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União das Repúblicas Libertárias Centricas

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União das Repúblicas Libertárias Centricas Empty União das Repúblicas Libertárias Centricas

Mensagem  Centric Qua Nov 19, 2008 11:03 am


União das Repúblicas Libertárias Centricas Selourlc
União das Repúblicas Libertárias Centricas
Union of the Libertarian Republics of Centric
Unionen av Libertaerske Republikker i Centric
Verhed fon di Libertaeren Republiken fon Centric
Uni Republik Libertaris Centric
Muungano wa Libertariani Jamhuri ya Centrik
Unionin Libertären Tasavaltojen Centrici
Union der Libertären Republiken Centric


Factos Breves



  • População: c. 95 milhões
  • Capital: Lumiar
  • Chefe de Estado e Governo: Cargos colectivamente exercidos pelo Directório
  • Órgão Legislativo: Congresso da União
  • Fundação: 2002, A Revolução (herdeiro da Segunda República de Centric, 1945; União dos Povos Germânicos, 1929; Primeira República de Centric, 1803; Império de Centric, 1415)
  • Moeda: Crédito
  • Línguas Oficiais:
    - Inglês
    - Nórdico
    - Boganês
    - Indonésio
    - Swahili
    - Finlandês
    - Alemão

  • Religião Oficial: Nenhuma
  • Religiões Predominantes:
    -Ateísmo/Agnosticismo/Nenhuma (49%)
    -Cristianismo Protestante (30%)
    -Cristianismo Católico (7%)
    -Islão (7%)
    -Misticismo Boganês (5%)
    -Outras (2%)


União das Repúblicas Libertárias Centricas Urlcmapanp2

União das Repúblicas Libertárias Centricas Novasrepubmh1
(não liguem ao Iucatão)

Política





Organização Política

União das Repúblicas Libertárias Centricas Urlcnovorgpol

Economia

Socialismo de Livre-Mercado

Baseados nos ensinamentos do filósofo político Proudhon, os líderes do movimento Libertário estabeleceram um modelo económico baseado no mutualismo, denominado Socialismo de Livre Mercado. Para muitos parece estranho como dois conceitos tão opostos se possam conciliar, mas o facto é que, como rejeição do capitalismo e do comunismo, os economistas e pensadores Libertários conceberam um sistema único no mundo.
Após a Revolução, que foi um conflito particularmente sangrento, a União estava em estado de sítio. Colheitas queimadas, fábricas destruídas, empresas falidas... A economia estava destroçada. Deparando-se com isto, no entanto, o Primeiro Cidadão James Hammersmith e o seu Director das Finanças, Yurgen Hoemmer elaboraram um plano com o objectivo de reerguer a economia Centrica e trazê-la a outro nível. Após a reconstrução de infraestruturas, feita através dos Concelhos Locais, passou-se uma lei Pan-União em que se estipulava o fim de todos os subsídios para as empresas e o fim das facilidades de exportação. Isso, mesmo combinado com impostos nulos (excepto sobre terrenos), fez com que as empresas dificilmente se reerguessem ao seu nível anterior, a não ser através de grandes lucros. Assim, com falta de subsídios, apoios e facilidades de exportação, há uma certa proliferação de pequenas e médias empresas, sendo grandes multinacionais inexistentes na União. A falta de apoios e subsídios, os impostos nulos e um sector bancário completamente desregulado com taxas de juro nulas ou muito baixas, teoricamente dá a oportunidade até aos cidadãos mais desfavorecidos de montarem o seu próprio negócio, seja individualmente ou através de cooperativas com outros cidadãos, em que os lucros são igualmente divididos. Devido a esta política, nos últimos anos vemos que as PME's constituem cerca de 98% das empresas Centricas, representando 90% do lucro.
Com a implementação Socialismo de Livre-Mercado em prática criou-se uma sociedade mais igualitária (o fosso entre ricos e pobres é muito reduzido) sem abdicar-se da liberdade económica.
A URLC baseia-se num forte ideal de localidade, o que lá é feito, é para lá. O que sobra troca-se com as que não têm, e vice-versa, mas sempre numa lógica de livre-mercado desregulado.

Divisões Administrativas

A URLC está dividida em 7 Repúblicas e 120 Concelhos, que são autónomos em todos os aspectos, menos política exterior e política económica geral, estando aí subordinadas ao Directório e à Declaração da União e à Carta dos Direitos.

República Libertária Livre de Anglia
Free Libertarian Republic of Anglia


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  • Capital: Theed
  • População: 31 milhões
  • Língua Oficial: Inglês
  • Presidente: William Taylor

Considerada o berço da Revolução, a República Anglesa é também onde se encontra também o poder central, na cidade de Lumiar. Formada como Estado-Nação no século XII, resultante de uma mistura de culturas germânicas e latinas, exerceu sempre uma maior influência na política Centrica, não só devido à sua riqueza, mas à sua vasta população.

