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Mensagem  Athaulphia Sab Ago 30, 2008 2:52 pm

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Nova imagem corporativa do SNN

Na onda de mudanças que segue o país, a Sociedade Estatal de Rádio e Televisão de Athaulphia (SERTA) estreia nova imagem corporativa. O Serviço Nacional de Notícias, como agência da SERTA, também adotou um novo logo, que já se pode ver através de nosso canal internacional.O SNN continuará sendo a janela de Athaulphia, oferecendo ao mundo não só uma visão do país, senão também de como se vê o mundo desde Athaulphia. Na nova temporada se incorporará uma maior pluralidade, através da revista de imprensa, que oferecerá os diferentes pontos de vista e os melhores artigos dos meios athaúlphicos, tanto de imprensa como de rádio e televisão.


Aprovada a nova Constituição, nasce a V República

Com um respaldo de um 70% dos eleitores, foi aprovada em referendum a nova Constituição de Athaulphia, a sexta da história do país, que dá origem à que será a V República. Os resultados globais do referendum são os seguintes:

Censo Eleitoral: 14.895.048
Votos emitidos: 8.759.548
Participação: 58,81 %
Votos nulos: 77.216 - 0,88 %
Votos válidos: 8.682.332
Votos a favor: 6.081.658 - 70,05 %
Votos na contra: 2.217.875 - 25,54 %
Votos em alvo: 382.799 - 4,41 %
Uma vez aprovada, de acordo com as previsões de suas disposições transitórias, o Presidente Vázquez mantém a Presidência da República e assume de maneira provisória a chefatura do governo, até que se eleja uma nova Xunta que eleja ao Chanceler. Espera-se uma iminente convocação de eleições, das que sairá o próximo governo, o primeiro da V República de Athaulphia.

Reações ao resultado do referendum

Os partidos que pediram o “si” na campanha celebraram por tudo o alto a aprovação. Adolfo Miranda, do Partido Democrático Socialista, declarou que “hoje começa a Athaulphia do século XXI, um país à vanguarda da democracia e a liberdade e preparado para enfrentar todos os reptos que se lhe propõem”. Rodrigo Muñiz, da União Democrata Centrista, felicitou “a toda Athaulphia pelo grande passo que deu em direção à estabilidade, a modernidade e a democracia avançada”. Henrique Díaz, da coligação esquerdista “Alternativa”, celebrou também a vitória, que considerou como “um triunfo das forças progressistas frente às rémoras reaccionárias do autoritarismo”.

No campo oposto, os porta-vozes de Ação Patriótica Popular, que pediam o “não”, assinalaram a escassa participação (com respeito à habitual) para destacar que “menos da metade dos athaúlphicos respaldou esta mudança de regime”, em palavras da porta-voz Rosa Moure. APP se opunha em sua totalidade à nova Constituição, recusando o projeto e advogando pela continuidade da Constituição de 1996 sem mudanças. Segundo o líder de APP, o ex-Presidente Manuel Nazario, esta Constituição “mete a Athaulphia no caminho da desordem social, a tiranía, a ruptura da unidade do país, o fim da família e a ruína econômica. Que Deus proteja a nossa pátria do que se lhe vem em cima”.

Dossier: conteúdo da nova Constituição

A nova Constituição está composta por um Preâmbulo, 200 artigos agrupados em 50 capítulos e dez Títulos, e 12 disposições adicionais e transitórias para sua entrada em vigor. A maioria de seu articulado e do preâmbulo recolhe em parte os textos das constituições anteriores de 1996 e 1946, com algumas adições e reformas. O conteúdo básico da Constituição e as principais novidades se recolhem a seguir:

TÍTULO I: PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

Define-se o Estado Athaúlphico, seus princípios básicos (liberdade, igualdade, democracia, justiça, descentralização, solidariedade social e territorial…), seus símbolos, seu território, a nacionalidade e a cidadania. Athaulphia fica definida como “um estado social e democrático de direito, que adota a forma de república parlamentar”.

TÍTULO II: DIREITOS E DEVERES FUNDAMENTAIS

Se adicionaram e completaram alguns direitos, de acordo com as novas possibilidades da tecnologia:

- Se incluiu de maneira expressa a proteção do patrimônio genético, a proibição da clonagem humana reprodutiva ou a proteção do segredo das comunicações eletrônicas, além das postais e as telefônicas.

- Se reforçou o reconhecimento da igualdade, incluindo uma menção expressa ao direito das mulheres a perceber igual salário por igual trabalho.

TÍTULO III: ELEIÇÕES E PARTICIPAÇÃO CIDADÃ

É a parte mais inovadora da nova Constituição:

- Toda a administração eleitoral, incluída a gestão logística, as recontagens e os registos de votantes, passarão a depender de um novo Alto Tribunal Eleitoral, deixando de depender da Conselheria de Governação como até agora. Este novo poder estará sob a jurisdição do Tribunal Supremo da República e será totalmente independente do Governo e os demais poderes (que só participarão como observadores em suas tarefas). Com isto pretendem evitar-se problemas como os sucedidos faz um ano, com a polêmica da recontagem e a custódia das atas eleitorais, que puseram em dúvida a transparência e limpeza da administração eleitoral athaúlphica.

- Se prevêem amplas possibilidades para a participação dos cidadãos, através das iniciativas populares legislativas, que poderão propor projetos à Xunta (ainda que sua aprovação sempre dependerá do Legislativo ou de um referendum, segundo os casos). Ademais a iniciativa cidadã poderá pedir que uma lei seja submetida a referendum dos cidadãos afetados, ou também pedir um referendum para revogar a um cargo público eleito, se se reúne uma quantidade qualificada de assinaturas (entre o 10 e o 20% do eleitorado afetado, segundo os casos).

- Regula-se a figura do “Valedor do Povo” (“ombudsman”) eleito pelo Senado, como instância à que poderá ir qualquer cidadão para solicitar amparo ante possíveis abusos da administração ou recorrer leis ante o Tribunal Supremo.

TÍTULO IV: PODER MODERADOR

Os cargos de Chefe de Estado e Chefe de Governo estarão separados, como antes da Constituição de 1996:

- O Presidente da República, como Chefe do Estado, terá funções moderadoras, representativas e arbitrais, e será eleito por votação popular pelo sistema de voto transferível (na Constituição do 46 o elegia a Xunta) para um mandato de 7 anos, com uma só possível reeleição.

- Para ser candidato a Presidente, haverá que ser proposto ao menos pelo Presidente saínte, 25 deputados da Xunta Xeral, as Assembléias de 4 Comarcas ou por uma iniciativa popular. Ficam excluídos os militares, juízes e religiosos em ativo.

TÍTULO V: PODER LEGISLATIVO

A Xunta Xeral (o parlamento nacional) adotará as reformas de estrutura e sistema de eleição propostas nas últimas eleições:

- A representação será proporcional: 99 senadores, dos que 75 serão eleitos nas comarcas e o resto se repartirão proporcionalmente entre os partidos, considerando os “restos de votos”, para que a partilha total seja proporcional. Estas cadeiras “de compensação” serão atribuídas àqueles candidatos nas comarcas que tivessem obtido mais votos sem ter sido ganhadores (“melhores não eleitos”).

- Como novidade, os senadores eleitos nas comarcas não se elegerão por listas fechadas nem maioria simples como em anteriores constituições, senão por voto transferível em listas abertas, ao igual que o Presidente.

TÍTULO VI: PODER EXECUTIVO

Como já se indicou, o cargo Chefe de Governo será diferente do de Presidente da República e dependerá da Xunta, como antes de 1996:

- O Chanceler, que dirigirá o Conselho de Governo, será nomeado pelo Presidente e investido pela Xunta, com o mesmo mandato que este (4 anos, salvo dissolução antecipada da Xunta).

- Os Conselheiros do Governo serão eleitos pelo Chanceler, mas deverão ser aprovados pela Xunta, que também os poderá destituir sem necessidade de derrubar ao Chanceler.

- Se recuperam os mecanismos de controle parlamentar do governo (questões de confiança e moções de censura), mas a moção de censura implicará automaticamente a convocação de eleições gerais, para assegurar que tudo novo governo conte com o respaldo do eleitorado, e prevenir possíveis instabilidades no gabinete (como era habitual na II República, de 1892 a 1934).

TÍTULO VII: PODER JUDICIAL

Reforça-se sua independência e neutralidade e se lhe atribuem novas funções:

- Os juízes do Tribunal Supremo serão escolhidos por acordo da Xunta, com maioria qualificada, e o Presidente, de entre os candidatos propostos pelas organizações de juízes.

- Seu mandato durará até sua idade de aposentadoria, para que não dependa das possíveis mudanças políticas, ainda que poderão ser destituídos em caso de prevaricação ou atuação ilegal.

- Grande número das atribuições sobre justiça que antes dependiam do Governo (Conselheria de Governação) passam a estar sob jurisdição do próprio poder judicial, através do Conselho do Judiciário, organismo de governo dos juízes, eleito por estes e supervisionado pelo Legislativo e o Executivo.

- A Fiscalia do Estado passa a ser elegida por acordo da Xunta, com maioria qualificada, e o Presidente, de entre os candidatos propostos pelas organizações de fiscais, de maneira análoga aos juízes.

- O Alto Tribunal Eleitoral e o Tribunal de Garantias Constitucionais se integram como braços do Tribunal Supremo, para evitar duplicidades (problema habitual na III República, 1946-1996).

TÍTULO VIII: ORGANIZAÇÃO TERRITORIAL

Avança-se na descentralização do Estado:

- Se aplica o novo sistema de eleição da Xunta às Assembléias Comarcais e Comunais, garantindo a proporcionalidade. Os alcaldes (presidentes de freguesía) serão eleitos diretamente pelo mesmo procedimento estabelecido para eleger ao Presidente.

- As Comarcas e Comunidades terão mais atribuições e mais financiamento.

TÍTULO IX: PRINCÍPIOS REITORES

Possivelmente a parte mais polêmica. Antes era só um capítulo do Título I, mas se ampliou até converter-se num novo título. Inclui:

- Direitos sociais, educativos e sanitários dos cidadãos.

- Princípios básicos da administração e a legislação, o Código Civil, sistema de pesas e medidas, moeda, comunicações…

- Bases da política econômica, impositiva e orçamentária. Definição de Tribunal de Contas, dependente da Xunta.

- Diretrizes da política educativa e cultural: proteção do patrimônio histórico e artístico, impulso à investigação e o desenvolvimento…

- Diretrizes da política de defesa e diplomacia: apoio aos organismos internacionais para a paz, orientação para a defesa da paz e os direitos humanos.

- Diretrizes da política meio ambiental e territorial: proteção do médio ambiente, desenvolvimento sustentável, equilíbrio territorial, eficiência energética.

TÍTULO X: GARANTIAS E REFORMA DA CONSTITUIÇÃO

Inclui o controle de constitucionalidade, regula os casos de suspensão de garantias e estabelece os procedimentos de reforma:

- O Tribunal de Garantias Constitucionais será uma seção do Tribunal Supremo dedicada exclusivamente ao controle de constitucionalidade das leis e atos das autoridades. Inclusive os cidadãos particulares poderão recorrer leis ante este tribunal através do Valedor do Povo.

- Se regulam os procedimentos de reforma da Constituição, os casos nos que deverá reunir-se uma Assembléia Constituinte e os referendums para reforma.
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Mensagem  Athaulphia Qua Set 03, 2008 5:40 pm

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Primeiras eleições com a nova Constituição: 7 de Setembro

De acordo com o previsto na nova Constituição, uma vez aprovada esta se devem celebrar novas eleições gerais. Delas sairá a nova Xunta Xeral, que elegerá ao próximo Chanceler de Athaulphia. Uma vez que este tome posse assumirá a direção do governo da República, enquanto o Presidente manterá só funções representativas e moderadoras. Depois das dúvidas sobre sua participação, o Presidente Vázquez confirmou que não só não vai acudir à carreira pela chancelaria, senão que ademais se absterá de tomar parte na campanha: “De acordo com o novo papel que devo desempenhar como Chefe do Estado devo manter uma posição de neutralidade ante estas eleições. Com a V República o Presidente representa a todos os athaúlphicos à margem de partidos, e isso é o que vou fazer”, declarou.

Os partidos já se encontram em campanha para as eleições, que terão lugar o próximo domingo dia 7. Competem pelo cargo de Chanceler o socialista Adolfo Miranda do PDS, atual Conselheiro de Governação no governo de concentração; seu colega de gabinete Rodrigo Muñiz, Conselheiro de Estado, como candidato da centrista UDC; o ex-Presidente Manuel Nazario, à frente de sua formação, a conservadora APP; e o esquerdista Henrique Díaz à frente da coligação postcomunista e ambientalista “Alternativa”. Também vão a estas eleições novos partidos, como o FRPU-PCA(a), (Frente Revolucionário do Povo Unido – Partido Comunista de Athaulphia – autêntico), cisão esquerdista do PCA (agora parte de “Alternativa”), Comunhão Tradicionalista Católica (novo partido religioso) e diversas candidaturas menores.

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De esquerda a direita (tanto na foto como no espectro político):
Henrique Díaz (Alternativa), Adolfo Miranda (PDS), Rodrigo Muñiz (UDC) e Manuel Nazario (APP).


O novo sistema proporcional estimulou a criação de partidos de tendências até agora ignoradas, ainda que os analistas crêem que o eleitorado ficará nos partidos tradicionais. Estes decidiram ir todos por separado a estas eleições, ainda que se espera que à hora de eleger Chanceler seja necessária uma coligação parlamentar. As combinações mais prováveis seriam PDS+Alternativa ou PDS+UDC, que poderiam sustentar como Chanceler ao socialista Miranda, o favorito na maioria das sondagens. Outra possibilidade é APP+UDC, que devolveria ao governo a Manuel Nazario, o segundo com maiores probabilidades. É muito improvável que algum partido atinja a maioria absoluta, ainda que não faltam entusiastas que assim o esperam, tanto no PDS como em APP.


Situação internacional: as tensões não terminam de resolver-se

Depois da feliz resolução pacífica do recente incidente vibro-triestino, continuam chegando informações inquietantes do Oriente. Segundo informa a CNN de Peterandia, sua frota detectou explosões de origem desconhecida na ilha de Taiwan e perdeu um destroyer, sem que se conheçam ainda mais detalhes sobre este acontecimento. Ademais, os meios vibrenses afirmam que se perdeu o contato com os governadores. A falta de informação e a presença na zona de forças armadas de diferentes potências depois da recente crise está fazendo circular especulações sobre possíveis invasões. O governo vibra reuniu um gabinete de crise e estamos à espera de novas informações.

Quanto às escaramuzas registradas na fronteira romano-escocesa, as partes decidiram resolver o incidente pelo curioso sistema do duelo singular de campeões. O combate se saldou com a vitória do campeão romano, o famoso gladiador Zeno, depois do qual uma delegação escocesa se transladará a Roma para pedir desculpas a César pelo incidente. Espera-se que este ato devolva a tranqüilidade às Ilhas Britânicas, lugar de frequentes fricções.

O Presidente Vázquez, num comparecimento depois da última reunião do Conselho, expressou sua preocupação por esta escalada de tensões em diferentes lugares do balão: “O Governo de Athaulphia faz um apelo ao diálogo e à acalma. É necessário redobrar os esforços diplomáticos para evitar que a situação internacional piore, e Athaulphia está disposta a ajudar a isso oferecendo seus serviços como mediadora”. O Presidente valorizou positivamente os esforços realizados pela resolução dos incidentes de Escócia e Vibra, e a celebração do Forum Asiático. Ademais realizou um anúncio importante: “A Organização de Países Aliados convidou formalmente à República de Athaulphia a unir-se a ela. Este convite representa uma oportunidade única para contribuir à difusão da paz e os direitos humanos, e vai ser estudada pela Xunta quanto antes. Espero que cedo formalizemos nosso ingresso”. O Presidente também anunciou a abertura de relações diplomáticas e o intercâmbio de embaixadas com a Commonwealth de Peterandia e a Comunidade de Utopyah.


Revista de imprensa

Hoxe:
• As sondagens assinalam a Miranda como próximo chefe de governo.
• A volta às escolas custará uma média de 20.000 patacos a cada família.
• Continua a inquietude internacional em torno de Vibra.

O Correio:
• Muñiz poderia superar a Nazario, segundo sondagem exclusiva de O Correio.
• As chuvas aumentaram o número de mortos em carreteira no regresso de férias.
• O Fontao confirma o traspasso de Xurso ao Universidade Laboral.

O Nacional:
• Sondagem eleitoral: milhões de athaúlphicos se refugiam em APP ante a incerteza criada pelo governo.
• As carreteiras de Athaulphia são agora mais inseguras.
• O novo curso escolar ameaça a economia de milhões de famílias.
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Atentado terrorista em Vibra - Debate Eleitoral

Mensagem  Athaulphia Sab Set 06, 2008 2:20 pm

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Atentado terrorista em Vibra contra a URS

Um atentado de autoria ainda desconhecida destroçou ontem à noite a embaixada da URS em Vibra. Resultaram mortos 7 empregados da legação diplomática stariana e 2 polícias vibrenses, enquanto um terceiro se encontra gravemente ferido. O embaixador, Terrence Chamber, resultou ileso, porque não se encontrava no edifício.

A Polícia Metropolitana de Tokyo deteve a um dos terroristas implicados, ainda que não transcendeu nenhum detalhe. Alguns meios vibrenses atribuem o atentado a grupos nacionalistas anticomunistas de Vibra. Neste caso, o atentado poderia estar relacionado com a recente escalada de tensão internacional provocada pela negativa vibrense a legalizar o Partido Comunista e os protestos dos países socialistas por isso.

Não é o primeiro golpe terrorista contra a URS: uma explosão faz poucos dias na refinaria de Zamalek (4 mortos) e o assassinato do presidente da Câmara de Zahamarya poderiam ser obra do “Conselho dos Semires”, um movimento separatista ultra-religioso surgido na República da URS de Alin-Assur. Este grupo poderia ser suspeito do atentado em Vibra.

ESPECIAL ELEIÇÕES
Debate eleitoral entre os quatro candidatos


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O moderador, Manuel Prado, poucas horas antes do debate

Ontem à noite teve lugar o esperado debate eleitoral entre os candidatos dos quatro principais partidos. O debate foi celebrado no Paraninfo da Universidade de Athaulphópolis, organizado pela Associação de Rádios e Televisões de Athaulphia, que cederam o sinal a quantas emissoras desejassem emití-lo. O debate pôde assim ser seguido por todas os canais de rádio e TV do país, e também por internet. O moderador foi o presidente da Associação da Imprensa, Manuel Prado. Tal como se tinha pactuado no Alto Tribunal Eleitoral, tudo esteve medido ao milímetro e ao segundo: tempos, ordem de intervenção, planos de câmara e temas a tratar, conquanto em alguns momentos os participantes se saltaram estas normas interrompendo-se e dando-se réplicas, ainda que o moderador conseguiu manter o debate sempre em caminhos aceitáveis.

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Adolfo Miranda, do PDS, numa de suas intervenções

Iniciou o debate o candidato a Chanceler do PDS, Adolfo Miranda, felicitando-se porque por fim os cidadãos de Athaulphia disponham de debates sérios e rigorosos para conhecer suas opções, “em lugar dos monólogos em comícios e anúncios aos que estávamos afeitos, onde não se confrontam idéias senão insultos”. A seguir Manuel Nazario, de APP, disse que o debate era boa idéia, mas que neste caso não poderia ser realmente ecuánime porque se tratava de um “3 contra 1” (todos contra ele), pois “todos sabemos que por um lado está APP, com um projeto nacional sério e solvente, e do outro um conglomerado de partidos unidos somente por sua oposição a APP e seu interesse pelo poder em si mesmo”. A seguir Henrique Díaz, de “Alternativa”, acusou a Nazario de vitimismo oportunista, e de ter feito o possível por boicotar o debate: “vem você aqui contra vontade, porque sabe que a estas alturas toda Athaulphia lhes conhece bem e sabe o que você representa. Aqui estaremos nus de propaganda e marketing”. Por último, Rodrigo Muñiz, da UDC, alabou o novo modo de fazer campanha, “com menos espetáculo e mais idéias”, e se mostrou disposto a debater “o que faça falta e onde faça falta”. A seguir se entrou no debate propriamente dito, dividido em vários blocos, começando por uma análise da situação atual do país, seguido de vários temas: economia, educação, previdência, médio ambiente… Em cada bloco se deu um turno a cada candidato para expor sua proposta e outro a seguir para defendê-la ante as outras.

