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A Espanha Guilhermina - Forjando uma Espanha Integralista e Católica

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Mensagem  Portugal Sab Ago 28, 2010 8:15 am

Com a entrada no poder dos Carlistas, Guilherme I descobriu um enorme potêncial para moldar Espanha á imagem de Portugal e quebrar as possiveis diferenças políticas entre Portugal e Espanha. Com regimes iguais, ou similares, a coexistência debaixo da mesma coroa seria facilitada, além de Guilherme I ter um controlo real mais absoluto de Espanha.
Contudo o País Basco é uma dor de cabeça para qualquer político. Guilherme I tem um ódio de estimação a tudo que é Basco, ninguém sabe explicar essa raiva toda, o que é certo, é que os Bascos são sempre descriminados em cerimónias oficiais, para além de Guilherme I não se coibir de os tratar mal, e desprezar em público, e até mesmo diante de estrangeiros. Portanto Bascos e Guilherme I são completamente irreconciliáveis.
Os Bascos reclamam constantemente a independência, coisa absolutamente impensável quer para Carlistas quer para a Coroa, que vê nesses pedidos "brincadeiras de mau gosto". A ETA tem estado bastante activa. Desde que os Carlistas alinharam com Guilherme I, e cortaram a cooperação com a ETA (uma aproximação estratégica a Guilherme I para obter o poder em Espanha, e um afastamento estratégico da ETA para não haver suspeitas que os Carlistas eram bascos...) denunciaram ás autoridades espanholas tudo aquilo que sabiam sobre a ETA, tendo levado a organização terrorista independentista uma tremenda derrota que quase a levou a extinção. Houveram fuzilamentos em massa por todos os Pirineus (bascos) e pela Cantábria. Contudo o núcleo duro salvou-se e agora promete vingança dura, quer aos Carlistas que são vistos como traidores quer a Guilherme I que é tida como a Besta do Apocalipse para os Bascos.

A ETA partilha de ideais da Extrema Direia, tendo uma especial admiração por Ulrich que o considera um ídolo, e quase um libertador. Ulrich prometera outrora que "um dia iria libertar esse povo europeu das garras dos seus opressores, dando-lhe a liberdade negada por séculos". Ora Ulrich nunca o cumpriu, pois ao fazer isso entraria em confronto directo com Franco... Preferiu deixar aquilo na retórica. Chegou durante a Guerra Civil de Espanha haver realmente pressão de Ulrich para libertar o País Basco, mas Franco apoiou-se em Mussolini para que isso não fosse para a frente. Contudo sepre houve uma ligação grande dos Bascos ao Nacional Socialismo, criando eles quase um Nacional Socialismo á sua maneira diferente do de Ulrich. Ora sendo eles uma vertente do nazismo, já isso é suficiente para irritar severamente Guilherme I! É frequente os Bascos gozarem com o esforço de guerra português, o que os portugueses levam aquilo como um ultraje extremamente grave.

A escalada de provocações está a aumentar drásticamente, nomeadamente em volta do Decreto da Nova Planta, um velho decreto espanhol que estabelece as fronteiras administrativas e muito mais, o qual Guilherme I só o promulga se os Bascos pederem todos os direitos de autonomia e não tiverem direito aos forais. Isto provoca a ira dos Bascos, que se manifestam constantemente nas ruas contra o monarca e contra os Carlistas. Os Carlistas limitam-se a mandar a Guardia Civil... Mais polémica é quererem passar aos Bascos o título de vassalos de Guilherme I e não de subitos. Ou seja, nem sequer como cidadãos são reconhecidos! Isto faz com que percam imensos direitos. Está a gerar grande contencioso em Espanha também... Guilherme I mune-se de suas prorogativas régias de "aceitar e regeitar subitos".

A Intendência da Policia está extremamente atenta aos Bascos, alias á muito que está atenta, em especial á ETA. Inclusivé há planos de Guilherme I, e de muitos mais políticos e militares de renome, espanhois e portugueses, para "purgar os bastardos" da Peninsula Ibérica! No tempo do Falangismo tentou-se uma "Castelhanização", falhou redondamente... Finalmente resta a "Solução Final", há instruções secretas a circularem por certas pessoas para "purgar a nação basca da face da terra, seja ela pela via violenta ou pela pacifica". Contudo esta medida gerou muita confusão na "Junta da Noite" com gente a opor-se! Há os que defendem um exterminio encaputado e outros uma deportação em massa para uma ilha deserta! Contudo a confusão prevalece, e enquanto houve discussão na "Junta da Noite"* não há forma de actuar...


