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Política Interna - Königreich Schwerin

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Mensagem  Rokolev Qui Nov 19, 2009 3:13 pm

Norte de R.S.Chapim 0636 horas. Base Aérea nr1, Arronques.


Está uma noite fria, neva mesmo nesta base militar, onde se trata de modificar as insígnias presentes nos aviões e em todas as instalações. De súbito, recebe-se uma mensagem no centro de comando..

-Coronel! Coronel! Mensagem de urgência!
*o Coronel Sepúlveda chega a correr à sala e arranca a carta das mãos do jovem praça*

-....O Governo Revolucionário descobriu que fomos nós a ordenar o ataque sobre os aviões que transportavam a escumalha fascista. O problema é que eles parecem não estar muito contentes com isso, e aparentemente todos nós, por termos participado na acção militar, vamos a tribunal marcial por desrespeito militar à autoridade máxima da nação. Estão mesmo a caminho...Isto é inaceitável! Fizemos um favor a todos, e eles querem enjaular-nos?! Jamais!
E aparentemente o Capitão Bruno Carriço por ser o piloto do MiG que abateu os aviões irá enfrentar a pena de morte caso seja efectivamente condenado...claro que vai ser condenado, é óbvio que fomos nós a faze-lo, é preciso ser-se muito burro para não o ver.
Temos de nos defender! Não vamos deixar os reaccionários entrar aqui dentro e levar-nos todos para masmorras por termos feito um favor ao povo. Há que pegar em armas e defender até que a opinião pública oiça disto e exiga a nossa libertação..


Poucos minutos depois são avistados ao longe os APCs e carrinhas que transportam membros do Exército para levar os culpados para Helingrad, para serem devidamente julgados pelo seu desrespeito às leis Revolucionárias. São enviadas mensagens para que não haja resistência, mas em vão.
Os militares da base aérea estão barricados dentro das instalações fortificadas da base, de armas em riste, e mal os blindados do Exército se chegam suficientemente perto param, gritando de megafone para que os culpados pela queda dos aviões saiam para serem transportados para o Sul. A resposta foram tiros na direcção dos APCs. Isto leva à força ofensiva a tomar uma posição de cerco em redor da base.

A troca de tiros intensifica-se, embora sem qualquer efeito. Ambos estão demasiado defensivos para haver qualquer tipo de mudança de situação, os tiros de armas ligeiras causam poucos mais do que arranhões nas paredes e o medo entre os soldados de ambos os lados.
Passado meia hora da troca de tiros, um soldado do lado do Governo, abrigado atrás de um APC grita repetidamente, numa voz impressionantemente alta..
-Die Internationale erkämpft das Menschenrecht! Die Internationale erkämpft das Menschenrecht! (A Internacional unirá a Raça Humana! - o Alemão é juntamente com o Português uma lingua oficial do Chapim)

Lentamente os tiros deixam de se ouvir.. "Die Internationale erkämpft das Menschenrecht!" Ouve-se do outro lado. Passado dois minutos de silêncio, inclusive sem tiros, um dos soldados da base aérea começa então a cantar, depois de ter tirado o megafone ao oficial ao seu lado..

Não mais, não mais o tempo imundo
Em que se é o que se tem
Não mais o rico todo o mundo
E o pobre menos que ninguém.
Nunca mais o ser feito de haveres
Enquanto os seres são desfeitos
Não mais direitos sem deveres
Não mais deveres sem direitos


Quando entra o refrão já metade dos soldados de ambos os lados estão a cantar em uníssono, apesar de alguns o fazerem em Alemão.
O cenário nem parece de tensão. Aliás, definitivamente não é.

Nunca mais no campo de batalha
Irmãos se voltem contra irmãos
Não mais suor de quem trabalha
Floresça em fruto noutras mãos


Nos refrões finais da Internacional já ambos os lados estão totalmente desprotegidos, saíram os soldados dos seus buracos e vieram para campo aberto, de punho em riste e bandeiras vermelhas a bradar aos céus, esvoaçando livremente, cantando o hino do Socialismo em conjunto, enquanto iam, lentamente, caminhando na direcção uns dos outros. Os líderes de cada facção encontram-se no meio do terreno, previamente terra-de-ninguém.. "Die Internationale erkämpft das Menschenrecht!", disseram um ao outro enquanto se abraçavam.
Internacional, Solidariedade! ouvia-se ao fundo.