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Manuel Nazario, de APP, conferindo sua documentação

Dado o ajustado do tempo e a rigidez das normas não houve ocasião para grandes polêmicas. Estas chegaram ao final, quando chegou um turno para que cada candidato fizesse um resumo ou conclusão, e, em palavras do moderador, “tratem de convencer aos cidadãos de por que devem votar-lhes a vocés e não aos outros candidatos”. Neste caso havia turno de réplica e contrarréplica, o que deu lugar a confrontos dialécticos no plató. Miranda falou de seu “projeto de futuro para a Athaulphia do século XXI, mais livre, mais justa, mais próspera e mais equilibrada”. A seguir Nazario fez questão de sua mensagem ao início do debate e acusou a Miranda de fazer “castelos no ar e escrever uma Constituição desnecessária para subvertir o regime, e sem nada que oferecer ao país, só insolvência e demagogia”. Díaz afirmou que seu partido é “a única garantia de esquerdas frente às políticas neoliberais que tantos estragos causaram no mundo. Nós defendemos a justiça social antes de mais nada, frente à mercantilização da sociedade”. Finalmente Muñiz afirmou que “é possível fazer uma política de crescimento econômico simultaneamente de uma boa política social, criando emprego e prosperidade para todos”, e recusou as visões catastrofistas de APP e triunfalistas do PDS.

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Henrique Díaz, de Alternativa, tomando notas durante o debate

No turno de réplica, Miranda carregou contra a estratégia de Nazario: “levam anos anunciando todas as manhãs o Apocalipse se vocês não governam, mas Athaulphia nem se arruinou como diziam, nem caiu na anarquía como advertiam, senão que estamos num país mais livre, mais solidário e mais próspero. E os cidadãos o sabem”. Nazario insistiu: “o crescimento econômico o herdaram do governo anterior, e é o único que em aparência conseguiram manter, porque trabalharam antes de mais nada para destruir todos os lucros anteriores e demolir o estado livre que aqui havia”. Díaz interveio frente a Nazario: “Athaulphia se move no caminho do progresso e vocês tratam de sujeitá-la, assustando com contos de gulags estalinistas e vermelhos come-crianças, e já está bem”. Muñiz tratou de ficar à margem: “as coisas não são brancas ou negras, isso é de sentido comum, e pintando aos adversários com cornos e rabo não se vai a conseguir nada. Os cidadãos estão fartos de políticos que não se preocupam por seus problemas reais, porque estão muito ocupados atirando-se trastes à cabeça”. Passada a meia-noite concluiu este debate, que se espera seja decisivo na orientação do voto dos cidadãos.

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Rodrigo Muñiz, de UDC, em sua alocução final

Quem ganhou o debate? Análise na imprensa

Diário “Hoxe”
O diretor do diário “Hoxe”, Carlos Arnau, escreveu:
Nazario apostou pela bronca e perdeu

[...] Num debate desenhado para dar a conhecer as propostas aos cidadãos é um grave erro basear a estratégia no ataque ao adversário: enquanto PDS, alternativa e UDC expuseram seus programas, APP só transmitiu a mensagem de "tira-te tu para pôr-me eu". Quem visse o debate pode recordar hoje algumas propostas dos outros partidos, mas nenhuma das de Nazario. [...]

Miranda esteve institucional, calmo, transmitindo uma imagem de segurança que procura aos indecisos: o voto da tranqüilidade e em certo modo do continuismo, que precisará para conseguir uma maioria clara, se não absoluta. Henrique Díaz, no entanto, foi quem mais se centrou em falar de propostas concretas, mencionando projetos definidos. Ainda que segue (e seguirá) tendo uma grande sintonia entre "alternativa" e os social-democratas, Díaz tratou em todo momento de afastar-se "para a esquerda" de Miranda, tratando de sacar-lhe votos por esse lado enquanto o PDS os procura pelo centro. [...]

Muñiz pode ser a revelação destas eleições. Desde depois marcou um forte contraste ouvir-lhe a ele depois de ouvir a Nazario: Muñiz pode fazer propostas muito similares, se não as mesmas, que o candidato de APP, mas nele soam de outra maneira: conciliador, dialogante, realista, afável e sobretudo sem a acritud que caracteriza a Nazario, Muñiz pode sacar-lhe a APP muitos votos de seu setor mais moderado (como já fez com muitos militantes e simpatizantes). A pergunta agora é se APP vai moderar seu discurso e seu estilo para evitar uma sangria de votos pelo centro ou se vai radicalizar-se para mobilizar e afiançar seus votos pela direita.

Diário “O Correio”
O diretor do diário “O Correio”, Luis Outeiro, escreveu:
O de sempre

[...] Não vimos um debate, senão 4 monólogos alternados. Disto cabe culpar ao formato eleito: de tanto querer procurar tanta neutralidade e tanta equanimidade se conseguiu um debate aborrecedor e anodino. Há que reconhecer que ao menos valeu para conhecer as propostas de cada partido, mas não para poder contrastá-las, pois a cada candidato mal lhe dava tempo a fazer sua proposta, sem poder argumentar nem rebater as dos demais. [...]

À hora de procurar um ganhador, devemos fixar-nos nos confrontos particulares e o "gol average". No confronto mais esperado, Miranda vs. Nazario, vimos a um Nazario mais preocupado em atacar a Miranda do que em oferecer seu projeto, frente ao que Miranda preferiu não entrar nesse jogo e responder com propostas (salvo em sua última intervenção, onde se permitiu replicar ao acosso do conservador). Mas há que destacar que nestas circunstâncias Nazario não contou com Muñiz: o centrista fez um discurso também de oposição mas fugiu das estridencias e o tremendismo que caracterizam a APP e a seu candidato, oferecendo uma imagem de maturidade e solvência que sem dúvida repercutirá no eleitorado. Podemos concluir que Nazario se centrou tanto em atacar a Miranda que descuidou outras frentes, sendo adiantado (e superado) por Muñiz, possivelmente o ganhador no que a primeira vista pareceria um tríplice empate.

Diário “O Nacional”
O diretor do diário “O Nacional”, Guillermo Seoane, escreveu:
3 contra 1

[...] A estratégia de demolição contra APP seguida pelo governo e seus secuaces ficou perfeitamente escenificada. Como se tudo tivesse sido planejado de antemão (quem nos assegura que não foi assim?), os outros três candidatos trataram de ignorar e menosprezar ao ex Presidente Nazario, fugindo das questões que este propunha e divagando sobre suas próprias propostas. [...]

Não deveram participar os candidatos minoritários. O tempo é ouro em televisão, e a sexta-feira desperdiçamos grandes quantidades dele escutando as propostas absurdas do comunista Díaz e os primores de Muñiz com Miranda [...] Desde faz muito tempo sabemos que Rodriguinho [Muñiz] é um submarino do PDS, patrocinado por Miranda para tentar dividir o voto liberal e restar-lhe força a APP. Felizmente são poucos os incautos que mordem o anzol, pois sabemos bem que votar UDC é votar "progre" por passiva. [...]

Depois desta pantomima de debate, que não foi senão um "pim-pam-pum" contra Manuel Nazario, fica tudo meridianamente claro: Nazario e APP são a única opção sensata frente ao desgoverno dos demais grupos, e está avalizado por muitos anos de bom governo, interrompidos por circunstâncias acidentais. Nazario deixou tudo muito claro e lhe cantou as verdades aos demais: de como se estão carregando este país, de como estão triturando nossa sociedade e como estão achatando nossa economia. Dom Manuel Nazario, frente a todos, foi o vencedor.
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty URS contraataca terroristas - Tensão Taiwan - Fim campanha eleitoral

Mensagem  Athaulphia Seg Set 08, 2008 5:27 pm

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A URS responde à ofensiva terrorista

Numa mensagem televisionada à nação, o Presidente da URS Espen Jansen anunciou um ataque militar contra bases terroristas em Alin-Assur. Segundo as informações dos serviços de segurança da URS e as investigações das autoridades vibrenses, os rebeldes separatistas e ultra-religiosos de Alin-Assur estariam detrás tanto do atentado à embaixada da URS em Tokyo como dos recentes atentados em solo assuriano. O Presidente Jansen confirmou assim que a explosão registrada a passada semana numa refinaria de petróleo em Alin-Assur foi um atentado terrorista.

As operações militares contra os rebeldes armados foram acompanhadas por contatos das autoridades da União com o Conselho dos Semires, autoridade religiosa assuriana. O Conselho dos Semires expulsou ao chefe dos grupos terroristas e afirmou seu compromisso com a paz e a legalidade, depois de uma reunião com a enviada do Presidente, Terese Nielsen.


Piora a crise nos mares de Oriente

As águas ao redor da ilha vibrense de Taiwan, próxima às costas continentais de Triestin, são possivelmente neste momento o lugar mais tenso do mundo. Forças navais de Peterandia, Roma, Triestin e de Vibra. Os movimentos de forças das quatro potências estão provocando uma escalada de tensão de conseqüências imprevisíveis. A situação de confusão que se vive na ilha vibrense, com informações não comprovadas de revoltas internas e perda do controle pelas autoridades da república, adiciona mais desconcerto.


ESPECIAL ELEIÇÕES
Fim da campanha eleitoral

Finalizou a campanha das eleições à Xunta Xeral 2008. A meia-noite os candidatos calaram e começou a “jornada de reflexão”, essa curiosa instituição à que o 90% dos votantes chega com seu voto decidido. Durante esta última semana de campanha a atualidade tem estado marcada pelo debate do passado sábado entre os candidatos a Chanceler dos quatro principais partidos: as mensagens lançadas, a análise sobre quem ganhou, as réplicas que se deram nos comícios destes dias e as últimas sondagens, onde houve movimentos interessantes, açambarcaram os meios de comunicação.

PDS: Miranda fecha a campanha com "serenidade e confiança no futuro"

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Cartaz eleitoral do PDS

O candidato do PDS (Partido Democrático Socialista), Adolfo Miranda, fechou sua campanha com um ato no Palácio dos Esportes de Auria, sua cidade natal. Em seu discurso, referindo-se ao slogan escolhido para esta campanha pelos social-democratas, disse que "o voto ao PDS representa um voto de confiança neste país, no caminho de maior liberdade, de maior solidariedade e de maior justiça no que nos embarcamos com este governo".

Num tom muito otimista, Miranda anunciou sua intenção de continuar os próximos quatro anos desenvolvendo o projeto do PDS desde a Chancelaria: "Seguiremos avançando por este caminho com segurança e decisão, e com sobretudo muita serenidade, serenidade ante os contos de bruxas com o que alguns pensam que vão assustar a Athaulphia. Os cidadãos são maduros e estão bem informados, e já sabem quem é quem nesta campanha. Se alguém pensa que em duas semanas se pode dar a volta a uma tendência de muitos anos está muito equivocado". Por outra parte, afirmou que, se é eleito, vai basear seu governo em propostas e idéias "para continuar na senda do progresso".

APP: Nazario anuncia o próximo "acordar" de Athaulphia

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Cartaz eleitoral de APP

Com um multitudinario ato no Coliseo de Nova Coruña, o candidato da conservadora APP (Ação Patriótica Popular), Manuel Nazario, afirmou que "esta noite começa o acordar de Athaulphia". O ex-Presidente se declarou preparado para voltar a assumir o governo da nação e “arrumar todos os destroços provocados pela conjura progre e seus aliados”. Em referência ao governo progressista de Vázquez Valcárcel, Nazario o descreveu como "um pesadelo para a nação, um pesadelo de políticas econômicas irresponsáveis e antiquadas, de políticas sociais radicais e extremistas, de bandazos e paripés ridículos, de componendas e bobadas de aprendiz de demagogo". Num durísimo discurso, anunciou que "passado amanhã Athaulphia acordará deste pesadelo com os votos de milhões de cidadãos honrados e responsáveis, e voltará à senda da prosperidade e a razão".

Na última parte de seu discurso Nazario comparou sua etapa de governo com a atual: "Estas eleições são bem mais do que a eleição de que governo queremos: aqui se decide que país queremos. Só há duas opções: o projeto sério e solvente que representa APP e do que Athaulphia pôde beneficiar-se durante 12 anos, com segurança, estabilidade, riqueza e prestígio mundial, e os experimentos absurdos de progres irresponsáveis que viemos sofrendo neste último ano, com uma mudança de regime desnecessária, ao que os athaúlphicos deram as costas no referendum, e zero soluções para o país".

Alternativa: Díaz pede o voto "comprometido e concientizado"

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Cartaz eleitoral de Alternativa

A coligação esquerdista e ambientalista "Alternativa" finalizou a campanha com uma festa-comício no Campo da Feira de Fontao, onde seu Coordenador Federal e candidato a Chanceler, Henrique Díaz, animou especialmente aos "jovens solidários e comprometidos" a dar seu voto "a uma opção que aposta decididamente porque outro mundo é possível, pela liberdade pessoal, pela justiça social, pelo médio ambiente e pela solidariedade e a paz num mundo tenso". O veterano dirigente se declara "cheio de energia e vontades de contribuir ao propostas reais para cidadãos reais", e restou importância às críticas sobre sua idade (cumprirá 71 anos o mês próximo): "'alternativa' é um partido, não uma pessoa: não depende de personalismos, o importante é o programa, o projeto e as idéias".

Díaz destacou o valor do compromisso de seu partido, "livre de rédeas e ataduras dos interesses empresariais ou os grupos de poder". Solidariedade com os excluídos, liberdades civis, defesa do médio ambiente, impulso aos serviços públicos e pacifismo foram os eixos que destacou de seu programa.

UDC: Muñiz apela aos indecisos para "equilibrar o país"

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Cartaz eleitoral da UDC

O partido UDC (União Democrata Centrista), encabeçado por seu candidato Rodrigo Muñiz, terminou sua campanha em Athaulphópolis, na praça do Espolón. Muñiz afirmou que "há segundo as sondagens muitos cidadãos que ainda não se decidiram, e é lógico, porque a muitos cidadãos deste país nos é difícil decidir entre opções extremas". Depois de advertir da radicalização e polarização dos principais partidos, indicou que "governar sabiamente é saber encontrar o equilíbrio do país", e fez um apelo "a esses athaúlphicos que fogem dos maximalismos e as verdades absolutas, aos que crêem que este país se pode levar adiante sem pensar em nostalgias passadas nem em utopias futuras, senão pensando em Athaulphia aqui e agora".

Rodrigo Muñiz se referiu aos atos de campanha de seu partido, o mais recente dos quatro principais, "em locais cada vez maiores e mais cheios". O político centrista espera muito destas eleições: "Esperamos poder chegar a um amplo setor do eleitorado que leva tempo esperando um projeto como o nosso, e estou seguro de que seremos a grande surpresa destas eleições".


RESUMO DAS DIFERENTES PROPOSTAS DOS PARTIDOS PARA ESTAS ELEIÇÕES:

ANÁLISE DA SITUAÇÃO ATUAL
PDS: muito otimista, mais liberdades civis, melhor economia, e boas perspectivas de futuro.
APP: muito pessimista, as últimas reformas produzem fratura social e a economia piorará se se segue assim.
Alternativa: otimista, mas ainda devem mudar muitas coisas para melhorar as liberdades civis e a justiça social.
UDC: neutra, a economia vai bem mas é possível que se acerque uma crise; as reformas sociais devem procurar mais consenso.

PROPOSTAS ECONÔMICAS E DE TRABALHO
PDS: ajudas às pequenas empresas, redução de impostos sobre rendas de trabalho e aumento dos de rendas de capital, luta contra o emprego precário.
APP: mais liberalização, privatizações, baixada de impostos, barateamento da demissão, ajudas às empresas.
Alternativa: mais impostos às empresas e as rendas mais altas, proteção dos direitos dos trabalhadores, cooperativismo.
UDC: liberalização, baixada de impostos, ajudas às pequenas empresas, austeridade do gasto público.

ASSUNTOS SOCIAIS E PREVIDÊNCIA
PDS: apoio à previdência pública, aumento das pensões e subsídio de desemprego, ajudas aos descapacitados.
APP: privatização de serviços sanitários e planos de pensões, em procura de maior eficácia.
Alternativa: aumento de todos os subsídios, salário para as donas de casa, concentração de recursos na previdência pública.
UDC: concertos com a previdência privada, subida de pensões.

EDUCAÇÃO
PDS: preferência do ensino público e laico, ensino religioso fora do currículum, igualdade de oportunidades, vestibular único para acesso à universidade.
APP: potenciação do ensino privado, “cheque escolar”, ensino de religião, itinerários educativos, que cada universidade escolha os alunos.
Alternativa: escola única (só pública), laicismo total, universidade aberta a todos.
UDC: concertos com escolas privadas, ensino de religião, vestibular.

POLÍTICA ENERGÉTICA
PDS: promoção de energias e combustíveis ecológicos, poupança energética.
APP: busca de novos jazigos petrolíferos, impulso à energia nuclear.
Alternativa: não às centrais nucleares, política de abandono do petróleo, energias ecológicas.
UDC: poupança energética, energias ecológicas, novos jazigos.

POLÍTICA EXTERIOR
PDS: multilateralismo, impulso a novos organismos internacionais em favor da paz e os direitos humanos.
APP: unilateralismo, impulso ao livre comércio, acordos bilaterais.
Alternativa: pacifismo e antimilitarismo, respeito pelas diferentes culturas, ajuda ao terceiro mundo.
UDC: apoio aos novos organismos internacionais em favor da paz e os direitos humanos.

O “REGGAETÓN”
PDS: totalmente em contra.
APP: absolutamente em contra.
Alternativa: radicalmente em contra.
UDC: rotundamente em contra.

PROPOSTAS DIVERSAS DE CADA PARTIDO
PDS: supressão do financiamento estatal da Igreja, ampliação dos supostos de aborto, regulação da eutanásia, casal gay.
APP: revisão da Constituição para retornar à anterior, endurecimento do código penal, melhora das relações e colaboração com a Igreja, restrição à imigração, restrição dos supostos de aborto, relaxamento das leis de proteção meio ambiental para ajudar à indústria.
Alternativa: endurecimento das penas por delitos ecológicos, fim do serviço militar, supressão de financiamento estatal e privilégios da Igreja, aborto livre, eutanásia, casal gay.
UDC: lei de casais de fato, política de bom entendimento com a Igreja, profissionalização do exército.
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Resultados eleitorais - Cae governo Peterandia - Crise Vibra

Mensagem  Athaulphia Sex Set 12, 2008 7:26 am

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ESPECIAL ELEIÇÕES: OS RESULTADOS
Adolfo Miranda, próximo chefe do Governo

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Concluem as eleições à Xunta Xeral da República com uns resultados esperados mas ao mesmo tempo surpreendentes. Faz um par de meses as sondagens falavam de que o PDS de Adolfo Miranda poderia acercar-se à maioria absoluta. Não foi assim. Faz um par de meses as sondagens falavam de que a APP de Manuel Nazario seria o primeiro partido da oposição. Também não foi assim. Também se tinha previsto uma participação menor da que houve. Esta baixada de participação se explica pelo cansaço dos votantes, que em menos de dois anos tiveram que ir às urnas 5 vezes.

O ganhador destas eleições foi o PDS, que subiu de 39 a 41 deputados, ainda que este resultado fica longe das expectativas, que falavam de não menos de 45. No entanto quem foi a surpresa destas eleições foi o que ficou em segundo posto: UDC, o partido de Rodrigo Muñiz, colheu uma espetacular subida de 15 a 30 deputados, quase o dobro de votos que em 2007, e se converte no primeiro partido da direita athaúlphica. A UDC, com sua mensagem de centro moderado e o prestígio de muitos anos de seu candidato, superava à APP levando-se o voto do centro direita moderado.

Como contrapartida, o até 2006 hegemônico partido do ex-Presidente Nazario, APP, continua seu declive de maneira dramática: com 17 deputados e menos da metade dos votos que nas anteriores eleições, passa de ser o segundo a ser o terceiro. Este resultado propõe numerosas incógnitas sobre o futuro imediato deste importante partido e o de seu carismático líder. O tombo dentro da directa provocou diversas reações na imprensa. Luis Outeiro, diretor do diário O Correio, afirma que Muñiz não somentes restou votos a APP, mas também aos socialistas: “os votantes de centro, que ante a mensagem apocalíptica e radical de APP poderiam ter votado PDS como mau menor, entregaram-se a Muñiz”. Uma visão mui diferente a expressou ontem en direto o jornalista Guillermo Seoane, diretor de “O Nacional”, nuns fortes e polêmicos comentários em Rádio UPA ontem à noite: “a grande fraude se consumou, e o digo bem alto com todas as letras antes de que me fechem a emissora ou o jornal. O sectarismo unido de progres, comunistas e centristas acomplejados se empregou a fundo para destruir o liberalismo em Athaulphia. Alguém se pode crer que dois milhões de votos que respaldavam a APP se tenham evaporado sem mais? Mirinda, Mirindinha, deverias mentir com mais moderação, porque teus embustes se notam demasiado”.

