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História Passada do Império Britânico - Sincronização

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Mensagem  Britannia Qua Nov 09, 2011 5:55 pm

Bem pessoal, isto é algo que já devia ter feito há muito, especialmente numa nação que é basicamente uma nação "what if?" e que ainda por cima tem de conviver com nações que não existiram nunca na história, mas que na história do nosso mundo possuem um passado, e convém ter este tópico para sincronizar com a história desses países.

Todo o pessoal que gosta de história pode comentar ou criticar mas conforme foi acordado na minha transferência, Athaulphia tem prioridade a criticar qualquer coisa que ache que o prejudica em especial, e os outros têm prioridade para criticar tudo o que os afecta directamente.

Antes de escrever mesmo a história vou colocar aqui um esboço da cronologia resumida dos eventos na América do Norte.

Cronologia de eventos:

Período colonial e revolucionário

1607 - Jamestown, Virgínia torna-se a primeira colónia Inglesa no novo mundo.
1707 - Nasce o Reino Unido da Grã-Bretanha
1733 - As treze colónias estão agora plenamente formadas.
1749 - A população nas treze colónias chega ao milhão de habitantes.
1754 - Começa a guerra dos sete anos, primeiro conflito à escala mundial. Grã-Bretanha, Portugal e Prussia enfrentam França, Centric, Austria e Espanha.
1663 - Proclamação de George III bloqueia a colonização de mais terras índias na América do Norte para evitar antagonizar os nativos.
1764 - Fim do conflito com vitória Britânica. França e Espanha perdem todos os seus territórios na América do Norte com excepção de Athaulphia que a Grã-Bretanha não consegue ocupar por completo devido a resistência local.
1770 - Os custos da guerra quase que levaram a Grã-Bretanha à bancarrota que para pagar a divida apoia-se fortemente no seu império colonial.
1774 - Formação do primeiro congresso continental, inicio do período revolucionário Americano.
1775 - Começa a guerra revolucionária Americana (guerra civil Britânica ou a grande revolta de 76 nesta timeline)
1776 - Proclamação da independência dos Estados Unidos da América
1778 - França e Espanha aliam-se com os Estados Unidos.
1781 - A Grã-Bretanha vence a batalha naval de Yorktown e socorre o exército sitiado na cidade.
1782 - Trava-se a maior batalha naval de sempre, durante a batalha do canal a Royal Navy esmaga definitivamente as marinhas da França e da Espanha, tirando-as do mar durante pelo menos uma década.
1784 - Batalha de Filadélfia, o exército continental é aniquilado por um exército Britânico mais numeroso e mais bem armado, George Washington é morto em combate.
1785 - A Nova Inglaterra desiste em massa do movimento revolucionário e pede para negociar a paz, estão construídas as bases para a criação do futuro domínio da Nova Inglaterra em 1823.
1786 - Acordo de Londres determina o fim da guerra civil Britânica com uma "paz fraterna". Para evitar mais conflito o governo de Londres começa imediatamente a dar mais liberdades e autonomia aos governos coloniais.
1789 - Revolução Francesa
1800-1812 - Possibilidade muito real de invasão Francesa leva que as colónias Americanas sejam reorganizadas para a possibilidade de terem de se tornar o centro do Império Britânico, as colónias são dotadas de infraestrutura suficiente para suportar todo o governo e forças militares Britânicas. A familiar real prepara-se para se retirar para as colónias até à batalha de Trafalgar, que só acontece em 1812.
1815 - Batalha de Waterloo e congresso de Viena, inicio do período de pax Britânica.