República Libertária Livre da Norselândia
Fri libertären Republik Norseland


União das Repúblicas Libertárias Centricas Urlcbandnorseqs6

  • Capital: Trondheim
  • População: 8 milhões
  • Língua Oficial: Nórdico
  • Presidente: Karl Espesal

Terra inóspita e fria, com montanhas a contribuirem mais para essa condição, foi através do mar que os Norselandeses sobreviveram e foram poderosos. Ainda hoje é a pesca intensiva e a indústria petrolífera as maiores fontes de rendimento da região, bem como as minas de urânio aí existentes.

República Libertária Livre da Varíngia
Fri libertären Republik Varingen


União das Repúblicas Libertárias Centricas Urlcbandvarinxn6

  • Capital: Uppsala
  • População: 12 milhões
  • Língua Oficial: Nórdico
  • Presidente: Lars Kilrich

A irmã mais agradável da Norselândia, as planícies e os lagos da Varíngia cedo proporcionaram boas condições para a agricultura e o crescimento urbano e populacional, ultrapassando os irmãos Norselandeses. A seguir à Anglia, são geralmente os Varíngios os mais influentes no palco Pan-União.


República Libertária Livre de Boganhem
Fri Libertaeren Republik fon Boganhem


União das Repúblicas Libertárias Centricas Bandbogma8

  • Capital: Malachor
  • População: 10 milhões
  • Língua Oficial: Boganês
  • Presidente: Vilhelm fon Seefurd

Casa de um povo misterioso e milenar, Boganhem é também inópito como a Norselândia, não devido ao relevo mas sim aos impenetráveis bosques de tundra e desertos de neve. É a maior República em termos de área, e tem praticularidades culturais que a distinguem das outras Repúblicas. As cidades do Nordeste de Boganhem são a única zona da Europa onde a religião predominante é o Misticismo Pagão e Politeísta, apesar de passadas tentativas de cristianização. Entre as actividades predominantes destacam-se a casa e a indústria madeireira.

República Libertária Livre da Jutlândia
Free Libertarian Republic of Juteland


União das Repúblicas Libertárias Centricas Urlcbandjutcg5

  • Capital: Bradfield
  • População: 12 milhões
  • Línguas Oficiais: Inglês e Alemão (algumas regiões)
  • Presidente: Joseph Reuther


Antes conhecida por Gothenmark, esta península no Norte da Europa foi conquistada em 1424 pelas forças do Imperador António I de Centric. Desde então sofreu um processo de irreversível Anglicização, especialmente devido à sua proximidade a Anglia. Apenas no sul, especialmente na vila de Mecklenburg, é que restam vestígios Germanos.

República Libertária Livre de Nyland
Fri libertären Republik Nyland


União das Repúblicas Libertárias Centricas Urlcbandnylandwh8

  • Capital: Karlsund
  • População: 200,000
  • Língua Oficial: Nórdico
  • Presidente: Jan Gottmundsen

Embora tenha três quartos da área de Anglia, a Ilha de Svalbard situa-se no limite da vida humana tendo apenas 200,000 habitantes. Sendo o local habitado mais a Norte na terra, é um lugar bastante desactrativo, com 4 meses de sol e 4 meses de noite completa. No entanto, a pesca e o petróleo mantém a economia de Svalbard a andar e os habitantes nas poucas cidades.


República Libertária Livre do Cabo
Free Libertarian Republic of the Cape

Huru Karimu Jamhuri ya Kapp


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  • Capital: Cape Town
  • População: 5 milhões
  • Línguas Oficiais: Inglês, Swahili, Boganês e Zulu
  • Presidente: Jack Tombola

Antiga colónia Centrica, juntou-se à URLC recentemente. Terra de contrastes étnicos e culturais, encontra-se em pleno desenvolvimento económico, ultrapassando as dificuldades tradicionais dos países Africanos, através da indústria mineira e turismo. Tem uma variedade de vida selvagem única.

República Libertária Livre de Java
Bebas Libertariane Republik Java


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  • Capital: Jakarta
  • População: 12 milhões
  • Línguas Oficiais: Indonésio e Inglês
  • Presidente: Mitharto

Antes, a rica ilha de Java era um puzzle de sultunatos e monarquias absolutas, sendo o centro de todo o comércio do Sudeste Asiático, recebendo produtos de todo o mundo. Com o establecimento da República Livre de Java, as potencialidades são imensas e a população é livre, religiosa e politicamente.


Última edição por URLC em Dom Jan 03, 2010 4:01 pm, editado 5 vez(es)
Centric
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Regime Politico : Social-Nacionalismo
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Mensagem  Centric Qua Nov 19, 2008 11:04 am