Por sua vez, a coligação esquerdista “Alternativa” perde um deputado (de 12 a 11) e confirma um estancamento que pode fazer entrar à coligação em crise, especialmente depois da cisão dos comunistas ortodoxos do FRPU-PCA(a). Este partido, por sua vez, fica fora do parlamento, com menos de 100.000 votos, ao igual que todas as demais opções minoritárias apresentadas nestas eleições.

A cena que se abre agora oferece três possíveis opções de governo, e em todas elas Adolfo Miranda se converte no novo Chanceler da República e Chefe do Governo. A primeira seria a opção vermelha-verde, uma coligação PDS-Alternativa, mas não parece que Miranda se incline por ela. A segunda, a favorita de Miranda, seria um governo em solitário do PDS, procurando apoios pontuais de “Alternativa” e UDC. A terça, possível mas improvável, seria uma “grande coligação” entre PDS e UDC, que poderia oferecer um governo muito estável e centrado, ainda que muito sensível ao desgaste tanto pela direita como pela esquerda.

Próximamente se constituirá a nova Xunta Xeral, a primeira da V República, e começarão as consultas do Presidente Vázquez. Com a investidura do Chanceler, este assumirá a direção do governo (até agora exercida pelo Presidente de maneira provisória), enquanto o Presidente assumirá funções somente representativas, protocolarias e moderadoras. Está claro que o Chanceler será Miranda; fica por ver quem formarão o Conselho de Governo.

Imagens da noite electoral

O PDS ganha, mas fica longe da maioria absoluta
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Adolfo Miranda celebra a vitória ante seus seguidores

Ao final não pôde ser. O PDS ficou a nove cadeiras da maioria absoluta na Xunta, apesar de ter subido duas. E apesar do afundamento do até agora primeiro (e único, de facto) partido da oposição. Sensação agridoce a que se vivia ontem à noite na sede socialista: Adolfo Miranda será Chanceler os próximos quatro anos, mas deverá chegar a acordos com outras forças: “Não há mal que por bem não venha”, comentava uma sorridente militante, “a maioria absoluta tende ao autoritarismo, e não é isso o que queremos”. Na conferência de imprensa depois de conhecer-se os resultados, Miranda anunciou que procurará “a máxima concórdia e o máximo consenso”. Em sua opinião, foi um “magnífico resultado”, e restou importância ao fato de não ter conseguido a maioria absoluta da que se falava faz meses, e que se tinha marcado como objetivo ao início da campanha: “É necessário ter em conta todas as sensibilidades deste país. Hoje triunfou a moderação e fracassou o extremismo”, comentou em referência ao tombo produzido na direita. De fato, os analistas atribuem à ascensão da UDC o fato de que o PDS não tenha conseguido a maioria absoluta.

Debacle de APP: tombo dentro da direita
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Um Nazario tenso comenta os resultados ante a imprensa

Silêncio, desgosto, caras longas na sede athaulphopolitana de APP. Não há paliativos nem desculpas: passar de 33 cadeiras a só 17 é uma catástrofe em toda regra. Alguns simpatizantes não ocultavam sua ira: “o puto "Mirindas" vai seguir fodendo-nos, e tudo graças ao cornudo do Muñiz” . Os dedos acusadores assinalam ao Centro: a maioría do voto de direita moderada e centro direita se foi ao novo partido UDC, e em APP se ficaram só os incondicionais. E se nota. Manuel Nazario começou sua aparição ante a imprensa disparando com bala: “Depois de conhecer estes incríveis resultados, e digo incríveis em seu sentido literal de "não credíveis"…” A seguir tem enumerado uma longa lista de supostas irregularidades nas votações e os escrutínios, para anunciar uma série de recursos, a partir de manhã mesmo, ante o Alto Tribunal Eleitoral, pedindo novas recontagens, a anulação de várias mesas e inclusive a repetição das votações em vários distritos. “É muito difícil de crer”, disse, “que nosso partido tenha perdido da noite para o dia mais da metade de seus votantes, e por isso vamos brigar até a última papeleta”.

A UDC de Muñiz: a grande revelação das eleições
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Rodrigo Muñiz, o sorridente protagonista da noite

Garrafas de champagne, brindes, risos, palmas, inclusive canções no Hotel Baía de Athaulphópolis, onde UDC tinha montado seu quartel geral. É difícil dar-se conta de que estes são os que ficaram segundos. Mas o seu é a maior subida eleitoral da história de nosso país: de 15 a 30 cadeiras em mal um ano: “Veis como tinha razão quando vos disse que o centro ia ser a grande surpresa?”, comenta Muñiz aos jornalistas pouco depois de aparecer. Seu prognóstico de que uma massa de votantes de centro direita já não se sentia representado por uma APP radicalizada e tremendista (como anunciou numa ampla entrevista a O Correio faz duas semanas) cumpriu-se. Muñiz acertou no prego e hoje açambarca manchetes e microfones, mais ainda do que o vencedor das eleições. Nunca um segundo posto foi tão soado. Perguntado sobre possíveis governos, Muñiz felicitou ao futuro Miranda por sua vitória e deixou a porta aberta a um governo de grande “coligação” socialistas -centristas. Agora Muñiz será o líder da oposição, ou talvez não, à vista de suas ofertas. “Estamos abertos a qualquer possibilidade. Queremos que Athaulphia tenha um bom governo, tenha estabilidade e tenha um clima político são. E vamos velar por que as coisas se façam bem, seja no governo, seja na oposição”.

“Alternativa” não consegue melhorar seus resultados

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Henrique Díaz comenta os resultados

Seriedade na sede da coligação “Alternativa”. Mas também não há desgosto. De fato, pode-se falar com mais exatidão de “cara de póker”: é difícil saber se estão contentes ou tristes pelo resultado. Um veterano militante comenta a outro com sorna: “ficamos quase igual que APP, quem nos ia dizer”. Com cara de póker também comparece Henrique Díaz ante os jornalistas, ainda que ao longo da sessão se vai relaxando e termina despedindo-se com um sorriso. Talvez o resultado não foi tão mau. “Nos agradaria poder formar um governo de coligação com o PDS, e a quem não, mas se decidem governar em solitário também não vamos pôr raivosos”, responde a perguntas sobre a possível formação de governo. “Nesse caso (governo solitário do PDS) vamos pedir um pacto de legislatura muito claro: vamos estar vigilantes para que o avanço das políticas progressistas neste país se mantenha sem retrocessos nem freadas”. Sobre possíveis acordos do PDS com UDC começou felicitando a Muñiz: “Já era hora de que alguém demonstrasse que é possível ser conservador sem ser autoritário, e que pusesse em seu lugar à direita reaccionária e quase fascista que estávamos sofrendo. Minha felicitação e que siga assim”. Sobre possíveis alianças, afirmou: “esperamos que o Chanceler Miranda não trate de procurar “compadreos” com a direita (ainda que seja moderada) em matéria econômica e social: queremos manter o "giro à esquerda" que se iniciou em Athaulphia faz dois anos e para isso vamos trabalhar desde hoje”.


Escândalo em Peterandia: demite o Presidente

Uma profunda crise política se instalou em Peterandia depois do estalido do escândalo Skygate. Uma série de provas apresentadas ao público por uma fonte anônima, acusando ao Presidente Andrews e seu governo de irregularidades fiscais, abuso de poder e negócios ilícitos. Para completar o escândalo, o Presidente foi assinalado como protagonista de um escândalo sexual, deixando grávida à Secretária de Estado Cassandra Lewis.

A notícia provocou uma imediata cadea de demissões na administração Andrews, culminada pela do próprio Presidente, ante uma possível investigação do Senado. Tal e como pedia a oposição, vão-se a celebrar eleições gerais das que podem surgir profundas mudanças no país. A candidata socialista Marie Cartright parte como favorita com o apoio de quase toda a esquerda e um ambicioso programa de políticas sociais. Frente a ela, o líder conservador Michael Peterson se apresenta como o principal adversário.

(OOC: já sei que já se celebraram as eleições, suponham que isto são notícias atrasadas)


A crise de Vibra se complica

Com a demissão da cúpula militar e a rejeição das autoridades de Taiwan à intervenção do exército para restaurar o ordem, a situação de Vibra se voltou mais confusa. Conquanto as frotas estrangeiras que rondavam a ilha de Taiwan se retiram pacificamente, o estado de revolta interna da ilha segue complicando a situação o país asiático.

O governo vibrense re-legalizou o Partido Comunista e liberou a seu líder, fechando a crise desatada com os países do bloco socialista. O líder comunista Santiago, no entanto, foi transladado à URS, enquanto um governador do Norte da Coréia, Kim Jong-Il, assumiu a direção do PCV. O partido comunista resurgiu com força depois de sua legalização, conseguindo a adesão de várias autoridades.

Junto com este ressurgimento comunista se produziu um ressurgimento da antiga religião vibrense, o xintoismo, ao que se aderiram numerosos cargos políticos e religiosos, renegando do maioritário islamismo. Ainda que os xintoístas organizaram vistosas manifestações, o governo restou importância a este movimento, recordando que em Vibra há liberdade de religião.

Com tudo, talvez o fato mais preocupante tenha sido a declaração das autoridades locais de Taiwan, recusando o envio de forças militares para pacificar a ilha. Este possível caso de insubordinação ao governo central ainda não recebeu resposta, mas a destituição de três comandantes das forças armadas por negar-se a intervir em Taiwan pode ter que ver. Esta corrente de acontecimentos está começando a repercutir na economia vibrense, que começa a acusar os efeitos desta instabilidade.

Revista de imprensa

Hoxe:
• Miranda governará Athaulphia sem maioria absoluta.
• Nazario se afunda perdendo a metade de seus votos.

O Correio:
• Adolfo Miranda será Chanceler.
• Rodrigo Muñiz, o triunfador do segundo posto.

O Nacional:

• Miranda ganha umas eleições cheias de irregularidades.
• O sistema imposto pela esquerda prejudica a APP.
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Desastre do futebol athaúlphico - Nova legislatura

Mensagem  Athaulphia Dom Set 14, 2008 5:10 pm

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Desastre das equipas athaúlphicas na Liga dos Campeões da Norteamérica


As equipas athaúlphicas ficaram eliminadas da copa de Norteamérica depois de sendas derrotas em casa. Tanto o Fontao como o Castelo perderam os partidos de volta de quartos de final, com o adicionado de ter perdido em sua casa.

A União Desportiva Fontao confiava em sua vantagem do partido de ida, no que tinha derrotado a domicílio ao Sporting Scream_off por 0-1. Talvez esta confiança excessiva foi o grande erro ante um Sporting disposto a dá-lo tudo para dar a volta à eliminatória. Os screamoffenses se mantiveram firmes apesar da pressão do estádio fontaísta, e realizaram um jogo ordenado e sereno, com o que se adiantaram no marcador igualando a eliminatória, pouco antes do descanso. A reação fontaísta depois do descanso trouxe o gol de O Felis, que devolveu a tranqüilidade às bancadas. No entanto, o definitivo 1-2 a dez minutos do final afundou a moral do Fontao, que não foi capaz de reagir. O treinador Melias comentava ao final do partido: “Pressionamos bem acima, mas tivemos má sorte... eu não acho que a equipa esteja em crise por isto... temos um calendário de partidos muito difícil...

Por sua vez, o Castelo não tinha vantagem, senão que precisava remontar o 3-2 do partido de ida em casa do AIK de Kalmar. Os golos conseguidos em Kalmar animavam aos castelistas, que saíram com toda sua energia e poder goleador. Dois golos de Millán puseram o passe às semifinais ao alcance, mas o contraataque do AIK foi mui forte e em mal 15 minutos igualou o marcador. Na segunda parte uma falta lançada por Uscola se converteu no terceiro gol do Castelo. A partir de aqui o que primeiro marcasse passaria de fase, o que provocou momentos tensos: uma entrada absurda de Villaverde a um atacante do AIK provocou um pênalti, que deu vantagem aos kalmarenses. A desordem se estendeu nas filas do Castelo ao tentar remontar, o que facilitou o quarto gol do AIK, que sentenciou a eliminatória. Paco Gago, o treinador castelista, declarou: “O futebol é assim... não há rival pequeno... jogamos como nunca mas perdemos como sempre...


Investidura de Adolfo Miranda como Chanceler de Athaulphia

Esta sexta-feira se constituiu a nova Xunta Xeral da República, surgida das recentes eleições. A primeira Xunta da V República será presidida pelo socialista Xavier Bermello, que comunicou ao Presidente a abertura da legislatura depois de que todos os deputados jurassem ou prometessem seus cargos. O Presidente, presente de maneira excepcional na solene abertura, dirigiu à Câmara uma breve mensagem no que, aparte das saudações protocolarias, pediu o esforço de todos para superar a crise econômica atual e fez votos por uma legislatura produtiva e sossegada.

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O Paço da Xunta, hoje

A seguir, o Presidente se reuniu na Citania com cada um dos líderes dos grupos parlamentares, para realizar consultas de cara à eleição do novo chefe de governo. Como nenhum grupo tem maioria absoluta, o Presidente sopesou as diferentes opções para nomear um Chanceler que fora aceitado pela maioria da Xunta. Não vai haver surpresas, e amanhã o Presidente comunicará à Xunta que seu candidato a Chanceler é o líder socialista Adolfo Miranda. Miranda conta com o apoio de seu partido (41 deputados) e precisará o apoio de ao menos outro grupo.

As apostas assinalam a um acordo com a coligação de esquerda “Alternativa”, ainda que Miranda deverá negociar a composição do Conselho de Governo. O dirigente socialista aposta por um Conselho exclusivamente socialista, que negociará na cada caso apoios com a esquerdista “Alternativa” ou a centrista UDC. Esta semana se conhecerá a composição do novo Conselho.

OOC: meu Presidente ainda não concluiu sua reunião com os presidentes de Scream_off e Kalmar, mas suponho que já regressou no momento desta notícia. Já sabem que o tempo é relativo Wink

Revista de imprensa

Hoxe:
• Miranda procura o apoio de “Alternativa” para formar governo.
• Debacle: os athaúlphicos, eliminados da Copa de Norteamérica.

O Correio:
• Muñiz afirma que fará uma oposição “leal e construtiva” ao Chanceler Miranda.
• Nem o Fontao nem o Castelo conseguem passar de fase.

O Nacional:
• O Governo recusa todos os recursos de APP ante as irregularidades eleitorais.
• Athaulphia se afunda no esporte internacional.
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Liga Campeões Norteamérica - Marie Cartright Presidenta Peterandia

Mensagem  Athaulphia Seg Set 15, 2008 2:23 pm

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Copa de Norteamérica: os verdugos dos athaúlphicos, à final

Começou a fase final da Liga dos Campeões da América do Norte, que se está jogando no Estádio Nacional 1º de Abril de Athaulphópolis. Nesta edição nenhuma equipa de Athaulphia chegou às semifinais, mas os partidos contaram com numerosa presença de aficionados chegados do continente, tanto de Kalmar como de Scream_off. Os seguidores dos quatro clubes presentes contribuíram a dar côr às ruas de nossa capital, fazendo gala de um extraordinário comportamento, sem que tenha havido acidentes dignos de menção.

No primeiro encontro se enfrentaram o Coruscant e Albufeira de Scream_off e o AIK kalmarense, vencendo os do Kalmar por 1-2. Na outra semifinal foram os screamoffenses do Sporting os que se impuseram ao Malmo FF de Kalmar, por 1-0. Com estes resultados, a final enfrentará à equipe AIK de Kalmar contra o Sporting de Scream_off, na grande final que se disputará amanhã. Dá a casualidade de que os dois finalistas são as equipes que em seu momento eliminaram aos participantes athaúlphicos, o Fontao e o Castelo. Este fato foi comentado pelo presidente da Federação Athaúlphica de Futebol: “O fato de que nossas equipes fossem eliminados pelos que serão campeão e sub-campeão demonstra que nosso futebol segue a um grande nível, e que a eliminação de nossas equipas se deveu à má sorte nos emparelhamentos”.


A socialista Marie Cartright, nova Presidenta de Peterandia

O Partido Socialista de Peterandia se alçou com a vitória nas eleições gerais celebradas depois da queda do anterior presidente Peter Andrews, salpicado pelo escândalo Skygate. Depois do desencanto provocado no país pela administração Andrews, a nova presidenta enfrenta um programa de amplas e profundas reformas sociais. Os socialistas contam com o 41% do Congresso e maioria absoluta no Senado. Os conservadores foram a segunda força, ainda que se fizeram com a maioria do poder judicial.

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Marie Cartright, nova Presidenta da Commonwealth de Peterandia

A nova Presidenta da Commonwealth, procurando a colaboração das demais forças políticas, deu entrada em seu gabinete a dirigentes dos demais partidos, criando um governo de concentração nacional. A importante pasta de economia foi outorgada a seu rival na carreira presidencial, o líder do Partido Conservador Michael Peterson. Ademais, os conservadores se encarregarão do desenvolvimento interno, ao mesmo tempo em que os comunistas dirigirão a segurança social e os republicanos a defesa.

Este governo de concentração permitirá, a priori, uma ampla margem de manobra à Presidenta Cartright, que governará praticamente sem oposição. No entanto, existem dúvidas sobre a estabilidade de um gabinete tão variado: analistas athaúlphicos põem em dúvida que os conservadores mantenham sua colaboração se Cartright põe em marcha todas as medidas previstas por seu programa, profundamente esquerdista (ao menos segundo os padrões peterandeses).

Entre estas medidas destaca especialmente uma brusca subida de impostos sobre os rendimentos (32%), que será necessária para pôr em marcha os serviços sociais previstos: subsídios para desempregados, serviços médicos gratuitos e amplas melhoras do sistema educativo (com todas as matrículas gratuitas). Ainda que estas coisas existem em Athaulphia desde faz tempo, em Peterandia são novidades socializantes que podem gerasse reações diversas. Outras medidas que se estudam para o futuro são um amplo programa de nacionalizações e subsídios mínimos, que poderiam encontrar maiores oposições.

A Presidenta inaugurou seu mandato recebendo ao mandatário Utopyano Jeremías da Silva, visita que médios conservadores locais consideraram como sinal da queda de Peterandia na órbita da IS. O governo de Cartright recusou essas insinuações.


Revista de imprensa

Hoxe:
• Peterandia vira à esquerda: a socialista Cartright, nova presidenta.
• Sérias dúvidas sobre a entrada de “Alternativa” no governo Miranda.

O Correio:
• Mudança de rumo em Peterandia: os socialistas abrem uma nova etapa.
• Marie Cartright tentará pactuar reformas radicais com os conservadores.

O Nacional:
• A "cortina de ferro" cai em Peterandia: Cartright introduzirá o socialismo.
• Ontem Athaulphia, hoje Peterandia, amanhã Vibra? A imparável ofensiva bolchevique continua ante a passividade do mundo livre (editorial).
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Athaulphia sede Sociedade das Nações - Diplomata athaúlphico Secretário Geral

Mensagem  Athaulphia Ter Set 16, 2008 3:29 pm

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Athaulphia escolhida para coordenar a Sociedade das Nações

Depois de longas negociações entre os países do mundo, foi posta em marcha a Sociedade das Nações, organização que servirá como foro de encontro multilateral para a diplomacia e a manutenção da paz. Todas as nações do mundo se aderiram, exceto Triestin, que recusou como “imperalista” à Sociedade, e Centric e Lusitia, que ainda não formalizaram seu ingresso (ainda que se prevê que o solicitem em breve).

Athaulphia teve um papel marcante na criação da organização. Depois de uma série de propostas entre os países interessados sobre a possível localização de sua sede, a República Social Romana propôs a Athaulphia como sede do organismo, destacando a neutralidade e o caráter pacífico de nosso país. Ainda que Athaulphia não realizou campanha ativa por ser sede, a proposta romana foi secundada pelas demais nações.

