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Mensagem  Centric Ter Out 18, 2011 4:59 pm

The Lumiar Post



Arrow Government Approves Project of Law of the Employment Fund
Governo Aprova Projecto-Lei do Fundo de Emprego



Na sua primeira actividade legislativa, sabe-se que foi aprovado hoje, numa reunião do Chanceler e dos Secretários de Estado, o Projecto-Lei do Fundo de Emprego, ambição antiga de sectores tradicionalistas da política nacional. O assunto, que havia sido extremamente polémico no anterior executivo PNR-PLD, vê hoje a sua quase concretização. Apesar de estar pendente a aprovação pela Câmara dos Deputados, a passagem da medida é certa, já que a maioria da USN apoia o Governo.

Numa conferência de imprensa, o Secretário de Estado para a Economia, Indústria e Planeamento, o S.E. das Finanças e o S.E. da Segurança Social, Solidariedade e Concertação Social, Ingvar Läckberg, Gunnar Kasper e Alexander Ulrich explicaram o funcionamento e as regras de acesso ao Fundo pelos Concelhos.

-A quantia que cada Concelho tem direito para combater o desemprego dentro do seu território é proporcional à sua população desempregada (sendo, implicitamente, proporcional à sua população total), sendo o valor base 5 milhões de créditos por 10,000 desempregados.

-Para serem elegíveis para o Fundo, os Concelhos têm de aprovar uma série de medidas

-Os Concelhos têm que criar Centros de Emprego por eles geridos em proporção suficiente para servir o seu número de desempregados, visto que há muitos que não têm essas infraestruturas.

-Os Concelhos não podem deixar que os empregadores desses desempregados lhes paguem um valor bruto de menos de 500 créditos, como forma de combater o emprego precário.

-Os Concelhos podem, e ao fazerem-no, recebem financiamento adicional, criar programas de formação de mão-de-obra subqualificada.

-Os Concelhos têm autorização e terão apoio financeiro para assumirem a gestão de empresas de sectores chave no seu território, sendo que a República participará na respectiva indemnização e outros custos inerentes. Ao assumirem essa gestão, essas empresas previamente privadas, serão consideradas pessoas colectivas de direito público. Em casos a decidir pela República, certos Concelhos terão mesmo que assumir a gestão de uma ou duas empresas privadas de sectores estratégicos.

-Se, por condições de mercado, houver um largo número de desempregados, serão destacados o maior número possível para trabalho comunitário, recebendo um salário nunca inferior a 500 créditos nem nunca superior a 1000.

-Os Concelhos devem, por si só ou, quando se justifique, em cooperação com outros Concelhos, realizar obras públicas dentro do seu território, recebendo a devida participação da República, assegurando-se, no fim, de que a mão-de-obra empregada fica ou ao serviço do Concelho, é transferido para o serviço da República ou para uma empresa privada.

-Os Concelhos que violem alguma das disposições anteriores terão de restituir o financiamento na íntegra, sob pena de enriquecimento sem causa.

-Os Concelhos que não atingirem o objecto de, em 2013, reduzirem em mais de 50% o número de desempregados, não terão que restituir o financiamento na íntegra, mas terão que indemnizar a República.

Este é o esboço principal do Fundo de Emprego, cujo objectivo é, a nível global, reduzir o desemprego por 50%. Läckberg reconhece que é um 'objectivo ambicioso', mas 'necessário' para que se realize o 'pleno emprego' e o desenvolvimento económico. Gunnar Kasper, S.E. das Finanças, assegurou que, apesar da dívida pública, a República já terá outras formas de financiamento, nomeadamente em novos impostos, que não serão sobre o rendimento, mas estarão a tributar outras formas de riqueza, móvel ou imóvel, impostos que serão brevemente anunciados.

Tanto Kasper, como Läckberg e Ulrich asseguraram que estas medidas se enquadram num 'ambicioso Plano' a ser formulado pelo Governo, plano esse que assegurará uma recuperação e desenvolvimento equitativo e harmonioso da República.

Como não podia deixar de ser, o Fundo de Emprego recebeu críticas de outros sectores políticos. Anthony Hawk já veio dizer que as regras 'além de serem um absurdo do ponto de vista económico', e que, segundo ele 'deveriam passar em relaxar as regulações económicas para as empresas poderem contratar mais'. Isabel von Have, líder do PSD, apesar de elogiar algumas medidas, tem a certeza que 'esta política desconcertada e atomizada não vai resolver o problema do desemprego a nível nacional. Pode resolver em alguns Concelhos, mas não na República.'

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Mensagem  Centric Qui Out 20, 2011 7:29 pm

Språkrör för Arbetstagare


Arrow Regjeringen forbereder enestående regnskapsåret reform
Governo Prepara Reforma Fiscal Sem Precedentes



Após a pacífica aprovação do Fundo de Desemprego pela Câmara dos Deputados, o Governo fará hoje aprovar uma modificação à Lei-Geral Tributária, cujo objectivo, nas palavras de Gunnar Kasper e Ingvar Läckberg é 'fazer com que quem tenha mais rendimentos possa ajudar mais o Estado e quem mais precisa, nestes tempos difícies' e conseguir, assim, criar uma 'solidariedade de facto' entre as várias classes sociais. Várias medidas estão previstas no projecto de lei:

- Criação de um escalão de IRS mais alto (rendimento anual acima dos 500,000 créditos), com tributação de cerca de 51%
- Agravamento tributário do segundo escalão/antigo primeiro (150,000-500,000 créditos) de 35% para 45%
- Primeiro imposto na história de Centric sobre riqueza 'estática' e não trabalho, a chamada 'taxa solidária' que se aplicará às grandes fortunas e será cobrada pela República.
- A 'Sin Tax', uma taxa de IVA especial sobre certos produtos ou actividades 'não essenciais e nocivos', nomeadamente o tabaco, bebidas álcoolicas acima de 5% de volume e o jogo. Essa taxa será de 50%.
- Taxa extraordinária sobre 'lucros exorbitantes', cujo valor carece ainda de densificação.

Apesar da aparente dureza, esta reforma fiscal de fundo promete mudar muita coisa na República. Até agora, quem tinha mais tinha mais benefícios, e a sua contribuição para os cofres públicos era minúscula. Com o agravamento dos escalões mais altos, a entrada de dinheiro aumentará, pois quem recebe tanto não mudará muito hábitos de consumo e estilo de vida por um agravamento tributário. Além disso, a taxa solidária permite, pela primeira vez, taxar a riqueza estática em vez do trabalho, fazendo com que os ricos acabem por ajudar a saída da crise. O mesmo se aplica aos 'lucros exorbitantes' das empresas, visto que assim se evita a exploração entre classes.

Esta reforma da Lei-Geral Tributária é um acto altamente inovador e justo, do ponto de vista social, prometendo reequilibrar as finanças públicas sem recorrer a medidas recessivas. Finalmente, a República está a dar uma viragem à esquerda!


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Mensagem  Centric Sex Out 21, 2011 4:46 pm

Die Neue Hoffnung


Arrow Stellungnahme: Richard Adler und der Weg zur Knechtschaft
Opinião: Richard Adler e o Caminho para a Servidão



por Erich Hörst, Professor de Direito Constitucional na Universidade de Mecklenburg

Há poucas semanas atrás, o Partido Nacional-Republicano, o partido mais histórico da República, o partido dos Concelhos, da liberdade económica, da tradição, traiu os seus valores juntando-se a uma coligação com um partido de esquerda tradicionalista reemergente, um partido centrista e dois partidos, basicamente, fascistas. O que podemos dizer em relação a isto? Como podemos nós encarar um Governo em que dois Secretários de Estado - Erik Quisling e Alexander Ulrich - são extremistas, são radicais publicamente conhecidos, que no passado enchiam comícios com mensagens de ódio. Hoje, umas operações plásticas e uns branqueamentos depois, são afáveis e responsáveis.

Depois, James Hoyt, esse grande barão do PNR, que conseguiu levar o PNR numa direcção que o seu fundador, Gervasius Smith, não iria gostar. Nem o Presidente da República, Karl Larenz, 'fundador do moderno PNR' deve estar satisfeito. Do pouco que conheço de Hoyt, ele é um político arrogante, sedento de tacho e destribuidor de cunhas, pouco culto, mas muito esperto. Ainda por cima na pasta da Administração Interna, as suas ideias anti-imigração podem materializar-se. A cereja no topo do bolo é Richard Adler, um jovem simpático e carismático que apareceu do nada e juntou esta estranha aliança de esquerdistas, de fascistas que parecem comunistas e de rednecks tradcionalistas extremistas.