* Junta da Noite - e uma tertúlia secreta que Guilherme I mantem com altas figuras espanholas e portuguesas, onde na verdade e na obscuridade se discute o verdadeiro destino do Reino. O Conde Basto por exemplo é um membro dessa junta, já Corte Real não tem nada a ver com a Junta e desconhece a sua existência. Chama-se "Junta da Noite" e virtude de se reunir a altas horas da madrugada e em sítios remotos e sombrios, onde nunca ninguém frequenta.

A Espanha Guilhermina - Forjando uma Espanha Integralista e Católica QueVieneLaGuardiaCivil
Cena típica da Guardia Civil fazendo dispersar uma multidão de civis bascos. Basta disparar tiros (reais) para o ar, e ameaçar que a próxima descarga de espingarda será sobre a multidão. Trata-se de uma barreira de fogo letal provocada por várias espingardas a disparar ao mesmo tempo. Os Bascos já estão habituados a estas cargas daí não ousarem desrespeitar a Guardia Civil, sabendo mais, que esta tem ordens para atirar a matar. Nesta situação a Guardia Civil emprega tácticas da Guarda Real, que por sua vez foram aprender-las com os Red Coats Britânicos...

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Mensagem  Portugal Sab Ago 28, 2010 7:12 pm

A ETA aproveitando a formação do governo, tenta lançar o seu ataque terrorista mais audacioso de sempre, tenta colocar uma bomba dentro do edifício das Cortes Espanholas. Um sucesso total, coloca-a, e aguarda a entrada dos deputados e a discussão entre os membros das Cortes. Guilherme I estava presente, a discussão ia acesa entre os apoiantes da visão de Guilherme I e os detratores. Uma discussão extremamente polida e retórica, em que cavalheiros debatiam o destino administrativo da Espanha. Era a discussão sobre o Decreto da Nova Planta e a sua revisão efectiva. Inclusive Guilherme I estava bastante activo no debate. Naquele momento explode a bomba... Um caos total na sala! Entre mortos e feridos, a ETA observa tudo de perto, vê-se fumo a sair do edifício! Os bombeiros ocorrem ao local, a Guardia Civil desespera, paramédicos para todo o lado. O objectivo era matar D. Juan de Borbón-Parma, Guilherme I e o General Augustin Alcazar. D. Juan ficou gravemente ferido, o General Augustin Alcazar teve morte imediata, só Guilherme I se safou, porque no momento da explosão tinha-se baixado para buscar um papel a sua mala, e por acaso caiu abaixo da cadeira de rodas, tendo sido salvo pelas placas de carvalho que constituíam a sua tribuna. Saindo um bocado sujo da sala, com os ouvidos a chiar, e com os olhos a relampejar de ódio... Saiu a arrastar-se pelos corredores, pelo que ninguém deu fé da sua existência. Tendo sido dada a sua morte nos primeiros minutos do acidente. A ETA rapidamente reivindica o ataque! Enquanto meio mundo procurava Guilherme I, este sai do parlamento fora, a mancar cheio de dores da gota e da ciática, ao que os paramédicos e a Guardia Civil logo o reconhecem. Tudo descansou, o Rei estava vivo e de boa saúde... Mas extremamente mal humorado...

Minutos depois em Vitória mal se soube da noticia do ataque e que Guilherme I, e Augustin Alcazar tinham falecido, começa uma rebelião violenta em Vitória. Gerou-se uma "flash mob" de bascos sedentos de revolta, e começam a vandalizar edifícios do governo e da Policia. A Guardia Civil, está à nora, sem ordens limita-se a actuar em parâmetros mínimos. Para atirar a matar, como num cenário de Guerra era necessário mesmo uma ordem do Chefe de Estado, até que minutos depois, o telefone do comandante toca. Este atente...


Comandante da Guardia Civil de Vitória: Estou sim!?

Guilherme I: Não reconhece a minha voz caro Pablo?

Comandante da Guardia Civil de Vitória: Majestade! Perdoai-me!

Guilherme I: Só não lhe perdoo uma coisa, que não por a ferro e fogo Vitória! Compreendeu meu caro?

Comandante: Sim Majestade! Já entendi, Lei Marcial decretada... Actuar como em cenário de Guerra...

Guilherme I: Nem mais... Chegou a altura de os Bascos entenderem quem é que manda em Espanha...

Comandante: Majestade prometo não vos desiludir!