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O Paço das Nações

Esta grande honra para Athaulphia foi aceitado com orgulho por nosso governo, disponibilizando como sede da Sociedade das Nações o Paço das Nações, situado cerca de Athaulphópolis. A semana passada começou a funcionar o organismo, com a chegada de numerosos diplomatas de todo mundo. Um animado ambiente de intercâmbio de impressões faz prever que este foro se converta no centro do diálogo entre povos e nações, com o objetivo de manter a paz e as boas relações.

A primeira resolução adotada na Sociedade das Nações foi a eleição de seu Secretário Geral, que se encarregará de representar à organização e coordenar seus debates. Esta eleição resultou em outra agradável surpresa para a diplomacia athaúlphica: a proposta do representante do Sacro Império da Cruz de Cristo, o representante athaúlphico Domingos Vila foi eleito Secretário Geral por aclamação, sem que se apresentasse nenhuma outra candidatura.

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Domingos Vila, embaixador de Athaulphia ante a Sociedade das Nações e seu novo Secretário Geral, satisfeito trala sua eleição

Esta eleição de Athaulphia como sede da Sociedade das Nações e de seu embaixador como Secretário Geral confirma o grande momento de prestígio internacional de nosso país. Athaulphia é considerada como um país pacífico, estável e fiável, aceitado por todos e bem considerado por todos. O Conselheiro de Estado em funções, Rodrigo Muñiz, mostrou-se “altamente satisfeito e sinceramente orgulhoso” por estes sucessos da diplomacia athaúlphica, e anunciou que Athaulphia já tem abertas embaixadas e relações diplomáticas com todas as nações do mundo.


Revista de imprensa


Hoxe:
• A Sociedade das Nações confirma o prestígio internacional de Athaulphia.
• O athaúlphico Domingos Vila aclamado Secretário Geral da SdN.

O Correio:
• Rodrigo Muñiz fecha uma etapa brilhante à frente da diplomacia athaúlphica.
• A sede da Sociedade das Nações, seu Secretariado e embaixadas em todos os países, sucessos do Conselheiro de Estado.

O Nacional:
• Athaulphia “território neutral”: nossa insignificancia mundial faz que as potências escolham a Athaulphia como sede da SdN.
• O Governo considera um “sucesso” este sinal de isolamento, que confirma nossa falta de importância nos blocos estratégicos.
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Mensagem  Athaulphia Qua Set 17, 2008 4:33 pm

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Novo Conselho de Governo: os socialistas governarão em solitário

Com o voto favorável de PDS e “Alternativa”, a abstenção de UDC e o voto contrário de APP, ficou investido o novo Conselho de Governo da República para os próximos 4 anos. Os comparecimentos dos Conselheiros propostos pelo chanceler Miranda ante a Xunta deram lugar a complicadas negociações com os grupos parlamentares, e até o último momento houve dúvidas sobre o voto de “Alternativa”, que oscilou entre o “sim” e a abstenção. Em qualquer caso, o novo governo tinha assegurada a investidura, uma vez que o grupo de UDC tinha decidido não votar na contra “por cortesía, para favorecer a estabilidade e dar um voto de confiança ao novo sistema”, em palavras de seu líder Rodrigo Muñiz.

O novo Conselho fica assim constituído com membros do PDS, que deverão negociar suas propostas com os grupos parlamentares. O gabinete estará integrado em sua maioria pelas figuras mais destacadas dos socialistas, ainda que também houve incorporações de caras novas, como Helena Loureiro, na importante Conselheria de Estado (até agora ocupada pelo novo líder da oposição, Muñiz).

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Governação: Xerardo Feixó
Esta importante pasta, que leva anexa a função de vice-chanceler, será ocupada, como se previa, pela “mano direita” de Miranda, seu velho mentor político Feixó. Feixó, juanmiano de 65 anos, é advogado do Estado e deputado desde 1983, e a princípios dos 90 ocupou o cargo de Diretor Geral de Administrações Públicas e o cargo de Conselheiro de Fomento desde 2007. Se fará cargo da administração, a justiça e a segurança interna.

Economia: Ignacio Noguerol
Noguerol tem a difícil tarefa de enfrentar a atual crise econômica. Com 60 anos, foi catedrático da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade de Nova Coruña e tem estado unido ao PDS desde 1991, sendo eleito deputado por Elviña em 2007.

Estado: Helena Loureiro
Helena Loureiro é uma das grandes apostas de Miranda, e será a primeira mulher à frente da diplomacia athaúlphica. Nascida em Auria faz 48 anos, Loureiro é Bacharel em Direito e Ciências Empresariais, e fez estudos de Relações Internacionais e Comércio Exterior em várias universidades de Scream_off e a URS.

Defesa: Álvaro Caride
Caride, advogado nascido em Pimentel faz 65 anos, é um membro da “velha guarda” do partido socialista, pois já esteve no último governo de Benito Fernández entre 1993 e 1995. Então ocupou esta mesma pasta, pelo que contribui ampla experiência em seu campo.

Fomento: Xoán Manuel Carreira
O neobarcelonés Carreira, engenheiro civil, de 46 anos, é outro dos mais próximos ao Chanceler, com o que tem estado colaborando desde sua época de oposição ao ex-Presidente Nazario. Ainda que seu nome soava para o posto de Conselheiro de Estado (ocupava a pasta de Defesa até hoje), Miranda lhe encarregou das obras públicas, a indústria e a energia, setores clave na nova etapa de reformas econômicas que se espera.

Agro: Fátima Rodríguez
Com 51 anos e nascida em Maus de Salas, é uma das novidades do gabinete. Engenheira agrónoma, começou sua atividade no terreno sindical, sendo posteriormente dirigente do Partido Verde. Depois de anos apartada da política foi recuperada por Miranda o ano passado, e agora gerirá o médio ambiente, a agricultura, a pesca e as águas.

Benestar: Eva Garrido
Esta castelense de 42 anos (a mais jovem do Governo), bacharel em Ciências Políticas e da Administração, é servidora pública da Administração Civil do Estado, e uma das apostas do Chanceler. Militante do PDS desde 1999, terá a seu cargo a previdência, a saúde, a segurança social e as relações de trabalho.

Cultura: Laura Álvarez
Outra socialista do grupo mais próximo ao Chanceler, nasceu faz 49 anos em Rívendel. Bacharel em Filologia Galega e professora na Universidade de Athaulphópolis, será a única que conserve o posto que vinha desempenhando no governo de concentração de Vázquez Valcárcel, gerindo o ensino, as universidades, a investigação, a ciência, a cultura e os desportes.
Revista de imprensa

Hoxe:
• Miranda combina juventude e experiência em seu Conselho.
• “Os anjos de Adolfo”: quatro mulheres no novo Conselho.

O Correio:
• Adolfo Miranda reparte seu governo entre seus íntimos e antigos conselheiros de Benito Fernández.
• A metade do novo governo serão mulheres.

O Nacional:
• Miranda apresenta um Conselho de anciãos e amigos seus.
• O Chanceler recorre a mulheres sem experiência para impor a paridade.
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Mensagem  Athaulphia Sex Set 19, 2008 5:35 pm

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Preocupante situação em Vibra

A instabilidade em Vibra segue sem acalmar-se. Depois da solução da quase sedição das autoridades de Taiwan, graças a uma visita do Arquipresidente a Taipei e a promessa de importantes investimentos, aparece agora a violência religiosa. O movimento restaurador da antiga religião xintoísta degenerou numa onda de violência fanática, que se traduziu em linchamentos de imans muçulmanos e destroços em mesquitas. O extremismo religioso dos xintoístas mantém a várias províncias em situação de emergência e as autoridades se vêem extravasadas para controlar aos radicais violentos. O caso mais extremo, o assassinato do governador de Jeju e sua família, levou a muitas vozes a reclamar a intervenção militar. Ainda que o governo se resiste a mobilizar ao exército contra os radicais religiosos, algumas autoridades estão tomando medidas por sua conta: o governador de Coréia Kim Jong-Il prendeu a mais de 200 clérigos xintoístas, enquanto a Guarda Nacional deteve a cerca de 400 baderneiros.

Por outra parte, a delicada situação econômica de Vibra contribui a alimentar a desordem pública. O afundamento do yen teve que ser freado por uma operação de resgate do Bank of Peterandia, concertada com o Banco Central de Vibra, ainda que os altos juros seguem lastrando a recuperação. Ademais, o alto preço do petróleo está prejudicando às famílias e as indústrias. A decisão da Peterandia Petroleum de vender combustíveis a um 25% do preço médio gerou mais problemas do que soluções, ao provocar enormes filas para abastecer e colapsos de tráfico. As autoridades vibrenses vão pesquisar à companhia peterandesa por possível dumping. Outras intervenções de Peterandia no mercado vibrense, como a venda de medicamentos genéricos mais baratos, estão provocando a rejeição das indústrias locais.

Todos estes problemas tiveram eco na Sociedade das Nações: Peterandia promoveu um debate sobre a situação de Vibra, que foi recusado pelo governo de Tokyo como uma intromissão intolerável em sua política interior. Por sua vez, o Governo de Athaulphia, ante as desordens, emitiu um comunicado de público apoio ao governo do Arquipresidente Costa ante a subversão extremista. Athaulphia deseja que a acalma regresse ao país asiático e respalda a posição do governo legítimo e democrático.


Athaulphia no mundial de atletismo: 3 medalhas mas nenhum ouro

Atuação desigual dos atletas athaúlphicos no meeting de atletismo celebrado em Águas Santas. Os representantes de nosso país conseguiram duas medalhas de prata e um bronze, mas nenhuma de ouro. No entanto, espera-se melhorar o resultado em próximos encuetros, pois os atletas athaúlphicos demonstraram um bom nível.

A primeira medalha foi a conseguida por Sandra Losada em lançamento de peso feminino. A athaúlphica conseguiu o bronze numa prova na que se impôs a representante romana, com pouca vantagem sobre a de Utopyah.

Medalha de prata conseguiu o lançador de martelo Félix Míguez, único atleta masculino athaúlphico com metal. Em sua prova conseguiu acercar-se ao vencedor, o representante de Roma, ainda que falhou seu último lançamento e não pôde superar o segundo posto.

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Rosa Meire se recupera depois da carreira

Por outro lado, a corredora Rosa Meire conseguiu chegar segunda na maratona, depois da corredora de Peterandia. A maratoniana athaúlphica se consolida como uma das promessas de nosso atletismo, com uma prata que sabe a ouro, depois das lesões do ano passado.

No capítulo dos “quase” destacou o corredor Carlos Recio, que ficou no quarto posto dos 10.000 m masculinos. Não pôde ser. A heptatleta María Xosé Fernández acabou 5ª em sua prova, apesar dos promissores resultados de suas primeiras provas.


Revista de imprensa

Hoxe:
• A violência religiosa ameaça a estabilidade de Vibra.
• Os atletas de Athaulphia conseguem duas pratas e um bronze.

O Correio:
• Athaulphia respalda ao governo vibrense ante as desordens.
• Rosa Meire consegue prata numa emocionante maratona.

O Nacional:
• Grupos subversivos xinstoístas e comunistas desestabilizam Vibra.
• Sem ouros: decepção com o atletismo nacional.
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Repressão anticomunista em Lusitia - Protestos contra Lusitia - Muñiz deixa Estado

Mensagem  Athaulphia Seg Set 22, 2008 5:15 pm

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A “cruzada” anticomunista do regime lusitio conclui com um massacre no Cáucaso

A apavorante campanha de perseguição contra as organizações comunistas desencadeada pelo Império de Lusitia terminou com uma brutal campanha militar contra o reduto comunista em Bakú, na orla do Caspio. O Império Lusitio teve que recorrer à ajuda das tropas romanas para achatar o núcleo de resistência que os comunistas tinham conseguido estabelecer no Cáucaso, depois da feroz campanha de repressão desatada pelas autoridades de St. Romanov.

Faz semanas o governo imperial de Lusitia iniciou uma campanha de repressão contra os comunistas. Com o pretexto de uma suposta conspiração contra o imperador, o regime lusitio declarou o comunismo como uma “doença malévola”, ilegalizou o partido comunista e encarcerou a centenas de comunistas. Várias dezenas de ativistas foram executados sumariamente, enquanto centenas de presos políticos estão numa situação incerta, sem contar com os desaparecidos. O regime inundou o país de propaganda e semeou a paranóia, oferecendo recompensas por delações contra comunistas reais ou fictícios.

O terror branco do regime provocou uma rebelião no Cáucaso, dirigida pelo General Leonid Brechnev, que proclamou uma efêmera União Lusitia. No entanto, uma rápida ação militar liderada pelo General Andronicus, à frente das tropas romanas, achatou a sangue e fogo a rebelião. Esta ação é fruto da colaboração entre os regimes romano e lusitio, estabelecida pelo recentemente assinado Pacto de Aço.

Protestos contra a repressão em Lusitia

Com motivo da perseguição contra os comunistas e a campanha do Cáucaso, várias organizações athaúlphicas de defesa dos direitos humanos, sindicatos, associações juvenis e partidos de esquerdas convocaram uma manifestação de protesto frente à embaixada de Lusitia em Athaulphia. O protesto reuniu a umas 10.000 pessoas, que mostraram cartazes contra o imperador Mikael e cantaram consignas, como “Mikael assassino”, “Liberdade e democracia em Lusitia”, “Lusitia-Roma: criminosos de guerra”, “Detenham o genocídio” e outras similares.

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Imagem do protesto ante a embaixada de Lusitia

O protesto foi bastante ruidoso e teve momentos tensos quando alguns manifestantes lançaram ovos, pedras e garrafas contra a fachada da embaixada. No entanto, a Polícia de Athaulphia controlou a manifestação, e os danos poderão ser consertados com uma fregona. Esta manifestação é uma mostra da opinião pública maioritária em Athaulphia, contrária às ações do governo de Lusitia contra os comunistas. Várias vozes na imprensa, a sociedade e a Xunta estão pedindo medidas contra Lusitia, desde ruptura de relações a boicote comercial. Pelo momento, o Governo de Athaulphia não se pronunciou ao respecto.


Rodrigo Muñiz, condecorado pelo Presidente

O líder da oposição parlamentar e já ex-Conselheiro de Estado, Rodrigo Muñiz, traspassou suas responsabilidades como chefe da diplomacia athaúlphica a sua sucessora, a nova Conselheira Helena Loureiro. Muñiz se incorporará a sua nova tarefa como chefe do primeiro partido da oposição na Xunta.

Não considero, em absoluto, que isto seja um descenso de categoria”, declarou à imprensa; “Passo a desempenhar uma posição fundamental em nosso sistema democrático, e é para mim uma grande responsabilidade. Estou especialmente orgulhoso de ser a voz de milhões de cidadãos e de poder contribuir a imprescindível crítica construtiva para o bom funcionamento de nossas instituições. Farei uma oposição construtiva, leal e em favor do interesse geral de Athaulphia”. Caçoando com a Conselheira Loureiro, disse: “Prepare-se, senhora Conselheira, porque vou vigiá-la bem”.

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Muñiz se despede de um colaborador da Conselheria de Estado

Como reconhecimento a seu labor como Conselheiro de Estado, o Presidente Vázquez Valcárcel concedeu ao senhor Muñiz a Ordem dos Fundadores, que premeia os serviços distintos à República. Entre os méritos extraordinários reconhecidos estão os de abrir relações diplomáticas com todas as nações e estender o prestígio internacional de Athaulphia, até o ponto de ter sido elegida como sede da Sociedade das Nações, e que um athaúlphico tenha sido eleito como seu Secretário Geral.

Se o labor de Muñiz pode ser considerada uma grande aportação para a imagem internacional de Athaulphia, a concessão desta medalha também tem um grande significado: o Presidente Vázquez, socialista, concedeu-a a um adversário político, Muñiz, que ademais foi seu rival nas eleições presidenciais. Este fato simboliza a normalidade democrática e a concórdia desta nova etapa em Athaulphia, depois da convulsa vida política dos anos anteriores.


Revista de imprensa

Hoxe:
• A campanha de terror contra os opositores em Lusitia indigna à opinião pública.
• O Presidente distingue a Muñiz com a Ordem dos Fundadores.

O Correio:
• Preocupação pela repressão em Lusitia.
• Rodrigo Muñiz condecorado por seu labor à frente de Estado.

O Nacional:
• As forças romano-lusitias derrotam aos terroristas vermelhos em Bakú.
• Muñiz premiado pelos socialistas por seus “serviços”.
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Nasce a OCDE - Final Taça América do Norte

Mensagem  Athaulphia Seg Set 29, 2008 4:50 pm

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Nasce a OCDE

Com a aprovação da Xunta e a sanção do Presidente, Athaulphia aprovou sua entrada na nova OCDE: Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico.

Esta organização reune às três nações de América do Norte: Scream_off, Kalmar e Athaulphia, e promove a democracia e o pluralismo no aspecto político, os direitos humanos e a economia de mercado. A OCDE aspira a ser a referência mundial da democracia liberal, bem como a Internacional Socialista é a referência dos sistemas socialistas e de economia planificada e o Pacto de Aço o é para os regimes autoritários.

A OCDE trabalhará por criar um mercado comum entre seus países membros, através da abertura dos mercados nacionais: o objetivo é a livre circulação de pessoas, mercadorias, serviços e capitais, e para isso se coordenarão as políticas sociais e econômicas, se estudarão de maneira conjunta as decisões nesses campos, se reduzirão progressivamente as alfándegas, se criará um passaporte comum e se trabalhará em projetos compartilhados de transporte, entre outras muitas atividades. Espera-se que o acesso a um maior mercado de clientes e provedores favoreça o desenvolvimento das economias nacionais, promovendo uma melhora no nível de vida e da competitividade das nações da Organização.

Athaulphia introduziu certas reservas em sua adesão, para preparar a nosso país para uma integração plena. Os motivos para estas reservas foram a atual situação de crise que atravessa Athaulphia e a desproporção de tamanho entre nossa economia e a de nossos novos sócios. Em palavras do Conselheiro de Economia, Ignacio Noguerol, “Athaulphia precisa ainda de certo protecionismo para evitar que nossas pequenas empresas se vejam esmagadas pelas poderosas companhias do Continente, mas os mecanismos previstos no tratado permitirão que nossa economia se ponha ao nível de nossos sócios”, Esses mecanismos se traduzem no CANADA (Conselho Assessor Norte Americano para o Desenvolvimento de Athaulphia), organismo integrado na OCDE que assessorará ao governo athaúlphico em matéria econômica, proverá de projetos financeiros e canalizará ajudas, mediante empréstimos dos demais sócios, para o desenvolvimento de grandes projetos em Athaulphia.

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Ignacio Noguerol, Conselheiro de Economia, expõe ante a Xunta as condições de adesão de Athaulphia à OCDE

A adesão à OCDE foi apoiada pelo PDS e o principal partido da oposição, UDC. O PDS, através de seu porta-voz na Xunta Rubén Pérez, considerou positiva a entrada na organização “para abrir horizontes a nosso desenvolvimento econômico e melhorar nossa situação atual”, enquanto o líder da UDC, Rodrigo Muñiz, destacou que “a liberalização de mercados e a competitividade que trará a entrada na OCDE permitirão a nossa economia atingir os níveis mais altos”. Pelo contrário, a adesão contou com o voto contrário da esquerdista “Alternativa”, cujo líder Henrique Díaz advertiu que “esta organização nos leva para o capitalismo selvagem e neoliberal, que acabará por destruir as conquistas sociais de décadas: nos converteremos numa colônia das grandes multinacionais, enquanto nossa economia se dirige desde instituições não democráticas”. Por sua vez, APP decidiu abster-se na votação: segundo disse seu chefe de filas Manuel Nazario, “nós apoiamos tudo o que favoreça o livre mercado, e não há neste país um partido mais favorável ao sistema capitalista que o nosso. Mas não podemos apoiar este tratado, pois o governo socialista negociou umas condições ultrajantes para nossa pátria, que se converte numa espécie de protetorado de nossos vizinhos”.

Finalmente a adesão foi aprovada por 71 votos a favor, 11 na contra e 17 abstenções. Com a assinatura do Presidente da República, Athaulphia se converteu num sócio fundador da OCDE.


Final da Taça de Norteamérica: o troféu se vai a Scream_off

O Sporting de Scream_off se alçou com a primeira Taça de Norteamérica ao derrotar ao AIK de Kalmar por um gol a zero. Na final disputada no Estádio Nacional Primeiro de Abril de Athaulphópolis se reuniram numerosos aficionados chegados de nossas duas nações vizinhas e importantes autoridades chegadas para tão importante evento.