Com a aprovação de agravamentos fiscais sobre lucros e rendimentos mais altos, de nacionalizações, de critérios para o Fundo de Emprego claramente virados à esquerda, este Governo está progressivamente a cortar-nos as liberdades económicas, e em breve, deverá ser discretamente anunciada uma medida anti-imigração que aumentará os poderes e o financiamento da polícia. E assim, aos poucos a liberdade vai sendo descartada, sob uma salva de palmas de uma população tão alienada, tão desesperada e tão enganada que votou neste bando de ladrões para o Governo. A única coisa que distingue o Estado de um bando de ladrões é a justiça, dizia St. Agostinho. Ora, isso é uma palavra que este 'bando de ladrões' desconhece.
Vejamos até onde é que isto vai.

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Mensagem  Centric Ter Nov 01, 2011 6:00 pm

The Lumiar Post



Arrow War in the Chamber of Councils - 17 Republican Representatives Threaten the SNU Majority
Guerra na Câmara dos Concelhos - 17 Representantes Republicanos Ameaçam Maioria da USN



Aquando as eleições para a Câmara dos Deputados, a coligação da União Social e Nacional, assinada pelo PT e pelo PNR, previa que ela também se aplicaria à Câmara dos Concelhos, na qual os representantes de ambos os partidos formavam maioria (os partidos pequenos da coligação não têm representantes na câmara alta do Congresso). No entanto, criou-se um impasse com a 'fuga' de membros da ala urbana do PNR - o que aconteceria aos representantes dos Concelhos? Enquanto que, no caso dos deputados, houve eleições e elementos 'subversivos' tivessem sido purgados, visto que só há eleições nos Concelhos daqui a dois anos, os representantes do PNR não foram substituídos. Agora, 17 representantes, da chamada ala urbana, querem criar o seu grupo autónomo na Câmara dos Concelhos, a câmara alta do Congresso.

Considerando que há 116 lugares, e 60 estão ocupados conjuntamente pelo PNR e pelo PT (37+23), os 17 representantes rebeldes tirariam a maioria à USN na Câmara dos Concelhos, o que faria difícil a promulgação de legislação importante, nomeadamente modificações a certas Leis-Base e o Orçamento de Estado.
O porta-voz dos '17 urbanos', como já são conhecidos, é precisamente Thomas Buddenbrook, irmão do Secretário de Estado da Diplomacia, Christian Buddenbrook. Buddenbrook, representante de Lübeck, foi uma das caras principais da fuga da ala urbana do PNR, e afirmou hoje ao Lumiar Post a sua intenção de criar um Partido novo e integrar os 17 representantes nesse Partido. Segundo ele:
"Enquanto que as eleições para a Câmara dos Deputados são uma escolha de partidos, as eleições para a Câmara dos Concelhos é mais pessoal. É uma eleição na qual os eleitores escolhem uma pessoa na qual eles confiam para representar o seu Concelho. E estes 17 representantes foram eleitos com base nisso, e agora, o Chanceler Adler, também líder da USN, obrigou o presidente do PNR, James Hoyt, a demitir-nos a todos. Ora, isso não é constitucional e não acontecerá. E, tal como já havia dito, nascerá um Partido Republicano muito em breve, que se distanciará das políticas esquerdistas e autoritárias do actual PNR!"

James Hoyt, na sua qualidade de Presidente do PNR, já veio dizer que é constitucional e perfeitamente legal substituir representantes e que não seria a primeira vez que isso aconteceria. Acrescentou também que 'era muito bonito' o pensamento do Representante Buddenbrook, mas o que 'mostrava a realidade política' é que as pessoas escolhem o representante, 'principalmente', pela cor política, pelo que não seria nenhuma 'traição aos eleitores'.

Apesar de estarem abertas as tensões políticas, a questão foi entregue por Thomas Buddenbrook ao Tribunal Constitucional, que analisará a situação e acordará um verdicto em breve.

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Mensagem  Centric Qua Nov 02, 2011 7:49 pm

The Lumiar Post



Arrow Chamber of Councils Controversy Over: SNU Assures Majority and Opens Way For Adler's Constitutional Revision
Polémica da Câmara dos Concelhos Acaba: USN Assegura Maioria e Abre Caminho Para Revisão Constitucional de Adler



Numa decisão-relâmpago, os juízes-conselheiros do Tribunal Constitucional, decidiram pela não inconstitucionalidade da substituição de Representantes por Partidos. Apesar de a decisão não ter sido unânime (houve muitos votos vencidos), a improcedência do recurso interposto por Thomas Buddenbrook foi declarada com força obrigatória geral.

Buddenbrook havia recorrido para o Tribunal Constitucional, citando que, apesar do art. 23º/3 da Declaração da República, os 'representantes são a voz de cada Concelho na Câmara Alta do Congresso', ser inconclusivo, uma interpretação histórica permitirá ver que a natureza da função de Representante, ao contrário da de Deputado, é muito mais pessoal e implica uma ligação íntima das qualidades pessoais da pessoa com o seu eleitorado. Entendimento outro foi o do Tribunal, que afirma não ter encontrado qualquer indicação na Declaração da República de que a função de Representante esteja vinculada às qualidades pessoais de cada eleito. Aliás, afirma o Tribunal, desenvolvimentos recentes apontam para uma evolução numa perspectiva mais partidária, ou seja, os Representantes já não são eleitos tanto pela pessoa que são mas pela cor política. Apesar de não estar escrito em nenhum texto constitucional, conclui o tribunal, esses desenvolvimentos heteronormativos devem ser incluídos na Constituição Não-Oficial, ou seja, as regras constitucionais que não estão explícitas nos textos legais, mas podem ser extraídas deles e da prática constitucional.

No PLD e no PSD a indignação é unânime. A vice-presidente dos Liberais, Marta Gudjohnsen, afirma que 'o Tribunal está composto de juízes-conselheiros senis e tendenciosos, que há muito aprenderam que só beneficiam a beneficiar o PNR e os seus aliados'. Frederik Lassale, Secretário-Geral do PSD, acrescentou que é uma 'decisão injusta, parcial, ilegal, inconstitucional e imoral' e apela aos seus colegas liberais que juntem forças aos renegados do PNR e façam frente a um 'preocupante e crescente número de ilegalidades feitas pelo Governo USN'.

Num acto inédito, o Chanceler Richard Adler veio tentar acalmar os ânimos, apesar de implicitamente ter apoiado a substituição. Diz o Chanceler: 'se o Tribunal Constitucional declarou a acção improcedente, assim o seja, assim dispõe a Declaração da República. Quanto à reacção da oposição, creio ter sido infantil e desacertada, pois acusam logo o Governo de mil e uma falcatruas e conspirações para acabar com a democracia. Espero bem que tanto o PLD como o PSD venham a rectificar estas declarações injustas e injustificadas'.

Apesar de não ser oficial, fala-se muito numa revisão constitucional a ser preparada pelo Governo. Na conferência de imprensa acima, o Chanceler afirmou que o Governo e uma comissão de juristas altamente qualificados, tem estado a preparar uma proposta de revisão constitucional, que passará pela fusão dos dois documentos constitucionais - a Declaração da República e a Declaração dos Direitos - numa só constituição, e certas limitações a nível político. Diz-se que a revelação das propostas de Adler poderá ser feita já esta semana, visto que o fim do problema dos Representantes dá maioria à USN nas duas Câmaras, o que dá maior margem de manobra para convencer os Socialistas do seu projecto de revisão ou, se eles rejeitarem, para obrigar o Presidente da República a convocar um referendo.

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Mensagem  Centric Qui Nov 03, 2011 3:25 pm

The Lumiar Post



Arrow Riots Break Out in Lumiar
Motins Rebentam em Lumiar



Vários motins rebentaram hoje por Lumiar e por outras cidades da Anglia e de Neumark, como Shoreham-by-Sea, Brixton, Lübeck, Mecklenburg e Klinkerhoffen. Apesar de nas outras cidades se limitarem a protestos pequenos, em Lumiar a violência atingiu níveis críticos, com alguns carros queimados, montras partidas e fachadas danificadas.
Tudo começou esta manhã, quando várias pessoas se juntaram à frente do Congresso para protestar contra a subsituição dos 17 representantes republicanos, sendo que os manifestantes eram maioritariamente liberais e republicanos (termo usado para definir os nacional-republicanos que saíram do partido).
Contudo, com o alargamento do protesto, estima-se que elementos anarquistas dos dois principais movimentos anarquistas do país: as Brigadas Anarco-Colectivistas (esquerda) e Movimento Revolucionário Libertário (direita), se tenham infiltrado na manifestação e, conjuntamente com delinquentes locais, tenham iniciado apedrejamentos do cordão policial.