Período Imperial

1832 - Fim da efectividade da proclamação real de 1763 quando todas as colónias obtêm governo responsável. Os colonos Americanos começam a colonizar território índio.
1840 - A população na América Britânica chega aos 14 milhões.
1845 - A grande fome na Irlanda é advertida graças a uma intervenção estatal eficaz o que significa que diáspora Irlandesa para a América é bastante menor.
1850 - Guerras índias, o governo Britânico intervém e ordena a criação de um estado Índio Livre (ainda existente hoje), mesmo assim os Índios perdem quase todo o seu território. A demora em abrir a fronteira explica porque é que fatias generosas de espaço na América do norte ainda são territórios geridos directamente pelo parlamento.
1853 - Conquista do Texas, que é anexado directamente ao Império, e da Califórnia, que é renomeada "Pacifica".
1857 - O governo Britânico ordena aos estados sulistas que abulam imediatamente a escravatura, ilegal em todo o Império. Estados Sulistas recusam.
1858 - Estados Sulistas proclamam a Confederação Americana, mas são rapidamente derrotados por uma coligação de tropas do norte e Britânicas. A escravatura é completamente abolida por fim em todo o Império Britânico.
1860 - Os estados Norte-Americanos coligam-se na British North America.
1862 - A BNA passa o acto de protecção racial que limita imenso a imigração de povos que não sejam puramente Britânicos ou Irlandeses. A população Alemã na América do Norte não se chega a materializar. A imigração também é drasticamente reduzida.
1870 - Inicio da industrialização norte-americana.
1880 - A população norte-americana é de 20 milhões.
1890 - Exposição mundial de Nova York. População da América é de 28 milhões.
1892 - Economia Americana estagna por falta de mão-de-obra disponível mesmo com um aumento crescente da eficiência técnica.
1895 - Abolição de todos os actos de protecção racial. Imigração dispara.
1898 - Revoltas em Cuba, o Maine afunda-se na baía de Havana e a América do Norte (mesmo sem legitimidade para o fazer visto a diplomacia externa ser um poder do governo de Londres) declara guerra a Espanha, tropas sulistas tomam a ilha. A Grã-Bretanha nunca anexa formalmente a ilha, mas ameaça a Espanha com guerra caso retaliem. Um governo de emigrantes Britânicos formam o governo da ilha que renomeiam Trópico, os seus descendentes ainda hoje governam a ilha com punho de ferro.

Período contemporâneo.

1900 - População na América chega aos 50 milhões.
1914 - Inicio da Primeira Grande Guerra na Europa

Continua....









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Mensagem  Centric Qua Nov 09, 2011 6:06 pm

Ora bem, possíveis interacções com Centric.

Primeiro, há que estabelecer porquê que tanto na Anglia como na Grã-Bretanha se fala inglês e porquê que os povos são tão semelhantes. A minha explicação antes de tu ires para o spot actual era a de que um nobre renegado francês, em 1066, havia invadido um conjunto de cidades ligeiramente romanizadas mas essencialmente populadas por anglos e saxões. Agora já não dá. Poderia Anglia ter sido uma aventura posterior do teu equivalente ao Guilherme o Conquistador? Poderia, coincidentemente, um conjunto de condições parecidas originar dois povos parecidos, considerando a distância curta que separa os dois países? Comércio, etc.?

O Império Centrico começa a expandir-se mais ou menos depois de 1415, e, na minha página de história tinha contado com que, até 1500, as novas conquistas incluíssem a zona dominada pela Liga Hanseática (que ainda hoje é parte de Centric), e praticamente toda a costa báltica, a Escócia, a Islândia, Svalbard e a Gronelândia. Depois, tinha previsto aventuras coloniais no Canadá e na África do Sul. A primeira aventura acabaria, excepto umas quantas áreas costeiras, em 1600, mas a africana manter-se-ia. Vê se queres alguma interacção entre colonos centricos e britânicos nessa altura. Depois teria umas aventuras na Ásia, mas nada de mais.

Guerra dos sete anos corresponde à queda do Império Centrico, mas temos de configurar as razões do conflito? Católicos v. Protestantes? Outra razão? Seja como for, eu seria o maior derrotado nessa Guerra e perderia tanto o Báltico, como a Escócia e a Gronelândia.

Quanto a Guerra Mundial, podíamos incluir tudo numa só, de 39 a 45. Eu lideraria o Eixo com a União dos Povos Germânicos, e tu poderias muito bem liderar os Aliados, como historicamente. A pergunta prende-se com a posição de Portugal, etc.

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Mensagem  Athaulphia Qui Nov 10, 2011 6:38 am

Umas linhas gerais da história athaúlphica adaptada á nova situação:

1478 ~ Fundação. Para ca. 1520 Athaulphia é a cidade de Athaulphópolis (uns 1500 hab.) e a comarca duns 25~50 kms à redonda.