O jogo começou com a esmagante saída do AIK, que conseguiu lançar 8 disparos à meta screamoffense na primeira meia hora, sem transformar nenhum. O Sporting demorou em reagir, mas conseguiu equilibrar a balança no segundo tempo. Depois de uma fase de ocasiões para ambos lados, no minuto 75 um gol de Troy Hudson deu a vantagem ao Sporting. A vantagem screamoffense pôde desaparecer no penalty a favor do AIK assinalado no minuto 87, mas o atirador kalmarense Mathissen lançou demasiado alto e perdeu a oportunidade de igualar o marcador.

Com este resultado se chegou ao final do encontro, que significou a vitória do Sporting Scream_off, campeão de sua liga nacional e agora também primeiro Campeão da América do Norte. A vitória foi celebrada com delírio em Águas Santas, com milhares de aficionados nas ruas, que esperaram à chegada de sua equipa para recebê-la no aeroporto, a altas horas da madrugada. As celebrações se prolongaram até entrado o dia.


Revista de imprensa

Hoxe:
• Athaulphia, Kalmar e Scream_off criam o mercado comum norteamericano.
• O Sporting de Scream_off se leva a primeira Taça de Norteamérica.

O Correio:
• Socialistas e centristas se unem para unir a Athaulphia à OCDE.
• A Taça Norteamérica viaja a Águas Santas: o Sporting, campeão.

O Nacional:
• Athaulphia submete sua economia à FUS.
• A ineptidão dos socialistas leva a Athaulphia a mendigar ajudas a seus vizinhos.
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Mensagem  Athaulphia Dom Out 05, 2008 11:01 am

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Mensagem do Chanceler da República de Athaulphia Adolfo Miranda

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Estimados cidadãos:

Como todos vocês sabem, a situação internacional se encontra gravemente perturbada estes dias pela invasão de Escócia perpetrada pelas forças do Império Romano. Ante a escalada de tensão internacional provocada por esta invasão, nosso Governo deseja manifestar publicamente sua postura ante o conflito e as medidas que vamos adotar para enfrentar esta crise.

O Conselho de Governo de Athaulphia declara sua rejeição e condenação contra essa invasão, como um ato de agressão injustificada e um atentado contra a paz. A República de Athaulphia pede a retirada a suas fronteiras de todas as forças militares implicadas e a abertura de conversas de paz, para procurar uma solução dialogada aos conflitos que tenham originado esta invasão. Athaulphia se oferece também desinteressadamente para mediar nas negociações de paz e contribuir em tudo o possível a uma solução pacífica.

De acordo com nossa tradição de neutralidade e pacifismo, a República de Athaulphia recusa implicar-se em qualquer ação militar ofensiva, conquanto nos reservamos nosso direito à autodefesa e a adotar a postura diplomática que consideremos adequada. Para garantir nossa segurança nacional, decidimos pôr a nossas Forças Armadas em estado de alerta para prevenir qualquer violação de nossa integridade. Por isso, pusemos a nossa Força Aérea, nossa Armada e nossa Guarda Nacional em estado de alerta laranja, e vamos reforçar os exercícios de nossas Milícias.

Confiamos em que estas medidas só sejam passageiras e a situação internacional volte à normalidade em breve. Reiteramos nossa exhortación ao Império Romano para que ponha fim a esta crise e se retire dos territórios invadidos, e chamamos à acalma e à serenidade, não só aos cidadãos de Athaulphia senão aos cidadãos e governos de todo mundo.

Muito obrigado e boas noites.
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Mensagem  Athaulphia Qua Out 08, 2008 11:11 am

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Bons resultados para Athaulphia no Mundial de Atletismo

Terminou o meeting internacional de Atletismo celebrado em Águas Santas com uma colheita de medalhas muito satisfatória por parte da equipa athaúlphica. Quatro ouros, cinco pratas e quatro bronzes põem a Athaulphia num meritório 5º posto, ao nível dos melhores equipes do mundo. Nosso país fez um grande papel com seus saltadores e seus corredoras de fundo.

A qualidade dos atletas de Athaulphia brilhou sobretudo na final masculina de Salto em Altura, onde conseguimos o primeiro posto, para Xavier Bermello, e também o segundo, que foi para Miguelanxo Rubio. Em categoria feminina foi a prova dos 20 km marcha a que se tingiu com as cores de Athaulphia, com a medalha de ouro para María Vázquez e a de bronze para Beatriz Rodríguez.

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Xabier Bermello, medalha de ouro em salto em altura, na final

A lista completa dos atletas ganhadores de medalha de Athaulphia é a seguinte:

MEDALHAS DE OURO

Salto em altura masculino: Xabier Bermello
800 m masculino: Manolo Vilar

20 km marcha feminino: María Vázquez
4x100 m feminino: Teresa Martínez

MEDALHAS DE PRATA

Salto em comprimento masculino: Felipe Liñares
Salto em altura masculino: Miguelanxo Rubio
400 m masculino: Luis Martínez
Lançamento de peso masculino: Félix Míguez

Maratona feminina: Rosa Meire

MEDALHAS DE BRONZE

400 m barreiras masculino: Xabier Fidalgo
Lançamento de peso feminino: Sandra Losada

20 km marcha feminino: Beatriz Rodríguez
1500 m feminino: Mercedes Martínez

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A corredora de marcha María Vázquez recolhe sua medalha de ouro


Revista de imprensa

Hoxe:
• Athaulphia condena a invasão de Escócia e chama à paz.
• Boa colheita de medalhas em atletismo.

O Correio:
• O Governo recusa a invasão romana de Escócia e declara a alerta.
• 12 + 1 medalhas em atletismo: a Federação Athaúlphica muito satisfeita.

O Nacional:
• Miranda provoca ao Império Romano e mobiliza tropas.
• Mundial de Atletismo: só 4 medalhas de ouro numa atuação muito melhorável.
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Mensagem  Athaulphia Qua Out 08, 2008 3:35 pm

(entre parêntese)

Debate em Canal 1, apresentado e moderado por Ignacio Lorenzo
Hoje: Roma invade Escócia

SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias LorenzoMila030206M02

Boa noite, senhoras e senhores, e bem-vindos a “Entre parêntese”, programa de análise da atualidade e debate. Hoje vamos falar do tema que centra todas as discussões e toda a atenção mundial nas últimas semanas: a invasão romana de Escócia.

Depois de uma série de confrontos diplomáticos e escaramuzas fronteiriças, a tensão crescente entre o Império Romano e a Commonwealth de Peterandia desembocou em conflito armado. As tropas romanas lançaram um ataque relâmpago que achatou as defesas de Escócia, estado associado a Peterandia, e o Rei de Escócia se viu obrigado a capitular. A ação romana foi justificada com uma suposta conspiração terrorista peterandesa na Britania romana, enquanto vários países, inclusa Athaulphia, condenaram a invasão e solicitaram que Roma se retire de Escócia, ao mesmo tempo em que se produziram represálias de Peterandia nas colônias romanas de América e movimentos das frotas da URS e Triestin.

Temos esta noite conosco, para debater sobre a situação, a vários convidados especialista na questão. Está conosco ao senhor Mariano López, que como todos vocês sabem foi Conselheiro de Estado com o ex-Presidente Manuel Nazario e agora é deputado de APP e porta-voz de exteriores de seu partido na Xunta. Também convidamos à senhora Mayra Pimentel, que é a presidenta do Movimento pela Paz e a Liberdade, organização não governamental em defesa da paz os direitos humanos e deputada de “Alternativa”, e que foi Conselheira do Bem-estar com o Presidente Vázquez. Estão também conosco Ernesto Carracedo, diretor de “internacional” do diário “Hoxe”, e o diretor do diário “O Correio”, Luis Outeiro. Comecemos pelo senhor López, que tratou com o Império Romano em várias ocasiões como Conselheiro de Estado. Senhor López, por que crê que Roma decidiu invadir Escócia?

MARIANO LÓPEZ: Bem, eu acho que as explicações feitas públicas pelo governo romano são claras. Temos essa gravação na que um terrorista confessa claramente que o governo peterandés tem vínculos com organizações terroristas que procuram desestabilizar o Império Romano. Roma tomou simplesmente represálias para garantir sua segurança e realizou uma ação preventiva para acabar com essa ameaça terrorista.

ERNESTO CARRACEDO: E você dá crédito a essa gravação? Nela só se ouve a um tipo que não se sabe quem é, falando de uma conspiração da que não se contribui nenhuma prova, e mencionando ao governo peterandés de passo… mas o mais engraçado é do que esse suposto terrorista diz claramente do que o governo de Peterandia não tem nada que ver com suas atividades. Roma apresentou como justificativa uma coisa que demonstra que NÃO havia justificativa.

MAYRA PIMENTEL: Por não falar das torturas que se evidencian nessa gravação, uma prova mais do nulo respeito do regime romano pelos direitos humanos mais elementares e de sua brutalidade criminosa. Esta suposta “prova” nada mais é que um invento fabricado pelo regime romano para disfarçar de “defesa” o que nada mais é que uma agressão imperialista.

LUIS OUTEIRO: Aparte de que o mesmo fato das torturas invalida qualquer revelação: dando-lhe golpes e drogas qualquer confessará o que queiras ouvir. Esse tipo confessa ser um conspirador anti-romano como poderia confessar ser um extraterrestre infiltrado. Em Athaulphia nenhum tribunal aceitaria essa “confissão”.

MODERADOR IGNACIO LORENZO: Bem, senhores, se lhes parece, vamos escutar de novo essa gravação apresentada pelas autoridades romanas como justificativa da invasão.

- Ok, ok seus fachos de merda, vamos falar, vamos falar... mas quero garantias que me deixam sair daqui vivo

- Fomos financiados por um governo anti-romano para atentar contra o governador de Londres, uma tentativa de infiltração e assassinato. Se não fosse este idiota ficar bêbado...

- Não temos contactos concretos. É uma agência com base na Peterandia mas sem ligações a qualquer governo...

- Miguel Flanders foi o único nome que veio como contacto, pertence a uma agência, a ISMS que pelo que sei é financiada pelo governo, mas juro que não tenho mais nada... uma equipa deles viajou até Dublin, mas não vieram para Londres connosco... não temos provas de nada, eles não foram estupidos a esse ponto...

- Muahahahuuhaha vocês tão fudidos, a Cassandra anda recrutar anti-romanos por todo o lado, eu bem ouvi os peterandeses falar... ahahaah apanharam-me a mim mas por cada um que apanharem, aparecem dois pra me tomar o lugar, e eles tão empenhados, dinheiro pra isto não lhes falta.
ERNESTO CARRACEDO: Acabamos de escutá-lo claramente: “uma agência com base na Peterandia mas sem ligaciones com qualquer governo”. Uns peterandeses sem vínculos com seu governo organizam um complô e os romanos, como represália, invadem Escócia! É completamente absurdo, estabelece-se uma relação sem nenhum fundamento.

MARIANO LÓPEZ: Eu também ouvi que lhes financia um “governo anti-romano”, mencionaram a um membro de uma agência estatal financiada pelo governo… e o nome de “Cassandra”, que é bastante claro. Não nos façamos os despistados: as provas são claras e Roma atuou em defesa própria.

ERNESTO CARRACEDO: Um tal “Flanders” que trabalha numa agência estatal como poderia trabalhar de garçom num restaurante. E ante isso os romanos se põem a bombardear o primeiro restaurante que encontram perto. Insisto, não tem pés nem cabeça.

LUIS OUTEIRO: E mesmo assim, ainda que fora verdadeiro, não se justifica uma invasão em toda regra por capturar um espião. Está claro que esta história dos agentes capturados nada mais é do que um pretexto fabricado para uma invasão decidida e preparada de antemão. Não houve ultimato, não houve exigência de nada, apertou-se o gatilho diretamente.

MAYRA PIMENTEL: Porque esta guerra foi uma agressão romana premeditada. Roma via Escócia como uma moléstia para seu domínio em Europa e já tinha decidido acabar com essa moléstia. Todo este assunto dos agentes pretensamente peterandeses que pretensamente iam atentar contra não se sabe quem… é ridículo, a mim me dá riso. Porque vejamos: capturam e interrogam a esses agentes, e desde que confessam, os romanos são capazes de tomar uma decisão tão grave como ir à guerra e de pôr em marcha um despregue militar tão espetacular como o que vimos… em mal umas horas ou um par de dias? Tudo estava preparado, é evidente.

MARIANO LÓPEZ: Não seja ridícula: uma nação como Roma está preparada para responder rapidamente a uma agressão. E tem todo o direito a responder. Que pretende dizer com que “estava preparado”? Pois claro que estavam preparados, para defender-se. Já sabem o provérbio romano: “Si vis pacem para bellum”.

MODERADOR IGNACIO LORENZO: Muito bem, senhores, se não lhes importa lhes sugiro que passemos a outro tema, que é como afeta este assunto a Athaulphia? Que lhes parece a atuação de nosso Governo?

LUIS OUTEIRO: Bem, eu creio que o Governo atuou corretamente. Esta ação de Roma não pode deixar-se passar sem uma condenação, e é necessário atuar a favor da paz.

MAYRA PIMENTEL: Eu creio que “ficaram curtos” e atuaram com demasiada timidez: a condenação deveria ter sido mais rotunda, e mais rápida, porque se demoraram demasiado em reagir. Deveriam adotar-se medidas de pressão mais contundentes de acordo com as que estão adotando outras nações, como sanções diplomáticas.

MARIANO LÓPEZ: É uma loucura. O Governo de Athaulphia não tem direito a julgar uma ação defensiva do Império Romano e muito menos a emitir condenações nem ameaças, como fez. A mensagem de Miranda a outra noite é escandaloso, porque se põe de parte de um país que praticou e pratica o terrorismo, e provoca a uma superpotência como Roma. Este Governo atua de maneira irresponsável e suicida, porque ademais mobilizou a nossas forças armadas, numa clara ameaça, e se não retifica pode expor a nosso país a uma catástrofe. Este assunto é gravíssimo, e o Chanceler deveria demitir por sua incompetência e sua irresponsabilidade.

ERNESTO CARRACEDO: Por favor, por favor, não exageremos, senhor López, não exageremos. O Chanceler não fez nada fora da lógica. Isso de que “Peterandia pratica o terrorismo” acho que já ficou claro, e não o acreditamos.

MARIANO LÓPEZ: Talvez nega você os ataques a embarcações civis, com centos de mortos, que perpetrou Peterandia?

LUIS OUTEIRO: Uma coisa é o terrorismo e outra a guerra, e o assunto dos barcos não deixa de ser uma ação militar, ademais é um uso corrente em caso de guerra. E ademais é uma represália pela agressão prévia de Roma, não o esqueçamos.

MARIANO LÓPEZ: Eu vi as imagens oferecidas por Roma e duvido muito disso que dizem. Peterandia pratica o terrorismo e a pirataria, e vocês estão negando o direito de Roma a defender-se. Deveriam reflexionar e dar-se conta do escandaloso de suas afirmações.

MAYRA PIMENTEL: E você e seu partido deveriam reflexionar sobre essa admiração fascinada pelo fascismo que têm, porque não aprenderam nada desde que os athaúlphicos e as athaúlphicas os botaram do poder. E os romanos deveriam envergonhar-se do espetáculo que organizaram na Sociedade das Nações queixando-se dos ataques peterandeses. Roma! Os que nunca respeitam a ninguém nem a nada vão chorincando à Sociedade das Nações. E depois de ter vetado que se fale de sua invasão nessa mesma organização! É difícil imaginar tanta falta de vergonha.

MARIANO LÓPEZ: Falta de vergonha a sua, ao burlar-se assim das pobres vítimas dos ataques navais peterandeses.

MAYRA PIMENTEL: Você me fala de vítimas? Que acontece com os que morreram nos bombardeios romanos sobre Escócia? Esses não lhe inspiram tanta ternura?

MODERADOR IGNACIO LORENZO: Um momento, senhores, acalma por favor. Bem, para ir terminando, como pensam que vai evoluir isto? Senhor Outeiro?

LUIS OUTEIRO: Eu penso que isto vai acalmar: a ação de Roma tem na contra a muitos países poderosos. Achatar a Peterandia seria fácil para os romanos, mas se a Internacional Socialista e Scream_off vão em ajuda dos peterandeses, Roma o terá muito difícil. Seria um suicídio seguir adiante com esses rivais, assim que haverá seguramente uma solução negociada. Ainda que os romanos protestarão.

MARIANO LÓPEZ: Eu não o vejo tão fácil. Peterandia não é tão influente como para arrastar a tantas nações poderosas, e creio que a situação ficará como está: Escócia se vincula a Roma como estado vasalo e as outras nações retiram suas ameaças. O que deveria preocupar-nos mais é uma possível agressão desesperada de Peterandia contra a América Romana, e sobretudo as conseqüências que pode ter para Athaulphia a atitude provocadora do Chanceler Miranda: converter-nos em inimigos de Roma é o pior que nos poderia passar, e Miranda se arrependerá do que está fazendo.

MAYRA PIMENTEL: Athaulphia não corre perigo, pois está fazendo o correto e está do lado das justiça. Não sabemos até onde podem chegar os romanos, e não me surpreenderiam que se lançassem a uma guerra contra o mundo. Se isso chegasse, tudo seria responsabilidade exclusiva do regime fascista romano, e confio em que a aliança das nações livres do mundo acabaria com esse problema. E me alegro de que estejamos no lugar correto.

ERNESTO CARRACEDO: Eu coincido basicamente com o senhor Outeiro, ainda que não há que descartar uma cena de guerra no Pacífico. A América Romana está em má posição, e é possível que isto se solucione com “um intercâmbio de prisioneiros”: se Roma libera Escócia, Peterandia e seus aliados deixam em paz às colônias romanas. E não acho provável que Athaulphia se veja afetada além do que está agora: atuações diplomáticas, estado de alerta e mais nada.

MODERADOR IGNACIO LORENZO: Muito obrigado a todos, mas não temos tempo para mais e devemos deixá-lo aqui. Muito obrigado, senhora Pimentel, senhor López, senhor Carracedo e senhor Outeiro, por ter compartilhado estes momentos de reflexão com os espectadores do Canal 1. E a vocês senhores espectadores, muito obrigado por sua atenção e esperamos-lhes a próxima semana, em “Entre parêntese”. Mui boa noite.
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Mensagem  URS Qua Out 08, 2008 3:49 pm

ooc: só para dizer "excelente"
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Governos OCDE juntos ante crise Escócia - Mundial atletismo Roma

Mensagem  Athaulphia Seg Out 13, 2008 11:44 am

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Os governos da OCDE analisam a crise de Escócia em conjunto

O Chanceler de Athaulphia Adolfo Miranda e o Presidente de Kalmar Antonio Santos se reuniram em Águas Santas com a Presidenta da FUS Mackenzie Allen para analisar em conjunto a crise internacional desatada depois da invasão romana de Escócia e os movimentos de frotas no Pacífico. Os governos de América do Norte procuram uma posição comum ante a delicada situação política mundial.

Ainda que não transcenderam detalhes da reunião, fontes do Conselho de Governo de Athaulphia afirmam que se trata de coordenar esforços para manter a paz e a legalidade internacional. Não se produziu nenhuma declaração oficial de nenhum dos governos implicados, ainda que se espera que nos próximos dias transcendam detalhes da reunião. Além desta reunião, os líderes da OCDE se encontram em contato permanente para seguir a evolução do conflito.


Athaulphia em cabeça depois da primeira jornada de Atletismo em Roma

Começou a seguinte fase do campeonato mundial de atletismo, com o encontro de Roma. Este encontro começa marcado pela polêmica, pois a tensão internacional gerada pela invasão romana de Escócia afetou à celebração deste encontro: enquanto Peterandia, Kalmar e Scream_off decidiram não ir a Roma ao considerar que a segurança de suas atletas não estava garantida, outras federações, como foi o caso da athaúlphica, finalmente decidiram apresentar-se, depois de sopesar a situação. A Federação Athaúlphica de Atletismo decidiu viajar a Roma no último momento, depois de que os rumores falassem de um boicote contra Roma e se falasse do perigo de que os aficionados romanos agredissem às delegações estrangeiras. Com tudo, a UID decidiu não adotar medidas de sanção contra os três países não apresentados (além de do que não poderão obter medalhas neste encontro), ao considerar justificadas as razões de sua retirada.