Reagindo, a polícia carregou nos manifestantes, sendo que começou a circular a notícia de que uma mulher, devido à carga policial, tinha ficado paralítica. Isso indignou os manifestantes, e os distúrbios aumentaram de tom. Neste preciso momento, a zona do Congresso está segura, sendo que é no Upper East Side, a norte do Congresso, no Harlem e em Gate Street que se registam os maiores distúrbios.

O Secretário de Estado para os Assuntos Internos, James Hoyt, já esclareceu que: "a polícia não terá dó daqueles que estejam a destruir propriedade alheia - eles serão apanhados e levados a julgamento o mais rapidamente possível".

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Mensagem  Centric Dom Nov 06, 2011 6:29 pm

Die Neue Hoffnung


Arrow Wie der Lumiar Unruhen niedergeschlagen werden, stellt Richard Adler seine Verfassungsreform Projekt - die Sozial-Nationalistische Verfassung
Com os Motins de Lumiar Esmagados, Richard Adler Apresenta o Seu Projecto de Revisão Constitucional - a Constituição Social-Nacionalista



Ontem à noite, numa operação conjunta da Polícia de Lumiar e do Exército, os motins de Lumiar foram cirscunscritos e pacificados, com muitos dos anarquistas responsáveis pela violência detidos em prisão preventiva. E, no seu rescaldo, o Chanceler Richard Adler apresentou o projecto de revisão constitucional da USN - a Constituição Social-Nacionalista, que, se aprovada, implicará uma mudança radical na política centrica. Citamos aqui o Chanceler a apresentar o projecto no Congresso:

"O projecto de revisão constitucional da União Social e Nacional, o qual elaborei com a ajuda de conceituados juristas e constitucionalistas, significará uma mudança, uma viragem na forma como a política é organizada em Centric. Espero ser uma Constituição que agrade a muitos quadrantes políticos, por manter as instituições tradicionais e ao mesmo tempo, adaptá-las à política moderna (...)
O aspecto mais inovador da Constituição será a redifinição da divisão de competências administrativa - deixará de haver os dois níveis tradicionais, muitas vezes opostos, o da República e dos Concelhos. Criar-se-á uma nova entidade -a Nação. E daí a designação nacionalista, que não tem qualquer conotação neofascista, mas apenas uma visão de uma nova organização do País. A Nação estará entre a República e o Concelho e corresponderá às realidades socio-culturais que as Nações são, realidades essas ignoradas pela política centrica desde a fundação da República. As Nações administrativas corresponderão às Nações Históricas - Anglia, Norselândia, Varíngia, Germânia/Neumark e Boganhem, e terão uma série de competências, nomeadamente para tornarem mais eficazes as centenas de sistemas concelhios de saúde e educação e para mediarem os Concelhos e a República. Serão dotadas de órgãos democráticos escolhidos pelos Concelhos e terão um Presidente. Mas atenção! Esta divisão não tem um propósito de 'dividir' a Comunidade do Povo (
Folk Community, Folks Fellesskap, Folks Bemënshep, Volksgemeinschaft), mas antes reforçar os laços de unidade entre as cinco nações centricas!
Já vimos a parte 'Nacionalista', tendo ainda de ver o cariz social da Constituição. Como a nossa Constituição é do século XIX, não ultrapassamos ainda vários dogmas liberais, como o carácter absoluto do direito de propriedade e como a noção estrita de direitos fundamentais. Assim, esta Constituição estabelece muitos mais direitos fundamentais, principalmente direitos sociais e laborais, nos quais se incluem direito à saúde e educação gratuitas, ao apoio do Estado na doença e no desemprego, à cultura, à justiça laboral, etc. A propriedade privada, para ser actualizada com as mais modernas tendências jurídicas, não será absoluta, antes terá uma função social, o que significa que nós não podemos dispor da nossa propriedade em total isolamento, pois vivemos em comunidade, e temos de ser solidários com os outros.
Ainda no cariz social da Constituição, vai-se prever o Conselho de Solidariedade, que reunirá representantes de três grupos orgânicos muito importantes: o operariado, o campesinato e a burguesia (ou seja, o patronato empresarial), tendo esse Conselho poderes de deliberação sobre questões económicos e servindo como uma forma do Estado mitigar os inevitáveis conflitos entre classes, para que a harmonia paire sobre o País.
Finalmente, no que toca à sistematização, a Constituição será reunida num único documento, fundindo-se a Declaração da República e a Declaração de Direitos.
Peço a todos os deputados e a todos os representantes, independentemente de cor partidária, que amem a liberdade e a independência nacional, mas compreendem a importância da solidariedade entre os membros da Comunidade, sejam indivíduos, nações ou classes, que votem a favor do Projecto Social-Nacionalista! É o projecto da solidariedade, da vitória sobre os dogmas tradicionais, da elevação do interesse da Comunidade acima do capitalismo financeiro internacional opressor, o fascismo capitalista, o anarquismo neoliberal e o marxismo internacionalista dogmático!"


Como podemos ver, as principais linhas da Revisão passam por:
- Criação de Nações, equivalentes às Nações Históricas, que passariam a coordenar os sistemas nacionais e concelhios de educação, saúde e segurança social
- Criação do Conselho de Solidariedade, que senta à mesma mesa operários, camponeses e burgueses, para que melhores opções de política económica sejam tomadas
- Adição de direitos sociais à constituição
- Fim do carácter absoluto do direito de propriedade e introdução da função social da propriedade
- Unificação da Declaração da República e da Declaração de Direitos num único documento.

Naturalmente, todos os partidos integrantes da União Social e Nacional se apresentaram entusiasmados e mostraram o seu apoio. James Hoyt, Erik Quisling, Alexander Ulrich e Gillbert Dodgers fizeram declarações em que mostram publicamente o seu apoio a Adler.

Os únicos partidos que se mostraram contra foram o PLD, que através de Anthony Hawk, se mostrou 'muito preocupado' com este ataque aos 'alicerces da liberdade', e que prometeu promover 'várias formas de luta'. Thomas Buddenbrook, líder do embrionário Partido Republicano (novo), mostrou-se 'chocado' e já apoiou publicamente Anthony Hawk. Crê-se que ambos os partidos preparam o seu próprio projecto constitucional.

O Partido do Socialismo Democrático é que mantém uma posição ambígua. Apesar da Presidente do partido, Isabel von Have, ainda não ter falado, o seu Secretário-Geral, Frederik Lassale mostrou-se entusiasmado com a ideia de direitos sociais como direitos fundamentais, bem como a ideia do Conselho de Solidariedade 'o PSD entrará agora num período de reflexão interna' afirmou Lassale.

Se o PSD votar sim em ambas as Câmaras, estarão reunidas as maiorias de 2/3 constitucionalmente exigidas.

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Mensagem  Centric Seg Nov 07, 2011 12:12 pm

The Lumiar Post



Arrow Constitutional Reform - Liberals Present Their Counterproposal
Reforma Constitucional - Liberais Apresentam a sua Contraproposta



Hoje, no rescaldo da apresentação do Projecto Social-Nacionalista para a Constituição, do USN, o PLD e o Partido Republicano (novo), apresentaram o seu projecto, chamado 'Constituição da Liberdade'. Relembramos que o art. 56º/5 da Declaração da República impõe a todos os partidos que apresentem um projecto de reforma ou revisão constitucional se os outros o fizerem.

Assim, Anthony Hawk, Marta Gudjohnsen e Thomas Buddenbrook, juntaram-se hoje em Brixton para apresentar esse seu projecto, que classificam como 'profundamente antagónico' e 'hostil' ao projecto de Richard Adler e da USN. Aliás, a única coisa que têm em comum é a integração da Declaração da República e da Declaração de Direitos no mesmo documento.
O projecto da Constituição da Liberdade não difere muito, porém, em termos de conteúdo, do documento actual. Reforça as garantias à liberdade de iniciativa económica, estabelece elevadas indemnizações para vítimas de apropriação pública, mantém os Magistrados com menos poderes, e mantém também a dicotomia República/Concelhos. Uma novidade é a diminuição de poderes da Câmara dos Concelhos, e o facto dos representantes dos Concelhos passarem a ser escolhidos pela Assembleia do Concelho, acabando assim com as eleições directas para a Câmara dos Concelhos, compensando a Câmara dos Deputados com mais competência.

