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Tópico das Eleições na União

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Bahia
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Mensagem  URS Qui Abr 28, 2011 10:35 am

Este tópico fica separado das notícias normais porque aqui a qualquer momento os vossos jornalistas pode convocar uma entrevista com qualquer candidato, de qualquer partido de qualquer República. Metam as perguntas e eles respondem. Todas as notícias, rumores, discursos e sondagens sobre as eleições vão ser postas aqui.

Para que não está familiarizado com o sistema eleitoral da URS, basicamente é assim:

- Existem 10 Repúblicas, o partido mais votado vê o seu líder Presidente da República e membro do Conselho da União.
- Os presidentes das repúblicas continentais e mais populosas (Valtland, Pratzen, Crystal, Hacken, Savedra e Alin-Assur) possuem depois 4 votos e os das repúblicas ultramarinas e menos populosas (Treviso, Saint-Martin, Irlanda e Islândia) possuem 1 voto. Estes votos são usados para eleger o Presidente do Conselho.
- Os presidentes com 4 votos podem dividi-los entre 2 ou mais candidatos à Presidência do Conselho no caso de não possuírem uma maioria absoluta e essa repartição for uma exigência do partido secundário com o qual formarão governo.
- No caso de empate na votação para Presidente do Conselho, o actual Presidente tem a palavra final, podendo inclusive eleger-se a ele próprio, caso seja um dos candidatos
- As Repúblicas funcionam como nações independentes, sendo que o Conselho pode apenas controlar os seus exércitos e tomar grandes decisões económicas que afectem mais que uma República


Partidos existentes na União:

Associação Anárquica Nacional (anarquismo, estilo União Soviética aqui no rp)
Movimento dos Cidadãos Unidos (centro direita, mercado livre)
Movimento dos Verdes (ambientalismo, socialismo democrático)
Partido Assuriano do Povo (social democracia, grande foco na religião assuriana, só concorrem em Alin-Assur)
Partido Marxista (marxismo tradicional, isolacionista)
Partido Nazi (nacional-socialismo, legal apenas em Alin-Assur)
Partido Popular (direita conservadora, estilo Republicanos dos USA)
Partido Revolucionário (marxismo-leninismo, defende a exportação da ideologia)
Partido Social Democrata (social democracia, abertura dos mercados)
Partido Socialista Unido (socialismo democrático)
Partido da União de Valtland (partido de direita com tiques fascistas, defende o fim da União e reunificação do Império de Valtland, só concorre em Valtland)


Se quiserem colocar alguma questão sobre o sistema, partidos, o que cada partido acha dos vossos países, etc. podem colocar agora. Só depois da colocação dos candidatos e partidos que concorrerão a cada República é que podem fazer entrevistas, agora é só para questões gerais sobre sistema eleitoral e partidos.

Posteriormente começarei com a colocação dos candidatos para entrevistas, notícias, rumores e essa lenga-lenga toda típica de campanha eleitoral.
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Mensagem  URS Sab Abr 30, 2011 4:41 pm

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Valtland

Como é tradição, os partidos de Valtland foram os primeiros a apresentar os seus candidatos à presidência, onde não se registam grandes novidades. Maximus Thorvald vai apresentar-se ao seu último mandato como Presidente da República enquanto que os marxistas voltam a avançar com André Gomes. Dos partidos de segunda linha, a única alteração é o candidato da Associação Anárquica Nacional, que será Per Arason.

Lista de candidatos:

Partido Socialista Unido: Maximus Thorvald
Partido Marxista: André Gomes
Partido Revolucionário: Ricardo Gonçalves
Partido Social Democrata: Beatrix Gouffran
Associação Anárquica Nacional: Per Arason
Partido da União de Valtland: Tobias Elmander
Movimento dos Verdes: Jandro Miquel
Movimento dos Cidadãos Unidos: Klaus von Luhbenek
Partido Popular: Uki Ushida

Thorvald venceu as últimas eleições com 68% dos votos e apesar de uma quebra de popularidade, as sondagens dão uma maioria absoluta confortável ao Partido Socialista Unido, a rondar os 60% das intenções de voto.


Crystal

A República Socialista de Crystal poderá ser a República chave nestas eleições, com o novo Secretário-Geral do Partido Marxista, Daniel Mitropa a apresentar-se como oposição a Espen Jansen. Se Crystal cair para os marxista, o balanço dos votos para Presidente do Conselho poderá pudar para o PM pela primeira vez na história.

Seja qual for o vencedor, é improvável que algum deles atinja a maioria absoluta, e neste cenário entra a Associação Anárquica Nacional de Andrew Holmes, que nas eleições passadas chegou aos 8% dos votos. Holmes já divulgou que vai reunir com Jansen e Mitropa para um possível governo de coligação, mas que o a AAN ainda não decidiu que candidato irá apoiar. O Partido Revolucionário já descartou qualquer acordo pós-eleitoral.



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Mensagem  Bahia Sab Abr 30, 2011 9:09 pm

Qual é a visão do Partido Popular e do Partido da União de Vatland sobre o Império da Bahia?
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Mensagem  URS Dom Maio 01, 2011 2:28 pm

Bahia escreveu:Qual é a visão do Partido Popular e do Partido da União de Vatland sobre o Império da Bahia?

Em breves comunicados, os candidatos de Valtland dos dois partidos esclarecem as dúvidas dos media bahianos (ooc: é assim o nome correcto, ou sem "h"?):

Tobias Elmander (Partido da União de Valtland)

O PUV tem uma visão pouco internacionalista do mundo. Cada grande nação no seu canto, sem estas tentativas constantes de sabotagem à estabilidade de outros países e outros povos. Se o Império da Bahia tem como visão para o seu futuro viver em paz no seu continente, sem ameaçar interesses de Valtland, pois então que sejam felizes e ditem as suas políticas internas como bem entenderem, a nós só nos interessará manter relações comerciais com todos os países do mundo, para benefício mútuo.

Uki Ushida (Partido Popular)

O nosso partido observa com respeito todos os estados que não sucumbem ao que os nossos amigos aqui na União gostam de chamar socialismo democrático. Isso não passa da ditadura do estado sobre os empresários nacionais que procuram crescer fruto do seu trabalho e do seu mérito individual. Como defensor desses valores o Império da Bahia com certeza é visto como um país a seguir em termos de exemplo em matérias económicas. Talvez os valores religiosos em Bahia sejam demasiado vincados na sociedade para o nosso gosto, mas isso são questões internas que os outros países não têm o direito de opinar.
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Mensagem  Portugal Seg Maio 02, 2011 1:55 pm

Carlos Fino: Caros Senhores Candidatos, daqui Carlos Fino da RTP 1 Portuguesa, gostaria de saber qual a vossa visão sobre o Reino de Portugal e das Espanhas, e qual a vossa postura para com o Reino caso sejam eleitos Presidentes da União. Devo informar que é uma reportagem conjunta para a RTP e para a televisão espanhola!