1478 ~ ca. 1580 - Desenvolvimento do país como Comunidade ou colônia independente e soberana de facto, em precário equilíbrio entre Espanha e Portugal: ambas as coroas consideram Athaulphia como seu território e disputam sem fim sobre o seu status, pois o Tratado de Tordesilhas não esclarecia a sua situação jurídica, os mapas eram manipulados por ambos os reinos... e graças a isso, os athaúlphicos se estabelecem como um país independente aproveitando esse "vazio jurídico". Com a (Primeira no nosso timeline) União Ibérica dos Filipes a discussão acaba e Athaulphia é obrigada a reconhecer a soberania dos Habsburgo.

1580 ~ 1640 - Athaulphia colônia espanhola. Nesta época o grande conflicto latente é entre os "velhos athaúlphicos" que defendem as suas próprias leis e liberdades após um século de Comunidade, e por outro lado a administração Real, que procura uma assimilação política, jurídica e religiosa (no século XVI Athaulphia destacou por ser refúgio de perseguidos religiosos judeus e protestantes e pela sua tolerância religiosa, estilo Holanda). Contudo, não chega a haver nenhuma guerra nem conflicto grave.

1640 ~ Aproveitando a rebelião de Portugal e Catalunha, Athaulphia declara-se independente.

1640 ~ século XVIII - No começo desta época tenho prevista (sem concretizar ainda) uma confusa guerra (ou várias) a várias bandas: athaúlphicos que querem primeiro a independência e depois a expansão pelos actuais Quebec e Nova Inglaterra, espanhois que querem submete-los, portugueses que querem incorpora-los ao seu reino, e pelo medio franceses, ingleses e holandeses tentando aproveitar a situação para expandir-se pela região. Nesta época pode incluir-se a expansão de Centric pelo Canadá e a expansão das colônias britânicas. Isto tudo remata, seja como fôr, com Athaulphia incorporada a um império maior (ainda não sei qual, mas terá que ser bem o espanhol, bem o britânico - mais possível o primeiro), mas em situação de vantagem, como um Reino com as suas próprias leis, não assimilado nem submetido. Depois disso veria um periodo relativamente longo de paz e tranquilidade interna. Ficaria por definir a relação de Athaulphia com a Guerra dos Sete Anos e a Grande Revolta do 1776. É seguro que o exemplo dos rebeldes norteamericanos e o cansaço dos athaúlphicos por lutar em guerras de outros (o império do que formariam parte interviria e usaria os territórios athaúlphicos como base de operações) levaria a um movimento pela independência muito forte: primeiro haveria uma revolta, brutalmente sufocada, na altura da revolta norteamericana (ca. 1780); depois disso a repressão do império seria maior, e também os desejos dos athaúlphicos por se libertar dele.

Inícios s. XIX - O movimento independentista athaúlphico, muito inspirado pela revolta norteamericana e a Revolução Francesa (o que lhe da um carácter marcadamente liberal, enquanto a reacção fica identificada com o "unionismo") faz-se aos poucos com o controlo do país.

A partir deste momento, e até o final da nossa Segunda Guerra Mundial, tenho dois timelines diferentes, e ainda não sei com qual deles ficarei:

TIMELINE A (mais próximo ao RP que tenho feito até agora):

Perante o movimento independentista, o governo imperial (vendo-o agora, acho que deverá ser espanhol) adopta, além da repressão, outras medidas: a primeira é converter Athaulphia em reino independente com o seu próprio Rei (um irmão/filho mais novo/sobrinho/sei lá do Imperador, de nome Fernando). Athaulphia fica assim sendo um reino independente, mas baixo a mesma dinastia (uma situação semelhante ao caso de Pedro I do Brasil). Os primeiros reis (Fernando e seu filho Carlos Luis) são marcadamente absolutistas e integralistas (apoiam o carlismo espanhol e o miguelismo português), mas não podem evitar uma revolução de tipo liberal ca. 1848. Após um periodo de "conciliação" no que o Rei arranja um acordo com os liberais para seguir no trono, um intento de reacção provoca uma segunda revolução em 1868. Desta vez o Rei absolutista Carlos Luis é expulsado ao exílio (tentará uma invassão mais tarde, e fracasará).