-Desculpem camaradas, mas temos ordens para que nos acompanhem a Helingrad. Certamente o camarada Miguel Bombarda será benevolente convosco. Se foi com a escumalha que abateram, não há razão para não ser brando convosco.
*o Coronel acena, olhando para o chão*
-Vamos camaradas, para Helingrad. O pessoal de manutenção das instalações que fique cá a cuidar do equipamento e a pintar insígnias nos aviões, o resto...venha.


Última edição por Rokolev em Sex Jul 09, 2010 6:02 pm, editado 2 vez(es)
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Mensagem  Rokolev Seg Dez 07, 2009 11:54 am

Kießberg, capital da República do Chapim, 1823 horas. Catacumbas secretas sob a sede oficial do MACC.

Política Interna - Königreich Schwerin Odessa-catacombs


As catacumbas são um sítio que datam da antiga construção da cidade, ainda no sec XVIII. É um local decentemente amplo, com uma iluminação parca, mas suficiente. Lá dentro encontram-se alguns dos mais radicais membros do MACC (incluindo 2 deputados) e os membros das Brigadas Leninistas que estão a ser procurados pela Polícia por todo o país. Não tardou até as imagens destas pessoas serem espalhadas pela televisão local, estes homens estavam em risco, certamente a pena para eles, caso fossem apanhados, seria a morte. Assassinatos por motivos políticos foi algo que o Parlamento quase unanimemente condenou, houve apenas....2 votos contra, e os dois que votaram contra estavam agora aqui..


-Vocês estão fodidos pa! Fizeram borrada à grande!


-Camaradas, têm de nos ajudar...se somos encontrados o mais provável e cortarem-nos a cabeça e darem-nos de comer aos cães....ok, talvez não tanto, mas matam-nos de certeza..

-Calma, calma....existe uma solução..e se..fizermos uma chamadinha para a URS? Pode ser que eles aceitem...*chamada e tal*....pronto, só falta por-vos lá.

- Será que podemos usar veículos do MACC? Eram capazes de passar despercebidos até nos meterem num avião..privado claro, ao menos que a propriedade privada sirva para alguma coisa hahaha


-...imbecil, devíamos era atirar-te da janela a meio do voo, a ideia de fazer esta merda foi tua.

-Pela revolução caralho! Deviamos era ter mandado o Bombarda ir levar no cu e limpo Helingrad! Agora não tínhamos de aturar cenas como esta..

-Calou porra, querem que vos oiçam lá em cima?! Toca a andar, vamos pela saida perto da Praça Engels onde está a Embaixada da URS, eu vou mandando carros para vos irem apanhar. Vão seguir para uma pequena pista de aviação, é lá que tínhamos o nosso avião para o plano de fuga caso as coisas no dia da revolução corressem mal..pode ser que o avião ainda voe...algum de vocês sabe pilotar um avião?

-...
-...
-...
-...

-...foda-se lá vou eu. Se formos apanhados é o fim do MACC, se descobrirem que um Deputado anda a ajudar criminosos a fugir do país sou eu que vou para a forca.
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Mensagem  Rokolev Sab Mar 06, 2010 5:12 am

Pequena região de Penesopolo, Noroeste de Chapim, 0234 horas. Stanpar.