A decisão athaúlphica de ir demonstrou ser acertada, pois não se produziu nenhum incidente relativo à segurança de nossos atletas e a delegação athaúlphica começou sua participação com muito bom pé: depois da primeira jornada, Athaulphia está no primeiro posto do medalheiro, com três ouros, uma prata e um bronze. Ainda que a falta de competidores de três países facilitou as coisas, nossa federação está muito satisfeita pelo resultado e recusou que se lhes acuse de “vantagismo”, como assinalaram alguns jornalistas.

A primeira alegria veio na final dos 100 metros, onde o corredor David Ferreira impôs-se levando-se o ouro, o primeiro ouro nessa prova da história de Athaulphia. Ferreira, eufórico depois da carreira, afirmava que “não acredito”, pois em Águas Santas nem sequer tinha podido chegar à final. Em fundo, Carlos García conseguiu a prata nos 10.000 metros, a primeira medalha de sua carreira em competição internacional.

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David Ferreira saúda ao público depois de cruzar a meta na final de 100 metros

No lado feminino, foi especialmente celebrado o triunfo de nossa corredora de maratona Rosa Meire, que conseguiu a medalha de ouro depois de ter ficado segunda em Águas Santas. Rosa Meire declarou sentir-se “muito satisfeita e feliz” por este triunfo, que a certifica como a melhor maratoniana do momento depois de ter estado apartada o ano passado pelas lesões. Também a heptatleta María José Fernández pôde desforrar-se de seu quinto posto do anterior encontro, conseguindo o ouro pelo que leva trabalhando tanto tempo. Por último, a corredora de 3.000 metros obstáculos Marta Domínguez chegou em terceiro posto na final, atingindo o bronze. No campo das decepções estiveram nossas corredoras de marcha, que depois de ganhar ouro e bronze no anterior encontro, nesta ocasião ficaram fora do pódio. Os sucessos das atletas femininas resultaram inclusive mais satisfatórios tendo em conta a atitude depreciativa e inclusive hostil do público romano, pois em Roma não está permitido o desporte feminino.


Revista de imprensa

Hoxe:
• Os governos norte-americanos procuram uma ação comum ante o conflito de Escócia.
• Mais sucessos do atletismo athaúlphico: 3 ouros em Roma.

O Correio:
• Miranda viaja a Águas Santas urgentemente para tratar o assunto de Escócia.
• Primeiro dia em Roma e 5 medalhas: nossos atletas seguem triunfando.

O Nacional:
• A reunião secreta de Miranda: preparando a GUERRA?
• Athaulphia ganha em Roma, apesar do boicote.
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Mensagem  Roma Seg Out 13, 2008 7:06 pm

OOC: Lol não há legislação nesse campo, só que culturalmente "fica mal" a uma mulher entrar nessas modalidades tongue

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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty ESPECIAL CAMPEONATO DE ATLETISMO

Mensagem  Athaulphia Qua Out 29, 2008 10:45 am

Os atletas de Athaulphia triunfam em Roma

Continuam imparáveis os sucessos dos atletas athaúlphicos na reunião de atletismo que se está celebrando em Roma. Depois da terceira jornada (e sobretudo depois da grande gesta da segunda), a delegação athaúlphica lidera o ranking de medalhas com grande vantagem: 9 medalhas de ouro, 4 de prata e 5 de bronze.

Depois de ganhar a carreira de 100 metros masculina, Athaulphia também conta com a mulher mais rápida do mundo: a athaúlphica de origem africana Fina Ngonga se levou esse precioso troféu num emocionante e disputado hectómetro. Fina não pôde conter as lágrimas ao receber o ouro que a credencia como a mais veloz.

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Fina Ngonga olha ao céu ao cruzar a meta

Outro ouro muito valioso foi o colhido por Xabier Fidalgo nos 400 metros, que adiciona ao bronze obtido em Águas Santas: Fidalgo é o primeiro athaúlphico com duas medalhas, depois da corredora de maratona Rosa Meire. Na mesma carreira, seu colega Pepe Romero “herdou” seu terceiro posto. Também os saltos deram ouro à equipa nacional: em longitude para Eusebio López e com vara para Nerea Carril. Xesús Flórez, em lançamento de disco, e David Gómez, em decatlo, completaram a colheita de ouro para a delegação athaúlphica.

Também a prata em salto com vara feminino foi para uma athaúlphica, Elvira García. Outras duas mulheres de Athaulphia obtiveram prata: Susana López nos 400 metros lisos e Laura Arias nos 400 barreiras.

O marchador Anxo Brandariz conseguiu o bronze nos 50 quilômetros, melhorando consideravelmente sua medíocre atuação em Águas Santas, onde se teve que retirar no meio da carreira com uma lesão muscular. Brandariz confia em melhorar seus resultados em próximas provas. Outros dois bronzes se conseguiram com os saltos: Carlota Castrelo em triple salto feminino e Sebastián Cordeiro em salto com vara masculino.

Entrevista a Rosa Meire: “Estamos vendo os frutos de muitos anos de trabalho silencioso”

Com sua medalha de ouro em Roma e sua prata em Águas Santas, Rosa Meire é a estrela do atletismo athaúlphico e o nome mais repetido atualmente de nosso desporte. Sua dupla condição de mulher e de praticante de um desporte não “de massa” ressalta seu triunfo: pela primeira vez na história de Athaulphia, as transmissões desportivas de atletismo estão conseguindo cifras de audiência superiores às do futebol, algo que esta athaulphopolitana de 38 anos nunca tinha imaginado ao longo de sua carreira.

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- O tempo acaba recompensando o esforço, verdade?

- Sim, em meu caso posso dizê-lo. E isso que eu comecei tarde em isto do atletismo, com 28 anos.

- Na flor da vida, vamos. Mas já fazias desporte desde muito antes.

- (Sorri) Si, de fato provei de tudo: bádminton, basquete, andebol, esquí… mas sempre como aficionada, no tempo livre que me deixava o trabalho. O desporte sempre me atraiu, mas demorei muito em lançar-me ao desporte profissional. Aos 28 comecei a correr mas seguia trabalhando; mais tarde ví que ia melhorando e procurei um bom preparador, Alfonso Dinís, com a idéia de treinar um ano e ver até onde podia chegar.

- E chegaste à seleção nacional de atletismo. Custou-te deixar teu trabalho?

Rosa Meire apresentou-se a Miss Athaulphópolis em 1995 e ficou como Primeira Dama de Honra. A partir daí trabalhou como modelo plubicitaria e de passarela, e seu rosto esteve presente em numerosas campanhas de diferentes produtos. Compartilhou seu trabalho com o atletismo, até que chegou à seleção.

- Conservo minhas fotos com carinho, mas desde que comecei a treinar a sério tinha clara minha vocação: já não podia pensar na moda, preferia passar o dia ao ar livre, praticando desporte.

- Mas agora a gente volta a ver-te por televisão.

- Sim, é verdade (ri). Aparte das medalhas, é uma recompensa ver que este desporte se vê por fim reconhecido. Em Athaulphia temos clubes de atletismo mui bons com gente mui boa trabalhando duramente. Até agora mal se nos via, mas com os campeonatos mundiais estamos vendo os frutos de muitos anos de trabalho silencioso. Espero que o gosto pelo atletismo vá para acima a partir de agora.

- Esperas mais apoio institucional e mais atendimento dos mídia, verdade?

- Sim, e do público. Se à gente lhe agrada este desporte e o segue, o demais vem só.

- Então alegrará-te saber que desde faz semanas milhares de meninos se estão apontando a atletismo, e nas escolas estão aumentando as dotações para este desporte. Antes todos queriam ser futebolistas.

- Sim? Genial, alegro-me. Ainda que os atletas não ganhamos tanto como os futebolistas (ri).

- Esperas manter tuas marcas?

- Espero melhorá-las (sorri), ainda que já estou muito satisfeita pelo conseguido até agora. Para preparar os campeonatos passei junho e julho fazendo 200 quilômetros à semana, sem nenhum dia de descanso. Um sacrifício que se viu recompensado. Mas sempre aspiramos a melhorar: espero baixar meu tempo num minuto se tudo sai bem.

- Todo um sucesso, depois das lesões do ano passado. Depois de vários meses apartada não só conseguiste recuperar-te, senão que chegaste ao mais alto num tempo curto. Não te parece suficiente?

- Sim, posso estar satisfeita. Um sempre quer o máximo, mas não há que perder a perspectiva do que é uma maratona: antes de mais nada, um repto contra tí mesmo. Afinal de contas, o mais importante é poder chegar à meta, depois dos 42.195 metros.

- E depois de chegar à meta?

- Eu o que faço é encher-me de guloseimas: caramelos, gominolas, chocolates… (ri) Depois dos treinamentos e as dietas, ao menos mereço essa recompensa, não é?

- Sim, com estes resultados to mereces, sem dúvida. Muito obrigado por teu tempo, Rosa, e esperamos ver-te no alto do pódio muitas vezes mais.

- Muito obrigado a vocês.
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Acordo paz Escocia - Estado sitio Peterandia - Caos Vibra

Mensagem  Athaulphia Sex Out 31, 2008 2:48 pm

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Solução ao conflito de Escócia?

Depois de meses de conflito e tensão internacional, a crise desatada pela invasão romana de Escócia parece acercar-se a uma solução pacífica. Conquanto em seus inícios esta guerra ameaçava com arrastar às grandes potências a um conflito generalizado, uma série de discretos contatos ao mais alto nível entre mandatários de diferentes países afetados conseguiu frear a guerra.

Ainda que não transcenderam detalhes, a Sociedade das Nações albergou negociações que resultaram decisivas: por iniciativa athaúlphica, os países da Internacional Socialista e o Império da Cruz de Cristo resolveram seu confronto pelos movimentos de frotas no Pacífico. A mediação do Secretário Geral, Domingos Vila, conseguiu que ambas partes retirassem suas forças militares e renunciassem a enfrentar-se.

Por outro lado, o labor diplomático despregada pelo governo de Scream_off conseguiu achegar as posições de Roma e Peterandia. Depois de negociações entre os máximos dirigentes das nações implicadas, Roma e Peterandia atingiram um acordo para a retirada das forças romanas de Escócia, a desmilitarização da região e a celebração de umas próximas eleições.

No entanto, são poucos os que vêem esta solução como aceitável: a Rede de Informação da URS acusou a Peterandia de entregar “em bandeja” Escócia aos romanos, enquanto fontes diplomáticas athaúlphicas se mostram altamente insatisfeitas com esta saída à crise: “Roma venceu sem discussão, e inclusive conseguiu mais do que queria”, afirma um alto servidor público da Conselheria de Estado; “Escócia será um brinquedo do César: com a desmilitarização, que é unilateral, as legiões romanas de Britania poderão ocupar Escócia sem oposição sempre que se lhe antoje aos romanos. E temos razões de peso para suspeitar que as próximas eleições de Escócia não são senão uma pantomima para estabelecer um regime fascista, ao gosto de Roma”.

De fato, ainda que as tropas romanas se retiram de Escócia, são muitos os escoceses que seguem abandonado seu país rumo a Irlanda, ante o temor à repressão do novo governo. Vários governos, incluindo o de Athaulphia, manifestaram seu temor pelo futuro das liberdades, a democracia e os direitos humanos em Escócia.

Peterandia estabelece o estado policial

Em relação com o anterior, a situação interna de Peterandia piorou na mesma medida que a de Escócia. Uma onda de paranóia ultra-nacionalista estimulada pelos meios de comunicação percorre o país, enquanto o governo aprovou a Patriot Act, uma lei que militariza a ordem pública e dá à NSA e ao exército poderes para reprimir com força letal aos civis. Talvez a situação anárquica da vizinha Vibra tenha influído nestas decisões, mas a situação de Peterandia não justifica medidas tão extremas.

Viraram loucos”, afirma um agente comercial athaúlphico estabelecido em Peter City. “Os fascistas de Roma lhes fazem a guerra e reagem fazendo-se fascistas, perseguindo aos pobres e marginados de aqui. Lançaram ao exército a dar tiros nos bairros baixos: mataram a mais de cem pessoas por não se sabe que. E as manifestações: agora disparam balas! Dizem que se trata de manter ‘a paz’, mas frente a que? Qual é a ameaça que justifica isto?”.

Um advogado do Movimento pela Paz e a Liberdade de Athaulphia, recém chegado de Peterandia, confirma os piores temores: “A Patriot Act é o maior ataque às liberdades nunca visto num país que se faz chamar democrático. Segundo essa lei, as forças armadas podem deter e internar a qualquer sem acusações nem garantias. A Patriot Act cria uma definição genérica e omni-comprensiva de ‘terrorista’ que permite acusar de terrorista a quem se queira, ao vizinho que nos olha mal, aos skaters que jogam no parque… é demencial: fala-se de gente presa por sua forma de vestir. E a justificativa que se dá para tanta repressão absurda e injustificada é mais absurda e injustificada ainda: ‘atividades anti-nacionais’ Se pode saber que estupidez é essa? Que raio são ‘atividades anti-nacionais’? Eu lho direi: qualquer coisa que se lhe antoje à NSA para meter no cárcere a quem quisser”.

Um alto cargo da Conselheria de Estado relaciona esta deriva autoritária de Peterandia com a cessão de Escócia: “Roma não só ganhou um estado marioneta em Escócia, senão que Peterandia se está convertendo ao fascismo a toda velocidade. Já há cerca de 40.000 detidos sem juízo nem acusação formal, e isto vai seguir aumentando. De fato, o direito de manifestação desapareceu e qualquer protesto é dissolvido pela força, de maneira brutal e desproporcionada”.

Vários governos, incluído o nosso, expressaram sua preocupação ao governo peterandés, ainda que este negou as acusações e defendeu o caráter democrático da Patriot Act. No entanto, as previsões são pessimistas. As mesmas fontes da Conselheria de Estado, que não quiseram ser identificadas, afirmam que o governo peterandés segue um plano deliberado: “Estamos ante um golpe de estado dissimulado e bem planejado: primeiro se semeia o medo entre a população, um medo difuso, sem causa concreta, mas estimulado através dos meios de comunicação de massas e desde o governo. É uma coisa que levamos vendo em Peterandia desde faz meses, inclusive desde antes do da Escócia. E depois se oferece paz e segurança frente a esse medo inventado… naturalmente a cámbio de um preço, neste caso as liberdades cidadãs; nessa fase é na que se entrou com a Patriot Act. Em resumo, primeiro te fazem crer que tens uma grave doença e depois te vendem um suposto remédio a cámbio de tua casa”.


Graves distúrbios em Vibra

Não só Peterandia tem uma situação interna preocupante: em Vibra, as desordens dos últimos meses se agravaram e a situação já é definida como “caos” pelos próprios meios oficiais vibrenses. O desemprego se encontra fora de controle enquanto os distúrbios nas ruas se multiplicam.

O último escândalo se viveu no Parlamento. O Arquipresidente Alberto Costa apresentou um tríplice pacote de medidas de urgência para reativar a economia, que incluía uma série de ajudas aos cidadãos, intervenções no mercado e subidas de impostos. No entanto, o plano foi recusado com veemência pela oposição do Partido Conservador e parte do próprio Partido Liberal, o de Costa. A contestação dos conservadores foi especialmente dura, culpando aos liberais da caótica situação. Os conservadores, férreos defensores do livre mercado, bloquearam as medidas do arquipresidente, mas não contribuíram nenhuma alternativa, além de uma exigência retórica de ordem e de assinalar como causa da crise a legalização de partidos de esquerda.

Ao mesmo tempo, uma manifestação ante o edifício do parlamento vibrense durante a mesma sessão extravasou às forças do ordem, lançando pedras e tratando de assaltar o edifício pela força.

A situação interna de Vibra é muito preocupante e sua futura evolução incerta. Os analistas assinalam que só umas eleições gerais poderiam aplacar a crise política e permitir medidas de recuperação. A instabilidade de Vibra pode desestabilizar também a região, pois enquanto Peterandia vê perigar a posição de suas empresas em Vibra, também se teme que Triestin intervenha em apoio dos comunistas vibrenses em caso de conflito.

Revista de imprensa

Hoxe:
• Roma impõe suas condições em Escócia.
• Paranóia em Peterandia: a Patriot Act declara “terrorista” a praticamente todo mundo.
• A anarquía se apodera de Vibra.

O Correio:
• Acordo de paz em Escócia: as forças romanas voltam ás bases.
• Peterandia militariza a segurança interior e suspende garantias.
• Vibra à beira da guerra civil.

O Nacional:
• Roma e Peterandia conseguem uma solução pacífica e justa para Escócia.
• Peterandia: Cartright toma a iniciativa contra a subversão.
• A agitação esquerdista e a debilidade do Arquipresidente Costa afundam a Vibra no caos.
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Vila (SdN) se retira - Plano infra-estruturas - Agitação internacional

Mensagem  Athaulphia Sab Nov 01, 2008 7:11 pm

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O Secretário Geral da SdN se retira para submeter-se a tratamento

Domingos Vila, Secretário Geral da Sociedade das Nações, foi diagnosticado de um câncer em fase inicial do que deverá tratar-se nos próximos meses. O diplomata athaúlphico comunicou sua situação à SdN e ao Conselho de Governo, e anunciou que a necessidade de submeter-se a tratamento médico lhe impede seguir desempenhando suas funções enquanto dure a terapia. Vila se submeterá a quimioterapia durante ao menos 7 semanas para frear o surto cancerígeno que lhe foi detectado.

Domingos Vila, diplomata de carreira, nascido em Athaulphópolis em 1955, tem uma longa trajetória como servidor público da diplomacia athaúlphica, como cônsul em vários destinos e secretário do anterior Conselheiro de Estado Rodrigo Muñiz. A atual Conselheira Helena Loureiro o nomeou representante de nosso país ao fundar-se a Sociedade das Nações, e imediatamente foi escolhido seu primeiro Secretário Geral quase por aclamação, a proposta da União de Kalmar. Desde então manteve um labor discreto favorecendo a paz entre as nações, destacando especialmente sua mediação entre o Império da Cruz de Cristo e a Internacional Socialista a propósito da recente crise do Pacífico.

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Domingos Vila saindo hoje do Paço das Nações, depois de anunciar sua doença, acompanhado de amigos e ante a expectação da imprensa

Apresentado o Plano MIT para melhorar as infra-estruturas

O Conselheiro de Fomento, Xoán Manuel Carreira, apresentou na Xunta o novo plano Melhora de Infra-estruturas de Transporte (MIT). O plano se centrará na melhora das infraestruturas ferroviárias, portuárias e aeroportuárias de todo o país, e será financiado com fundos prestados pela OCDE e geridos através do CANADA (Conselho Assessor Norte Americano de Desenvolvimento de Athaulphia), dependente da OCDE.

O plano MIT pretende uma melhora geral dos sistemas de interconexão entre as ilhas de Athaulphia e o continente. Segundo explicou o Conselheiro, este plano faz uma forte aposta pelo transporte ferroviário e o transporte intermodal ferroviário-marítimo, depois de muitos anos de atendimento prioritário às carreteiras e auto-estradas. O objetivo é a otimização econômica e ambiental dos sistemas de transporte de viajantes e mercadorias, procurando a máxima agilidade.

Este plano se beneficiará dos fundos oferecidos por Scream_off e Kalmar para o desenvolvimento econômico de Athaulphia, com o objetivo de preparar a nosso país para a integração econômica plena na OCDE. O Conselheiro alabou a contribuição de nossos sócios e destacou como a colaboração de nossos vizinhos e os esforços de nosso país para aplicar as recentes reformas econômicas estão dando seus frutos: “Desde que entramos na OCDE reduzimos o desemprego em 4 pontos, nosso PIB se multiplicou por 4 e nossa situação econômica passou de ser considerada ‘débil’ a ‘boa’, e seguimos melhorando”, recordou o Conselheiro.

Ditas reformas estão recebendo fortes críticas por parte de sindicatos e organizações ecologistas, que acusam ao governo de fazer uma política econômica neoliberal e de direitas. Perguntado por essas críticas, o admitiu que estão sendo necessários certos reajustes, mas assegurou que “a essência progressista de nosso programa se mantém, e quanto se consiga a plena recuperação econômica poderemos aplicá-la plenamente”.

O PLANO MIT

Se tratará de concentrar as linhas de transporte marítimo em poucos corredores, de tal maneira que se façam o mais rentáveis possível (evitando numerosas linhas e terminais de escasso tráfico, que resultam antieconómicas). Procura-se também que as mudanças de modo de transporte (do barco ao comboio e similares) sejam o mais rápidos e ágeis possível, incluída a tramitação e o manejo de carregamentos.