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Mensagem  Britannia Seg Maio 02, 2011 3:41 pm

Richard Dimbleby para a BBC: Caro senhor Thorvald, apesar da economia da URS não estar assente nos mesmos valores que a minha nação, nomeadamente o capitalismo e o consumismo, a cultura pop espalhou-se no entanto a quase todo o mundo, o senhor não considera que existem certos bens considerados "supérfluos" mas que são objecto de um enorme desejo por parte das massas que talvez os privados poderiam fornecer melhor? Mais, considera que a URS no actual modelo está bem preparada para assumir uma economia moderna baseada nos serviços e no sector terciário ou irá reformar em alguns destes sectores.
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Mensagem  URS Ter Maio 03, 2011 9:15 pm

Portugal escreveu:Carlos Fino: Caros Senhores Candidatos, daqui Carlos Fino da RTP 1 Portuguesa, gostaria de saber qual a vossa visão sobre o Reino de Portugal e das Espanhas, e qual a vossa postura para com o Reino caso sejam eleitos Presidentes da União. Devo informar que é uma reportagem conjunta para a RTP e para a televisão espanhola!

Maximus Thorvald - Partido Socialista Unido

Caso Portugal e Espanha mantenham a sua política colonialista e expansionista, principalmente na América do Sul, a política da União deverá passar por um apoio claro e efectivo - e com isto quero dizer materialmente, no terreno - aos nossos aliados da Burgolavia. Como potência mundial que é, gostaríamos que Portugal fosse um exemplo de estabilidade no globo, em vez do fomentador de divisões que aparenta ser.

André Gomes - Partido Marxista

O Partido Marxista olha para Portugal e para Espanha como os resistentes da velha ordem, onde a democracia ainda não chegou e o povo vive na sombra de uma força militar cada vez mais exausta e decadente, que lhes dá uma sensação de que a monarquia e o colonialismo ainda são a resposta aos anseios de um futuro melhor. A posição da União deve ser um reflexo da posição portuguesa: se Portugal intervém na América do Sul, devemos fazer o mesmo, se Portugal ameaça uma nação livre, a União deve lá estar a apoia-la. Tão simples quanto isto.

Ricardo Gonçalves - Partido Revolucionário

A política externa da União não deve ser esclarecida a um jornalista do inimigo...

Beatrix Gouffran - Partido Social Democrata

Elogiamos a matriz capitalista do Reino de Portugal, bem como as liberdades económicas gozadas pelos seus homens e mulheres empreendedores. O Conselho deveria tentar uma aproximação diplomática para evitar os constantes atritos internacionais entre os blocos socialista e capitalista, se me é permitido por as coisas nestes moldes. Consideramos também que a União e Portugal devem estar unidos na resolução da questão dos estreitos e canais que tanto tem prejudicado o comércio internacional.

Per Arason - Associação Anárquica Nacional

A AAN defende a liberdade dos povos, e como tal, qualquer país que possua colónias merece a nossa crítica. Em termos de política externa, estamos em sintonia com o que disse o camarada André Gomes.

Tobias Elmander - Partido da União de Valtland

O PUV não sente necessidade de comentar a situação de outros países. Em termos de política externa, desde que não existam ameaças a Valtland, Portugal e as suas acções não nos preocupam.

Jandro Miquel - Movimento dos Verdes

Não irei comentar as políticas internas de Portugal, não nos cabe fazer isso. Defendemos no entanto mais diálogo e menos militarismo entre os nossos países.

Klaus von Luhbenek - Movimento dos Cidadãos Unidos

Portugal e Espanha são nações que merecem o nosso respeito, pela história, cultura e influência que têm no mundo. Ao contrário dos meus adversários de esquerda, que parecem querer comprar um confronto, nós queremos coexistência pacífica e estabelecimento de relações comerciais. É isso que faz os países e os povos andar para a frente.

Uki Ushida - Partido Popular

Não fosse a monarquia e Portugal seria o exemplo perfeito a seguir. Como é sabido, o PP defende uma aproximação com a Entente, mais especificamente com Portugal e Inglaterra, inclusive estudaríamos a hipótese de integrar a mesma.
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Mensagem  Bahia Qua Maio 04, 2011 7:17 pm

Quais serão as políticas adotadas para combater o tráfico internacional, e o uso de drogas?
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Mensagem  Burgolavia Qui Maio 05, 2011 3:22 pm

Pergunta para Mitropa: O isolacionismo que o senhor defende terá que efeitos na Internacional Socialista?
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Mensagem  Brasil Qui Maio 05, 2011 4:12 pm

José Paulo de Andrade: Boa Noite senhores candidatos, sou José Paulo de Andrade da Rádio Nove de Julho de São Paulo. Eu gostaria de saber qual sobre a visão dos senhores sobre o Império do Brasil, nossa retomada à Democracia Parlamentar e o nosso atual Primeiro-Ministro, o socialista Aloysio Ferreira. Gostaria de informar-lhes que esta transmissão é conjunta com todas as rádios e televisões do Império Brasileiro
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Mensagem  URS Sex Maio 06, 2011 11:24 am

Britannia escreveu:Richard Dimbleby para a BBC: Caro senhor Thorvald, apesar da economia da URS não estar assente nos mesmos valores que a minha nação, nomeadamente o capitalismo e o consumismo, a cultura pop espalhou-se no entanto a quase todo o mundo, o senhor não considera que existem certos bens considerados "supérfluos" mas que são objecto de um enorme desejo por parte das massas que talvez os privados poderiam fornecer melhor? Mais, considera que a URS no actual modelo está bem preparada para assumir uma economia moderna baseada nos serviços e no sector terciário ou irá reformar em alguns destes sectores.

- O mercado de bens não essenciais na União nunca esteve melhor, temos uma economia privada vibrante e próspera, e os nossos jovens têm todos os aspectos da cultura mundial à sua disposição. Às vezes penso que as pessoas confundem o nosso sistema socialista liberal com alguma economia totalmente planeada como vem nos livros marxistas, não é esse o caso e está na altura do mundo interiorizar essa ideia. Basta olhar para os rankings económicos para ver que a nossa economia está mais que preparada para todos os desafios do mundo actual.
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Mensagem  URS Sex Maio 06, 2011 11:31 am

Bahia escreveu:Quais serão as políticas adotadas para combater o tráfico internacional, e o uso de drogas?

ooc: peço mais especificidade na direcção das questões.

ic:

O moderador aproveita para esclarecer que com a excepção de Alin-Assur, a grande maioria das drogas são legais no território da União, pelo que o tráfico não é um problema relevante nas eleições.
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Mensagem  URS Sex Maio 06, 2011 11:33 am

Burgolavia escreveu:Pergunta para Mitropa: O isolacionismo que o senhor defende terá que efeitos na Internacional Socialista?