Penesopolo.....uma região completamente atípica do resto do Chapim. Situada no canto Noroeste do país numa grande massa montanhosa, pouco desenvolvimento e actividade a região poderia ter. O acesso era difícil, e a vida também. Para além desta particularidade, os habitantes do Penesopolo formavam uma estranha minoria cultural que ninguém sabia bem como havia lá chegado. Apesar de serem habitantes do Chapim e de se considerarem como tal, não tendo qualquer miragem sobre uma possível separação, aqui a linguagem principalmente falada pelos poucos habitantes não era o Português nem o Alemão que se fala em todo o resto do país. Alias, a sua linguagem nem sequer é oficialmente reconhecida pelo governo central, mas era usado na mesma em todo o lado...o grego. Arquitectonicamente eram também diferentes dos outros, sempre seguiram um estilo pouco prático para uma região montanhosa, mas bastante bonita de ver. Apesar das dificuldades, os habitantes não se queixavam de muita coisa, estavam habituados a viver assim e sentiam-se bem. Para um habitante do resto do país, bem, provavelmente preferia estar lá só de passagem ou numa curta visita. De boa verdade, a única zona agradável de estar do Penesopolo era em redor do Lago Polemos no sul. (ooc: actual Lago Aral, mas sem ter sido evaporado, porque não estiveram aqui comunas estúpidos a secar o lago para colheitas megalómanas)

Stanpar é a capital desta região, situa-se num estranho planalto rodeado de montanhas ao abrigo do frio algo gélido que se faz sentir em pequenas aldeias que a rodeiam, já nas montanhas. Foi aqui que uma mente "brilhante" teve a "excelente" ideia de criar a base secreta da Luftwaffe do Chapim a quase 1,500m de altitude...O General Kamil Paladino, chefe do Estado Maior das Forças Armadas, ajudado pelo "Strategos", o Major General Helios Andreas, responsável máximo da Luftwaffe...um nativo de Stanpar.



A construção da base começou assim que o primeiro orçamento militar do regime democrático foi aprovado, que levou à compra de novos equipamentos e à venda dos antigos. A base tinha de ser altamente secreta, era aqui que os projectos de armamento dos anos vindouros iriam ser desenvolvidos e testados...que melhor local do que uma região isolada, de onde os habitantes locais muito raramente se afastavam? Os Stanpars sempre foram um pouco belicistas e eram muito espartanos naquilo que faziam, preocupavam-se unicamente com a funcionalidade, eficiência e eficácia de tudo, deixando mariquices para "malakoi", os chamados "paneleiros" no resto do pais, era isto mesmo que a Luftwaffe precisava. Parecia uma base aérea normal, com uma pista de aterragem estranhamente grande, com 4000m, com um taxiway que entrava para um hangar encastrado dentro de uma montanha...não era um hangar, era um espaço construído lá dentro onde o projecto secreto estava a ser desenvolvido.

Era na Base Aérea 000 que o projecto do futuro caça furtivo da Luftwaffe tinha arrancado após as conversações com Logan de Scream_off. O apoio tecnológico já havia chegado às mãos dos militares como havia sido acordado, o concurso secreto também foi realizado para o começo do projecto, mas obviamente apenas a Sabes tinha capacidade para mergulhar num projecto desta dimensão e complexidade, que começou a fazer a dissecação de um Gripen NG e outro Eurofighter T2 cedidos pelos militares há mais de um ano, enquanto outras equipas tratavam de fazer dezenas de desenhos para possíveis formas e capacidades para o novo avião. O maior problema encontrado inicialmente foi arranjar pessoas que estariam disponíveis a mudarem-se para Stanpar para trabalhar durante anos neste projecto sem dizer nada a ninguém, civis claro, porque os militares esses não tinham outra escolha.






Nesta altura, finalmente, após visita do Ministro da Defesa do Kanzler e do König tinha sido escolhido como seria o futuro avião.
Os três políticos entram dentro de uma espécie de sala dentro das montanhas onde alguns dos militares responsáveis pelo Projecto Xiphos, o futuro avião furtivo da Luftwaffe, juntamente com os dois generais estavam presentes. É de notar que Xiphos estava integrado num grande projecto nacional, o Hoplon, destinado a reforçar globalmente a segurança nacional a vários níveis.
Ao sentarem-se nas cadeiras os militares começam a fazer uma apresentação geral do projecto e de alguns dos avanços feitos até agora, nada demasiado técnico visto que os três dificilmente os entenderiam.


