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Conspirações Centricas

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Mensagem  Centric Dom Fev 27, 2011 4:47 pm

Muitos membros da ala conservadora do Partido Nacional Republicano receberam com enorme desconfiança a notícia que Dickinson, situado no centro do espectro político do PNR, sob a influência do Liberal Hawk e com a aprovação de Larenz, célebre Republicano moderado, se preparava para aceitar a proposta de uma aproximação económica europeia. A ala menos conservadora do PNR, via com entusiasmo uma abertura económica, especialmente devido às possibilidades económicas que isso representava. No entanto, a ala conservadora e rural, via com isso uma abertura desnecessária ao estrangeiro e um sinal que Dickinson, ele próprio originário do Concelho rural de Chippenham, se estava a entregar à chamada 'ala urbana' do PNR, mais adepta de um conservadorismo neoliberal do que o conservadorismo proteccionista e tradicionalista da 'ala rural'. No entanto, essa 'ala rural' olha também com desconfiança para o Partido Nacional Integralista, que emerge em alguns dos seus Concelhos, por relembrar os tempos da União dos Povos Germânicos, que denegriu o nome de Centric e que tirou autonomia aos Concelhos. É todo um nicho político alienado, e sem saber o que fazer.

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Mensagem  Centric Qua Set 21, 2011 6:14 am

Palácio do Congresso, Lumiar

A atmosfera era tensa no Palácio do Congresso em Lumiar. Em breve, o Governo de Dickinson, minoritário e fragilizado, iria apresentar perante uma Câmara dos Deputados hostil o seu plano de emprego. Mas esta seria mais do que uma mera votação de um plano de emprego, seria um teste a Dickinson, um teste de confiança. Se fosse chumbado, todos sabiam que o Chanceler se iria demitir. Se fosse aprovado, Dickinson teria mais um punhado de dias para provar o que o seu Governo poderia fazer.

Nos corredores, todas as conversas iam dar ao mesmo - qual seria o sentido de voto do PT? Todos sabiam que os Liberais, os Socialistas e os outros partidos menores da oposição votariam contra o plano. Os Liberais até concordavam com as políticas, mas não admitiam a criação de um fundo livremente utilizado pelos Concelhos. Os Socialistas, não só discordavam da ideia de fundo, como das políticas laissez-faire. Os Trabalhistas por seu lado, estavam divididos. Concordavam com a ideia inovadora do fundo, mas não com as directrizes. Além disso, o que mais se comentava pelos corredores era o facto do líder Trabalhista, Dietrich Fischer, com medo, dizem uns, não ter estabelecido qualquer sentido de voto ou emitido qualquer opinião. Estava tudo em aberto quando tocou a campainha para a votação.

Na sala da Câmara dos Deputados, já estavam muitos Deputados e também o Governo. Dickinson estava serenamente sentado no meio da banca do Governo, e a sala rapidamente se compôs.
O Chanceler começou por apresentar a proposta, que passava pela criação de um fundo de combate ao desemprego, para uso livre dos Concelhos, seguindo certas regras de financiamento. Além das regras de financiamento, o diploma incluía ainda as 'directrizes de financiamento', que obrigava, sob pena de perderem todo o financiamento, os Concelhos a seguirem políticas de não intervenção, de reduções fiscais, e outras políticas 'neoliberais'.

Naturalmente que Isabel von Have, Presidente do Partido para o Socialismo Democrático, se insurgiu logo, afirmando que era uma 'afronta' ao Estado Social, e que seria ineficaz uma política tão atomística quanto esta. Anthony Hawk, que há pouco mais de duas semanas se sentava na bancada do Governo, foi feroz a criticar a ineficácia de uma política tão dispersa e vaga, querendo medidas a nível da República. Mas já toda a gente sabia o que von Have e Hawk iam dizer. As atenções viraram-se para a bancada do Partido Trabalhista quando foi a sua vez. Mas, em vez de ser Dietrich Fischer a falar, foi o seu braço-direito dentro do PT, e principal representante da sua ala moderada, Frederik Svenson.

"O plano do Governo é muito ambicioso num aspecto - o de ser um plano que, no respeito das tradições democráticas da nossa República, dá aos Concelhos a oportunidade de combaterem o desemprego como quiserem. Nesse aspecto, e segundo os nossos ideais, a maioria das pessoas no PT apoia esse aspecto. O que nos pode levar a discordar são as 'directrizes', directrizes essas tendencialmente de direita. Mas creio que é altura de não deixar a República cair para a instabilidade política. O PT deu liberdade de voto aos seus Deputados, mas eu votarei a favor do plano. O Governo tem de se manter!"