Nas palavras de Hawk, é uma constituição que 'defende a liberdade individual e a democracia', opondo-se à 'autoritária e estatizante' proposta de Adler. Basta Hawk conseguir convencer o PSD a votar contra a reforma da USN para a Constituição se manter na mesma, e todos os analistas concordam: há poucas hipóteses da proposta do PLD ganhar sem mais apoios.

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Mensagem  Centric Ter Nov 08, 2011 2:13 pm

Die Neue Hoffnung


Arrow PRÄSIDENT KARL LARENZ ERMORDET!
PRESIDENTE KARL LARENZ ASSASSINADO!



Foi encontrado hoje de manhã o corpo do Presidente da República Centrica, Karl Larenz, na sua residência oficial no Palácio da República em Lumiar. O Presidente tinha uma bala na cabeça, e havia sinais de entrada forçada no seu gabinete. Contudo, a Presidência só anunciou a morte hoje à tarde, tendo-se realizado primeiro uma reunião de emergência do Conselho de Estado.

Nas primeiras horas ninguém havia ainda reivindicado a morte, mas, pelas oito horas, havia chegado às redacções dos jornais a informação de que teria sido o grupo anarquista Movimento Revolucionário Libertário o mentor do atentado. Ao mesmo tempo, chegou a informação de que o MRL teria, em conjunção com as Brigadas Anarco-Colectivistas, planeado o assassinato do Chanceler Adler e do Secretário de Estado James Hoyt. Relembramos que o MRL e as BAC foram as organizações que transformaram os protestos de Lumiar em motins violentos. O Secretário de Estado James Hoyt já veio dizer que, apesar 'do aumento de tensões em Lumiar se deve principalmente à emergência de organizações terroristas anarquistas' que o Governo 'não dará tréguas' a 'vândalos' e 'assassinos', para que o 'Estado de Direito seja assegurado'.

No seguimento do assassinato de Karl Larenz, os motins em Lumiar ressurgiram com mais força, tanto anarquistas que rejeitavam ter algo que ver com as mortes, até brigadas de 'vigilantes' civis a proteger os seus bairros e as suas casas. Lumiar vive, assim, um ambiente quase de guerra, com carros queimados e caixotes arremessados. O Governo, que se tem reunido em Hammerfall, na Norselândia, pela voz do Chanceler, veio dizer que 'este acto de cobardia será pago' e que o Governo 'não descansará' até encontrar os responsáveis e julgá-los.

Karl Larenz nasceu em 1952 em Klinkerhoffen e foi um dos políticos mais marcantes da história recente da República. Apesar de Nacional-Republicano, sempre foi um homem de convergências, o que o conduziu a Chanceler por duas vezes entre 1992 e 2000, uma com maioria absoluta e outra sem. Como presidente, exerce o mandato desde 2002, e teve uma actuação cuidada, ponderada e acima de interesses partidários. Todas as figuras políticas nacionais enviaram os seus pêsames à família de Larenz, nomeadamente Richard Adler, James Hoyt, Anthony Hawk, Marta Gudjohnsen, Isabel von Have, Frederik Lassale, Ildephonz Bakker, Thomas Buddenbrook, etc. O seu corpo está a ser transferido para a sua cidade natal, Klinkerhoffen.

Imprensa de Centric - Página 3 Christian-wulff
Karl Wilhelm Larenz (1952-2011)

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Mensagem  Centric Qua Nov 09, 2011 2:20 pm

Die Neue Hoffnung


Arrow DIE NEUE VERFASSUNG ZUGELASSEN IST - DIE VOLKSSTAAT CENTRIK IST GEBOREN
NOVA CONSTITUIÇÃO APROVADA - NASCE O ESTADO POPULAR DE CENTRIC



Hoje, em instalações provisórias em Hammerfall, as duas câmaras do Congresso reuniram-se e aprovaram por maioria de dois terços, aprovada pelos partidos da União Social e Nacional, que agora se passará a designar União Social-Nacionalista, e pelo Partido por um Socialismo Democrático, a nova Constituição do novo Estado que emerge - o Estado Popular de Centric! Após a aprovação, o Presidente da Câmara dos Concelhos, Aimar Svensen, que também é Presidente interino, deu a aprovação final à revisão.

Nas palavras do Chanceler Richard Adler - "isto foi uma vitória para o Folk, para as Nações e para os centricos de todas as classes, e foi uma derrota para o capitalismo financeiro internacional e para o anarco-bolshevismo e o anarco-capitalismo que assolam as nossas ruas!" Ainda em luto pelo assassinato de Karl Larenz, Richard Adler prometeu vingança - "nesta nova ordem que emerge, pessoas como os anarquistas de ontem não terão lugar, apenas terá lugar o cidadão honesto, trabalhador e humilde!". Finalizando o discurso da vitória, Adler desfraldou a bandeira da USN na janela, gritando com os seus apoiantes e dizendo "o Folk é a união de cinco nações e de três classes - tanto os angleses, os varíngios, os germanos, os norselândios e os boganeses como os trabalhadores, os camponeses e os burgueses, estão empenhados num único objectivo, o do bem-estar do Folk e da comunidade e da cultura que ele representa, uma cultura germânica de força, de humildade, de trabalho, uma cultura adequada ao socialismo e não ao capitalismo! Mas um socialismo que não crie conflitos, mas antes una o Folk! Viva o Estado Popular de Centric! Viva!"

Estavam cerca de 200,000 pessoas só em Hammerfall, com manifestações espontâneas de alegria por todo o País. A partir de agora, a República de Centric passar-se-há a designar como Folk's State of Centric em inglês, Folks State av Centrik em nórdico, Folkstat Centrik em Boganês e Volksstaat Centrik em alemão.


The Lumiar Post



Arrow Social-Nationalist Proposal is Approved After Doubtful Procedures
Proposta Social-Nacionalista Aprovada Depois de Procedimentos Duvidosos


EDITORIAL

Hoje de manhã, em Hammerfall, é capaz de se ter passado a maior manobra política de sempre na história da nossa (defunta) democracia. Richard Adler conseguiu, a muito custo, o apoio dos Sociais-Democratas, a maior parte dos quais se abstiveram, viabilizando a revisão, e, por um voto, conseguiu ver a revisão aprovada. Mas o texto que leu perante o Congresso era um texto um pouco diferente do apresentado há três dias.
Contudo, parece que ninguém quer saber da irregularidade e da inconstitucionalidade, e todos aplaudem o novo Estado Social-Nacionalista, o Estado Popular de Centric! É possível, caros leitores do Lumiar Post, que eu seja preso ou que fuja, e que o Lumiar Post deixe de ser o jornal mais imparcial da República. Mas relato estes acontecimentos para que, quem os leia, saiba o que realmente se passou. Não foi uma vitória do povo, foi uma vitória de um partido autoritário e malvado, que nos vai levar de volta ao período Odinista. E hoje foi a apoteose do movimento, sob um estrondoso aplauso de um povo cansado e iludido.

Até Sempre e Viva a República!,
Walter Hughes


o site do Lumiar Post foi abaixo uma hora depois, mas ainda algumas pessoas conseguiram ler o editorial de Walter Hughes, que fugiu para parte incerta quando a polícia bateu à sua porta com acusações forjadas de violação


Språkrör för Arbetstagare


Arrow En Seier For Arbeiderne og Bøndene!
Uma Vitória Para os Trabalhadores e os Camponesas



Hoje, a acertada e inevitável viragem à esquerda de Centric concretizou-se. Com toda a esquerda unida sob o propósito de acabar com o liberalismo instalado em Centric, a USN e o PSD aprovaram a nova constituição, que estatui o Estado Popular de Centric que, diz o seu artigo 1º/3, se baseia na "união das cinco nações constituintes e das três classes socio-económicas". Assim, os trabalhadores, os camponeses e os burgueses finalmente negociarão numa mesa em pé de igualdade, com o Estado a mediar.

Em breve, publicaremos mais notícias sobre os benefícios do Estado Popular para os trabalhadores, nomeadamente as nacionalizações e obras públicas planeadas, o Conselho de Solidariedade, o Sistema Nacional de Saúde e Educação, a Segurança Social universal, etc.