-Portanto, basicamente temos a seguinte situação da nossa defesa aérea...os nossos caças Gripen NG são o standard Ar-Ar, estão mais que preparados para combater qualquer tipo de ataque aéreo convencional sendo superiores a qualquer caça de 4ª geração que possam mandar contra nós, têm a vantagem de ser facil e rapidamente mantidos, tendo capacidade para realizar um maior número de missões do que qualquer outro caça moderno no mesmo período de tempo. Tem também a vantagem de supercruise que muitos outros não têm, tendo um alcance maior e chegando aos alvos mais rapidamente que os caças normais.....mas tem um problema, é um avião pequeno, não leva muito armamento e contra caças está severamente em desvantagem. - explicava o Strategos aos presentes.

-O outro caça é o Eurofighter T2, mas apenas temos uma Jasta deles...são algo superiores em combates ar-ar e estão mais armados, mas novamente contra caças de 5ª geração estão em grandes problemas porque simplesmente não os conseguem ver o inimigo. O que queremos fazer com este projecto é criar algo que acabe com esta desvantagem, mas não temos dimensão para andar simplesmente a substituir todos os nossos caças de superioridade aérea por caças de 5ª geração, mas temos de ter algo para atirar a uma força invasora.
Para tal, o novo avião tem de ter certas e determinadas características...tem de conseguir chegar a qualquer parte do país, tem de ter armamento em grande quantidade para conseguir eliminar um grande número de adversários apesar de estar numericamente em desvantagem, tem de ser rápido para conseguir fazer missões de intercepção de aviões inimigos e tem de ser suficientemente furtivo para conseguir chegar muito perto dos alvos sem ser detectado, mesmo em situações de desvantagem de cobertura de radar e outros métodos de detecção. O que temos em vista, para já, é que teremos de fazer um avião de grande porte ao contrário do Gripen, isso significará que o preço unitário será elevado e não teremos capacidade tão cedo de ter um grande número deles, mas também não iremos precisar, terá de ser suficientemente bom para funcionar em pequenos números.
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Mensagem  Rokolev Sex Jun 18, 2010 10:48 am

Sul do Chapim 1552 horas. Areiolas, Sudenstadt.


Não gosto de maus cheiros.


Última edição por Rokolev em Sab Jul 10, 2010 11:45 am, editado 1 vez(es)
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Mensagem  Rokolev Qui Jun 24, 2010 6:49 pm

Penesopolo, 1932 horas. Base Aérea 000, Stanpar.



Depois de longas horas diárias, ao fim de durante 5 anos dentro do complexo dentro da montanha o projecto Xiphos estava finalmente dar um ar da sua graça. Dentro do hangar especial para desenvolvimento, estavam os três protótipos do futuro caça, chamado Brecher. Dois dos caças não estavam operacionais, mas o terceiro estava. Tinha sido o primeiro a ser desenvolvido, tinha mais componentes próprios do caça do que os outros dois, também, mas isso hoje não interessava muito.

No centro de comando da base aérea estava o General Kamil Paladino, líder máximo do projecto e da Luftwaffe. Ao se dirigir para a o complexo dentro da montanha reparou numa imagem que estava posta na parede..era o primeiro desenho do Xiphos, o original..era grande, devia ter o tamanho de um Su-35, com uns bons 22m de comprimento, e parecia pesado.

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Ia ser o rei absoluto dos céus com velocidade de interceptor, enorme capacidade de fogo e capaz de voar distâncias enormes...ia também ser o rei do orçamento militar com custos insustentáveis, o que acabou por o matar, estimava-se que cada unidade tivesse um custo de aproximadamente a equivalente a €210M..um avião destes derrubado por papel, não deixava de ser irónico. Os estudos feitos para este avião em particular deram origem ao actual protótipo do Brecher em várias áreas, mas a filosofia por detrás do avião era muito diferente, já o esforço desenvolvido para ter um ligeiro caça de superioridade aérea era monstruoso para a capacidade financeira do país, e o seu preço unitário também não era nada meigo, mas ao menos era mais barato de operar e rápido de manter..afinal, seguia a filosofia dos actuais caças da Luftwaffe. Seguindo em frente, não valia a pena pensar no que não ia existir.