O discurso de Svenson recebeu palmas de toda a bancada do PNR e de alguns Deputados do PT. Contudo, logo depois, outro deputado do PT pediu para falar. Era um jovem alto e bem parecido, pela casa dos 35 anos de idade.

"Boa Tarde Srs. e Sras. Deputadas. O meu nome é Richard Adler e sou deputado do Partido Trabalhista. Como o meu partido deu liberdade de voto aos seus Deputados, gostaria aqui de expressar a minha discordância com as palavras do Sr. Svenson."

Tanto Fischer como Svenson arregalaram os olhos. O quê que este 'puto', acabado de sair das juventudes partidárias, quereria dizer? Fora sempre tão calado...

"O Plano que o Chanceler Dickinson apresenta hoje aqui perante este hemiciclo e perante a República é um bilhete só de ida para a desgraça económica... Sim, de facto é positivo o aspecto de permitir aos Concelhos fazerem o que quiserem com o dinheiro. Mas será que essa 'liberdade' interessa quando o próprio diploma impõe directrizes extremamente rigorosas de políticas neoliberais? Políticas tão nojentamente neoliberais que eu sei que há gente dentro do PNR que não concorda? Políticas que nos vão levar à miséria, que farão com que a riqueza esteja nas mãos de uns, e que os trabalhadores e camponeses, em nome de terem 'emprego' serão escravizados? Baixar o salário mínimo? Um atentado à dignidade do trabalho. E quando eu vejo o meu Partido, o Partido Trabalhista, defensor dos trabalhadores e camponeses, o mais velho partido dos trabalhadores em Centric, muito antes de Sociais-Democratas ou Socialistas Democráticos aparecerem, já o PT andava nas fábricas e nas quintas, a defender os direitos de quem não os consegue defender sozinhos! Por isso, apelo aos meus colegas do PT e ao Secretário-Geral Fischer - votem NÃO! O Governo cai, e depois? Vamos sacrificar os nossos ideais por conveniência, por estabilidade? Isso é um insulto a toda a história do PT. O Governo vai acabar por nos levar ao culto do mercado, ao neoliberalismo radical e à entrega da República aos interesses económicos estrangeiros. E é hora de evitar isso. Eu não vou ficar com peso na consciência, porque eu vou votar e estou a apelar ao voto contra o plano de emprego! Votem NÃO!"

Toda a Câmara olhava estupefacta para Adler. Muitos companheiros de Partido levantaram-se, inspirados pelo discurso do seu colega. Fischer e Svenson, por uma questão de conveniência, acabaram por se levantar também a aplaudir. Em breve toda a bancada do PSD, dos Nacional-Sindicalistas, dos Integralistas e dos Comunistas levantou-se e aplaudiu. Os Liberais, incomodados pelas críticas ao neoliberalismo aplaudiram sentados, enquanto que a bancada do PNR e do Convergência para a Tradição se mantinham calados. Dickinson tinha, por baixo da mesa, a sua perna a tremer.

Quando foi a votação, o plano não passou, pois só o PNR, o CpT e dois deputados do PT votaram a favor. O que estava longe de uma maioria. Adler era o novo herói do PT. No rescaldo da votação, fizeram-se os habituais discursos. Depois de von Have e Hawk, esperava-se que a nova cara dos Trabalhistas dissesse qualquer coisa. Adler acabou por falar mais uma vez:

"Proponho à Câmara dos Deputados, no rescaldo desta vitória do povo centrico, a apresentação de uma moção de não-confiança no Governo do Chanceler Dickinson. Esperemos que, posteriormente, a Câmara dos Concelhos seja sábia o suficiente para a aprovar também. Este Governo tem que cair, e o povo centrico tem que ter uma segunda palavra nestes tempos de alienação e miséria!"

Pelo fim do dia, a moção havia passado em ambas as Câmaras, onde o PNR, apesar de ter maior número de lugares, nunca chegava à maioria absoluta. Pelo fim do dia, Dickinson havia apresentado a sua demissão a Karl Larenz. Pelo fim do dia, o Governo havia caído...

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Mensagem  Centric Dom Nov 06, 2011 5:57 pm

O Governo de Richard Adler continua a implementar reformas num sentido de reforçar a autoridade económica e política do Estado. As novas políticas económicas penalizam os ricos e aumentam o âmbito do Estado Social, dando financiamento a Hospitais, escolas e fundos de desemprego. Ao mesmo tempo, a agressiva política de nacionalizações e obras públicas aumenta o emprego, criando uma sensação de recuperação económica. Assim, o apoio popular a Adler cresce de dia para dia, especialmente entre os Norselândios, os Varíngios e os Boganeses. Os únicos que se mantêm hostis, como pode ser demonstrado pelos motins de Lumiar, são os Angleses, tradicionalmente de direita e francamente desconfiados de intervenções estatais. Além do mais, Adler, para garantir o apoio dos alemães, fez (secretamente, claro) substituir a direcção do jornal mais influente de Neumark, o Die Neue Hoffnung, pondo lá um amigo e militante do PT, Georg Friedrich Mendelssohn.