Depois desse telefonema a Guardia Civil ataca com tudo que tem á sua mão, na rua saem blindados militares, não equipados com canhões de água, mas metralhadoras de guerra mesmo. Os Guardas Civis vão mesmo armados de CETMEs e pistolas metralhadoras STAR, e começam a dispersar a multidão ao tiro. Há brigadas de Guardas Civis a cavalo nas ruas, a dispersar a multidão ao tiro e a golpes de sabre. Muitos bascos ripostam ao tiro...

Esporadicamente pelas cidades bascas, há rebeliões, pelo que a Guardia Civil, Policia Nacional actua conforme os parametros. Os quartéis do exército são postos em alerta, a menor ordem do governo entram em cena.

A ETA aproveita as rebeliões para instigar os bascos á independência. Há grafitis nas paredes a dizer "Longa Vida a Ulrich!" só para arreliar as autoridades, e Guilherme I...

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Mensagem  Portugal Dom Ago 29, 2010 1:20 pm

A situação no País Basco entra fora de controlo, contudo é suficientemente pequena para ser facilmente esmagada. Dessa forma para acelerar o processo, depois de várias transmissões de rádio e televisão a pedir o regresso á normalidade frustradas, o Exército Real (Espanhol) entra em cena para reprimir a rebelião Basca.

A Espanha Guilhermina - Forjando uma Espanha Integralista e Católica 1__003

A Guarda Real despacha para Vitória um Regimento de Granadeiros. A partir desse momento, mal essa força entra na cidade começa um assalto violento contra as massas, inclusive com cargas de baioneta em que os granadeiros são realmente bons. Muitos bascos entregam as armas que tinham, que estavam a usar contra o as forças da lei. O Exército e a Guarda Real reúnem-se para começarem a guardar essas armas...

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Mensagem  URS Qua Set 01, 2010 10:07 am

Os SSU usam os seus recursos para entrar no País Basco através de SpMky e auxiliar a ETA, nomeadamente com peritos em explosivos com o objectivo de atacar alvos governamentais e manter a situação caótica fazendo o governo português desperdiçar pontos para controlar a situação.
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Mensagem  Portugal Qui Set 02, 2010 11:42 am

Granadeiros da Guarda Real, infiltram-se nos Pirineus para capturar bastiões da ETA. Grande dia para eles, conseguem fazer 40 prisioneiros sem disparar um tiro, e ainda capturam um troféu de guerra, uma bandeira com suástica muito usada pela ETA...

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Mensagem  Portugal Qui Set 02, 2010 11:59 pm

Para substituir o General de Exército Alcazár, morto pelo atentado... A Junta carlista rapidamente tratou de nomear uma personagem bastante temida dos Bascos. O General Vidal y Coronado, um dos antigos chefes da Guardia Civil, actualmente integrado no Exército.
Vidal como é conhecido em Espanha, é conhecido pela sua extrema falta de humor e frieza. Sempre foi o grande responsável, em alto segredo, pela execução de milhares de etarras. Sempre fardado, sempre com um aspecto austero. Por onde passa todos se calam. Durante a sessão da Junta, limitou-se a permanecer calado o tempo todo, e quando se estava a passar para a eleição, limitou-se a dizer "Eu quero ser o Presidente da Junta!". Ninguém se opôs, todos se acanharam, e engoliram em seco...

Mal foi eleito, saiu da sala, pegou no seu Exército, e ocupou o País Basco. Mal chegou lá, apresentou-se ao Brigadeiro Inácio Boaventura, o chefe da Brigada de granadeiros da Guarda Real, e imediatamente se apresentou como seu comandante. Boaventura nem se opôs acatou imediatamente as ordens.

Vidal, neste momento sustenta uma autêntica ocupação militar do País Basco, com soldados por tudo que é sitio! Os Bascos esses andam quase a toque de caixo, nenhum deles se atreve a piar. Salvo alguns ataques terroristas novos com um certo refinamento... Um deles deu-se numa linha bastante frequentada, neste caso num comboio que transportava os seus homens...


A Espanha Guilhermina - Forjando uma Espanha Integralista e Católica CaptVidal

Guarda Civil Pablo: Senhor Comandante... Não sei, mas isto não é explosivos á moda da ETA...

General Vidal: Republicanos!?

Guardia Civil: Não... Não... Os republicanos nem sinais de vida dão, diz-se que estão extintos! Tirando aquele tolo do Michael Collins, o que andava a instigar os portugueses e que anda a monte à muitos anos... Há quem diga que os SSU da URS já o mataram...

