bahia escreveu:A retomada da Ilha de Itaparica acontece sem menores problemas, 45 mil paraquedistas invadem a ilha, após o intenso bombardeio dos 48 B52
Os submarinos baianos atingem os submarinos paulistas em cheio, fazendo-os recuar para o Espírito SantoNa região de São Mateus
Enquanto isso nas unidades prisionais onde estavam detidos os civis paulistas a ordem era uma só, executar em sigilo todos os que não tivessem em condições para o trabalho agrícola. E como você contra-torpedeou meus submarinos

OOC: Bertochi, ou você faz uma postagem decente, falando de onde vem, para onde vai, uma postagem verossímil ou senão você abandona logo a Bahia, como você fez nos últimos cinco meses que é melhor do que continuar a ser tosco do jeito que está sendo. Vai ser bem melhor, do que brincar de Divino Espirito Santo e fazendo as coisas brotarem do meio do nada. Como você me transporta 45 MIL paraquedistas da noite pro dia, sem nem mais e nem menos, com uma bateria anti-aérea instalada, com duas esquadras navais e duas esquadras aéreas na região e SEM O MENOR PROBLEMA!!!! Nem na 2a Guerra Mundial conseguiram essa proeza, durante o desembarque na Normandia. E outra como você recupera a infraestrutura energética de um país de dimensão continental também da noite pro dia?! Eu recomendaria a você, seriamente, a fazer um RP mínimamente sério ao menos uma vez na vida. Razz
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Portugal em Sab Maio 05, 2012 12:03 pm

Lisboa é apanhada de surpresa na contenda. Os Neo-Setembristas estão numa encrenca medonha... Atentavam contra o Imperador Brasileiro tentando implementar a Republica de novo no Brasil. Contudo, o Senador republicano que estava encarregue de lidar o golpe, suicidou-se e mais ninguém sabia do caso tirando as cúpulas do poder Neo-Setembrista. Como mestres da intriga, e do "show", era um bom momento para uma manobra. É sabido, quer dos Integralistas quer dos Neo-Setembristas que nenhum deles gosta da Bahia, há uma vontade generalizada de unificação do Brasil, até por conveniência territorial. A Bahia estreitava relações com os neo-nazis Centricos, e isso poderia significar uma ameaça directa à Nova Colômbia e Guiana.

No entretanto, ninguém dos Neo-Setembristas gosta de Brunella, pois consideram-no "um fraco" e bastante conotado com os Integralistas, apesar de nos últimos estágios da "Nova Revolução de Setembro" (Pronunciamento do Pilar", ter dado apoio aos revoltosos liberais para restaurar o Liberalismo.

No entanto, as Cortes já estão reunidas para dar parecer sobre a guerra, e instruir o Rei sobre a melhor posição a tomar, visto que El Rei é o único com o poder para declarar guerra. Já se fala na nomeação de um Comandante em Chefe, que será naturalmente Carmona, isto é se ele aceitar, pois as suas ligações ao Integralismo são por demais evidentes.

Enquanto isso, Portugal vê-se privado dos seus melhores estrategas. Ávila está preso e poderá vir a ser sentenciado à morte mediante fuzilamento, debaixo da acusação de alta traição, crime de Lesa-Majestade e Lesa-Pátria. Crimes que no Direito Marcial dão pena de morte. Apenas um perdão de El Rei o pode safar, mediante uma amnistia.

Contudo, os Neo-Setembristas sabem do seu valor enquanto militares, mas porém restaurar-lhes as funções seria por a pairar o fantasma da contra-revolução no Ar, e o risco da restauração do Integralismo de novo. Portugal Continental é em larga maioria Integralista, e o fenómeno Neo-Setembrista é essencialmente urbano, e circunscrito ao Porto, Aveiro, Coimbra, e algumas partes do Minho como Braga. Isto pode significar uma guerra civil de porporções épicas, que poderá inclusive degenerar numa Guerra Mundial. A Grã-Bretanha liberta recentemente da "Meredithocracia", ainda treme quando se fala em conservadores, portanto tirando o Exército, e as forças leais em Espanha a Santa Anna, poucas hipóteses o regime tem de sobreviver.

Corte Real, no seu ver, instiga à guerra, como forma de forçar a implementação do Liberalismo radical no Brasil. Insinua às Cortes que o consultam, que "criando um Brasil liberal, forte e centralizado como nos tempos do 1º Império Brasileiro, é garante da salvaguarda da Constituição, e que ela prevalecerá soberana!"

De momento, as unidades militares portuguesas nas bases, nomeadamente os "Regimentos Provisórios", solução integralista criada para criar o terror junto da Burgulávia, vêm um retrocesso na sua dissolução. Os que ainda estavam no activo, à espera de dissolução, recebem imediatamente nova estrutura de comando.

Madrid não se pronuncia, e declara neutralidade.

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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Brasil em Sab Maio 05, 2012 9:03 pm

O Oberkommando das Forças Armadas do Brasil resolve nomear os comandantes dos front de batalha, deixando mais direta a cadeia de comando das Forças Armadas.