Após esmagar os motins de Lumiar, Richard Adler anuncia o seu radical projecto de revisão constitucional, introduzindo e trabalhando a sua doutrina do Social-Nacionalismo, e querendo modificar radicalmente as instituições centricas num sentido centralizador (mantendo uma aparência descentralizadora) e esquerdista.

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Mensagem  Britannia Dom Nov 06, 2011 7:09 pm

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Prevejo tempos interessantes.....
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Mensagem  Athaulphia Seg Nov 14, 2011 12:10 pm

Até há pouco, os assuntos de Centric não tinham sido muito acompanhados em Athaulphia. Apenas pequenos artigos e curtas notícias na rádio e a TV, e nunca nas capas dos jornais. Os athaúlphicos tinham mais interesse na sua própria eleição presidencial, na revolução ibérica, na polêmica por Trondheim na SdN e na situação da União Desportiva Fontao, que estava a fazer uma pésima época.

Apenas nos círculos mais informados dos "criadores de opinião" e da política se tinha falado de Centic. O primeiro que se ouviu falar foi sobre um tal Adler, que aparecera no congresso centrico como grande defensor dos trabalhadores no méio duma situação de crise. A sua intervenção contra o plano de emprego do governo, defendendo os direitos dos trabalhadores, obtivera muitas críticas positivas na esquerda athaúlphica. A ruptura do seu partido socialista, ou trabalhista (em Athaulphia nem tinham claro qual era) pela virada esquerdistas de Adler era vista como uma curiosidade, e entre os sectores mais progressistas era visto com simpatia. O governo athaúlphico não mostrava muito interesse, mas também não via mal ao Adler.

Mas a música começou a soar mal quando Adler apressentou a súa plataforma eleitoral: qual era aquel esquerdista e progressista defensor dos direitos do trabalhador, que ia às eleições da mão dos tradicionalistas, os nacional-sindicalistas e aquela corja tuda de reaccionários? Os aliados de Adler cheiravam muito mal em Athaulphia: eram vistos como herdeiros dos odinistas, antigos amigos de Franco e Alberto de León. O "jogo" de Adler começava a ser mostrado, e entre os poucos athaúlphicos que atendiam o que acontecia em Centric mudaram de opinião: os socialistas (governamentais) perderam as suas iniciais simpatias por Adler; os situados mais à esquerda, sempre prontos a detectar traidores, revisionistas e coisas do género, perderam-nas aínda mais, apessar de qe tinham muitas dúvidas sobre em qué havia dar aquilo. Os pequenos grupos de extrema direita neo-deleonistas começaram a olhar para Centric: se calhar esse gajo não era outro maldito socialista, se calhar era um patriota, por se ter aliado com os "patriotas"... os sectores do centro e da dereita estavam um bocado baralhados sem entender muito bem o que acontecia, mas também não lhes interessava muito o que acontecia em Centric.

Os recentes acontecimentos fizeram soar as alarmas: com morte do presidente Larenz começaram muitas teorias da conspiração, quase todas apontando a Adler. A opinião mais extendida em Athaulphia é que os "disturbios anarquistas" foram um pretexto para que a USN: aquilo lembrava muito o "modus operandi" do antigo ditador fascista athaúlphico, DeLeón, que fez uma coisa semelhante nos anos 30. A misteriosa morte de Larenz, a mudança constitucional feita à velocidade do raio, os incidentes com a imprensa, a nova retórica nacionalista... até o governo athaúlphico começa a se inquedar seriamente: "Adler semelha ser um gajo perigoso", comenta um Conselheiro numa reunião do Governo; "E isso de social-nacionalismo, é possível ser mais burdo?", responde outro. O Chanceler comenta: "enquanto não começar um rearme..."

O último discurso de Adler fai soar telefones no Goerno: "Ouviu o de Neumark? Ouviu isso da reunião com os irmãos du Sul?" "Ouvi pá; isto cheira a invassão próxima!"

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Mensagem  Athaulphia Seg Nov 21, 2011 3:00 pm

A embaixada athaúlphica em Centric, preocupada pelo desenvolver dos acontecimentos e pelo tom cada vez mais propagandístico e pouco fiável dos mídia oficiais centricos, começa discretos contatos com elementos políticos e jornalísticos opositores, para se informar do que está a acontecer realmente.