General Vidal: Isso é um instigadorzeco de varanda, não faz mal a ninguém... Estes lacaios onde terão posto a bomba?

Guardia Civil Pablo: Ora... Eles colocaram uma bomba magnética, aliás várias ao longo da linha, e o comboio já tinha explosivos! Isto é um comboio militar de fabrico português, está cheio de blindagem! Puseram as magnéticas, elas explodiram, e detonaram as que já vinham coladas aqui!!!

General Vidal: Isso cheira-me a métodos de guerrilha meios comunistas... Eu acho que Triestin está metido nisto...

Guardia Civil Pablo: Comunistas a apoiarem Nazis?

General Vidal: Não te choques... Os extremos tocam-se... Se descubro quem fez isto *dentes cerrados* só te digo uma coisa, vou ser eu pessoalmente que os vou torturar até a morte. Um alicate fará milagres contra estes animaizinhos...

Guardia Civil Pablo: A minha divisão de explosivos diz isso... Garanto-lhe que é obra da ETA, mas ou aprenderam com alguém ou têm alguém do lado dele...

General Vidal: Acabou a maldita DGS isto virou uma anarquia! Já nem se controla nada... Eu vou tratar da DGS vou, deixa eu chegar a Madrid! Ramón! Manda trazer camiões, o resto dos homens vão neles! Se for preciso freta autocarros de uma empresa, quero os meus homens em horas nas imediações de Bilbau!

Tenente Ramón: Sim meu General! Ás suas ordens!


Umas horas depois já em Bilbau, capturaram-se uns bascos com explosivos... Num dos armazéns vazios fora da cidade muita coisa acontece nas mãos de Vidal...

General Vidal: Soltem essas bestas aí...

Encosta a cara a um basco... Esta calado por um minuto e berra-lhe como um louco na cara!

General Vidal: Quem é que pos as bombas no comboio!!!!!???? QUEM!!????

Eterra: Não sei... Eu não foi!

General Vidal: Haaaaa... Elas têm vontade própria! Desculpa! Estás a chamar-me ignorante!? É? *morro na cara*

Eterra: Nãoooooo... Nós não fomos! Foi... Foi... Outro grupo se calhar! Não são da nossa divisão!


Vidal, acalma-se... Retira-se até uma mesa, tira o casaco, e arregaça mangas e pega numa navalha...

A Espanha Guilhermina - Forjando uma Espanha Integralista e Católica Panlabyrinth_3

General Vidal: Gostas de falar muito já vi que sim...

Etarra: Não Sr General... Eu...

General Vidal: *agarra na cadeira* É assim, ou falas hoje, ou nunca mais na tua vida falas, estás a entender!?

Eterra: Eu já disse! Eu só sabotei uma linha de telefone da Guardia Civil! Eu sou aprendiz!!!!! Eu não sei nada!!!!!! Não sei quem são!!!!!

General Vidal: Olha *muito calmamente*, vê...


Vidal corta com a navalha um bocado de pele do braço... O etarra desfaz-se em berros

General Vidal: Doeu?

Etarra: Puta! Haaaaaa

General Vidal: Se eu cortar a tua língua doerá muito mais... *risos cínicos*... Como será? Falas, ou calas-te para sempre?...

Etarra: Eu não sei!!!!!!!!! Eu não sei!!!!!!! *desesperado*

General Vidal: Bem... A tua voz irrita-me... Aliás perguntaste ao General Alcazar se lhe doeu quando morreu com uma das vossas bombas? O homem tinha o crânio esmagado, dizem os clínicos que ele sentiu tudo...

Etarra: Eu não sei!!!!! Perdoe-me...

General Vidal: As desculpas não se pedem evitam-se meu caro... Ramón, segura-o...


Vidal vai a uma caixa de ferramentas e traz um alicate, abre a boca do etarra a força, retira-lhe a língua com o alicate, e corta-a com uma navalha de barbear...

General Vidal: Falta de cooperação... Lamento, assim não nos entendemos! Voçê ai ao lado... Vamos falar, ou também se quer calar para sempre...

Etarra: Ermmmmmm, eu falo! São uns estrangeiros! Não os vi, mas eram europeus, pareciam!!!!!! Falavam uma língua parecida com o inglês!!!!! São especialistas em sabotagens e bombas! Mas por favor não me faça mal!!!!!

General Vidal: Porque é que vocês bascos, só se preocupam em se portar como lindos meninos, quando vêm as reais consequências... Enfim, não falo com traidores...