- O Partido Marxista não vê grande necessidade de existência de uma organização como a Internacional Socialista, consideramos que existe demasiada burocracia e é uma máquina que limita os nossos movimentos económicos e militares. Todas as funções da Internacional podem ser cumpridas através de tratados independentes uns dos outros, mas mais importante, a União sabe quem são os seus aliados, e os nossos aliados sabem que podem contar connosco.
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Mensagem  URS Sex Maio 06, 2011 11:36 am

Marcelo escreveu:José Paulo de Andrade: Boa Noite senhores candidatos, sou José Paulo de Andrade da Rádio Nove de Julho de São Paulo. Eu gostaria de saber qual sobre a visão dos senhores sobre o Império do Brasil, nossa retomada à Democracia Parlamentar e o nosso atual Primeiro-Ministro, o socialista Aloysio Ferreira. Gostaria de informar-lhes que esta transmissão é conjunta com todas as rádios e televisões do Império Brasileiro

ooc: são tantos candidatos, tentem não fazer perguntas a todos de uma vez, senão é muita coisa para escrever. Neste caso as respostas são parecidas com as que dei a Portugal. Os países que elogiaram aqui também elogiariam, e os que criticaram também criticariam.
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Mensagem  URS Sex Maio 06, 2011 12:12 pm

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Fora hoje divulgadas as listas de candidatos das restantes Repúblicas, ficando assim as listas completas.

Valtland

Partido Socialista Unido: Maximus Thorvald
Partido Marxista: André Gomes
Partido Revolucionário: Ricardo Gonçalves
Partido Social Democrata: Beatrix Gouffran
Associação Anárquica Nacional: Per Arason
Partido da União de Valtland: Tobias Elmander
Movimento dos Verdes: Jandro Miquel
Movimento dos Cidadãos Unidos: Klaus von Luhbenek
Partido Popular: Uki Ushida


Crystal

Partido Socialista Unido: Espen Jansen
Partido Marxista: Daniel Mitropa
Associação Anárquica Nacional: Andrew Holmes
Partido Revolucionário: Eric Gorbel
Partido Social Democrata: Christopher Corbin
Movimento dos Cidadãos Unidos: Andrey Ruzmailov
Movimento dos Verdes: Ugo Mazembe


Pratzen

Partido Marxista: Norbert Jones
Partido Revolucionário: Piotr Gazaev
Partido Socialista Unido: Cristina Balzaretti
Associação Anárquica Nacional: Sandra Voller
Movimento dos Cidadãos Unidos: Linda Gillingham
Movimento dos Verdes: Ji Yu Lin
Partido Social Democrata: Robert Petrosian


Hacken

Partido Marxista: Vladimir Bletnianov
Partido Socialista Unido: Frederic Hazel
Partido Social Democrata: Francesco Balzano
Partido Revolucionário: Patrik Hubschman
Associação Anárquica Nacional: Fernando Souza
Movimento dos Cidadãos Unidos: Ricardo Paiva
Movimento dos Verdes: Ulisses Miranda
Partido Popular: Saiur Nupei-Natengo


Savedra

Partido Socialista Unido: Victor Hwan
Partido Marxista: Garcia Sanchez
Partido Social Democrata: Javier Garrido
Movimento dos Verdes: Andrés Raysol
Movimento dos Cidadãos Unidos: Collin Gerrard
Partido Revolucionário: Sebastian Schol
Associação Anárquica Nacional: Prince M´Busi
Partido Popular: Ismael Ben Ayt


Alin-Assur

Partido Socialista Unido: Terese Nielsen
Partido Assuriano do Povo: Mourabet Assyer
Partido Marxista: Kevin Truman
Partido Social Democrata: Zair Nassef
Partido Popular: Tomas Rasmusson
Partido Revolucionário: Hamil El-Zwari
Associação Anárquica Nacional: Marko Temen
Movimento dos Verdes: Marc Onitango
Movimento dos Cidadãos Unidos: Mariana Velasquez
Partido Nazi: Trindade Santos


Treviso

Partido Marxista: Andrey Kubanov
Partido Socialista Unido: Jacques Givet
Partido Revolucionário: Lisaveta Fiodorova
Associação Anárquica Nacional: Sami Tchibala
Movimento dos Verdes: Scipio Green
Movimento dos Cidadãos Unidos: Herbert North


Saint-Martin

Partido Socialista Unido: Ugo Eyola
Associação Anárquica Nacional: Nenad Prazaev
Partido Marxista: Vincenzo Nui
Movimento dos Cidadãos Unidos: Gilvêncio Santos
Partido Social Democrata: Igor Metzidis


Irlanda

Partido Social Democrata: Sam Boyd
Partido Socialista Unido: Mark O´Halloran
Partido Marxista: Charles Simon
Partido Popular: Ryan O´Brien
Movimento dos Cidadãos Unidos: Rachel Jones


Islândia

Partido Marxista: Eidur Helgusson
Partido Socialista Unido: Andrei Isaksson
Associação Anárquica Nacional: Johanna Palsson
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Mensagem  Bahia Sex Maio 06, 2011 7:32 pm

URS escreveu:
Bahia escreveu:Quais serão as políticas adotadas para combater o tráfico internacional, e o uso de drogas?

ooc: peço mais especificidade na direcção das questões.

ic:

O moderador aproveita para esclarecer que com a excepção de Alin-Assur, a grande maioria das drogas são legais no território da União, pelo que o tráfico não é um problema relevante nas eleições.

A questão é p/ todos
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Mensagem  URS Sab Maio 07, 2011 9:18 am

Bahia escreveu:
A questão é p/ todos

ooc: camarada canarinho, são 68 candidatos, não me faças uma maldade dessas!
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Mensagem  URS Sab Maio 07, 2011 10:08 am

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Valtland

As últimas sondagens continuam a dar maioria absoluta ao PSU e a Thorvald, que esta tarde num comício em Husvala criticou fortemente as palavras de Daniel Mitropa acerca da Internacional Socialista, defendendo que a mesma "tem que continuar a existir para fazer face ao bloco imperialista da Entente que ameaça cada vez mais activamente os países socialistas e democráticos".

André Gomes preferiu evitar comentar as declarações de Mitropa e afirmou que ainda acredita na possibilidade de retirar a maioria absoluta aos socialistas. A surpresa nas sondagens é a Associação Anárquica Nacional liderada por Per Arason que com 7% da intenção de voto se coloca como a terceira força política de Valtland.