De Daglishes Herrold

De Nº 1 Boganish Sprake Noyedung. Fon "The Daily Herald" - sinds 1894


Adler's Fervatzung Angenomen - Boganhem Mohre Selvsferfaltung
Aprovada a Constituição de Adler - Boganhem Ganha Mais Autonomia



Centenas de milhares de Boganeses festejam a nova Constituição, que estabelece o Estado Popular de Centric - em Boganês, o Folksstat Centrik. Esta nova ideia de Folksstat, imanante da doutrina Social-Nacionalista, teve grande apoio entre os Boganeses, que asiavam por se libertar das grilhetas da ditadura de Lumiar e dos grupos financeiros que exploravam o rico subsolo da nossa Nação.

Agora, com a nova Constituição, a Nação de Boganhem terá muito mais autonomia, estabelecerá sistemas de saúde e educação gratuitos, segurança social e terá mais autoridade para exercer a lei e a ordem nas suas cidades. Desde 1395 que amaldiçoamos os Angleses pelo mal que nos fizeram e pela perda da nossa autonomia, já para não falar da constante secundarização do nosso povo. Mas agora, com o respeito que a tradição exige, Boganhem terá liberdade para se govenar nos melhores interesses do seu povo, tudo graças a um anglês, o Chanceler Richard Adler, que contribuiu pessoalmente para a elaboração desta constituição.

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Mensagem  Centric Dom Nov 13, 2011 2:06 pm

Die Neue Hoffnung


Arrow Die fünf Nationen Centrik und ihre neue Rolle
As Cinco Nações de Centric e o Seu Novo Papel



Hoje, o Governo reuniu-se com os recém-formados órgãos de soberania popular, o Congresso Popular e o Conselho de Solidariedade, apesar de o Congresso Popular só ter a Câmara dos Concelhos em funcionamento, visto que a ex-Câmara dos Deputados foi extinta, dando lugar à futura Câmara Popular, que substituirá o Conselho de Solidariedade, e na qual estarão representados o campesinato, o proletariado e a burguesia.
Após essa primeira reunião, o Chanceler Richard Adler anunciou a criação administrativa das Cinco Nações como órgãos dotados de poderes. Num gesto simbólico, nas capitais nacionais foram hasteadas as bandeiras das nações juntamente com as do Estado Popular.

Anglia, Norselândia, Varíngia, Boganhem e Alemanha do Norte, o novo nome de Neumark. O Chanceler justificou a decisão de mudança do nome da nossa Nação, porque "uma nação não é meramente uma 'fronteira nova' (neumark em alemão quer dizer isso) de uma Nação separada. Isto sinaliza apenas o desejo dos alemães que vivem dentro do Estado Popular se quererem, eventualmente, juntar com os seus compatriotas de sangue e cultura.". A notícia foi recebida com entusiasmo nas nossas cidades, de Lübeck a Klinkerhoffen.


Imprensa de Centric - Página 3 Michael+Fassbender+Shame+Press+Conference+qkZ3z3-GhT9l
O Chanceler a falar na sala de imprensa do Congresso Popular

Reproduzimos agora o inspirador discurso do Chanceler:

"Todos os membros do Folk tiveram hoje o que esperaram durante anos. Desde a fundação de Centric, em 1415, que as particularidades nacionais têm sido respeitadas. Aliás, os Imperadores Centricos tinham um grande respeito às nacionalidades, e tinham tanto medo de mexer com elas que um dia, a Imperatriz Maria I escreveu 'não tiro o foral a Malachor por gostar dos boganeses, odeio-os. Mas se tirar, tenho uma revolta por todas as províncias do Império'. Só que, a República errou ao tirar protagonismo às Nações como entidades administrativas, esquecendo todo o potencial galvanizador e cívico que elas proporcionam. E durante anos foram esquecidas do panorama político Centrico. Mas agora, com o Estado Popular e com o Social-Nacionalismo, isso não vai acontecer! Os povos terão a sua merecida autonomia. Os Angleses, um povo sempre virado para o comércio e a indústria, que abanou o mundo ao impulsionar a Revolução Industrial e abanou Centric ao trazer mercadorias de todos os pontos do mundo; os Varíngios, agricultores e trabalhadores dedicados, honestos e simples, que vagueiam nas lindas planícies da sua pátria, verdejantes e límpidas; os Norselandeses, povo que teve de viver entre as montanhas e o mar e que cedo aprendeu a arte da sobrevivência e da navegação, e que hoje detém inúmeros recursos naturais; os Boganeses, esse povo misterioso dos confins da Europa, fiel aos seus deuses milenares e às suas tradições milenares, que habitam a maior Nação do Estado; e, finalmente, os Alemães, separados dos seus compatriotas no sul, e que anseiam pelo dia da reunião, e que deram a Centric uma grande parte dos seus intelectuais e pensadores, de Hegel a Marx. Todas estas gloriosas Nações juntas no Folk germânico, nesta comunidade popular que atingirá, mais uma vez a glória, através da unidade e da solidariedade entre as três classes sociais!
Agora, estas cinco nações irmãs terão mais poderes para organizar a solidariedade necessária entre os seus nacionais para fortalecer o Folk como um todo. E assim, as Cinco Nações têm poderes e autorização imediata para absorver os sistemas de saúde, de educação e de segurança social dos seus Concelhos e de, quando a lei for aprovada, nacionalizar todas as empresas com mais de 200 empregados ou 1 milhão de marcos de capital social. Não pensem os Concelhos, essa instituição milenar do Folk que eu sempre defendi, fica sem poderes. Em breve, anunciarei um novo Regime Legal dos Concelhos, que lhes dará muitos mais poderes. E assim teremos consolidados três níveis, três comunidades a que os cidadãos devem obediência - o Folk, corporizado no Congresso Popular e no Governo; a Nação, representada pelos Presidentes Nacionais e pelos Congressos Nacionais; e o Concelho, representada no Congresso Popular e organizador da vida básica e quotidiana dos membros do Folk! Juntos venceremos! Somos Cinco Nações, mas um Povo, e apenas um sangue nos corre nas veias! Através da equiparação de operários, camponeses e burgueses, construiremos Nações e um Povo mais forte, com um sangue mais solidário a correr por entre as veias! IRMANDADE E UNIÃO!"


Um discurso poderoso de Richard Adler. Deixamos agora o cartaz de divulgação da nova organização que nos foi fornecido pela Chancelaria. Irmandade e União!

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Mensagem  Brasil Dom Nov 13, 2011 2:19 pm

Nos Estados Unidos do Brasil, a Secretaria de Relações Internacionais, o Itamaraty condenou com vêemencia o golpe de estado socialista em Centric, assim como o assassinato de seu último chefe-de-estado democráticamente eleito. O Brasil também fecha suas relações comerciais e diplomáticas com Centric, porém dará asilo político a qualquer cidadão de Centric que se sentir ou declarar ser perseguido pelo seu novo estado fascista.
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Mensagem  Centric Dom Nov 13, 2011 3:14 pm

Imprensa de Centric - Página 3 220px-AustriaCoA-1918.svg
Folk's Ministry of Diplomacy
Folks Tjeneste Diplomati
Folks Ministerium de Diplomatsie
Volksministerium der Diplomatie

O Estado Popular de Centric refuta as acusações as críticas feitas pelo Governo Brasileiro. Primeiro, isto nãose tratou de um golpe de Estado, tendo sido uma revisão constitucional aprovada por maioria de 2/3 e com amplo apoio entre a população. Segundo, o Presidente Larenz morreu assassinado por um grupo de anarquistas, e achamos insultouso o Governo brasileiro fazer tais acusações. Esperamos que o Governo Brasileiro retire as suas palavras.

O Ministro,
Thomas Buddenbrook

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Mensagem  Centric Seg Nov 14, 2011 2:29 pm

FOLK
Official Newspaper of the Social-Nationalist Union - English Version



Arrow Social-Nationalism Explained. Chapter 1: Introduction
Social-Nacionalismo Explicado. Capítulo 1: Introdução


Hoje publica-se o primeiro número do FOLK, jornal oficial da União Social-Nacionalista, editado em quatro línguas nas cinco nações. E neste primeiro número explicaremos melhor àqueles que andaram desatentos à verdadeira Revolução política que se passou em Centric, membros do Folk e estrangeiros, e explicaremos o que é o Social-Nacionalismo, com base em extractos de uma obra a publicar pelo Chanceler Richard Adler. Esta nota introdutória explica os cinco pilares do Social-Nacionalismo: Teoria da Dialéctica Realista, Centralismo Democrático, Supra-Materialismo, Teoria do Povo e das Classes e, finalmente, a Irmandade e União.