Retira a sua pistola do coldre, e dispara sobre o etarra...

General Vidal: Vêm idiotas, eu até sou amigo da ETA! Acabei de matar um traidor... Querem melhor diplomata! Tu... Falas ou calas-te para sempre!?

Etarra: Vai á merda, não passas de um cobarde...

Vidal derruba a cadeira onde estava amarrado o etarra, espanca-o ao pontapé, quando este já estava todo quase em coma no chão, diz-lhe:

Vidal: Repete-te por favor, eu acho que te ouvi mal...

O etarra continua...

Etarra: Besta...

Vidal esmaga-lhe a cabeça com o tacão da sua bota de montar...

General Vidal: Estou cansado... Levem-nos para a mata, e fuzilem-nos...


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Mensagem  Portugal Sab Set 04, 2010 12:21 am

A "reputação" de Vidal chega aos ouvidos de Guilherme I, através do Brigadeiro Corte Real...

Brigadeiro Corte-Real: Vossa Alteza... Ele é um ditador nato, pouco faltará até ter a Espanha num regime pseudo-franquista...

Guilherme I: Ai ai Brigadeiro... Já limpou as suas botas, está a sujar-me esse tapete stariano... São bem caros, é uma obra do século XVIII...

Brigadeiro Corte-Real: Eu não estive no campo vossa Alteza, tenho o calçado limpo!

Guilherme I: Ai Brigadeiro... Que irei eu fazer consigo? Tem o calçado limpo, mas a sua língua não... Ande lá, faça aí a "lavagem de roupa suja" enquanto tenho paciência... Siga...

Brigadeiro Corte-Real: Ele está a massacrar Bascos! Os Granadeiros contaram-me que é comum ouvirem gritos das imediações dos "seus armazéns" de Bilbau! Isto é grave majestade, vossa Alteza possui a noção que se isto vem a ser sabido pela SDN podemos ser alvo de sanções?

Guilherme I: Vossa mercê caro Brigadeiro, creio que ainda não entendeu um ponto... A SDN não governa o Reino,,,

Brigadeiro Corte-Real: Sim... mas tem poder!

Guilherme I: O seu poder é virtual... so tem poder se lho deram, se não lho derem fala para o umbigo...

Brigadeiro Corte-Real: Mas torturar pessoas, fuzilamentos quase diários!? Achais isto normal vossa Majestade!?

Guilherme I: Fuzilamentos a quem?

Brigadeiro Corte-Real: A Bascos!

Guilherme I: Que incompetente só vos digo! Aquilo era fazer-lhes lá como heroizeco deles de meia tigela, e mandar-los para uma câmara de gás!

Brigadeiro Corte-Real: Mas Majestade... *chocadissimo*

Guilherme I: Já levou com um barrote num sitio que lhe doesse muito?

Brigadeiro: Vergastadas durante a recruta... por uns casos injustos...

Guilherme I: Não queira sofrer de ciática e levar com uma viga no fundo das costas, estou á duas semanas a analgésicos...

Brigadeiro: Mas acha consensual isto? O General Vidal andar a matar a torto e a direito...

Guilherme I: Não são meus súbitos... Nem vassalos!

Brigadeiro: Mas são pessoas, seres humanos, ainda que meios... mentecaptos, têm de ser educados mas de maneiras, civilizadas...

Guilherme I: As civilizações não se fazem com os livros... Já aprendi isso a muito tempo... Primeiro vem as armas depois os livros. Sem armas não há livros, e sem livros não há armas... Não me apetece teorizar e cansar a minha pessoa...

Brigadeiro: Sim já entendi vossa alteza... Mas ele pode ser um entrave a seu poder em Espanha...

Guilherme I: O pobre Alcazár não levou com uma bomba?

Brigadeiro: Sim levou...

Guilherme I: Então? Este também arrebenta como os outros... Desde que não largue muito lixo...

Brigadeiro: *assustado* Já entendi Vossa Alteza! Não vos importuno mais hoje!!!!

Guilherme I: Está a ver Brigadeiro... Voçê quando quer é esperto... Trate de Portugal, que Vidal trata da Espanha...

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Mensagem  Portugal Dom Set 05, 2010 12:56 am

Os dias têm sido trabalhosos para Vidal... Controlar o País Basco a ferro e fogo, tem sido a sua política. Não sai do terreno, anda sempre perto dos seus homens, o que os moraliza bastante. Já foi ferido num combate de rua até. Contudo a sua acção tem posto de joelhos a Euskadia, que dentro em breve estará completamente submetida.
No Novo Decreto da Nova Planta, o País Basco desaparece para sempre como realidade política, sendo repartido entre Castela, Aragão e Astúrias. O objectivo é que os Bascos sejam absorvidos culturalmente por esses reinos.