Crystal

A campanha em Crystal está ao rubro com as sondagens a darem um empate técnico entre Espen Jansen e Daniel Mitropa. Socialistas e marxistas dividem-se em pontos chave nesta campanha; Mitropa defende o isolacionismo, enquanto Jansen promove as relações com a Burgolavia e a União Soviética como fundamentais para o futuro da União. Os marxistas defendem ainda a nacionalização de 35% das frotas pesqueiras de Crystal, na questão de política interna mais acesa, dada a importância do sector (Crystal tem 70% da indústria naval da União).

Com ambos os partidos longe da maioria absoluta, anarquistas e revolucionários começam a surgir como alternativa num eventual governo de coligação. Enquanto Andrew Holmes da AAN quer uma coligação pré-eleitoral, já Eric Gorbel, do Partido Revolucionário, diz que só negociará depois das eleições.


Pratzen

Em Pratzen chegará ao fim a era de Nikolai Bradzienitsch e o seu sucessor enfrenta a impossibilidade de obter os números esmagadores a que Bradzienitsch habitou o Partido Marxista. Norbert Jones, apoiado por Bradzienitsch deverá ainda assim alcançar a maioria absoluta, apesar da candidatura socialista de Cristina Balzaretti ter subido em todas as sondagens realizadas nos últimos 3 meses.

A líder socialista de Pratzen disse hoje à RIU: "É necessário uma mudança em Pratzen, os sucessivos governos de maioria absoluta têm falhado no desenvolvimento do país, estamos cada vez mais longe de Crystal e Valtland em todas as áreas, e isso é resultado de ter um partido instalado no poder sem incentivo para fazer melhor. É por isso necessário dar os votos necessários ao PSU para forçar um governo de coligação mais dinâmico e empreendedor".

O Partido Revolucionário atinge nas sondagens os 10% dos votos, mantendo assim a esperança de poder influenciar a formação do próximo governo caso o PM não alcance a maioria.


Hacken

A guerra com Triestin deverá custar as eleições ao marxista Vladimir Bletnianov, actual presidente. Bletnianov sempre foi um dos grandes impulsionadores das boas relações entre os dois países e apesar da sua recente e natural mudança de posição, o povo de Hacken deverá entregar a vitória ao socialista Frederic Hazel.

A vitória dos socialistas não irá no entanto ser de maioria absoluta, pelo que o PM ainda tenta uma coligação vencedora junto da AAN e dos revolucionários, o que poderá gerar uma coligação pouco ortodoxa entre socialistas e sociais democratas. Francesco Balzano, o líder do maior partido de centro direita da União continental, já disse que uma das condições será a redução de impostos às empresas privadas de entretenimento e novas tecnologias, as mais taxadas da União.

Apesar dos rumores, nenhum partido aborda o tema das coligações.


Savedra

Victor Hwan, o socialista ex-secretário da economia da União e actual presidente de Savedra, conseguiu levar o país ao seu melhor período de crescimento económico, e por isso deverá ser recompensado pelo povo savedrense. Nas últimas eleições conseguiu 42% dos votos e desta vez pede uma maioria absoluta. Hwan avisou ainda para o perigo do crescimento dos sociais democratas no país, que segundo ele "ameaçam as conquistas sociais e económicas alcançadas na última década".

O PSD poderá acabar em 2º lugar nas eleições, mas o Partido Marxista já anunciou que está disponível para um governo de coligação, caso os socialistas não alcancem a maioria absoluta.


Alin-Assur

A única República da União onde nunca existiu um governo de maioria absoluta prepara-se para mais uma eleição disputada a três, com o Partido Assuriano do Povo de Mourabet Assyer a intrometer-se de novo na luta entre socialistas e marxistas. Tal como nas últimas eleições, Assyer deverá coligar-se com a actual presidente Terese Nielsen para formar governo, forçando de novo os marxistas a ficar fora do poder.

Assyer, sempre questionado acerca da independência de Alin-Assur, voltou a garantir que só quando o seu partido alcançar uma maioria absoluta a questão será levada a referendo.
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Mensagem  URS Dom Maio 08, 2011 5:23 pm

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Saint-Martin

Nenad Prazaev, líder da AAN, criticou hoje fortemente o actual presidente e candidato socialista, Ugo Eyola, pelo facto de ter assinado um tratado com Moçambique em véspera de eleições: "Foi uma jogada suja do Sr. Eyola. Estamos a pouco mais de um mês das eleições e ele assina um tratado que pode comprometer o próximo governo. Quero por isso anunciar que chegámos hoje a um acordo com o Partido Marxista para a formação de um governo de coligação que tratará de anular de imediato este tratado. O povo martinense tem apenas de olhar para os jornais diários, onde os portugueses andam há violência, revoltas, guerras e roubo de terras, e a AAN não compactuará com isso."

As sondagens dizem que Eyola poderá não alcançar a maioria absoluta e tanto o MCU como o PSD já rejeitaram qualquer coligação com os socialistas, e podemos ter por isso em Saint-Martin uma das grandes surpresas das eleições.


Irlanda

Notícias surpreendentes vindas da Irlanda! Sam Boyd anunciou hoje que conseguiu uma coligação total à direita e já tem acordos com o PP e o MCU para a formação de um governo maioritário. Em caso de maioria absoluta na Assembleia, que parece provável (as últimas sondagens dão 56% à coligação PSD/PP/MCU) Boyd já afirmou que avançará para a realização de um referendo para a independência da Irlanda.

Estas afirmações valeram já ao líder social-democrata fortes críticas da esquerda irlandesa, e o socialista Mark O´Halloran vai amanhã reunir com o marxista Charles Simon para discutir uma eventual coligação.

Para acrescentar lume na fogueira, o actual presidente islandês, o marxista Eidur Helgusson, que deverá vencer na Islândia com maioria absoluta, foi peremptório ao afirmar que a Islândia cortará de imediato quaisquer laços diplomáticos e económicos com a Irlanda caso esta se torne independente, e mais, anulará o Pacto de Desmilitarizarão da Islândia, acrescentando que "uma Irlanda independente e de direita, liderada por um populista como Boyd cairá certamente na rede luso-britânica, e o povo islandês não se sentirá seguro com essa situação".

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Mensagem  Bahia Qua Maio 11, 2011 6:40 pm

Qual a opinião dos candidatos sobre a aberração que foi o ataque burgolavo a território brasileiro?
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Mensagem  URS Sex Maio 13, 2011 11:12 am

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Resultados Eleitorais
Nota: os partidos têm 2 semanas para formar coligações e votar para a presidência do Conselho.