Uma rama menor (e marcadamente liberal) da família real é chamada a reinar: reinado do Rei Xoán Manuel (1868-1881) e da Rainha Cristina (1881-1892). Com Xoán Manuel há um periodo de paz e progresso, mas com Cristina chega uma etapa de corrupção que acaba por custar-lhe a coroa: em 1892 proclama-se a República. O país manten-se sem maiores complicações, e progride muito nos primórdios do s.XX... até a crise do 29. Nesta época temos uma grave crise, e os classicos conflictos dos anos 30 entre comunistas e fascistas, até que os fascistas dão um golpe de estado em 1934, num acontecimento parecido à "marcha sobre Roma". Alberto de León é o nosso ditador fascista, aliado de Franco e Ulrich. Chegada a II Guerra Mundial, por medo a uma invasão americana não entrará na guerra diretamente, mas enviará armas e tropas "voluntárias" para combater em Europa ao lado dos fascistas. Contudo, será derrubado pouco antes da fim da guerra por um golpe interno, conducido pelos opositores, os militares descontentes e o apoio, mais ou menos baixo a mesa, do Império Britânico, que desejava tirar um fascista do seu "backyard". Depois disto o país entra numa fase marcadamente isolacionista e neutralista quase até os nosso dias.

TIMELINE B (mais próximo às minhas idéias originais sobre Athaulphia e à história IRL)

Neste caso, Athaulphia, parte do Império Espanhol, tentará obter a independência, ao mesmo tempo que o resto das possessões espanholas nas Américas, mas não o conseguirá (apesar do apoio e simpatias dos yankees, o Império Britânico ajudará ao Rei Fernando VII de Espanha a submeter aos athaúlphicos, no marco da "Santa Aliança" - em troco de mirar para outra parte na América do Sul...) Athaulphia é submetida a uma completa depuração e um regime integralista até mais duro do que a própria Espanha: por isso, durante a I Guerra Carlista, os carlistas controlarão Athaulphia e manterão o seu controlo até anos depois da fim oficial da Guerra em 1839. De facto, Athaulphia será um bastião rebelde carlista até 1848, em que a Coroa liberal espanhola de Isabel II recupera o controlo (possívelmente com ajuda britânica). Athaulphia seguirá mantendo um status como o de Cuba, entre colônia e parte de Espanha, mas com um marcado movimento independentista. Em 1873 os athaúlphicos apoiarão lealmente a I República Federal Espanhola (com a idéia de ser um dos estados federados), mas quando esta seja abolida em 1874, rebelarão-se. Há uma guerra durante vários anos, com uma paz tensa a seguir e uma continua relação com a Norteamérica britânica (onde os independentistas athaúlphicos terão apoio não oficial e refúgio).

En 1898, com a guerra britânico-espanhola, Espanha perde para os britânicos Cuba... e também Athaulphia. Os athaúlphicos proclamam a República de Athaulphia, mas algúns britânicos querem anexa-la. Tras anos de tensões (nos que Athaulphia é oficialmente um estado soberano, mas submetido a certa tutela, como Cuba com os EUA nessa altura IRL), na I Guerra Mundial (ou o que fôr que inventemos) o Império Britânico propõe-se devolver Athaulphia a Espanha, em troco de apoio, outras colônias mais interessantes e/ou dinheiro. Athaulphia está muito dividida nesta época: soberanistas, pro-britânicos e pro-espanhois, e além destas divisões, aparecem as divisões entre socialistas/comunistas, liberais, fascistas... (um bom embrulho político). Finalmente é devolta a Espanha ca. 1925, com grandes protestos athaúlphicos e grande aproveitamento propagandístico por parte do ditador espanhol Primo de Rivera. Com a chegada da II República Espanhola os soberanistas athaúlphicos decidem colaborar com ela, com o objectivo de obter autonomia: de facto, Athaulphia converte-se na "Região Autónoma Ultramarina de Athaulphia", a seguir de Catalunha. Mas com o começo da Guerra Civil Espanhola 1936-1939, os militares e falangistas conseguem controla-la: Alberto de León converte-se no governador nomeado por Franco e establece um regime de terror fascista (os opositores fogem à América Britânica, mas o Império Britânico não intervem, pois nessa altura teme mais aos comunistas do que aos fascistas). Obviamente, qualquer forma de autonomia é suprimida.