Uma série de Decretos, proíbem manifestações de cariz cultural, como música basca, o falar basco, tradições bascas...

Em suma, depois da subjugação militar de Madrid, os Carlistas e Guilherme I avançam para o projecto mais audacioso de sempre, baseado num Liberalismo Clássico deturpado, que é a irradicação da identidade de um povo.


Coronel Gomez: Meu General, o Novo Decreto da Nova Planta está em vigor... O País Basco desapareceu para sempre como entidade politico-administrativa de Espanha!

General Vidal: Politicamente o caso está tratado, resta-nos tratar-lo a nível local...

Coronel Gomez: Já foram enviados uma série de decretos, numa pasta a El Rei... Basta este assinar-los que entram em vigor...

General Vidal: Foram elaborados com as minhas instruções?

Coronel Gomez: Pelos juristas da Complotense... Quer ver-los?

General Vidal: Eu confio em vós! E a comunidade internacional, ou lá como se chama essa coisa?

Coronel Gomez: Nem se atrevem a desafiar Guilherme I, sabe bem que o nosso monarca, é temido no estrangeiro...

General Vidal: Sim é um facto, se fosse este idiota do D. Juan bem que estava-mos lixados que o Carlismo não ia para a frente e nesta altura teria-mos a SDN encima de nós...

Coronel Gomez: A... imprensa da URS comentou sobre isto?

General Vidal: Que disse?

Coronel Gomez: O cliché típico destes casos...

General Vidal: Não me afecta. A URS tem o hábito de não se meter nas entre-portas daqui. É verdade os estrangeiros já foram todos retirados não já?

Coronel Gomez: Acabamos de retirar hoje os últimos turistas que estavam nas grandes cidades, na sua maioria eram Starianos, cerca de 20. Ficaram atrincheirados nas unidades hoteleiras onde estavam com medo das multidões e do exército...

General Vidal: Perfeito, declare agora zona de Guerra aqui...

Coronel Gomez: Peço desculpa!?

General Vidal: Sim, declare isto zona de Guerra! Assim a Lei Marcial tem mais poder...

Coronel Gomez: Só o Rei pode fazer isso...

General Vidal: Ele faz... Mas se ninguém lhe pedir não faz! Sabe bem que Guilherme I não se mete em assuntos de politica interna nenhuns!

Coronel Gomez: Sim... Eu já sei as suas teorias de monarca medieval... bla bla

General Vidal: Acima de tudo... Não quero imprensa aqui... Entendeu?

Coronel Gomez: Os jornalistas são como os ratos, ninguém os quer mas eles aparecem...

General Vidal: Não interessa, há jornalistas retire-os imediatamente da zona. Sabe bem que de hoje em diante isto vai tudo ao tiro não sabe?

Coronel Gomez: Sim... Já vi soldados do meu regimento nas listas médicas...

General Vidal: Infelizmente, causas laterais da Guerra... Faça o que lhe digo, não quero jornalistas nem repórteres, sejam eles de guerra ou do jornal mais rasca da zona! Daqui nada sai... Eu mando, entendeu?

Coronel Gomez: Sim General...

General Vidal: Os que oferecerem resistência que sejam detidos, não lhes façam mal nenhum, é só para os assustar. Tratem-nos bem...

Coronel Gomez: Sim General...

General Vidal: Tem uns prisioneiros Bascos ao que sei...

Coronel Gomez: Sim tenho, porquê?

General Vidal: Algum da ETA?

Coronel Gomez: Nenhum.... Uns campónios da província...

General Vidal: Mande-os fuzilar então...

Coronel Gomez: Sem julgamento...

General Vidal: De que serve isso? Perder tempo a averiguar uma coisa que é óbvia!?

Coronel Gomez: Sim faz senso...

General Vidal: Vá, siga viagem, é mais precioso no terreno do que aqui comigo!

Coronel Gomez: Meu General, até logo! *continência*

General Vidal: Até logo caro Coronel... *continência*

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Mensagem  Portugal Qua Set 08, 2010 3:03 am

O País Basco encontra-se completamente submetido e subjugado. Vidal é o herói dos Espanhóis, passeia-se pelas ruas de Bilbau com uma cópia do Novo Decreto da Nova Planta, mais os decretos da Junta Carlista que prometem destruir a cultura basca por completo.