Valtland

62% Partido Socialista Unido: Maximus Thorvald
22% Partido Marxista: André Gomes
6% Partido Revolucionário: Ricardo Gonçalves
5% Associação Anárquica Nacional: Per Arason
3% Partido Social Democrata: Beatrix Gouffran
1% Partido da União de Valtland: Tobias Elmander
0.5% Movimento dos Verdes: Jandro Miquel
0.25% Movimento dos Cidadãos Unidos: Klaus von Luhbenek
0.25% Partido Popular: Uki Ushida

Tal como previsto Maximus Thorvald foi reeleito Presidente da República Socialista de Valtland e o Partido Socialista Unido governará com maioria absoluta. Os marxistas obtiveram um resultado desastroso ao não aproveitarem a descida dos socialistas, sendo que que esses votos perdidos pelo PSU foram todos para o PR e para a AAN, que juntos alcançaram uns históricos 11% dos votos.

O PSU entregou de imediato os seus votos para a presidência do Conselho a Maximus Thorvald, abdicando do período de reflexão de que dispõe para tal.

Reacção de Maximus Thorvald:
"Camaradas, só vos posso agradecer pela continua confiança que continuam a depositar em mim e no PSU! Estes resultados são a prova inequívoca de que as nossas políticas económicas e sociais têm sido as mais correctas para o povo de Valtland. Esta vitória marca também a minha recandidatura à Presidência do Conselho, numa altura da nossa história em que enfrentamos desafios internacionais sem precedentes. Apelo por isso a todas as forças políticas que tenham em mente a estabilidade necessária dentro do Conselho e votem de acordo com essa necessidade. A última coisa de que a União necessita neste momento são as reformas radicais do camarada Mitropa, que colocarão em risco as nossas alianças internacionais e aumentarão a instabilidade na Ásia. Mais uma vez um grande obrigado, camaradas! Viva o PSU! Viva Valtland!"



Crystal

37% Partido Socialista Unido: Espen Jansen
35% Partido Marxista: Daniel Mitropa
16% Associação Anárquica Nacional: Andrew Holmes
8% Partido Revolucionário: Eric Gorbel
2% Movimento dos Verdes: Ugo Mazembe
1% Partido Social Democrata: Christopher Corbin
1% Movimento dos Cidadãos Unidos: Andrey Ruzmailov

E o grande vencedor em Crystal acabou por ser Andrew Holmes da Associação Anárquica Nacional, que alcançou 16% dos votos, obrigando assim os dois grandes partidos a negociar consigo uma coligação. No embate entre Jansen e Mitropa, o socialista acabou mesmo por vencer com mais 2% dos votos, mas esta vitória torna-se vazia sem a maioria absoluta. Os dois candidatos a presidente terão agora que negociar e convencer Holmes a coligar-se consigo, sendo previsível que o candidato anarquista tente ao máximo introduzir ministros do seu partido no próximo governo. Os partidos têm agora duas semanas para anunciar a coligação governativa e os seus votos para o Conselho.

Reacção de Espen jansen:
"Não era o resultado que queríamos, pois coloca-nos numa posição de dependência de terceiros, mas acredito na seriedade da AAN e que será possível alcançar um acordo que satisfaça ambas as partes. O camarada Holmes compreende a necessidade de estabilidade dentro do Conselho e só uma vitória do camarada Thorvald a conseguirá alcançar."

Reacção de Daniel Mitropa:
"Camaradas! Conseguimos pela primeira vez em Crystal roubar a maioria absoluta ao PSU e alcançámos o nosso melhor resultado de sempre! Isto demonstra que o povo de Crystal está à procura de mudança no seu governo e só o PM poderá levar a cabo essa tarefa. Espero ainda hoje reunir com o camarada Holmes, que aproveito para congratular pelo excelente resultado que alcançou, e definir uma coligação de mudança para o país."

Reacção de Andrew Holmes:
"Foi um resultado fantástico para a AAN e quero garantir desde já que quem votou em nós não sairá desiludido. O partido não será um fantoche nem estará no governo para fazer número. Vamos estar sempre activos e não venderemos barata a nossa aliança e contribuição. Ainda não tenho nada acordado com Jansen ou Mitropa, espero reunir com eles nos próximos dias para escolher a coligação que melhor representará os valores e o programa eleitoral da AAN."



Pratzen

60% Partido Marxista: Norbert Jones
20% Partido Socialista Unido: Cristina Balzaretti
12% Partido Revolucionário: Piotr Gazaev
5% Associação Anárquica Nacional: Sandra Voller
1% Movimento dos Cidadãos Unidos: Linda Gillingham
1% Movimento dos Verdes: Ji Yu Lin
1% Partido Social Democrata: Robert Petrosian

Em Pratzen o Partido Marxista sobreviveu com sucesso à reforma de Nikolai Bradzienitsch e Norbert Jones assegurou um governo de maioria absoluta para o PM, tornando-se no novo Presidente da República Socialista de valtland. No entanto o partido não pode ainda confirmar os seus votos para o Conselho devido à indecisão em Crystal. Cristina Balzaretti bateu com margem inesperada o revolucionário Piotr Gazaev alcançando o melhor resultado de sempre do PSU em Pratzen.

Reacção de Norbert Jones:
"Esta vitória e esta maioria absoluta servem para calar os críticos que diziam que o PM sem Bradzienitsch estava morto. Estamos bem vivos e temos mais 4 anos de governação pela frente, para continuar a crescer sempre rumo ao comunismo. A nossa vitória foi esmagadora, tivemos o triplo dos votos do PSU e isso confere-nos toda a legitimidade que necessitávamos. E posso também anunciar que se por infortúnio o camarada Mitropa sair derrotado em Crystal, seria candidato do PM à Presidência do Conselho."



Hacken

32% Partido Socialista Unido: Frederic Hazel
28% Partido Marxista: Vladimir Bletnianov
10% Associação Anárquica Nacional: Fernando Souza
9% Partido Revolucionário: Patrik Hubschman
8% Partido Social Democrata: Francesco Balzano
6% Movimento dos Cidadãos Unidos: Ricardo Paiva
6% Movimento dos Verdes: Ulisses Miranda
1% Partido Popular: Saiur Nupei-Natengo

Tudo em aberto em Hacken, onde se esperam 2 semanas de intensas negociações entre todos os partidos, que à excepção do PP, terminaram com pelo menos 6% dos votos. Para já a única garantia é que os Verdes se coligarão com o PSU de Frederic Hazel. Hazel afirmou que não se coligará com PSD mas irá reunir com o MCU. Já revolucionários e anarquistas recusaram comentar para já qualquer coligação. Históricamente o PR está mais próximo do PM mas tudo deverá depender do que os dois maiores partidos colocarem em cima da mesa.



Savedra

46% Partido Socialista Unido: Victor Hwan
26% Partido Marxista: Garcia Sanchez
16% Partido Social Democrata: Javier Garrido
6% Movimento dos Verdes: Andrés Raysol
3% Movimento dos Cidadãos Unidos: Collin Gerrard
1% Partido Revolucionário: Sebastian Schol
1% Associação Anárquica Nacional: Prince M´Busi
1% Partido Popular: Ismael Ben Ayt

Hwan não consegue maioria absoluta mas garante em noite eleitoral acordo de coligação com o Movimento dos Verdes para formar governo. A noite decorreu sem grandes surpresas e sem grande emoção, visto que logo após o anuncio dos resultados, o "verde" Andrés Raysol anunciou ter chegado a acordo com o PSU para formar governo.