Mas na II Guerra Mundial mudam as coisas: apesar da sua teórica neutralidade, Franco permite que os submarinos de Ulrich empreguem Athaulphia como base contra o Império Britânico, convertendo-se numa ameaça muito grave para os aliados. Os britânicos planejam invadir Athaulphia, mas isso romperia a batoteira "neutralidade" de Franco, e isso é uma coisa que não querem. Portanto, decidem ajudar aos rebeldes athaúlphicos (e republicanos espanhois exiliados): estes organizam um golpe e em 1941 conseguem o controlo do pais, enquanto Franco e Ulrich tentam recupera-lo, sem sucesso. Depois da guerra, moitos esperam a queda de Franco e a volta ao status da República Espanhola (os rebeldes athaúlphicos declaram-se "Espanha Livre"). Mas quando após a guerra os aliados decidem deixar estar a Franco (e circulam rumores de que os britânicos lhe vão entregar Athaulphia), os athaúlphicos cortam ás últimas ligações com Espanha e proclamam a República de Athaulphia, independente e soberana, e já definitiva, até a actualidade. Depois chega a mesma fase de isolacionismo até os nosso dias.

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Mensagem  Portugal Qui Nov 10, 2011 2:23 pm

Um reparo ao Adolfo:

. Os primeiros reis (Fernando e seu filho Carlos Luis) são marcadamente absolutistas e integralistas (apoiam o carlismo espanhol e o miguelismo português), mas não podem evitar uma revolução de tipo liberal ca. 1848.

O "Integralismo" é uma corrente de finais do século XIX Smile Nessa altura, 1848, ainda se mantinha viva a teoria do Realismo. Contudo, não é estúpido chamar neo-realismo ao Integralismo, agora afirmar-los como iguais é errado. Tem programas diferentes, mas ambos não deixam de dar bastante poder ao rei, e ter aversão a constituições e leis que regulem a actividade do monarca!

Quanto á guerra de 1898, sugiro mesmo que se mantenha o nome de Hispano-Americana, na medida em que foi apenas sustentada pelos estados do Congresso Americano, com a mera "benção" da Rainha Vitória, que se desculpava por todos os lados á Espanha, que "não iria agir contra a vontade dos seus fieis súbitos americanos." Assim mantém-se uma time-line e um realismo maior. Wink

Mas vá, isto é apenas minha sugestão.


Rolo:

A posição de Portugal na primeira guerra mundial é igual á da vida real. 1ª Republica a combater pelos aliados, e os monárquicos, dominados pelas correntes integralistas na sua maioria, totalmente do lado dos Impérios Centrais: Alemanha e Áustria (Não sei qual é a posição do Reino dos Cruzados, mas seria engraçado que estivesse do lado dos Impérios Centrais).

2ª Guerra Mundial, Portugal pós guerra civil (monárquicos vs republicanos) motivada pelo episódio Monarquia do Norte, levou a uma vitória monárquica e a instauração de um regime de pendor Integralista. Contudo, muita coisa mudou na Europa pós 1ª Grande Guerra, os Integralismos não passavam de "trastes do passado", sendo a Europa dominada pelas ideias de extrema-direita. Os Integralistas sentiam-se ameaçados, e tiveram de engolir o sapo, e lutar contra os maléficos "tiranos inimigos do trono e do altar", que era o Eixo.

Portugal desempenharia muito o papel da URSS na Europa, enviando contingentes enormes de soldados, sendo um exército na sua integra composto quase por infantaria, que sobreviveu e teve sucesso graças aos meios britânicos (apoio aério e naval). Basicamente, era tudo carne para canhão, mas eram tantos tantos... Escusado será mencionar, que aviação... tanques e afins 99% vinham da Grã-Bretanha/Estados da América! Haaa e grande parte do armamento e munições, como era igual ao alemão/centrico... Bastava capturar os depósitos de armas da UPG e dos soldados aprisionados/mortos e moribundos...

Explicação demográfica, para a "sobrelotação da população portuguesa": Incremento desde 1917 da colonização em massa de Angola e Moçambique, devido à pressão demográfica em Portugal, motivada pela melhoria das condições de vida decorrentes de uma industrialização em expansão durante a 1ª Republica, e explorada ao máximo pelos governos da "2ª" monarquia.

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Mensagem  Centric Dom Nov 13, 2011 6:39 pm

Já agora, tenho uma boa ideia para explicar uma Nação inglesa em Centric, vê se concordas.