ESTADOS UNIDOS DO BRASIL
PODER EXECUTIVO IMPERIAL
SECRETARIA IMPERIAL DA GUERRA
GABINETE MILITAR IMPERIAL (OBERKOMMANDO)


PORTARIA DE GUERRA S/N



O Eximo. Sr. Secretário Imperial de Estado da Guerra e Alto Comandante do Gabinete Militar, Celso Amorim, por suas prerrogativas que lhe foram conferidas pelo Congresso Nacional, por SMIR. o Imperador do Brasil e pela Sagrada Constituição Federal DECIDE:

1º - Eleva o "Comando Extraordinário da Operação Redemptora" para a condição de "Estado-Maior Geral de Guerra", substituindo a atual estrutura administrativa dever-se-à sede ser no Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, SP.

2º - Nomeia para os seguintes postos:
a) Comandante-Chefe do Estado-Maior de Guerra: Marechal Renato de Piratininga, Príncipe Imperial;
b) Chefe do Estado-Maior do Exército: Marechal Augusto Heleno;
c) Chefe do Estado-Maior da Força Aérea: Marechal-do-Ar Gilberto Sato;
d) Chefe do Estado-Maior da Marinha de Guerra: Almirante Francesco Guarnieri;
e) Chefe do Estado-Maior do Serviço de Inteligência: Coronel Georges Youssef.

3º - Ficará o Estado-Maior Geral de Guerra, com o controle absoluto sobre todas as forças militares, de segurança ou inteligência que estiverem em solo nacional, conforme versa, regula e legisla a Constituição Federal.
Parágrafo Único: Salvo os casos que obtiverem autorização do Congresso Nacional Brasileiro e de SMIR. O Imperador do Brasil.

4º - Esta portaria entra em vigor IMEDIATAMENTE após sua publicação.


CUMPRA-SE


UMBERTO MATARAZZO, PM
CELSO AMORIM, OBK
Bruno de Santa Maria, Marechal, EME
Antônio Marques Lisboa Tataraneto, EMA
Alberto Santos Dumont Neto, EMFA
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Brasil em Sab Maio 05, 2012 10:07 pm


Mapa do Teatro de Operação

Para conquistar a vitória, o Governo Imperial e o Conselho de Ministros, anunciaram à público uma minuta alterando a dinâmica da produção brasileira de "economia de mercado" para "economia de guerra", a medida contou com apoio de sindicatos, sindicatos patronais e do Conselho Nacional de Indústria.

A Marinha Brasileira, contra-ataca a reação baiana. O Foco da Esquadra Naval e da Esquadra Aérea Brasileira é acabar com os aviões baianos, que sabe lá deus, como conseguiram passar na barreira imposta pelas forças armadas brasileiras. Após seis horas de batalha, 45, de 48 B52 baianos são abatidos, fazendo com que muitos dos paraquedistas baianos não conseguiram concluir com o pouso na Ilha de Itaparica.

De forma coordenada, os dois grupamentos de exército que haviam tomado no início da operação a região do extremo sul baiano e grandes cidades do interior como Jequié, Vitória da Conquista, Itabuna, Feira de Santana e Porto Seguro, agora sitiavam Salvador, após marcharem de forma coordenada, por quatro horas e meia. É a primeira vez que o conceito de "blitzkreig" é utilizado por um exército regular no continente Brasileiro.

O I Grupo de Guerra é composto por 570 mil soldados, já o II Grupo de Guerra, por 498 mil. O II Grupo de Guerra, entrou em Salvador pelo município de São Francisco do Conde, Candéias e Simões Filho, cidades pequenas da Região Metropolitana, fazendo um cerco à Salvador em sua divisa norte por terra e por ar. Enquanto isso, o I Grupo de Guerra, usou a Ilha de Itaparica como cabeça de ponte, desembarcando grande parte na Praia do Bairro do Comércio, no centro financeiro de Salvador.


Exército Brasileiro pelas ruas de Salvador

Após intensos combates, em cada esquina uma batalha, mas com apoio das esquadras navais e terrestres na Baia de Todos os Santos e no Litoral do Salvador e com a "Quinta Coluna Baiana", as tropas brasileiras, por Oeste (desde o Forte de Santo Antônio da Barra até o Bairro de Boa Viagem), por Norte (pelo cerco do II Grupo de Guerra, via Simões Filho e Lauro de Freitas) e por Leste (pelo desembarque em Pituaçu, na frente do Palácio Imperial da Bahia e pelo apoio das esquadras navais e aéreas das Forças Armadas Brasileiras) tomaram controle de toda a Região Metropolitana de Salvador. No total, houveram 500 baixas pelo lado brasileiro.

O General Enzo Peri, comandante das tropas terrestres brasileiras, na porta do Palácio Imperial de Salvador, com apoio de um megafone disse:
Gabriel Bertochi I, entregue-se ou iremos bombardear o seu palácio. Garantimos a você um laissez-passer, um salvo conduto, para sair da Bahia, é ordem expressa do Imperador Maximilien I. Já detemos o controle de 90% de Salvador, de todo o território Baiano! É sua última oportunidade.