Reacção de Victor Hwan:
"Camaradas, mais uma grande vitória para o PSU! Não só melhorámos o nosso resultado face às últimas eleições, como conseguimos na noite das eleições chegar a um acordo com os nossos camaradas do MV para formar uma coligação maioritária e estável. Posso garantir em nome da coligação que os nossos votos para a presidência do Conselho serão para o nosso estimada camarada Thorvald, para que continue o excelente trabalho que tem realizado".

Reacção de Andrés Raysol:
"Cidadãos de Savedra, os verdes estão hoje num governo da União pela primeira vez na sua história e já garantimos junto do PSU 3 Ministérios: Ambiente, Agricultura e Ordenamento do Território! Vamos mostrar às outras repúblicas a necessidade de ter os verdes num governo de coligação, pois as políticas socialistas de todos os governos têm falhado nas questões ambientais, e é aí que temos que entrar. Não somos movidos pelas maiorias ou por votos no Conselho, e por isso integraremos governos sem exigências nesse nível. Hoje em Savedra nasce um novo modo de governação!"



Alin-Assur

29% Partido Socialista Unido: Terese Nielsen
26% Partido Assuriano do Povo: Mourabet Assyer
21% Partido Marxista: Kevin Truman
8% Partido Social Democrata: Zair Nassef
5% Partido Popular: Tomas Rasmusson
4% Movimento dos Verdes: Marc Onitango
3% Partido Revolucionário: Hamil El-Zwari
2% Movimento dos Cidadãos Unidos: Mariana Velasquez
1% Associação Anárquica Nacional: Marko Temen
1% Partido Nazi: Trindade Santos

Em Alin-Assur seguiu-se a tendência de subida dos socialistas e descida dos marxistas. Terese Nielsen venceu as eleições e continuará como Presidente da República Popular de Alin-Assur. Sem grandes surpresas o PAP aceitou nova coligação com o PSU pelo que o actual governo deverá manter-se sem grandes alterações.



Treviso

51% Partido Marxista: Andrey Kubanov
33% Partido Socialista Unido: Jacques Givet
10% Partido Revolucionário: Lisaveta Fiodorova
3% Movimento dos Verdes: Scipio Green
2% Associação Anárquica Nacional: Sami Tchibala
1% Movimento dos Cidadãos Unidos: Herbert North

Para surpresa geral Andrey Kubanov conseguiu a maioria absoluta em Treviso, algo que nunca tinha acontecido na história da jovem república. O socialista Givet foi punido pelo eleitorado pela sua posição anti-Triestin numa república com forte influência social e cultural triestina. Embalado pela maioria, Kubanov juntou-se também a Jones na corrida à presidência do Conselho caso a eleição de Mitropa falhe em Crystal.

Reacção de Andrey Kubanov:
"Camaras, que grande dia para Treviso! Que grande vitória para o PM e para todos nós, que grande recompensa pelo trabalho que este governo realizou nos últimos quatro anos! Esta vitória garantirá que Treviso não se desviará do seu rumo e apesar da guerra, não esquecemos as nossas ligações com Triestin nem as ligações entre os nossos povos: essas sobreviverão a qualquer guerra! Depois deste voto de confiança do povo de Treviso, coloco também o meu trabalho e empenho ao serviço do Conselho, candidatando-me à sua presidência, caso o estimado camarada Mitropa não vença no continente. Que fique clara a união dentro do Partido e o apoio total a Mitropa caso ele seja vencedor."



Saint-Martin

59% Partido Socialista Unido: Ugo Eyola
30% Associação Anárquica Nacional: Nenad Prazaev
8% Partido Marxista: Vincenzo Nui
2% Movimento dos Cidadãos Unidos: Gilvêncio Santos
1% Partido Social Democrata: Igor Metzidis

Embalado pelo acordo com Moçambique, Ugo Eyola esmagou a concorrência e melhorou até os seus resultados, conseguindo a segunda maioria absoluta consecutiva e nova presidência da República. O tratado com Moçambique foi decisivo para os resultados de Eyola e a falta de reacção a este evento puniu Prazaev, que perdeu votos para os restantes partidos.

Reacção de Ugo Eyola:
"Quero agradecer a todos os cidadãos martinenses que voltaram a depositar a sua confiança em mim. Nos últimos 4 anos conseguimos desenvolver o país em todos os níveis, e essa legislatura culminou com este acordo histórico com Moçambique que esperamos traga um período de maior estabilidade à região e prosperidade à nossa indústria pesqueira. Vamos continuar neste rumo de pacifismo e boas relações com Moçambique, sabendo que temos a questão de Madagáscar para resolver no futuro. Espero que a violência termine para que seja possível discutir o futuro de toda a ilha."



Irlanda

41% Partido Social Democrata: Sam Boyd
30% Partido Socialista Unido: Mark O´Halloran
18% Partido Marxista: Charles Simon
8% Partido Popular: Ryan O´Brien
3% Movimento dos Cidadãos Unidos: Rachel Jones

Na Irlanda, algo que não se vê todos os dias. Uma vitória do centro-direita com Sam Boyd a ser reeleito presidente irlandês. A grande diferença é que desta vez a soma dos votos dos partidos de centro-direita chega aos 52%, prevendo-se uma coligação governativa a qual Boyd já mostrou estar interessado. O socialista Mark O´Halloran perdeu mais de 7% dos votos para o Partido Marxista e anunciou a sua demissão de Secretário-Geral do PSU-Irlanda.

Reacção de Sam Boyd:
"Esta noite tivemos mais grande vitória da social-democracia na Irlanda e só posso agradecer ao povo da Irlanda por me conceder a honra deste terceiro mandato como presidente. Como sabem é possível com uma coligação formar um governo sem o PSU e é isso que o PSD quer, esperamos chegar ainda esta semana a acordo com os outros partidos da direita irlandesa e formar um governo estável, sem influência socialista que nos permita avançar rumo às reformas da economia que queremos pôr em prática na Irlanda".