Os povos que no ano 500 imigraram para a Inglaterra seriam os povos que o fizeram no RL, os Anglos, os Saxões e os Jutos. Que tal os Anglos virem da actual Anglia em Centric, os Jutos da Jutlândia, que é na RL Dinamarca (em Centric portanto) e os Saxões da saxónia na Alemanha?
E depois, considerando que a história se passou como na vida real, com os Vikings (que vêm na Norselândia) a invadirem várias vezes a Inglaterra e, em 1066 o Guilherme a invadir-te também, o que aconteceria? Em vez do rei inglês morto na via real ter morrido, tinha fugido para Anglia e depois, em 1094, uma invasão em grande escala do irmão mais novo do Guilherme, Rufus da Normania, ter tido sucesso, só que, em vez de um reino inglês em ambos os países, o Rufus ter estabelecido o seu próprio reino na Anglia? Parece boa ideia?

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Mensagem  Portugal Sex Nov 18, 2011 2:38 pm

A meu ver não acho descabido Wink

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Mensagem  Britannia Sex Dez 30, 2011 7:21 pm

Desculpem lá ter começado isto e entretanto não ter ligado mais, mas vamos voltar ao tópico.

Especialmente agora que recupero Londres, SpMky desapareceu, e tenho que gerir a história. Logo posso fazer uma alterações à timeline. Ou seja, anteriormente a minha história era que depois da guerra o Império Britânico estava exausto, e ainda mais exausto ficou a tentar manter o seu império global, e depois de uma guerra civil perdeu o seu território mãe e o governo fugiu para a América. Nunca apreciei muito este cenário, mas no sentido de justificar a existência de SpMky sempre o segui. Agora já não faz muito sentido, por isso vou alterar, mas sem fazer desaparecer o RP passado e sem alterar nada no actual mapa das coisas.

Nova Timeline:

Império Britânico luta a grande guerra, e vence apoiado nas muletas do seu Império colonial (neste cenário sem Índia, porque assumo que nunca colonizei o que é a URS hoje) e de Portugal. Durante a guerra o governo retira-se de uma Grã-Bretanha fortemente bombardeada para a América quando, depois de uma ofensiva fortíssima de Centric, se julga que a ilha vai mesmo cair (levando Churchill a pedir o apoio Português). O governo muda-se para a América com o fim de continuar a guerra mesmo que tenha que ser alem-mar. No pós-guerra ficaram, até porque o novo eixo económico e politico Britânico muda para a América. No pós-guerra o Império está falido, e sem investidores possíveis (os USA não existem, e a América neste cenário, para alem de ser menos poderosa, também gastou os seus recursos a combater a guerra). Para alem disso, no alem-mar, sem ser na BNA, séculos de racismo instituído, de exploração, e de não envolvimento com a população local significa que muitos povos se querem livrar da influencia Britânica, de forma a que o Império vai ficando mais, e mais, e mais pequeno, até só restar a América. O regime como o tenho actualmente nasce depois de só restar a América no Império, e é uma tentativa de manter tudo o que ainda resta do Império Britânico intacto.

Já agora, explico o nome, apesar do Império não ser já gerido a partir da ilha que lhe deu o nome, razão também pelo qual é ocasionalmente chamado de Britannia em vez de Império Britânico. É o facto que todos os actuais cidadãos do Império se vêem como Britânicos, um pouco como os Canadianos e os Australianos até há pouco tempo se viam como Britânicos, e como muitos Americanos até à revolução se viam como Britânicos. Ou seja, a América de uma certa forma é uma extensão da Grã-Bretanha, a cultura na América do Norte é Britânica, mesmo com as suas variações. De uma certa forma é como se fosse o Reino Unido da nossa vida real, excepto que em vez de ter só Inglaterra, Escócia e Gales também tem todos os estados Americanos, que fazem parte integrante de uma nação Britânica.

Primeiro, há que estabelecer porquê que tanto na Anglia como na Grã-Bretanha se fala inglês e porquê que os povos são tão semelhantes. A minha explicação antes de tu ires para o spot actual era a de que um nobre renegado francês, em 1066, havia invadido um conjunto de cidades ligeiramente romanizadas mas essencialmente populadas por anglos e saxões. Agora já não dá. Poderia Anglia ter sido uma aventura posterior do teu equivalente ao Guilherme o Conquistador? Poderia, coincidentemente, um conjunto de condições parecidas originar dois povos parecidos, considerando a distância curta que separa os dois países? Comércio, etc.?