Projetos prioritários:

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Terminais mistos de viajantes transporte ferroviário-autocarro-barco, nas seguintes cidades (por ordem de prioridade):
- Athaulphópolis
- Castelo
- Juanma
- Maus de Salas
- Xinzo
- Melias

Linhas prioritárias de ferries de viajantes:
- Athaulphópolis – Castelo
- Juanma – Maus de Salas
- Juanma – Melias – Xinzo
- Maus de Salas – Melias – Xinzo
- Athaulphópolis – Melias – Xinzo
- Athaulphópolis – Melias – Maus de Salas
- Maus de Salas – Melias – Castelo

Terminais mistos de mercadorias transporte ferroviário-camião-barco nas seguintes cidades (por ordem de prioridade):
- Athaulphópolis
- Castelo
- Juanma
- Xinzo
- Maus de Salas

Linhas de ferries de mercadorias com sistema de barcos portadores de vagões e camiões:
- Athaulphópolis – Castelo
- Athaulphópolis – Xinzo
- Juanma – Maus de Salas
- Juanma – Xinzo
- Maus de Salas – Xinzo

Aeroportos a reformar (novos terminais de viajantes):
- Athaulphópolis
- Nova Coruña
- Auria
- Acrofal [Bermudas]
- Maus de Salas
- Yahoy [Groenlandia]

Linhas de transporte ferroviário de alta velocidade de conexão com Scream_off e Kalmar (sistema a concretar, possívelmente Maglev):
- Auria – Calvos – fronteira com a FUS
- Athaulphópolis – Juanma – Cabaleiros – Rívendel – Estreito de Endore (com ponte sobre o estreito)
- Estudos para possíveis linhas Athaulphópolis – Nova Coruña e Auria – Castelo

Desenvolvimento de um sistema integrado telemático de gestão de carregamentos e bilhetes, para agilizar trâmites.

A agitação se apodera de vários países

Quando o fantasma da guerra entre nações se tinha afastado, o perigo de guerra civil se estende pelo mundo. À situação de anarquía de Vibra e lei marcial de Peterandia se uniu uma revolta popular de dimensões desconhecidas em Lusitia e o golpe do terrorismo em Cruz de Cristo.

Peterandia: estado de sitio. Segundo informam fontes da diplomacia athaúlphica em Peter City, o exército se fez com o controle das cidades seguindo ordens da Presidenta Cartright. As redes de comunicações foram intervindas temporariamente enquanto forças militares se faziam com o controle de pontos clave e praticavam centenas de detenções, sobre as que não se deram explicações, enquanto os meios de comunicação locais guardam suspeitosos silêncios. Peterandia se encontra submetida à lei marcial.

Vibra: o Arquipresidente recebe poderes especiais. Depois dos graves distúrbios da passada semana, nos que multidões incontroladas llegaroan a assaltar o Parlamento, o Arquipresidente Alberto Costa foi investido com poderes especiais temporais, que lhe permitem governar por decreto durante seis meses. Com estes novos poderes, o Arquipresidente declarou a lei marcial no arquipélago do Nipón para frear os graves distúrbios, que já causaram dezenas de mortos e centenas de feridos. Segundo prevê a legislação, ao cabo desses 6 meses deverão convocar-se eleições e o Arquipresidente renderá contas de sua atuação. Enquanto, centos de milhares de vibrenses desejam abandonar o país ante a insegurança generalizada.

Lusitia: revolta sem controle. Incerteza absoluta em Lusitia. As escassas informações chegadas do país europeu falam de que um grupo não identificado de militares deu um golpe de estado capturando à família imperial, enquanto a revolta se estendeu entre a população, sem que ao fechamento desta edição se conheça a situação nem os bandos implicados nesta rebelião. As tentativas de contatar com a administração lusitia foram infrutuosos, enquanto a embaixada athaúlphica informa de bandas armadas percorrendo a capital e confrontos armados nas ruas.

Cruz de Cristo: massacre terrorista. Um atentado terrorista com um autocarro carregado de explosivos comocionou a cidade de Santa Cruz, provocando várias dezenas de mortos. Não transcenderam detalhes do atentado, ainda que se suspeita que seja obra de grupos de rebeldes índios de Sonora.

A Conselheria de Estado pôs em marcha operações especiais através de suas embaixadas para facilitar a repatriação aos athaúlphicos que se encontrem nesses países. As embaixadas em Vibra e Peterandia já estão assessorando aos athaúlphicos residentes e facilitando a volta dos que o desejem, enquanto as embaixadas em Lusitia e Cruz de Cristo acabam de pôr em marcha ditos serviços. Ademais, as autoridades recomendam não viajar a Vibra nem Lusitia até que se tranqüilize a situação, e recomendam evitar Peterandia e as províncias agitadas de Cruz de Cristo.

Roga-se a todos os cidadãos athaúlphicos que se encontrem nestes países que se ponham em contato com suas embaixadas ou consulados: para qualquer informação, chamem ao número da Conselheria de Estado 00 32 950 222 222 (telefonema gratuito desde o estrangeiro), ou entrem em www.estado.goberno.at ou www.ce.at.


Revista de imprensa

Hoxe:
• Domingos Vila deixa a SdN para tratar-se de um câncer.
• Apresentado o futuro do transporte em Athaulphia.
• O Governo planeja ajudas aos athaúlphicos em países em conflito.

O Correio:
• O Secretário Geral da SdN se retira por motivos de saúde.
• O governo apresenta um plano faraônico de obras com fundos da OCDE.
• O mundo, mais perigoso: perigosa agitação interna em Vibra, Lusitia, Peterandia e Cruz de Cristo.

O Nacional:
• O representante de Athaulphia na SdN se vai de seu posto (oficialmente por motivos “de saúde”).
• Fomento fantasia: o governo planeja gastar o dinheiro de Scream_off e Kalmar num plano irrealizável.
• Peterandia e Vibra recuperam o ordem enquanto Loureiro assusta aos athaúlphicos.
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Mensagem  Athaulphia Sab Dez 20, 2008 8:12 am

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OOC: a seguir lhes ofereço um resumo das notícias mais destacadas de Athaulphia nas últimas semanas. Nelas se apresentam as principais notícias do mundo durante esse tempo em que tenho estado fora o RP, como foram vistas desde o ponto de vista de Athaulphia e as reações que provocaram em meu governo e meu país. Isto servirá para estabelecer minha posição ante a situação atual, para poder unir-me aos RP em marcha.

Desculpem que tenha demorado tanto e me tenha saído um pós tão gigantesco (teve que o dividir em 3 partes)... mas a culpa a têm vocês, por ter feito tanto RP em minha ausência Razz .

A partir deste ponto retomo minha participação no RP.


5 de Novembro:

Athaulphia será neutral no conflito de Lusitia, ainda que apóia a democratização

O Conselho de Governo, através de sua Conselheira de Estado Helena Loureiro, manifestou que “Athaulphia não enviará tropas de nenhum tipo a Lusitia”. Esta foi a resposta aos insistentes rumores sobre um possível envolvimento athaúlphico ao lado dos revolucionários lusitios, seguindo os passos de Scream_off, Centric e a URS. Ao igual que a União de Kalmar, nosso governo não vai implicar militarmente em Europa, “nem direta nem indiretamente”, segundo disse a Conselheira à imprensa, “de acordo com a tradicional política de neutralidade de nosso país”.

A Conselheira, por outro lado, eludiu criticar a intervenção de nossos vizinhos da FUS e outros países em apoio da rebelde Junta de Salvação Nacional: “Cada país tem sua política ante esta classe de situações, e a nossa é a neutralidade e a não intervenção, enquanto não estejamos afetados diretamente. Respeitamos e compreendemos a posição assumida pela FUS, ainda que não a podamos assumir nós, independentemente de nossas preferências”. Perguntada pelas “preferências” do Governo neste conflito, a Conselheira respondeu, de maneira cautelosa: “É óbvio que este governo prefere a democracia à ditadura”, sem dar mais explicações.

Finalmente, a Conselheira de Estado expressou seu desejo de uma rápida resolução do conflito de Lusitia, de maneira pacífica, democrática e justa. “Desejamos que as armas calem quanto antes e sejam os lusitios os que possam decidir seu futuro, em paz e liberdade”, concluiu.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: O Governo apóia a democratização de Lusitia, mas não mandará soldados a Europa.
O Correio: Athaulphia será neutral ante a situação de Lusitia.
O Nacional: O Nacional: Miranda recusa defender a legitimidade no Império de Lusitia.

Duro debate na Xunta sobre a situação de Lusitia

A guerra civil de Lusitia gerou um duro debate na Xunta, ao propor vários partidos moções de apoio a um bando ou outro. Esta manhã se viveram cenas tensas e duros reproches entre os deputados da esquerdista “Alternativa” e a conservadora APP.

O debate começou quando a deputada Mayra Pimentel, de “Alternativa”, propôs uma declaração oficial de apoio à Junta de Salvação Nacional do Marechal Trotsky, “em sua luta por levar a liberdade e a democracia ao povo lusitio”. Pimentel foi respondida pelo deputado Mariano López, de APP, que recusou rotundamente tal declaração, e acusou a “Alternativa” de apoiar a “terroristas e criminosos”, em referência aos rebeldes lusitios. López defendeu a legitimidade do regime imperial lusitio, e argumentou que apoiar à Junta de Salvação significa dar legitimidade aos movimentos armados e terroristas do mundo. A seguir, acusou ao Governo e a seu partido, o socialista, de “ambigüidade” e “pouca vontade de defender a lei e o ordem internacional”, e reclamou uma declaração de apoio à coroa lusitia e o reconhecimento do Marechal Boris Yunov como legítimo sucessor do governo imperial e governante de Lusitia, como fez Roma.

O debate piorou com insultos entre as bancadas, como “fascistas” ou “terroristas”, até o ponto de que o Presidente da Câmara teve que chamar ao ordem aos deputados em variadas ocasiões, e que finalmente se suspendeu a sessão por 30 minutos. Depois da retomada, os partidos maioritários (o socialista PDS e o centrista UDC) acordaram uma declaração a favor da paz e a resolução pacífica e democrática do conflito lusitio, na linha das declarações do Governo, e evitando qualquer referência aos bandos em conflito. As moções de “Alternativa” e APP foram recusadas por PDS e UDC, alegando que supunham uma tomada de partido que comprometia a neutralidade de nosso país.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: Duro debate na Xunta pelo conflito lusitio.
O Correio: PDS e UDC se unem na Xunta para evitar comprometer nossa neutralidade em Lusitia.
O Nacional: Recusada a proposta de APP pela estabilidade e a paz em Lusitia.

13 de Novembro:

O General Pedro Pita nomeado Marechal da Defesa

O General Pedro Pita, chefe do exército terrestre, foi nomeado pelo Presidente como Marechal da Defesa. Esta nomeação responde à situação de crise internacional gerada pela guerra civil de Lusitia e o envolvimento das principais potências mundiais (Império Romano, Centric, FUS, URS) ao lado dos bandos enfrentados, que poderia levar a uma guerra aberta entre a Federação Unida de Scream_off e o Império Romano. O Governo, ante a possibilidade de que o conflito possa estender-se e afetar a nosso país, adotou o nível de alerta amarela na Defesa Nacional, redobrou a instrução e adestramento de milícias e nomeou um Marechal.

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O General Pedro Pita, novo chefe das Forças Armadas da República de Athaulphia

O cargo de Marechal da Defesa é um posto que a organização militar athaúlphica prevê para situações de guerra ou de crise internacional, mas que não existe em tempos de paz. O envolvimento direto de um país vizinho numa guerra, como é o caso da participação da FUS em Lusitia, é considerada como uma das situações de crise internacional que requer a nomeação de um Marechal. De acordo com o procedimento, o Conselheiro de Defesa propôs o nome do General Pita para o posto, sendo este aprovado pela Xunta e nomeado pelo Presidente da República. A partir de agora e até que a Xunta declare o fim da crise, o Marechal Pita dirigirá às Forças Armadas, em nome do Presidente e sob ordens do Conselho de Governo, e preparará a defesa do país em caso de ataque. Prevêem-se próximos exercícios de manobras e tomada de posições das Milícias, a Armada e a Força Aérea.

O General Pedro Pita, nascido em Athaulphópolis em 1947, estudou na Academia Militar Nacional e desde 1969 desenvolveu sua carreira militar no ramo de infantaria. Realizou diversos cursos, desde pilotagem de helicópteros até um máster em Relações Internacionais. Fez parte do Estado Maior da Defesa como adjunto ao General Roberto Mena, ao que substituiu como chefe das forças terrestres depois do passe de Mena à reserva em 2007.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: O General Pedro Pita, novo Marechal da Defesa ante a crise internacional.
O Correio: Pedro Pita, novo Marechal para um mundo conflitivo.
O Nacional: O governo nomeia a um general afim para controlar às Forças Armadas.

17 de Novembro:

Crise de Havaí: o Governo de Athaulphia critica o acordo mas não tomará medidas

Os recentes acordos militares entre Peterandia e a URS ameaçam as relações de Scream_off e a União de Kalmar com a IS. De fato, o governo de Kalmar já anunciou um corte de relações com a URS depois de uma tensa reunião em Valtland, e a FUS deslocou forças navais aos arredores de Havaí. A origem desta tensão se encontra no tratado de mútua defesa assinado entre Peterandia e a IS, que inclui uma menção expressa aos “membros da OCDE” como países aos que não se permitirá ceder bases ou estacionar forças em território peterandés, salvo que a IS o aceite. Ademais, Peterandia cedeu uma base militar à URS em Havaí, um fato que tanto a FUS como a UK consideram uma ameaça direta a seus territórios.

Estes tratados foram considerados uma provocação pelos governos da OCDE, e também não deixaram indiferente ao de Athaulphia. O Conselheiro de Defesa, Álvaro Caride, considerou “muito desacertada” a cláusula do tratado sobre a OCDE, “pois nos assinala [aos países da OCDE] como ‘inimigos’, de uma maneira completamente infundada. Isto é especialmente injusto se temos em conta a posição mantida nos recentes conflitos de Escócia e Lusitia, onde as nações de Norteamérica temos estado ao lado da URS e de Peterandia, frente às pretensões romanas. Que agora se nos inclua na lista de ‘não amigos’ põe em perigo umas relações que tinham sido muito boas até agora. Não compreendemos os motivos desta decisão tão desafortunada e esperamos que os países implicados recapacitem”.

O Conselheiro também declarou que não entende por que se faz referência no tratado à OCDE, quando esta é uma organização de cooperação econômica e comercial, não uma aliança militar: “Alguns querem ver à OCDE como uma coisa que não é. Se em numerosas ocasiões Kalmar, Scream_off e Athaulphia adotamos posições comuns ante assuntos internacionais, isso se deve singelamente às afinidades entre nossas políticas, não a nenhum tratado estratégico. Somos três nações com um regime democrático, com uma economia de mercado e que defendemos os direitos humanos, por tanto é lógico que nossos pontos de vista ante os acontecimentos mundiais sejam semelhantes e nossas respostas parecidas. Afirmar que somos um bloco estratégico-militar é uma piada, porque nas recentes crises cada país atuou separadamente no referente a forças armadas: a FUS interveio em Lusitia, nós e Kalmar ficamos em casa, e Athaulphia não envia a sua frota a ninguares. Não faz sentido que nesse tratado assinalem a Athaulphia como uma ameaça: crê a URS que vamos invadir-lhes ? É absurdo”.

Apesar de suas duras críticas aos acordos IS-Peterandia, o Governo de Athaulphia descartou tomar represálias: “Comunicamos nosso mal-estar, e nosso desejo de retificação, mas vamos manter nossas relações diplomáticas porque cremos que devemos contribuir a solucionar esta crise, não a agravá-la”, afirmou ante a imprensa a Conselheira de Estado, Helena Loureiro. Esta atitude contrasta com a decisão kalmarense de romper relações com a URS (inclusos importantes acordos econômicos recentes) e a mobilização da frota scremoffense para Havaí. Athaulphia deseja que se suprima a referência à OCDE no tratado e que a URS renuncie a estacionar forças em Havaí.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: Athaulphia espera uma solução dialogada à crise de Havaí.
O Correio: A cessão de Havaí à IS irrita a Norteamérica, mas Athaulphia espera um acordo.
O Nacional: O Governo esquece a seus aliados e não adotará medidas ante a ameaça comunista no Havaí.

Universidade Laboral, campeã mundial de basquete

O Universidade Laboarl se alçou com o troféu de campeão na I Copa do Mundo de Clubes de Basquetbole. A equipa athaúlphica se impôs ao Balilas romano por 96 pontos a 87 na final disputada no Acer Arena de Águas Santas. O partido teve momentos de predomínio de uma equipa e outra, mas o espetacular terceiro tempo dos athaúlphicos Ortega e Fernández levaram uma diferença de 20 pontos ao marcador, sentenciando a final: nem o bom quarto tempo romano pôde dar a volta ao resultado.

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García, do Universidade Laboral, tentando um passe durante a final

O Universidade Laboral se converteu no primeiro campeão mundial e certificou o grande momento do basquete e o desporte em geral de Athaulphia. A final foi vivida com grande expectação pelos aficionados da equipa universitária: milhares deles se deslocaram a Águas Santas para apoiar a sua equipa, enquanto outros muitos milhares seguiram o encontro através delas telas gigantes instaladas no Pavilhão “Jose Luis Llamas” de Athaulphópolis, sede do Universidade Laboral. Depois da vitória, os aficionados se botaram às ruas de Águas Santas e de Athaulphópolis, celebrando o troféu até altas horas da noite, sem que se registrassem incidentes.

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Os jogadores do Universidade Laboral celebram seu triunfo no vestuário
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Mensagem  Athaulphia Sab Dez 20, 2008 8:14 am

25 de Novembro:

Novo governo democrático em Lusitia

Fritz Marlgrind, do Partido Comunista Democrático, é o novo Presidente da República de Lusitia, ao vencer nas primeiras eleições democráticas e livres celebradas no país europeu, depois do fim da guerra civil. O posto de Primeira Ministra foi obtido pela candidata do Partido Democrático Yulia Timoshenko.

Com estas eleições chega a democracia e o pluralismo político ao antigo império, depois da queda da monarquia autocrática dos Romanov e a guerra civil que tem ensangüentado o país nos últimos meses, até o ponto de ameaçar com a partição em dois estados, um democrata e outro fascista. Depois do acordo de retirada das forças romanas que defendiam ao antigo regime, o novo estado democrático se assentou, com a ajuda das forças da coligação internacional (Centric, FUS e URS).

O novo presidente recebeu felicitações de vários dirigentes internacionais. O Presidente de Athaulphia, Xosé Antonio Vázquez Valcárcel, felicitou por carta ao Presidente Marlgrind, desejando-lhe que a democracia se assente com força em seu país e que sua presidência seja recordada por uma rápida recuperação depois da guerra e um firme avanço das liberdades. Vázquez também expressou seu desejo de uma maior aproximação entre Lusitia e Athaulphia em todos os aspectos, agora que existe uma grande afinidade política.

As potências implicadas em Lusitia se retiram

As tropas internacionais presentes em Lusitia começaram já sua retirada gradual do país, ainda que se manterão até que as novas forças lusitias possam fazer-se cargo da defesa e a segurança nacionais. Forças da URS, a FUS e Centric estavam presentes em Lusitia para garantir o processo de democratização e estabilização do país depois da recente guerra civil. Também tropas romanas estiveram presentes durante o conflito, mas decidiram retirar-se, permitindo a vitória do bando democrático.

As repercussões da mudança em Lusitia sobre o palco internacional começam a observar-se. Depois de ter-se enfrentado nos campos lusitios, o Império Romano e a União de Repúblicas Libertárias de Centric assinaram um acordo de boa vontade e coexistência pacífica, a “Parceria Européia para a Paz”, que pretende garantir o statu quo europeu e evitar novos confrontos. No entanto, este tratado provocou irados protestos de setores libertários extremistas de Centric, que acusam a seu Primeiro Cidadão Hammersmith e ao chefe de sua diplomacia Alan Shore de “trair a revolução” e recusam qualquer entendimento com nações “estadistas”, reclamando que se “estenda a revolução”.

Pelo contrário, não houve entendimento entre Roma e Scream_off depois da guerra de Lusitia: Roma exige garantias de que a FUS não voltará a intervir em Europa, exigência recusada, pois equivaleria a reconhecer Europa como área de influência romana exclusiva. O governo romano acusa à FUS de imperialismo megalómano e totalitarismo opressor, acusações que vindo de Roma resultam certamente humorísticas.