Islândia

68% Partido Marxista: Eidur Helgusson
28% Partido Socialista Unido: Andrei Isaksson
4% Associação Anárquica Nacional: Johanna Palsson

Mais uma vitória esmagadora para o aparentemente eterno Eidur Helgusson, que vai assim para o seu terceiro mandato como Presidente da República Socialista da Islândia, depois de 20 anos como governador quando a ilha ainda não era uma República. Serão no fim deste mandato 32 anos à frente da Islândia, o que será um recorde em toda a União. Mais uma vez Andrei Isaksson não teve hipótese e piorou até o seu resultado. A AAN estreou-se em eleições na Islândia com 4% dos votos.
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Mensagem  URS Seg Maio 16, 2011 8:26 am

Bahia escreveu:Qual a opinião dos candidatos sobre a aberração que foi o ataque burgolavo a território brasileiro?

ooc: vou só por a resposta dos candidatos que ainda podem chegar à Presidência do Conselho

ic:

Maximus Thorvald, Partido Socialista Unido
"O que aconteceu foi de facto infeliz e condenável, mas segundo as informações que temos tratou-se de facto de um acidente. Dito isto, a União sempre se pautou pelo pacifismo e pela resolução diplomática de quaisquer disputas internacionais, e relembro que a Internacional Socialista convidou a Entente para uma cimeira precisamente para resolver esta questão. Qual foi a resposta? Uma recusa total! Isto mostra bem a diferença entre as duas organizações. Quando um país pressiona outro militarmente mesmo às portas das suas fronteiras, este tipo de coisas acontece, e todos os intervenientes devem assumir as suas responsabilidades".


Daniel Mitropa, Partido Marxista
"A única aberração é o bullying óbvio de que a Burgolavia está a ser alvo por parte dos seus vizinhos. Saúdo a paciência do camarada Cardozo em gerir toda esta situação."


Norbert Jones, Partido Marxista
"A Burgolavia denunciou o caso na SDN, os delegados brasileiros abandonaram a sala, a Internacional convocou uma cimeira de paz, o Brasil recusou participar. Quem disparou artilharia junto da fronteira foi o Brasil, quem fechou águas nacionais a tráfego marítimo foi o Brasil, quem realizou jogos de guerra com outros países perto das águas burgolavas foi o Brasil. É óbvio quem é a nação provocadora em todo este processo. A reacção da Burgolavia é perfeitamente justificada."


Andrey Kubanov, Partido Marxista
"O camarada Jones disse tudo. Se o Brasil e a Entente julgam ter a razão moral e a lei internacional do seu lado, desafio-os a fazerem uma brincadeira destas nas fronteiras da União. Aí veriam que muito comedidos são os nossos camaradas burgolavos."
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Mensagem  URS Seg Maio 30, 2011 12:21 pm

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Depois de 2 semanas para negociar terminou hoje o prazo para anunciar as coligações governativas e os votos para o Conselho da União, que vai voltar a ter Maximus Thorvald como presidente.


Valtland

O governo maioritário do PSU não teve quaisquer negociações pela frente, mas anunciou no último dia que aceitou o Movimento dos Verdes como parceiro governativo, sendo Jandro Miquel, o candidato dos Verdes, nomeado como Ministro do Ambiente. O governo de Valtland entregou os seus 4 votos a Maximus Thorvald.


Crystal

Apesar de vencer as eleições, Espen Jansen, antigo Presidente do Conselho, acabou mesmo derrotado em Crystal. O Partido Marxista de Daniel Mitropa conseguiu uma coligação com a Associação Anárquica Nacional na condição do partido ter 7 ministros no novo executivo. O novo governo de coligação votou em Daniel Mitropa para Presidente do Conselho.


Pratzen

Depois da vitória de Mitropa, o marxista Norbert Jones retirou a sua candidatura à Presidência do Conselho e o governo maioritário de Pratzen deu os seus votos a Mitropa. Os marxista de Pratzen recusaram esta semana uma proposta de coligação com o Partido Revolucionário.


Hacken

O socialista Hazel conseguiu formar uma super-coligação governativa envolvendo 4 partidos, tendo conseguido o apoio dos Verdes, do MCU e da AAN. Os revolucionários foram o único partido a apoiar o PM, o que se revelou insuficiente. O novo governo votou em Thorvald para Presidente do Conselho.


Savedra

Tal como anunciado logo após as eleições, socialistas e verdes formaram um governo de coligação tendo os verdes garantido 3 ministérios. O voto do novo executivo de Savedra foram sem surpresa para Maximus Thorvald.


Alin-Assur

Em Alin-Assur a coligação PSU/PAP mantém-se firme e tal como nas últimas eleições, foram os votos deste governo que garantiram nova vitória de Thorvald no Conselho. Em termos de Ministros, o PAP terá 5, masi um que na última legislatura.


Treviso

Apesar de ter maioria absoluta, o marxista Kubanov surpreendeu tudo e todos ao coligar-se com o PR, oferecendo 2 ministros aos revolucionários. Rumores vindos de Teviso dizem que o PR-Treviso pode ser assimilado pelos marxistas nas próximas eleições, algo já negado pelo líder dos revolucionários. O voto trevisiano foi para Mitropa.


Saint-Martin

Eyola recusou coligações em Saint-Martin e manteve o governo 100% socialista. No entanto Eyola guardou uma surpresa para hoje, anunciado que o voto do seu governo foi para o savedrense Victor Hwan, um claro sinal das divergências de Eyola com Thorvald relativamente à gestão do problema de Madagáscar.


Irlanda

A direita irlandesa uniu-se em torno de Boyd e formaram um governo liderado pelo PSD. O Partido popular terá os primeiros ministros da sua história em toda a União. O governo irlandês deu o seu voto a Sam Boyd para a presidência do Conselho.


Islândia

Helgusson nomeou o terceiro governo de maioria absoluta sem coligações destas eleições e entregou o seu voto a Daniel Mitropa. Helgusson terá convidado Johanna Palsson para Ministra da Economia, mas a líder da AAN-Islândia declinou a oferta.




Balanço Final

Presidente de Valtland: Maximus Thorvald (PSU)
Governo de Valtland: 14 ministros do Partido Socialista Unido e 1 do Movimento dos Verdes
Votos para o Conselho: 4 para Maximus Thorvald

Presidente de Crystal: Daniel Mitropa (PM)
Governo de Crystal: 8 ministros do Partido Marxista e 7 da Associação Anárquica Nacional
Votos para o Conselho: 4 para Daniel Mitropa

Presidente de Pratzen: Norbert Jones (PM)
Governo de Pratzen: 15 ministros do Partido Marxista
Votos para o Conselho: 4 para Daniel Mitropa

Presidente de Hacken: Frederic Hazel (PSU)
Governo de Hacken: 10 ministros do Partido Socialista Unido, 3 da Associação Anárquica Nacional, 1 do Movimento dos Verdes e 1 do Movimento dos Cidadãos Unidos
Votos para o Conselho: 4 para Maximus Thorvald

Presidente de Savedra: Victor Hwan (PSU)
Governo de Savedra: 12 ministros do PSU e 3 do Movimento dos Verdes
Votos para o Conselho: 4 para Maximus Thorvald