Sim, acho que faz sentido. Também podes assumir que em alguma altura na idade medieval um líder Anglio conquistou a Inglaterra (tal como na conquista Normanda) e impôs a língua e as práticas Anglias. Com o tempo também podes, se quiseres, assumir que uma vaga de camponeses e nobres (por várias razões, como por exemplo uma fome ou algo assim) decidiram tentar a sorte no território, e com as misturas surge uma cultura parecida com a Anglia, mesmo depois dos dois territórios se separarem. Visto os dois povos serem semelhantes é natural também que tenham sido parceiros de preferência em termos de comércio.

Depois, tinha previsto aventuras coloniais no Canadá e na África do Sul. A primeira aventura acabaria, excepto umas quantas áreas costeiras, em 1600, mas a africana manter-se-ia. Vê se queres alguma interacção entre colonos centricos e britânicos nessa altura. Depois teria umas aventuras na Ásia, mas nada de mais.

1 - Esquece a Escócia, nessa timeline invadir a Escócia seria difícil porque já era um país formado, e com capacidade de se defender bem, alem que a Inglaterra te iria expulsar, porque querem ser eles a oprimir a Escócia.

2 - Sim, podemos assumir que houve bastante interacção entre os dois povos nessa altura, criando até uma espécie de "boers" ou algo assim. Se me deixares, até seria giro assumir que existe uma população relativamente grande com características germânicas na América.

Quanto ao cenário do Athaulphia, gosto, gosto mesmo muito, não só cria um RP interessante em termos culturais com Portugal, como com o Império, tanto como um sitio que serviu de asilo, como um bando de sacanas que queriam devolver sempre a trela ao dono.
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Mensagem  Athaulphia Sab Dez 31, 2011 6:28 am

Britannia escreveu:Quanto ao cenário do Athaulphia, gosto, gosto mesmo muito, não só cria um RP interessante em termos culturais com Portugal, como com o Império, tanto como um sitio que serviu de asilo, como um bando de sacanas que queriam devolver sempre a trela ao dono.
Falas do timeline B, não é? Sim, acho que vou ficar com esse, tem mais interacção com outros países do RP, nomeadamente Espanha-Portugal e a British North America, e tem mais relação com a história IRL.

Aliás, também tenho que definir a implicação de Athaulphia na Guerra dos Sete Anos e na rebelião das Treze Colónias de 1776: aí podemos ter interessantes guerras passadas implicando Athaulphia, Britannia, Espanha e Centric, que também esteve a colonizar pela América do Norte. Centric podia ter o papel da França, que foi expulsa da Norteamérica depois da Guerra dos Sete Anos.

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Mensagem  Portugal Seg Jan 02, 2012 7:20 pm

Eu gosto da B, parece-me a mais lúcida e realista! Wink

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Mensagem  Portugal Seg Jan 02, 2012 7:26 pm

Finalmente é devolta a Espanha ca. 1925, com grandes protestos athaúlphicos e grande aproveitamento propagandístico por parte do ditador espanhol Primo de Rivera.

Aliás isto é uma justificação Histórica muito boa para o bichinho luso-espanhol de "recuperar o império"! Mas num sentido de aproveitamento político, os políticos procurarem restaurar a "glória do passado" para se conotarem com ele e obterem o apoio das massas!

Podemos daqui assumir que foi Rivera que o fez, inspirado na Batalha de El Callao, que fez com que a Espanha recuperasse o Perú na década de 1870, e que daí em 1925 os espanhóis conseguiram esse feito, e os portugueses, frustrados por terem governos que investiram todo o capital bélico, numa guerra frustrada, sem glória nem proveito, a 1ª Guerra Mundial, começaram a exigir o mesmo.

O Exército sentia-se que não tinha louros nenhuns da vitória na 1ª Guerra Mundial, e que vivia à sombra dos louros da verdadeira vencedora, a Grã Bretanha, portanto havia que dar prestígio ao "Exército" com grandes feitos equiparados aos feitos no passado. Daí a senda da "Política do Couraçado"... E da atitude predatória ibérica face a zonas "tropicais"...

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