Por seu turno algo mais macabro acontece nos bastidores do Carlismo, os Carlistas da velha guarda desde o inicio do processo que se manifestam violentamente contra a aniquilação dos bascos. Infelizmente para eles são poucos. Os Carlistas resolvem melhor para com estes velhos Carlistas, enviam-nos para a África Equatorial Espanhola, com cargos governativos, como quem diz "lá não farão barulho" apesar das dicas de Vidal para os "abater" e meter as culpas nos Bascos. Contudo isto é uma prova viva que os Carlistas são adeptos da violência como resolução de muitos problemas, mas uma violência racional, ao contrário do fascismo que exorta a violência como forma irracional. Os Carlistas gostam portanto de soluções musculadas, mas adaptadas ás circunstâncias. Os Bascos simplesmente abusaram da sua paciência, assim como a do Rei, exigindo independência, tiveram o seu destino. Os Catalães por sua vez foram os grandes beneficiados que receberam mais uns "bónus independentistas", mas é extremamente conhecida na Espanha a sua adoração por Guilherme I, assim como os Galegos. Mas os Galegos são pouco reivindicativos politicamente, a sua grande causa era cultural, e Guilherme I deu-lhes todas as benesses que podia e conseguia.

O Exército Espanhol, que muitos diziam "enferrujado", e que inclusive alguns grandes militares britânicos (uma espécie de ídolos/gurus de guerra de Guilherme I) diziam que não passava de um "Exército de Paradas Militares", provou ser uma força extremamente perigosa e destemida em campo de batalha. Colocando os Bascos em desespero. Mais uma vez isto demonstrou não só as boas capacidades do soldado espanhol, assim como a qualidade dos seus militares. O General Vidal entrou para a História da Ibéria e da Espanha, independentemente dos piores motivos, como um dos mais hábeis generais, com uma visão estratégica e táctica bastante definida. Por sua vez o velho Carmona, demonstra já ser um líder ultrapassado, contudo é um ícone extremamente poderoso no que toca a tropas portuguesas, ele é sem sombra de dúvida uma figura querida e paternal dos soldados, basta a sua presença e discursos ás tropas para as moralizar. Para todos os efeitos ele representa o ideal do militar com espírito de cavaleiro, alguém votado á defesa do seu monarca, aquele que cumpre as ordens como a derradeira coisa que ouviu durante toda a sua vida, com um senso apurado de honra e justiça.

Fecha-se assim um capitulo na História Espanhola. A ETA mutilada e temporariamente tetraplégica não irá tão cedo dar sinais de vida. Vidal nesse aspecto foi implacável e quase profética a sua última mensagem aos bascos, que correu mundo (literalmente):


"Por cada ataque da ETA, o País Basco será virado do avesso para procurar os criminosos, não pela Guardia Civil ou Policia Nacional, mas pelo Exército de Sua Majestade! E a justiça sobre vós será de cada vez mais severa, tão severa que nem Dracon imaginaria-la assim! Fica um aviso, quem não quer o seu lugar na nova Espanha, que se retire, ou obedeça à nova ordem ibérica!"

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Mensagem  Portugal Dom Set 12, 2010 6:14 am

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Cartazes como este espalham-se por toda a Euskadia, como ataque aos Aliados. A Aranha "John Bull" quer "comer" o mundo, enquanto Guilherme I mostra-se como uma águia em pose altiva e arrogante. É uma critica bastante intelectual da ETA, á postura de Guilherme I que o acusa de ser um "abutre politico", deixando a "Inglaterra caçar" para depois "roubar a presa".

Escusado será dizer que Vidal já tem ocupação para as próximas semanas. Contudo a ETA ficou um tanto frustrada com o facto de não ter havido invasão da França e uma Guerra, iria ser a altura de ouro para uma reorganização e retaliação severa a Madrid. Agora estes cartazes afixados durante a presença de Vidal na França, vão lhes custar bem caro... A ETA não esperava Vidal tão cedo em Espanha!