O Social-Nacionalismo é um produto da dinâmica dialéctica da História: tanto Hegel como Marx, dois filósofos centricos importantíssimos, contribuíram para essa teoria. Hegel descobriu a dinâmica dialéctica da história, concluindo que a História funciona por ciclos, sendo que a um dado momento vigora uma tese (modelo vigente), desafiada pelo uma antítese (modelo revolucionário) que entram em confronto e formam uma síntese (modelo vigente posterior). Marx pegou nessa teoria e acrescentou-lhe o materialismo, afirmando que todas as acções humanas eram meramente influenciadas pelas condições materiais e que, sendo assim, toda a história se baseava numa dialéctica luta de classes e modelos económicos. Esses modelos económicos - a infrastrutura - moldavam o a cultura, a política e o direito - a superestrutura. Assim quando muda o modo de produção e o modelo económico - a infrastrutura - muda a superestrutura. Entre estes dois modelos semelhantes mas diferentes, o que é o Social-Nacionalismo? É o resultado de outra dialéctica, no plano das ideias, em que estas duas teorias se confrontam, e juntam-se para formar a Teoria Dialéctica Realista.

Segundo a Teoria Dialéctica Realista, que é a base teórica do Social-Nacionalismo, toda a história funciona em movimentos antagónicos que ao se confrontarem, criam um novo movimento. E assim, a noção hegeliana (que influenciou o fascismo) de luta entre os povos e unidade entre as classes para prosseguir melhor essa luta e a noção marxista de paz entre os povos e luta entre as classes, dá lugar à ideia de paz entre os povos e paz entre as classes. Assim, segundo esses movimentos sucessivos, será inevitável um Estado (única maneira possível do cidadão se realizar totalmente a nível social) que agrupe as classes e represente um povo, surja, e que se estabelece no seu espaço vital e aí permaneça, permaneça como representante máximo e catalizador supremo da Vontade do Povo, que vive em paz, interna e externamente.

A segunda base do Social-Nacionalismo é o Centralismo Democrático, inspirado nas obras nacional-sindicalistas e nos escritos de alguns marxistas e socialistas. O centralismo democrático é a forma ideal de organização da vida do Estado. Enquanto que nos sistemas democráticos liberais o povo escolhe os governantes, mas depois, mesmo escolhendo, pode fugir às suas responsabilidades políticas e desobedecer aos mesmos governantes que escolheu e nos sistemas ditatoriais, o povo recebe ordens de alguém que não elegeu, o centralismo democrático não funciona assim. No centralismo democrático, o cidadão elege o Concelho, o Concelho elege o Congresso Nacional e o Congresso Nacional elege o Congresso Popular. A decisão de cada órgão democraticamente legitimado vincula imediatamente o órgão abaixo. Assim, no Concelho radica o exercício do poder do cidadão que, por contrato social, delega os seus poderes e a sua vontade no Estado, para a formação de uma união e uma vontade coesa. Assim, o Estado Popular não entra na devassa liberal-democrata nem na tirania fascista.

A terceira base é o Supra-Materialismo, que rejeita o materialismo de Marx nos termos em que foi apresentado. Para Marx, como já vimos, a infra-estrutura tinha total influência sobre a super-estrutura. E inicialmente assim foi: as condições económicas vincularam totalmente a super-estrutura. Mas à medida que a super-estrutura foi crescendo, ela autonomizou-se a ganhou a possibilidade de influenciar a infra-estrutura, estando as duas em permanente diálogo dialéctico. Assim nasce a cultura e nasce o povo.

E assim se parte para a Teoria do Povo e das Classes - um povo não é determinado pela língua em comum, mas sim por herança material e cultural em comum, ou seja, sangue e cultura. Por isso é que Centric agrupa todas as Nações germânicas, porque todas as Nações germânicas pertencem a um único Folk, que tem de representar a vontade de todos os germânicos, integrada numa só vontade e integrando as culturas milenares, com respeito a essas mesmas culturas, visão inspirada pelas contribuições integralistas. No seio do povo, derivadas das condições económicas nascem classes, que são transnacionais, sendo que, numa sociedade moderna existem três: o proletariado, que trabalha subordinadamente em transformação de matérias e prestação de serviços manuais; o campesinato, que trabalha subordinadamente ou por conta própria e recolhe da natureza os produtos e as matérias primas; e a burguesia, que agrupa duas sub-classes: a pequena burguesia, os trabalhadores de colarinho branco subordinados e a grande burguesia, os grandes proprietários, os grandes empresários. Todas elas têm de colaborar entre elas para melhorar a vida em comum do Folk, e assim partmos para o último pilar do Social-Nacionalismo.

A Teoria da Irmandade e União. Não é de ânimo leve que este é o mote oficial do Social-Nacionalismo. O Social-Nacionalismo rejeita explicitamente o Darwinismo Social do Fascismo, que acredita que, quem é mais fraco é para se deitar fora. Não. Nenhum elemento do Folk é fungível, nenhum é substituível, nenhum deve ser descriminado por ser mais fraco, mais burro, mais feio. Porquê? Através da Irmandade e União entre Nações e entre Classes, os mais fortes apoiam os mais fracos fazendo-os mais fortes, e assim, todo o Folk ganha em força. O Social-Nacionalismo não aceita descriminação feita por classe ou por Nação, pois só através da unidade conseguimos um Folk mais próspero e poderoso.

No próximo número do FOLK, continuaremos a publicar escritos de Richard Adler sobre a teoria geral do Social-Nacionalismo.


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Mensagem  Centric Qui Nov 17, 2011 2:02 pm

De Daglishes Herrold

De Nº 1 Boganish Sprake Noyedung. Fon "The Daily Herald" - sinds 1894


Di Natsionallekongressen Vält Yhren Präsidenten
Os Congressos Nacionais Escolhem o Seu Presidente



Após todos os Concelhos terem deliberado em relação ao seu representante nos Congressos Nacionais, os recém formados Congressos Nacionais, que galvanizam a vontade de cada das Cinco Nações, elegeram os seus cinco homens fortes, que ocuparão o cargo de Presidente Nacional, tendo poderes de veto e promulgação sobre legislação nacional, concentrando o poder executivo e constituindo os Governos Nacionais. Como é óbvio, os Presidentes Nacionais estão subordinados, através do exercício legítimo do centralismo democrático, ao poder do Povo, representado nos órgãos populares.

Comecemos por Boganhem. O Congresso Nacional (Natsionalkongress), reunido pela primeira vez em Malachor desde 1415, teve de escolher entre dois candidatos, o General Yan Kurtz e Sigmunt Svartfeld, acabando por escolher o condecorado militar, considerando um dos mais brilhantes Generais na história da Nação.
Na Anglia, a escolha foi unânime, sendo que o Ministro dos Assuntos Internos, James Hoyt, foi escolhido pelo National Congress. Hoyt, natural de Rutherford, corporiza o espírito intrépido e aventureiro dos agricultores Angleses, que vivem entre as montanhas e debaixo da neve.
Na Varíngia, a escolha foi Erik Quisling, ex-líder do Partido Integralista, que está integrado na USN, sendo que, ao chegar ao Nasjonal Kongress, Quisling teve uma ovação em pé.
Na Norselândia, será Sven Knutsen, um militante de longa data do antigo PT, agora parte integrante da USN, sendo ele, ainda, um operário metalúrgico de profissão.
Finalmente, na Alemanha do Norte, o Nationalkongress, decidiu eleger o líder das ex-BNS, agora parte da USN, Alexander Ulrich, um reconhecido homem de qualidades. Não tem qualquer relação com o ex-ditador capitalista Alfred Ulrich.

Finalmente, após largos anos de domínio do poder central, que as Nações puderam fazer as suas escolhas autónomas no que toca à sua liderança - viva o Social-Nacionalismo, viva à Irmandade e União e viva às Cinco Nações!

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Mensagem  Portugal Sex Nov 18, 2011 1:33 pm

Na Península Ibérica... Tanto liberais como integralistas e carlistas quase escarram quando ouvem falar em social-nacionalismo. Em Espanha contudo, há uma secreta esperança da Falange que... Centric se assuma como a arauta da direita nacionalista, que Omaha nesse campo tem pouco poder e projecção internacional, além de verem o movimento "Norse" como lacaios dos regimes liberais.