A FUS, por sua vez, acordou com o novo governo de Lusitia a cessão de uma base militar nas Malvinas, formalizada recentemente numa solene cerimônia. Com sua base nas Malvinas, Scream_off tem o controle de todos os passos entre o Atlântico e o Pacífico. Esta situação provocou receios entre vários países, e alguns analistas consideram isto como um movimento estratégico de resposta à cessão de Havaí à IS por parte de Peterandia, que poderia rarefazer ainda mais as relações da FUS com os países socialistas.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: A democracia vence em Lusitia: o Governo de Athaulphia felicita ao novo Presidente Marlgrind.
O Correio: Fritz Marlgrind, primeiro Presidente democrático da Lusitia pós-imperial.
O Nacional: A presidenta Allen da FUS pretende arbitrar a política mundial.

29 de Novembro:

Auto-golpe de Estado em Peterandia

A Presidenta de Peterandia, a pseudosocialista Marie Cartright, perpetrou um golpe de Estado com o que liquidou os restos de democracia e direito que ficavam em seu país, desvelando definitivamente seu projeto de ditadura. A semana passada a Presidenta Cartright solicitou ao parlamento uma série de poderes especiais que reforçassem o já asfixiante controle de seu governo sobre os cidadãos peterandeses. No entanto, o Senado Nacional não só recusou essas pretensões, senão que exigiu à Presidenta que renda contas por sua atuação nos últimos meses.

Neste tempo, Cartright, em nome da “segurança” ante uma suposta ameaça que ninguém conhece, recortou os direitos civis dos peterandeses, implantou um estado policial e praticou milhares de detenções arbitrárias de cidadãos, pisando todos os direitos humanos. Cartright tomou ademais uma série de medidas desastrosas para a política exterior peterandesa, indo à guerra contra o Império Romano e perdendo Escócia, que terminou como um estado fascista satélite de Roma. Recentemente, ademais, mediante uns torpes e provocadores tratados com a IS conseguiu enfurecer aos governos da FUS e a UK. O governo de Cartright tem ademais semeado uma psicose paranóica na população através de insistentes campanhas de propaganda, tratando de convencer aos peterandeses de que deviam renunciar a seus direitos a cambio de “segurança” ante misteriosos inimigos do país dos que nada se sabe, mas que foram identificados de maneira vadia como “terroristas”. Este regime se materializou através da Patriot Act, uma lei que destruiu as liberdades e o estado de direito em Peterandia implantando progressivamente uma férrea ditadura.

Com a decisão do Senado, Cartright poderia ser destituída, e ser julgada pelos excessos cometidos por sua administração. Ante isso, a reação de Cartright foi pôr-se definitivamente fora da Lei e consumar sua usurpação do poder: a Presidenta ocupou o Congresso com forças militares, profanando a sede da Soberania Nacional para prender aos congressistas críticos e obrigar a votar aos restantes, sob a ameaça das ametralhadoras, uma resolução concedendo-lhe poderes absolutos e outra auto-dissolvendo-se. Este crime de Estado foi presenciado pela imprensa estrangeira, apesar da brutal atuação de seus soldados, tratando de calar as vozes críticas e eliminar testemunhas.

O Conselho de Governo de Athaulphia, que já tinha protestado pela deriva autoritária de Cartright em várias ocasiões, reagiu com dureza. O embaixador athaúlphico em Peter City foi chamado a consultas, enquanto a embaixada foi aberta a qualquer que queira refugiar-se das perseguições da ditadora Cartright. Foi o próprio Chanceler da República, Adolfo Miranda, o que leu publicamente um duro comunicado de condenação: “A República de Athaulphia não reconhece nenhuma legitimidade ao ato golpista perpetrado por Marie Cartright. Athaulphia considera a partir de hoje ao governo de Marie Cartright como ilegal e dictatorial, e suspende qualquer colaboração com esse governo até que se restaurem a legalidade democrática e as liberdades civis em Peterandia”.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: Golpe de Estado em Peterandia: Cartright tira a máscara de “democrata” e se erige em autócrata.
O Correio: Peterandia: a Presidenta dissolve pela força o Congresso e assume poderes absolutos.
O Nacional: Peterandia depura traidores internos e reforça sua luta contra o terrorismo vermelho, enquanto o governo athaúlphico rompe relações: apoia Miranda aos terroristas peterandeses?
Cresce a tensão religiosa entre Burgolavia e o Império da Cruz de Cristo

Situação delicada nas regiões fronteiriças de Burgolavia e o ICC. Ao conflito interno cruzcristiano com os guerrilheiros índios da região meridional de Beira se uniram os ataques de caráter religioso na vizinha região burgolava de Morlavia.

Neste conflito está destacando surpreendentemente a atitude militante da Igreja da Cruz de Cristo, que já acusou diretamente ao governo burgolavo de estar por trás do assassinato de 4 missionários cristãos e de apoiar às organizações armadas índias que atuam em Beira. A Igreja organizou forças paramilitares, as Milícias Cristãs, com as que pretendem atuar contra os grupos índios de Beira e inclusive intervir em Burgolavia. Esta atitude dos líderes religiosos, em teoria defensores da paz e o amor fraternal, contrasta com a cautela do Governo Imperial, que ainda que declarou a lei marcial e está despregando todas suas forças contra os rebeldes índios armados, não tomou uma posição oficial sobre os grupos paramilitares da Igreja e promoveu manifestações pacíficas. Ademais, o Imperador João VII declarou sua intenção de promover o debate de civilizações.

Em Athaulphia, o conflito religioso de América do Sul provocou várias declarações de diversas organizações, ainda que não houve nenhuma do Governo. A Igreja Católica Athaúlphica, através do Cardeal Primado Cañas Escolá, começou manifestando seu total apoio às ações da Igreja da Cruz de Cristo, inclusive no referente a seus grupos paramilitares: “os crentes têm direito a defender-se de um governo ateu e perseguidor de cristãos como o de Burgolavia”, declarou o Cardeal. Estas declarações desencadearam uma cascata de reações: os partidos de esquerda, “Alternativa” e o PDS, criticaram que os bispos athaúlpicos prefiram apoiar a revanche das milícias cristãs em lugar de pedir paz e reconciliação. “Alternativa” pediu inclusive que a Fiscalía intervenha por se as declarações do Cardeal pudessem constituir um chamamento à violência. No outro extremo, a conservadora APP respaldou ao Cardeal, e acusou à esquerda e ao Governo de Athaulphia de pretender “calar à Igreja” e de “pisar a liberdade religiosa, para estabelecer a tirania do ateísmo”. A centrista UDC critica a existência de milícias armadas cristãs “que adicionam gravidade ao conflito”, mas defendeu os direitos de consciência e condenado os ataques anticristianos em Burgolavia: “deve respeitar-se as crenças de cada um, pois acreditar em uma religião ou não é um direito das pessoas”. O Governo eludiu fazer declarações sobre o assunto, dizendo simplesmente que “esperamos que o conflito se solucione pacificamente”.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: Burgolavia-ICC: a religião ameaça (uma vez mais) com provocar uma guerra.
O Correio: A tensão religiosa em Burgolavia aumenta com o envolvimento da Igreja da Cruz de Cristo.
O Nacional: Os cristãos de Burgolavia defendem seus direitos, enquanto o governo athaúlphico pretende silenciar aos bispos.

2 de Dezembro:

GUERRA: Triestin invade Coréia

O Exército Vermelho de Triestin invadiu o território vibrense, em apoio ao regime secesionista coreano de Kim Jong-il. As tropas triestinas entraram a sangue e fogo, atuando com absoluta brutalidade num país já muito castigado pelos confrontos internos.

A intervenção se produz pouco depois de que o líder separatista coreano proclamasse solenemente num discurso público a Comunidade Livre de Coréia, um estado comunista totalitário sob seu controle, e o governo vibrense se negasse a reconhecer dita proclamação unilateral. Kim Jong-il, que aproveitando a situação de crise e descomposição interna de Vibra dirigia Coréia de fato como seu próprio reino particular desde faz meses, teria dado este passo ante os signos de recuperação do governo de Tokyo, chamando em sua ajuda ao regime afim de Triestin. O regime triestino já tinha provocado vários incidentes com Vibra pela questão de Coréia, à que pretende controlar desde faz tempo.

Esta invasão foi condenada pela maioria da comunidade internacional, entre as que destacam as duras condenações do Império da Cruz de Cristo e a Federação Unida de Scream_off. A atenção está posta sobre a possível reação da URS, pois ainda que é aliada de Triestin na IS, o governo da URS poderia opor-se a esta intervenção.

A República de Athaulphia, que como a maioria de nações não tinha reconhecido a Coréia, condenou também esta invasão, como um atentado contra a paz e o equilíbrio mundial. A Conselheira de Estado Helena Loureiro, num comunicado público, reclamou que as forças triestinas regressem a suas fronteiras e expressou o apoio de Athaulphia ao legítimo governo soberano e à integridade territorial da República de Vibra. Ante a possibilidade de uma intervenção internacional contra esta invasão (na que poderiam participar países como a FUS ou Peterandia), o Governo de Athaulphia descartou participar com tropas, ainda que reiterou seu apoio à República de Vibra e que “Athaulphia está disposta a apoiar todos os esforços diplomáticos necessários para restabelecer a legalidade e o ordem internacional”. Athaulphia contribuirá também ajuda humanitária, ainda que será enviada a Vibra através de outros países, possivelmente da FUS.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: Stalin invade Coréia para sustentar a sua marioneta Kim Jong-il.
O Correio: Triestin declara a guerra aberta a Vibra e anexa Coréia.
O Nacional: Agressão comunista ao mundo livre: Stalin invade Coréia e o Governo de Athaulphia cala.

Peterandia: contra-golpe depõe à ditadora Marie Cartright

Uma rebelião generalizada dos estados da Commonwealth de Peterandia e de parte de suas forças armadas derrocou a ditadura imposta pela já expresidenta Marie Cartright. Cartright clausurou pela força o Congresso o passado 28 de Novembro e se concedeu a si mesma poderes ilimitados, suspendendo a Constituição e endurecendo o estado de repressão e supressão de liberdades ao que tinha submetido a seu país desde a aprovação de sua Patriot Act.

Como resposta, os estados da Commonwealth recusaram reconhecer a autoridade de Cartright como presidenta (até o ponto de que vários se declararam independentes de Peter City) e assumiram o comando de suas forças militares. Depois de rápidos combates, as forças democratas lideradas pelo General Patton se impuseram aos leais à ditadora e se fizeram com o controle do país. As últimas informações recebidas confirmam que Marie Cartright se suicidou ao verse rodeada por seus inimigos. O General Patton, depois de pacificar o país, foi reconhecido como Presidente Provisório à espera da celebração de uma assembléia democrática constituinte, que definirá o futuro político de Peterandia depois da ditadura de Cartright.

O Chanceler de Athaulphia Adolfo Miranda, num comunicado público, felicitou às forças do General Patton e declarou: “O Conselho de Governo da República de Athaulphia se congratula de que o povo peterandés se tenha liberado do regime dictatorial e ilegítimo que lhe oprimia e tenha regressado ao caminho da democracia, as liberdades e os direitos humanos. Este governo deseja que Peterandia normalize sua situação em breve e volte a ser, como antes, um exemplo de nação livre e democrática”.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: A ditadora Cartright de Peterandia derrubada por uma revolta popular e militar.
O Correio: Cai a ditadura de Cartright em Peterandia: uma junta militar convocará assembléia.
O Nacional: Militares se revoltan contra a Presidenta em Peterandia.
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SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Empty Resumo das notícias das últimas semanas, parte 3

Mensagem  Athaulphia Sab Dez 20, 2008 8:15 am

6 de Dezembro:

A IS se rompe: Triestin fica só na Guerra de Coréia

A situação em Coréia se complica cada vez mais: a URS decidiu opor-se à invasão triestina e enviou tropas à península coreana para bloquear o avanço do Exército Vermelho, com o que Triestin ficou só ante a unânime rejeição da comunidade internacional. Esta decisão da URS conduziu à ruptura da Internacional Socialista, tal e como declarou o dirigente triestino Stalin, acusando à URS de traição. O líder stariano Espen Jansen dirigiu uma mensagem à nação anunciando as hostilidades com Triestin e a determinação da URS em defender Coréia e evitar um maior derramamento de sangue.

No entanto, a decisão da URS não conseguiu ao aplauso das potências opostas a Triestin: o bloqueio de Coréia imposto pela frota da URS afeta também às forças de Vibra, até o ponto de que os starianos afundaram um comboio vibrense de ajuda às forças leais coreanas. Este incidente provocou as iras de Vibra e a FUS, que cortaram relações com a URS e a acusaram de pretender apoderar-se de Coréia. A situação é confusa e se teme uma guerra a três bandas entre potências como Triestin, a URS e a coligação Vibra-FUS. As perdas de Vibra são desastrosas e se teme uma piora da situação com a intervenção da URS.

O Governo de Athaulphia lamentou o sucedido: o Conselheiro de Defesa, Álvaro Caride, declarou: “é incrível e horroroso que a URS e Vibra, pretendendo ambos proteger Coréia de Triestin, tenham terminado disparando-se entre eles”. O Governo de Athaulphia reiterou seu apoio ao de Vibra e seu desejo de que Coréia volte a sua legítima soberania. Ainda que o Governo de Athaulphia reiterou sua intenção de manter sua neutralidade, o Conselheiro criticou intervenção da URS: “Quem pretenda ajudar a Coréia deve começar por colaborar com o governo legítimo, o de Vibra, e não o entorpecer nem pretender decidir por ele o que é adequado para Coréia”.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: Stalin fica sem apoios: a URS vai em defesa de Vibra.
O Correio: Ruptura da IS: a URS intervém contra Triestin em Coréia, mas sem ajudar a Vibra.
O Nacional: A URS também invade Coréia: os regimes comunistas se brigam por repartir-se o mundo.

7 de Dezembro:

SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Escudo10
Mensagem à Nação do Chanceler da República de Athaulphia,
Adolfo Miranda Álvarez


SNN Athaulphia - Serviço Nacional de Notícias Laporta-barca

Estimados cidadãos:

Enfrentamo-nos às horas mais difíceis para a Humanidade nas últimas décadas. Faz poucas horas, Triestin arrojou um ataque em massa com mísseis sobre as nações de Vibra, Peterandia e nossos vizinhos e amigos de Kalmar e Scream_off. Cremos que não se empregaram cabeças nucleares, mas mesmo assim a devastação provocada não é menor por isso. Ainda é cedo para avaliar os danos, mas se estima que este ataque provocou milhões de mortos e uma destruição incalculável. Queremos mostrar nossas condolências e nossa solidariedade ante a dor de tantos povos amigos e irmãos, e lhes oferecemos toda a ajuda que esteja em nossas mãos.

Esta ação constitui uma das maiores infâmias e crimes de todos os tempos, e converte a seus responsáveis em criminosos genocidas que devem ser perseguidos e castigados. O Governo de Athaulphia condena rotundamente esta selvagem ação e declara rompidas por completo suas relações diplomáticas com o governo de Triestin. Nosso embaixador abandonou Moscovo e pedimos ao embaixador triestino que abandone Athaulphia. Este Governo suspenderá qualquer trato ou relação com Triestin, até que os culpados desta atrocidade sejam devidamente castigados. Chamamos à comunidade internacional para que atue do mesmo modo, e pedimos uma resposta de condenação firme mas serena. Oferecemos também nossa ajuda humanitária aos afetados, especialmente a nossos vizinhos de Scream_off e Kalmar: já temos ordenado o envio imediato de equipes de resgate e de pessoal e material médico, com o que esperamos modestamente ajudar às vítimas desta barbárie.

Ante o perigo de novos ataques e de que nosso país se possa ver afetado, ordenamos que a Defesa Nacional passe a situação de Alerta Vermelha. A Força Aérea se encontra mobilizada para detectar e deter qualquer possível ataque e a Guarda Nacional está preparada para organizar uma possível mobilização geral ou as possíveis tarefas de resgate. Esperamos que nossa nação não se veja afetada, mas o mundo é hoje um lugar perigoso e devemos estar prevenidos. Pedimos a toda a população que mantenha a acalma, siga as instruções e procedimentos da Defesa Civil e permaneça atenciosa aos meios de informação.

Confiamos em que a prudência da maioria do mundo possa sobrepor-se a esta situação, e reiteramos nossa mensagem de solidariedade e apoio às nações tão selvagemmente atacadas. Que a barbárie da guerra termine e a Justiça e a Fraternidade reinem sobre a Terra.

Boa Noite.

10 de Dezembro:

A vingança screamoffense arrasa Triestin: holocausto mundial

O ataque de Triestin contra a FUS (e outros países) recebeu uma resposta extremamente contundente. As represálias ordenadas pela Presidenta Mackenzie Allen enterraram ao país asiático entre toneladas de bombas, que destruíram sua capacidade militar e econômica. O desastre é de tal magnitude que se espera que em poucas horas Triestin se renda incondicionalmente.

Esta resposta foi considerada excessiva e desproporcionada por muitas vozes. Estimam-se milhões de mortos e uma destruição incalculável, que unida à sofrida pela FUS, Kalmar, Peterandia e Vibra poderia arrastar a uma crise mundial sem precedentes. Os bombardeios sobre Triestin desencadearam uma onda de solidariedade, especialmente na URS, que se está fazendo cargo das tarefas de resgate. As reações internacionais se sucedem: a mais dura, a da URS, que qualificou a ação screamoffense de “nojenta e hipócrita”, e que poderia romper suas já deterioradas relações com a FUS e estender sua ruptura aos países da OCDE. Ouviram-se também críticas à situação à que se chegou, destacando o discurso do Imperador da Cruz de Cristo, João VII. O monarca sulamericano criticou com severidade a todas as partes implicadas, assinalando que a Sociedade das Nações, criada para evitar desastres como este, fracassou pelo desinteresse dos governos: “a eles se deve a culpa de não quererem criar uma comunidade internacional baseada na lei”, concluiu.

As palavras do imperador cristão foram citadas num discurso pelo presidente da União Democrata Centrista, Rodrigo Muñiz, que as fez suas. Muñiz, ainda que condenou sem reservas o ataque triestino, criticou a falta de medida e serenidade da resposta da Presidenta Allen e pediu que Athaulphia se ofereça para mediar nas conversas de paz. Pelo contario, a conservadora APP, por boca de deputado Eduardo Acebedo, defendeu o direito da FUS a defender-se “depois da criminosa agressão comunista”, e restou importância à reação da URS, dizendo que “os comunistas genocidas se defendem entre si”. Ademais, Acebedo acusou ao Governo de “estar desaparecido ante a maior crise internacional de todos os tempos”, e declarou que “a desastrosa e lamentável política exterior dos socialistas nos levaram a ficar mal ante todos: ante a OCDE por não lhes apoiar devidamente em momentos difíceis, ante os comunistas por estar na OCDE e comerciar com seus inimigos, e ante o resto do mundo por atuar de forma egoísta”. A coligação esquerdista “Alternativa” pediu sanções contra a FUS “por sua resposta desproporcionada e monstruosa”, e convocou uma manifestação de protesto ante a embaixada screamoffense. O PDS, no governo, pediu serenidade e pediu que se unam esforços para revitalizar à SdN e resolver pacífica e civilizadamente os conflitos em marcha.

O Governo de Athaulphia, através da Conselheira de Estado Helena Loureiro, emitiu uma declaração“lamentando profundamente o acontecido e a sucessão de acontecimentos trágicos à que se chegou”. O Governo criticou que “se tenha escolhido o caminho a mais violência e mais guerra”, ainda que eludiu uma condenação à FUS, como alguns setores pediam, pois segundo disse “não é momento de adicionar mais tensão, senão de trabalhar pela paz e a reconstrução”. Athaulphia se mostrou disposta a ajudar humanitariamente a todas as partes afetadas, e ofereceu sua mediação, através da Sociedade das Nações, para obter uma “paz duradoura e segura, depois do horror bélico vivido pelo mundo”.

Assim o viu a imprensa:
Hoxe: Allen desperdiça a solidariedade do mundo com uma resposta desproporcionada e indiscriminada sobre Triestin.
O Correio: A FUS responde ao ataque triestino com toda sua contundência. Protestos da URS.
O Nacional: JUSTIÇA: o contraataque da FUS dá a melhor resposta possível aos bárbaros comunistas.
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Mensagem  Scream_off Sab Dez 20, 2008 12:17 pm

ooc: Muito bom trabalho. é bom ter-te de volta.
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