Presidente de Alin-Assur: Terese Nielsen (PSU)
Governo de Alin-Assur: 10 ministros do Partido Socialista Unido e 5 do Partido Assuriano do Povo
Votos para o Conselho: 4 para Maximus Thorvald

Presidente de Treviso: Andrey Kubanov (PM)
Governo de Treviso: 13 ministros do Partido Marxista e 2 do Partido Revolucionário
Votos para o Conselho: 1 para Daniel Mitropa

Presidente de Saint-Martin: Ugo Eyola (PSU)
Governo de Saint-Martin: 15 ministros do Partido Socialista Unido
Votos para o Conselho: 1 para Victor Hwan

Presidente da Irlanda: Sam Boyd (PSD)
Governo da Irlanda: 12 ministros do Partido Social Democrata, 2 do Partido Popular e 1 do Movimento dos Cidadãos Unidos
Votos para o Conselho: 1 para Sam Boyd

Presidente da Islândia: Eidur Helgusson (PM)
Governo da Islândia: 15 ministros do Partido Marxista
Votos para o Conselho: 1 para Daniel Mitropa




Eleição do Presidente do Conselho

16 votos: Maximus Thorvald (Partido Socialista Unido)
10 votos: Daniel Mitropa (Partido Marxista)
1 voto: Victor Hwan (Partido Socialista Unido)
1 voto: Sam Boyd (Partido Social Democrata)




Maximus Thorvald reeleito Presidente do Conselho da União

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Maximus Thorvald nasceu em Ullendal, no norte do então Império Central de Valtland, em 1945.

Desde cedo um activista de esquerda, esteve na linha da frente da luta contra os fascistas de Pratzen, que em 1969 anexaram Valtland. Aquando da anexação Thorvald exilou-se em Hacken, onde incentivou os reinos orientais a entrarem em guerra contra os fascistas dos reinos ocidentais.

Tal não aconteceu e em 1975 Moriel Tadescu, líder fascista nascido em Savedra, mas proeminente em Pratzen, iniciou o processo de conquista dos reinos da actual URS. Em 1978 toda a actual União continental, excepção feita a Alin-Assur, estava sob o controlo de Tadescu, que declarou nesse ano o nascimento da União das Repúblicas Fascistas.

Thorvald, juntamente com muitos outros políticos e militares de esquerda, onde se incluíam Nikolai Bradzienitsch e o jovem Espen Jansen, refugiaram-se em Alin-Assur, onde durante quase uma década lutaram contra a URF, mantendo a independência assuriana e minando a autoridade de Tadescu através da guerrilha interna em todo o país. Já nesta altura se vincava a diferença entre Thorvald e Bradzienitsch. Enquanto Thorvald primava pela moderação e socialismo democrático e liberal, Bradzienitsch defendia uma revolução leninista e instauração da ditadura do proletariado.

Em 1984, a revolta popular em Crystal City abala a estrutura da URF, e financiado pelos vizinhos comunistas e socialistas, o Exército Revolucionário da Estrela Branca, líderado por Bradzienitsch, dá início à guerra civil que devastou o território nacional durante 3 anos. O isolamento internacional de Tadescu e o forte apoio dos países de esquerda a Bradzienitsch acabaram por ditar a queda do regime fascista.

Em 1987 Bradzienitsch e Thorvald partilham um governo provisório, ao qual cabe decidir se é restaurada a independência de cada antigo reino ou se a estrutura da URF se mantém nascendo uma nova República. As tensões aumentam com a clara divisão entre marxistas-leninistas e socialistas no governo provisório, e o país fica à beira de nova guerra civil. Esta situação faz que tanto Thorvald como Bradzienitsch comecem a perder apoio dos militares que os suportavam, e no final do ano é finalmente acordado o nascimento da República Popular de White Stars, com eleições a serem realizadas no inicio do ano seguinte.

Em 1988 Thorvald bate Bradzienitsch nas eleições. Os marxistas aceitam os resultados pacificamente e a estabilidade regressa de novo a todo o país.

No último ano da sua presidência, juntamente com Bradzienitsch, Jansen, Todorov, Hwan e Eyola, Thorvald dá inicio à descentralização de poder que acabará com a República e formará uma União de Repúblicas. Com todos os principais partidos de acordo, o tema vai a referendo e a ideia é aprovada. O final do mandato de Thorvald coincide assim com o fim da República Popular, que durou 4 anos.

Nasce então a União das Repúblicas Socialistas e Thorvald decide abandonar a vida política, deixando Espen Jansen como seu sucessor dentro do Partido Socialista Unido. Jansen tornou-se em 1992 Presidente do Conselho da União, cargo que ocupou durante 8 anos.

Durante a governação de Jansen, a URS afastou-se progressivamente das democracias liberais aproximando-se de Triestin. Thorvald sempre foi um crítico da relação com Triestin, tendo em 1997 defendido abertamente o derrube pela força do regime de Stalin.

Com o nascimento da Internacional Socialista, Thorvald pensou que Triestin estivesse sob controlo. No entanto, depois dos ataques de Stalin à América e Austrália e da sua consequente queda do poder, Thorvald decidiu regressar à vida política, tornando-se opositor de Jansen dentro do PSU. Em 1998 tornou-se Secretário-Geral da Internacional Socialista e anunciou que seria candidato à presidência de Valtland e do Conselho.

Há 4 anos Thorvald venceu mesmo as eleições em Valtland e no Conselho e com o tempo retomou as boas relações com Espen Jansen, que se tornou seu grande aliado dentro do Conselho. O inicio da sua foi marcado pela estabilidade mas as relações com Triestin foram-se deteriorando ao ponto dos vizinhos da União terem sido forçados a abandonar a Internacional Socialista. Ao nível desta organização, Thorvald conseguiu ainda iniciar o processo de adesão à mesma da União Soviética, algo que está prestes a acontecer.

A Presidência de Thorvald acabou no entanto por ficar marcada pela primeira guerra entre a URS e um país vizinho, quando Donets, depois de um golpe de estado militar em Triestin, lançou uma ofensiva sobre a União. Com a ajuda dos aliados socialistas da Burgolavia e da União Soviética, bem como de SpMky, a União venceu a guerra, derrubando Donets e reabrindo laços diplomáticos com o Presidente Borisov.

Maximus Thorvald inicia agora uma presidência que terá que lidar com as consequências da guerra e previsíveis más relações com Triestin. Terá também o desafio de manter a Internacional Socialista coesa face à ameaça da Entente na América do Sul.
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Mensagem  URS Sab Jun 04, 2011 6:29 am

O Presidente do Conselho da União está temporariamente disponível para entrevistas com órgãos de comunicação estrangeiros.
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Mensagem  Portugal Dom Jun 05, 2011 7:09 am

Em Lisboa, respira-se de alívio... "Ao menos com este sabe-se o que a casa gasta..." comentava o Brigadeiro Corte Real com um deputado...


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