General Peri e seus subordinados na porta do Palácio de Bertochi

Após isso, as tropas brasileiras cortaram todas as comunicações do palácio baiano. Já pela cidade, as tropas continuavam atrás dos ministros, secretários, bispos e apoiadores chave do governo de Bertochi. No Palácio Rio Branco, antiga sede do governo baiano em Salvador, a Bandeira da Bahia fora tirada do mastro principal e colocada como bandeira estadual, enquanto isso, a bandeira nacional brasileira, o pavilhão auriverde fora hasteado como bandeira nacional da Bahia. O primeiro a ser preso, é o general Nascimento, comandante das Forças Armadas Baiana.


General Nascimento, sendo interrogado pelas autoridades militares brasileiras no Quartel General provisório da Ilha de Itaparica

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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Portugal em Dom Maio 06, 2012 12:29 pm

A situação começa a aumentar de nível em Lisboa. A embaixada brasileira faz pressão junto do governo para ser declarara guerra à Bahia, e vozes dentro do Partido Liberal evocam que é "necessária a libertação do povo brasileiro dependente de um tirano teocrata". Há quem queira transformar esta guerra numa "guerra romântica", a questão é que Corte Real é bem mais frio e pensa nas consequências.

Uma noite dirige-se a Peniche, ao forte, onde está preso Ávila. Ávila era de longe o melhor estratega português, conseguiu fazer as linhas de fortificação mais complexas de toda a América do Sul em poucos meses, intimidou os burgulavos, e ainda teve o prodígio de no meio da crise generalizada nas Flores de invadir Timor e causar o terror generalizado na ilha. Mas... Era integralista, e dos fanáticos...

A conversa durou horas, ambos os lados foram ríspidos, acusaram-se mutuamente. Ávila recusava falar com "traidores à pátria", e Corte Real chamava-o constantemente de "covarde e lunático".

Ao fim de umas horas de conversa rígida, teve de vir El Rei em pessoa ao forte de Peniche. Ávila cismou que só aceitava ordens de El Rei, posto isso depois de uma conversa mais calma com o teológico D. Afonso VIII foi-lhe concedido um perdão régio, sendo amnistiado, e os seus títulos, honras e cargos restaurados, mas com um aviso, qualquer pronunciamento militar, tentativa de golpe de Estado seria condenado à morte por fuzilamento.

Ávila regressa então a Lisboa, e aí embarca para o Brasil. Contudo não iria de livre vontade, o governo neo-setembrista reformulou o "Comissariado Régio", para o "Comissariado Político". A figura do Comissário Régio estava extinta, e agora só existia o "Comissário Político", não debaixo da autoridade do Rei... Mas debaixo da autoridade do Soberano Congresso!

E assim foi Ávila de novo para o Brasil, mas com Alves Brito como Comissário Político com poderes para vetar as suas decisões.

Alves Brito é um dos deputados eleitos de Moçambique. Não é militar, mas apresenta-se ao serviço com uma farda da Guarda Nacional de Lourenço Marques, com um crachá do "Comissariado Político". Tem a patente de Cabo, mas como tem mandato do Soberano Congresso, isso dá-lhe poderes extraordinários. E para todos os efeitos é um civil, logo não é abrangido por jurisdição militar.

Quando chegados ao Brasil, os militares lá, na sua maioria Integralistas, ao verem um individuo com a farda da Guarda Nacional (força para-militar altamente conotada com o Neo-Setembrismo) foi motivo de azia generalizada...

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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Brasil em Dom Maio 06, 2012 11:02 pm

OOC: Passados 5 dias sem uma resposta da Bahia, eu vou tomar o seguinte posicionamento desde já aviso a todos: Para não engessar o RP, vou reconhecer isso como um abandono de jogo e por tal, vitória. Apenas para não ficar algo desagradável, mesmo sem resposta vou prosseguir com o RP com provaveis contrarreações baianas, de forma verossímil. Se o Bertochi não reaparecer dentro de 24 horas essa postagem, vou prosseguir com o que afirmei, irei tomar esta atitude e posição. Não dá mais para ter RP's engessados.
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Britannia em Qua Maio 09, 2012 9:48 am

Brasil escreveu:OOC: Passados 5 dias sem uma resposta da Bahia, eu vou tomar o seguinte posicionamento desde já aviso a todos: Para não engessar o RP, vou reconhecer isso como um abandono de jogo e por tal, vitória. Apenas para não ficar algo desagradável, mesmo sem resposta vou prosseguir com o RP com provaveis contrarreações baianas, de forma verossímil. Se o Bertochi não reaparecer dentro de 24 horas essa postagem, vou prosseguir com o que afirmei, irei tomar esta atitude e posição. Não dá mais para ter RP's engessados.

OCC: Podes fazer o que quiseres, quando fizermos o reset isto torna-se num exercício em futilidade. Dava jeito é que te pronunciasses sobre as mudanças que estamos a planear fazer para as coisas andarem para a frente.
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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

Mensagem  Portugal em Qua Maio 09, 2012 6:27 pm

OOC: Bem é uma pena :\

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Re: A Unificação do Brasil - A Primavera Baiana

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