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Mensagem  Centric Seg Nov 21, 2011 12:39 pm

Die Neue Hoffnung


Arrow Einstimmige Volkskongresses gibt ein Vertrauensvotum zu Richard Adler
Congresso Popular Unânime dá Voto de Confiança a Richard Adler



Na última semana, após as eleições dos Congressos Nacionais, foi composto o órgão máximo de soberania do Estado Popular - o Congresso Popular (Folk's Congress, Folks Kongressen, Folkskongress, Volkskongress), após os Congressos Nacionais terem eleito os seus representantes na Câmara das Nações e as entidades sociais terem eleito os seus representantes na Câmara das Classes, foi constituído formalmente e reiterou o voto de confiança no Chanceler Richard Adler.

No sábado, os Congressos Nacionais elegeram os 27 congressistas a que cada um tem direito na Câmara das Nações, que compõe a Câmara Alta do Congresso Popular, tendo a última palavra em matéria orçamental, penal, diplomática, militar e administrativa. Assim, as Cinco Nações estão plenamente representadas na mais alta instância democrática do Estado Popular, podendo exercer os seus direitos naturais nos assuntos acima referidos.

A Câmara das Classes, por seu lado, tem competência em matéria económica, principalmente, se bem que algumas matérias exigem consentimento do Congresso como um todo. O processo da sua constituição foi um pouco mais moroso, mas, na sexta-feira, a recém-composta Confederação Geral dos Trabalhadores Centricos (que agrupa Federações Nacionais que agrupam sindicatos de todo o Estado), reuniu-se com a União Popular Camponesa, com a Confederação dos Funcionários Centricos (que engloba toda a burguesia que não tem propriedade de meios de produção, mas não é nem operária nem camponesa) e o Grémio Comercial Centrico (que representa a burguesia que detém a propriedade dos meios de produção, se bem que, com as nacionalizações que se avizinham, se tornará residual, que será o derradeiro objectivo). A CGTC, a UPC, a CFC e o GCC reuniram-se hoje de manhã, pela primeira vez, na Câmara das Classes, e decretou a sua confiança no Chanceler Richard Adler. Sigmunt Bakker, eleito porta-voz da Câmara das Classes, afirmou que: "A Câmara das Classes tem total confiança no projecto Social-Nacionalista e assume o desafio de levar Centric, mais uma vez, à glória, através da solidariedade entre as classes. Proclamemos fechada a guerra das classes, abramos um período de harmonia e cooperação dos vários interesses económico-sociais, submetidos ao interesse do Folk."

Na sua declaração de voto, o eleito porta-voz do Congresso das Nações, Jonathan Bridges, afirmou que "está aberta uma nova era de relevância para as Nações, participando elas, pelo poder democrático imprerrogável dado pelos Concelhos, activamente no Governo do Folk. Achamos que o Chanceler Richard Adler e o projecto Social-Nacionalista levarão Centric à glória e à prosperidade, e por isso, depositamos a nossa total confiança no Chanceler.".

Questão por resolver, é a do que fazer com a Chefia do Estado? O Chanceler Adler afirmou que, em princípio, haverá eleições presidenciais em Janeiro, e que ele exercerá, subsidariamente, as funções de Presidente do Folk, com as restrições Constituicionais previstas no texto da Constituição.

Imprensa de Centric - Página 3 1268914012_volkskammer4_24254214_1259726_3_dpa_Pxgen_r_Ax354
A votação no Congresso Popular

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Mensagem  Athaulphia Seg Nov 21, 2011 2:52 pm

Dois operários industriais athaúlphicos, membros do sindicato UXT, olham a notícia enquanto almoçam num bar:

- "Proclamemos fechada a guerra das classes"? Mas qué raio de sindicalistas são esses?

- Secalhar lá têm bons patrões e atingiram bons convénios...

- Qué caralho de convénios? Esses gajos falam em "levar Centric à glória", e depois está esse Adler que deve pensar que é o Mesías... Pah, o que está a acontecer em Centric cheira a fascismo que tira de costas.

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Mensagem  Centric Seg Nov 21, 2011 5:10 pm

Språkrör för Arbetstagare


Arrow Det endelige transformasjon av borgerskapet
A Derradeira Transformação da Burguesia



Hoje à tarde, ao fechar o plenário do Congresso Popular, o Secretário-Geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Centricos apresentou a moção que será discutida amanhã e depois remetida para aprovação de ambas as Câmaras do Congresso. Jan Knutsen fez tal proposta, que já revelou ter total apoio do Chanceler, visto estar em conformidade com um dos objectivos do Social-Nacionalismo: a transformação derradeira da burguesia.

Apesar desta doutrina ainda não ter sido alvo de publicação oficial, Knutsen explicou hoje, na Câmara das Classes, em que consistia:

"A burguesia em sentido estrito não inclui os nossos companheiros funcionários de colarinho branco, que, apesar de não efectuarem trabalho manual nas fábricas ou nos campos, estão submissos a essa grande burguesia que controla todos os meios de produção: sejam os latifúndios, as indústrias ou as grandes empresas. Sendo assim, e em total sintonia com a doutrina Social-Nacionalista, proponho a esta Câmara algo que já foi objecto de opinião, nomeadamente, pelo Chanceler Richard Adler: a transformação derradeira da burguesia. Sabendo nós que, se fizessemos como fazem os regimes fascistas, e mantivéssemos a burguesia que controla todos estes meios de produção, a exploração do homem pelo homem não cessaria. Logo, se procedermos a uma das propostas da União Social-Nacionalista, que é a nacionalização de todas as empresas, vulgo pessoas colectivas de direito privado, com mais de 100 empregados ou com lucros anuais superiores a 1 milhão de marcos, estaríamos a transferir a propriedade desses grandes meios de produção do controlo da burguesia para o controlo do Estado Popular, do Folk, estando a gestão dessas empresas nacionalizadas sujeitas ao controlo desta Câmara, que o faria em harmonia com o interesse dos trabalhadores, dos camponeses e dos funcionários. Assim, a burguesia deixava de ser uma classe opressora, que daria azo a guerra entre classes, e passaria a agrupar os pequenos comerciantes, com empresas pequenas, que partilham do mesmo ódio ao grande proprietário com o operário, o camponês e o funcionário. Passariam a ser grandes aglomerados prestacionais do Estado que, em vez de seguir uma lógica malvada e corrompida de oferta e procura, seguiria a velha máxima marxista de 'de cada um de acordo com as suas capacidades, a cada um de acordo com as suas necessidades. Assim, a Confederação Empresarial, representada nesta Câmara, deixaria de ter interesses em desacordo, pois os operários, os camponeses, os funcionários e os comerciantes, sendo que os últimos dois integrariam a nova burguesia de cariz popular, têm os mesmos interesses. Apelo assim ao que foi prometido - nacionalização destas grandes empresas, para manter a riqueza no Folk e conseguir, de forma eficiente e através de planos plurianuais, o desenvolvimento material do Folk, indispensável ao seu bem-estar e à sua união. Por seu lado, esta Câmara também se propõe a, a título experimental, promover experiências de auto-gestão dos trabalhadores, camponeses e funcionários."

Sabe-se que o Chanceler Adler já se pronunciou positivamente sobre a questão e, a ser aceite por ambas as Câmaras, avançaria, e em muito, os direitos dos trabalhadores centricos. Os conhecimentos técnicos e económicos da velha burguesia seriam empregues para a eficiência dessas novas empresas populares, que não funcionariam com base no lucro, mas com base no bem comum do Folk. Quanto à Nova Burguesia, ela não oprimaria, pois controla meios de produção tão pequenos que, qualquer abuso de poder seria imediatamente aniquilado pelo poder do Folk. É uma proposta tentadora e em total sintonia com a doutrina Social-Nacionalista. Deixaria, assim, de haver a figura opressora do 'patrão', sendo o pequeno comerciante um elemento na cadeia que liga todas as classes do Folk.


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Mensagem  Bahia Ter Nov 22, 2011 5:26 am

A ameaça socialista é eminente, e a solução mais eficaz para os empresários baianos é enviar as receitas das fábricas baianas especificamente as da Petrobrás(Empresa de Capital Misto do Governo da Bahia) para as contas na Bahia demitir os trabalhadores e implodir as instalações...
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Mensagem  Centric Ter Nov 29, 2011 6:34 pm

FOLK
Official Newspaper of the Social-Nationalist Union - English Version



Arrow The Nationalization Process Begins
Começa o Processo de Nacionalizações


Hoje, em sessão plenária, o Congresso Popular aprovou medidas altamente revolucionárias, que representam o primeiro passo para a construção de uma sociedade mais justa e mais fraterna, a sociedade Social-Nacionalista. Este pacote de medidas de cariz essencialmente económico, tem como medida mais emblemática a nacionalização de todas as grandes empresas, que passarão depois, no âmbito de um Plano Quinquenal, por um processo de fusão e racionalização.