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Mensagem  Portugal Dom Set 19, 2010 12:34 pm

Espanha atinge finalmente a sua "forma" administrativa actual. O regionalismo definitivamente impera na Espanha. Com uma organização territorial e administrativa com um pé no passado e outro no futuro, Espanha converte-se agora numa espécie de "federação de reinos e principados". A Espanha regressa á sua forma clássica de pendor medieval. Cada reino ou principado possui efectivamente um Concelho, que é o seu órgão regional. Por sua vez os Reinos podem dividir-se em Províncias (Provincia da Extremadura por exemplo para o Caso de Castela e Leão). Por sua vez os Concelhos são formados pelos representantes eleitos dos municipios. Há uma margem para promulgar leis, desde que estas não vão contra a "Lei Fundamental", podem ter leis próprias para se regerem. Cada região tem uma língua oficial, sendo o Castelhano a língua franca, apesar de o Português ser extremamente conhecido, de certa forma é a língua franca oficiosa, mas isto deve-se á órbita gravitacional da cultura portuguesa sobre Espanha.
Os Carlistas seguiram o modelo português e também arranjaram uma "Lei Fundamental" para Espanha, uma espécie de Constituição. Há eleições por toda a Espanha, um prazo de duas semanas para as pessoas se decidirem em quem votar. Uma peculiaridade, mais uma vez de influência portuguesa, é que os partidos políticos são proibidos, apenas se pode concorrer por eleição "per capita". Portanto um candidato, recolhe um x número de assinaturas, neste caso 200. Contudo, Guilherme I nos seus tiques dirigistas, aproveitando o facto de os espanhóis estarem "habituados á ditadura", será ele pessoalmente que irá nomear os ministros e apresentar-los ás Cortes. Se não gostarem, também Guilherme I os retira, portanto Vidal de momento não parece escolha para 1º ministro... Contudo, para a pasta da defesa é bem provável que apareça, ou como ministro do interior...
O que ainda não ficou bem definido foi a criação dos corpos civis de defesa territorial... Há confusão entre os defensores do modelo português e os puristas que defendem um modelo baseado no passado espanhol.

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Mensagem  Portugal Qui Set 23, 2010 12:09 am

Para defesa territorial, e de forma "encapotada" a do regime, são oficializados os "Tercios de Requetés". Os "Requetés" são os tradicionais combatentes Carlistas, de boina e lenço vermelho. Actualmente são milicias, abertas ao público. Têm uniformes próprios... Será escusado mencionar que Guilherme I as irá usar em seu próprio proveito.

A Espanha Guilhermina - Forjando uma Espanha Integralista e Católica 2008061502582156_375
Requetés em parada numa vila de Castela, com fardas de corte ultra conservador, espelha bem a influência da cultura militar portuguesa sobre Espanha. Esta pequena demonstração/parada pouco difere das feitas pelas Companhias da Ordenança em Portugal...

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Mensagem  Portugal Sab Nov 13, 2010 1:31 am

Os requetés causam o terror no País Basco, comportam-se quase como as SS de Ulrich... Fiscalizam todo e qualquer possível depósito de armamento/munições e locais onde possam estar a ser guarida de Etarras... Critica-se a actuação dos Requetés, mas ao que parece... "Cumprem ordens em nome de Sua Majestade"...

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Mensagem  Portugal Sex Dez 24, 2010 11:32 am

O novo rei, a demissão quase em bloco de alguns Carlistas, mais a demissão de muitos pelo monarca, levou a uma quebra no processo de ostracisação do País Basco de Espanha.

A normalidade regressa, apesar das desconfianças dos Bascos em relação a D. Afonso VIII, pois na verdade não o conhecem, acalmam os ânimos dos Bascos. O rei está a "teste" literalmente pelo povo Basco.

Alguns Bascos mais optimistas regressam de Athaulphia de novo para o País Basco, encontram-no... Literalmente diferente! Sem Requetés na rua e sem militares por todo o lado, apenas as forças de segurança normais. Os Foros Bascos haviam sido restaurados, estavam perdidos nos tempos imemoriais do "antes do Liberalismo". Contudo não suportam, até mesmo odeiam visceralmente, o General Vidal, agora provomido a Generalissimo Vidal. Para os Bascos, Vidal "estrazanda a Fraquismo, e a militarismo Fraquista", na verdade na parte do Franquismo enganam-se, mas no que respeita ao "militarismo Franquista" é das mais puras verdades. Vidal de momento ignora completamente o País Basco, centra-se na grande política espanhola de reformas levadas a cabo pelo governo central, visto que Espanha está a funcionar num "Federalismo á moda espanhola". Até agora nas reformas não há nenhum indicio de discriminação aos Bascos. Outra realidade, e que sempre o foi... Vidal ao contrário do que o mundo pensa, nunca nutriu nenhum ódio etnico pelos Bascos, para ele são povos da Ibéria como os outros. Já do falecido Guilherme I não se podia dizer o mesmo...

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