Ao chegar junto da escotilha de entrada no complexo montanhoso, o General contemplou o avião que estava à sua entrada..nada a ver com o que tinha acabado de ver na imagem, este parecia um Gripen futurista e com linhas furtivas. Era pequeno - devia ter pouco mais de 14 metros de comprimento - e apenas um motor. O General em particular desgostava da ideia de ter apenas um motor, mas um sempre é mais prático do que ter dois, tinha de ser positivo, afinal de contas nunca tiveram problemas com os mono-motores Gripen, porque haveriam de ter com este que tinha uma versão melhorada do anterior com elementos de caças mais modernos como os F-22 e F-35?
Tinha o inconveniente de ter pouca capacidade de fogo, o PAK FA e o F-22 podiam levar 8 míssies cada, um Eurofighter 13, um Su-35 14....este apenas 5. Bem, ao menos era mais 1 que um F-35, sem contar com pontos externos, claro, mas esses a bem dizer não contavam, ninguém queria um caça furtivo para operar como não furtivo.

Enquanto o avião se preparava na pista, um dos Gripens levantou voou, ele ia ser importante para o teste. Após ser tocado o hino do Reino, o Major Teodomiro Amaral saltou para dentro do avião e preparou-se para o fazer descolar. O avião descolou num espaço bastante curto e rapidamente se pôs ao lado do Gripen que sobrevoava o espaço aéreo. Contrariamente ao que se costuma fazer, o trem de aterragem foi mesmo recolhido, tudo funcionava bem.

Os pilotos decidiram puxar um pouco pelo motor e confirmou-se que o avião, tal como o Gripen, conseguia efectuar supercruise o que estende bastante o alcance do avião, tudo normal. As comportas das armas também funcionavam bem. Uns minutos depois ambos os aviões afastaram-se a todo o gás, e assim que estavam a 50km de distância viraram-se um para o outro, era agora que o segundo teste principal ia ocorrer. O Gripen sabia que o Bracher estava às 12 horas, mas não havia sinal dele nos sistemas de detecção do avião, em seguida o Bracher pôs-se a manobrar para tentar ser mais visível, mas nada, aparentemente o desafio das superfícies móveis fora superado.

O teste tinha sido perfeito, hora de voltar para casa, o projecto do caça estava a ser um estrondoso sucesso da Sabes e da Luftwaffe. Uma nova era estava a começar.
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Mensagem  Rokolev Sab Jul 03, 2010 1:39 pm

Os recentes acontecimentos ocorridos em Lapália não agradaram a ninguém no governo do Königreich. O sentimento era claro, a Lapália estava a rapidamente a deixar de ser uma democracia, com desculpas esfarrapadas para eliminar as liberdades cívicas e políticas dos seus cidadãos. A proibição e extinção de partidos de esquerda com a justificação de que era o que o melhor para o povo e quer era isso que ele queria, era extremamente irónico na melhor das hipóteses. Os resultados eleitorais rebentaram a escala do absurdo, nenhum país minimamente normal tinha percentagens superiores a 80% para o partido vencedor.

A gota de água foi a notícia de que a fronteira com a União Soviética tinha sido fechada, juntando isso ao discurso absolutamente ridículo proferido pelo novo déspota pseudo-democrático. Se Lapália tomasse qualquer acção contra os países socialistas do Sul, o Königreich não iria ficar a olhar passivamente.



A Luftwaffe recebe ordem para executar um maior número de exercícios de combate, em caso de prevenção.
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Mensagem  Rokolev Qua Jul 07, 2010 12:07 pm

Sul do Königreich, 1842 horas. Deserto, junto à fronteira com a União Soviética.



Quero gambas com alho.


Última edição por Rokolev em Sab Jul 10, 2010 11:44 am, editado 1 vez(es)
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Mensagem  Athaulphia Qui Jul 08, 2010 1:04 am

OOC: mas isto aconteceu à vista dos soviéticos? Shocked

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