Como funcionarão estas nacionalizações? O primeiro critério estabelecido foi o de nacionalizar todas as empresas com mais de 100 trabalhadores, independentemente do volume de negócios e do lucro. Os dois últimos funcionam como critérios subsidiários: no caso de a empresa ter menos de 100 trabalhadores, mas tiver um lucro acima dos 2 milhões de créditos anuais, também será nacionalizada.
Naturalmente que a todos os donos/accionistas destas empresas, centricos ou estrangeiros, será paga uma correspondente indemnização, por 'razões de justiça e de equidade' como justificou Jan Knutsen, um dos autores da proposta e Secretário-Geral da CGTC.

Qual é o seu objectivo? Como já foi dito várias vezes, o objectivo é fazer algo completamente inédito - a transformação da burguesia, que deixará de ser uma classe exploradora, naturalmente antagónica aos trabalhadores. Os burgueses (no sentido de deterem meios de produção) que restarem, terão tão pouco poder económico que não vão conseguir explorar ninguém, nem exercer o poder imenso que o grande capital exercia sobre a política do Folk. Os milhares de administradores e accionistas que perderão a sua posição, tornar-se-ão trabalhadores, trabalhadores estatais, sob o controlo do Folk, para assegurar que as novas empresas populares tenham uma gestão eficiente. Assim, com a eliminação da grande burguesia e do grande capital, que também será conseguida através de medidas redistribuidoras, será possível a harmonia entre operários, camponeses e os novos burgueses. Com um burguesia poderosa, o entendimento seria impossível.

O que acontecerá a seguir? Foi estabelecido que pode acontecer uma de duas coisas - ou se juntam as empresas de um determinado sector no Folk inteiro, transformando-as em 'empresas populares', ou só será feito, no caso de terem uma influência meramente nacional, transformando-as em 'empresas nacionais', sendo que também haverá 'empresas concelhias', cujo regime ficou ainda por aprovar.

Sabe-se que o Congresso Popular anda muito ocupado a delinear o futuro do Folk, e este foi o primeiro passo para conseguirmos chegar à Irmandade e União que nos guia como ideia-meta de todo o projecto Social-Nacionalista. Em breve serão anunciadas medidas para atingir o pleno emprego.

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Mensagem  Athaulphia Qua Nov 30, 2011 2:14 am

A queda das cotizações das empresas centricas arrasta a uma queda histórica na bolsa de Athaulphópolis. Os athaúlphicos com participação no accionariado de empresas centricas prefirem vender como fôr, ante a previssão de que as "indemnizações" sejam ridículas, e começa uma repatriação em massa de capitais investidos em Centric.

'Hoxe', secção Economia, escreveu:[...] Por decreto do Congresso, e passando por acima de qualquer direito individual dos afectados numa evidente mostra de "tiranía da maioría", Centric suprime o seu sector econômico privado, deixando apenas as lojas de aldeia. O plano é totalmente indiscriminado, e por esse motivo, injusto: não importa o comportamento anterior do "burgués": aqueles que deram ordenados justos aos seus trabalhadores, que não abussaram da sua posição, que reinvestiram os seus lucros na sociedade, que ofereceram benefícios sociais aos trabalhadores e as suas famílias... perderão as suas empresas igual que os piores negreiros exploradores. É assim como se construe uma "sociedade justa"?
[...]
Expropiar ao mesmo tempo todas as empresas do país com mais de cem trabalhadores ou 2 milhões de créditos de lucros? Falamos das empresas mais valiosas do país, embora seja apenas pelo tamanho. Alguém fez a conta de quanto dinheiro pode isso custar? Apenas há dúas opções: ou um colapso financeiro do estado centrico pela carência de liquidez para pagar isso tudo, ou uma confiscação masiva com indemnizações miserábeis. Façam as suas apostas.
'O Correio', páginas cor-de-rosa, escreveu:[...] A absoluta falta de informação sobre as garantias para os pre-ex-proprietários está a gerar uma situação de pánico: desde o primeiro anúncio do plano, foram miles os proprietários de acções que se desfizeram delas às pressas, temendo uma expropiação injusta. O pánico é lógico: o qué poderão fazer se a "indemnização" oferecida é claramente abusiva? Qué julgado os vai defender? Qué garantías e defesa dos direitos oferece o novo "folk socialnacionalista"? Nem Adler nem os seus mídia de propaganda disseram uma palavra.
[...]
Algumas empresas que ultrapassavam os límites por pouco (empresas com 110 trabalhadores, por exemplo) tiveram que demitir algúns trabalhadores ou muda-los em "colaboradores externos" para evitar a expropriação; outras decidiram reducir os seus lucros por qualquer meio (doações a ONGs, retribuções extraordinárias aos trabalhadores, adquisição de equipo ou obras de arte...) para baixar da temida cifra de 2 milhões.[...]
'O Nacional', secção Internacional escreveu:[...] O doctrinário plano de expropiações de Adler semelha tirado de princípios do século XX, falando de "burguesia exploradora do proletariado" na era digital. Para Adler os proprietários das empresas seguem a ser gordos burgueses com bigode, que fumam puros e vestem de casaca e chapéu alto, como o boneco da caixa do "Monopoly". A sua confiscação "revolucionária" tirará os dereitos e as propriedades de miles de pequenos accionistas e empresários de nível médio, que não terão qualquer garantía perante a justiça e cobrarão o que Adler quera pagar. Milheiros de aforradores, que na altura decidiram destinar o seu dinheiro a criar emprego e riqueza, perderão os seus investimentos e além disso serão motejados de "exploradores".
[...]
E que acontecerá com as empresas que se salvem? Que poderá fazer aquela empresa que tenha 99 trabalhadores e 1,99 milhões em lucros? Ficarão condenadas a não poder criar nem um emprego mais nem aumentar a sua produção, para não serem tomadas pelo governo? [...]

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Mensagem  Centric Sex Dez 09, 2011 5:38 pm

De Daglishes Herrold

De Nº 1 Boganish Sprake Noyedung. Fon "The Daily Herald" - sinds 1894


Finnishe Radikale Fersturven in Helsingfors Maken
Radicais Finlandeses Causam Distúrbios em Helsingfors



Dia 9 de Dezembro os finlandeses celebram a Kalavala, a sua festa cultural mais importante, tendo as comunidades finlandesas espalhadas por Helsingfors e Vyborg feito pequenas festas para o celebrar, facto tolerado pelos habitantes boganeses, devido à histórica convivência entre as duas comunidades.
Contudo, este ano, em Helsingfors, as festividades foram longe demais, com alguns elementos radicais ligados a organizações ilegais, queimaram carros e pintaram paredes com graffitis insultuosos. Na Zigplats, no centro da cidade, lêem-se 'liberdade à Finlândia', 'Adler = Ulrich', etc., insinuando comparações entre o Chanceler do Folk, Richard Adler, e o fascista capitalista Alfred Ulrich, que governou Centric nos anos 30.

Carl Shmitt, presidente do Concelho, prestou algumas declarações ao Daglishes Harrold, afirmando que foram 'distúrbios pontuais', por 'vândalos pontuais e pseudo-terroristas', e que a polícia está a investigar, reiterando, após um encontro com Juuso Tavasta, representante da comunidade finlandesa de Helsingfors, que as relações entre as comunidades estão 'estáveis'.

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Mensagem  Portugal Sex Dez 09, 2011 6:00 pm

Num tasco do Bairro Alto, as notícias de Centric já habituaram os populares aos excessos do "neo-nazismo"... Contudo os comentários surgem sempre...

Mário Alves: Oh Zé Carioca... Manda aí uma posta de cação sobre os finlandeses...

"Zé Carioca": Cara... Que deiam coça naqueles cafajestes... Nazistas não pegam não...

Mário Alves: Pegam... Pegam é todos de marcha atrás! Muito machos... Muito machos, mas vai-se para cara têm lá o boi da cobrição à espera...


A gargalhada foi generalizada, e logo a seguir veio mais um fado vadio para animar o serão...

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Mensagem  Bahia Sab Dez 10, 2011 4:59 pm

[b] Os baianos fogem a galope de Centric, temendo a possibilidade de o governo nazista iniciar uma perseguição aos negros e aos neo-pentecostais
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