A estranha morte do Presidente Larenz e o anúncio de Adler de assumir os seus poderes "provisionalmente" fazem temer o pior: o embaixador suspeita que, oportunamente, novos distúrbios "anarquistas" deam a Adler o pretexto para declarar um estado de excepção e demorar à vontade os seus poderes "provisionais".

A embaixada faz aliás um pedido extraordinário de papel oficial selado, por se precisasse de editar grandes quantidades de vistos especiais...

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Mensagem  Brasil Ter Nov 22, 2011 7:48 am

No Império Brasileiro, o Itamaraty (Secretaria Imperial de Relações Internacionais), envia a Centric dezenas de diplomatas em off
para convidar a classe média e elite de Centric para emigrarem ou se
asilarem no Brasil, no estado mais tranquilo da federação, o estado do
Rio de Janeiro, dentro dos Consulados Brasileiros e da Embaixada do
Brasil e da Bahia há escritórios especiais do BANESPA que fazem câmbio
da moeda cêntrica para o Real Brasileiro além de emitirem passaportes
brasileiros e brasileiros laissez-passer, conforme acordos
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Mensagem  Portugal Ter Nov 22, 2011 11:49 am

Os tumultos sociais em Centric são aproveitados ao máximo por entidades portuguesas. A Companhia das Índias "pisca o olho" a militares descontentes, oferecendo-lhes ordenados melhores nas suas fileiras. O mesmo, e com mais ênfase a marinheiros e oficiais da marinha, quer mercante quer militar, para operarem a vastíssima frota da companhia. Por seu turno, o governo tenta seduzir grandes financeiros, desde banqueiros a industriais a fugirem com o seu capital para os reinos Ibéricos, onde serão "extremamente bem recebidos" e "protegidos tanto eles, como seus ofícios".

Em Portugal e Espanha, caso Centric provoque "demasiados problemas financeiros" com as nacionalizações, ponderam-se ameaças diplomáticas, que se forem ignoradas, mesmo que se requeiram negociação, pode-se avançar com a "política do couraçado" á moda vitoriana.

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Mensagem  Centric Ter Nov 22, 2011 7:53 pm

A atmosfera em Centric é cada vez mais pesada. A rapidez do golpe constitucional de Richard Adler e dos Social-Nacionalistas apanhou de surpresa muita gente, e agora, não tendo tido tempo para reagir, muitos vêem-se em situação difícil. Por decreto secreto, Adler criou a Polícia Popular (Folk's Police, Folk Politi, Folkspolitsë, Volkspolizei), que serve como polícia política do regime, e lentamente estende os seus insidiosos tentáculos por todo o país. A Fopo, como já é chamada, parece evocar a herança da temida Stapropo, a polícia secreta do regime odinista. Será uma recriação? Só se sabe que os seus agentes estão neste momento nos aeroportos a controlar quem parece estar a 'escapar', sendo que Adler ordenou aos aeroportos que fossem muito mais restritos na admissão de passageiros, arranjando inúmeras desculpas para cancelamento de voos - 'tempestade no Mar do Norte', é a mais usada.

Os centricos comuns, por seu lado, parecem estar entusiasmados pelo novo regime e o seu apelo transclasse. Só os empresários e os detentores de grandes fortunas é que não, visto que o Governo quer 'transformar a burguesia' através da nacionalização dos meios de produção, deixando-a reduzida a pequenos e médios comerciantes em poder para desafiar o cada vez maior poder do Estado. Operários, camponeses e funcionários de colarinho branco, todos apoiam a política económica, que parece estar a dar frutos, com os indicadores do desemprego a baixarem. O cariz nacionalista da ideologia também atraiu muitos centricos que se identificam com o novo significado das várias identidades nacionais. Pela primeira vez, um boganês, por exemplo, pode ter orgulho em dizer que é boganês. Assim o regime vai mantendo contentes várias faixas da população.

No entanto, a maior preocupação de Adler é a Anglia. Os angleses sempre foram grandes defensores de direitos como a propriedade privada, têm armas em casa e desconfiam de todos os governos autoritários. Além disso, acha Adler, os imigrantes 'contaminam culturalmente o Folk, especialmente em grandes cidades como Lumiar'. O Governo está a iniciar um processo de 'submissão' dos angelses. É que os angleses de Rutherford ou Chippenham, que são homens e mulheres mais rurais, são mais conservadores, e autoritários. O problema, para Adler são as cidades grandes como Lumiar, com pessoas de várias origens e com um espírito anti-autoritário típico da costa anglesa, sentimento partilhado com os britânicos.

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