O Libertarianismo Centrico

Teoria

O Libertarianismo Centrico nasceu na década de 60, quando o seu grande teórico, Joseph Paulson, publicou três livros essenciais à ideologia: O Estado e o Anti-Estado, Uma Nova Esperança e Mutualismo Para os Tempos Modernos. Fundou, na então República Centrica, o Partido Libertário Centrico, que durante anos cresceu e cresceu, até ser reprimido por conservadores no poder, levando à Revolução.
O Libertarianismo Centrico assenta principalmente na Assumpção Opressiva, isto é, que um indivíduo, ao nascer num certo país, está de certa forma obrigado a participar na vida política do país, votando e pagando impostos. Para Paulson esse fenómeno, comum em muitos Estados, era uma violação da liberdade do indivíduo, porque este, ao nascer, não consentiu fazer parte do Estado, pagando impostos, votando e prestando serviço militar. Daí ele ser desenvolvido uma das principais teorias do Libertarianismo Centrico - a Cidadania Opcional. Com isto, divide-se uma população em três grupos - iguais perante a lei e tribunais. Cidadãos - maiores de 18 anos que votam, podem participar na vida política, pagam impostos e são obrigados a servir em milícias locais em caso de guerra; Residentes - Pessoas que escolhem apenas residir no país. Não pagam impostos, não votam nem participam na vida política. Não são obrigados a servir no exército; Menores - não tendo ainda maturidade política e mental, estão ao cargo de um ou dois cidadãos ou residentes.
Outro pilar do Libertarianismo Centrico é o Governo Local. Para Paulson, não competia ao Estado Central governar cidades que estivessem a 200 km dele. Para isso, os Concelhos - divisões administrativas de pequena dimensão, gerem a sua região, tanto a nível económico e de serviços, efectuando todas as decisões que queiram, desde que se insiram na Declaração da União e Declaração dos Direitos.
O Socialismo de Livre-Mercado, sistema económico baseado no mutualismo, está explícito abaixo e também é dos principais pilares do Libertarianismo Centrico.
Assenta também na ideia da Revolução, ou seja, usar o sangue para chegar à paz. Segundo Paulson, os Estados não cairão por si só, precisam de ser destruídos. E essa tarefa cabe às populações, cuja força, se unidas, servirá para derrubar qualquer Estado. Para os Libertários, a Revolução espalhar-se-há lentamente pelo globo.
Como escreve no seu livro Uma Nova Esperança, Paulson define o objectivo derradeiro do Libertarianismo - estabelecer uma Anarquia Pacifista de Livre-Mercado Mundial, acabando com o Estado. Como diz o visionário "a Revolução dever-se indo espalhando pelo mundo, abolindo Estado após Estado, depondo Rei após Rei, Ditador após Ditador, tanto por meio pacífico ou violento. No fim, depois de muito sangue derramado, o mundo viverá em Paz. Com milhares e milhares de pequenos concelhos espalhados pela superfície da terra, sem exércitos, sem Estado, o mundo viverá em paz e verdadeira liberdade." Embora esta afirmação pareça algo utópica, ainda é citada por muitos políticos Centricos, que tomam a sério a missão de Paulson. Consideram que Centric, obviamente ainda não é o anti-estado - num mundo de Estados, é preciso ter algumas das suas características. Caracterizam a URLC antes como um Pós-Estado em Transição.
Paulson morreu em 1995, sem ver a sua obra realizada alguns anos mais tarde. No entanto, deixou, no leito da sua morte, uma pequena lista de factores para a identificação de um Estado num mundo mais realista:

1-Cidadania Obrigatória
2-Governo Central
3-"Engenheira Social" (propaganda e manipulação da comunicação)
4-Falta de liberdades civis e políticas

É considerado dos teóricos políticos mais importantes da História, embora nunca tenha visto a sua obra concretizada, como outros (Karl Marx, por exemplo).

União das Repúblicas Libertárias Centricas ParisriotES2711_468x314
Esta fotografia duma rua de Lumiar durante a Revolução Centrica tornou-se das mais icónicas desse período

Socialismo de Livre-Mercado

Baseados nos ensinamentos do filósofo político Proudhon, os líderes do movimento Libertário estabeleceram um modelo económico baseado no mutualismo, denominado Socialismo de Livre Mercado. Para muitos parece estranho como dois conceitos tão opostos se possam conciliar, mas o facto é que, como rejeição do capitalismo e do comunismo, os economistas e pensadores Libertários conceberam um sistema único no mundo.
Após a Revolução, que foi um conflito particularmente sangrento, a União estava em estado de sítio. Colheitas queimadas, fábricas destruídas, empresas falidas... A economia estava destroçada. Deparando-se com isto, no entanto, o Primeiro Cidadão James Hammersmith e o seu Director das Finanças, Yurgen Hoemmer elaboraram um plano com o objectivo de reerguer a economia Centrica e trazê-la a outro nível. Após a reconstrução de infraestruturas, feita através dos Concelhos Locais, passou-se uma lei Pan-União em que se estipulava o fim de todos os subsídios para as empresas e o fim das facilidades de exportação. Isso, mesmo combinado com impostos nulos (excepto sobre terrenos), fez com que as empresas dificilmente se reerguessem ao seu nível anterior, a não ser através de grandes lucros. Assim, com falta de subsídios, apoios e facilidades de exportação, há uma certa proliferação de pequenas e médias empresas, sendo grandes multinacionais inexistentes na União. A falta de apoios e subsídios, os impostos nulos e um sector bancário completamente desregulado com taxas de juro nulas ou muito baixas, teoricamente dá a oportunidade até aos cidadãos mais desfavorecidos de montarem o seu próprio negócio, seja individualmente ou através de cooperativas com outros cidadãos, em que os lucros são igualmente divididos. Devido a esta política, nos últimos anos vemos que as PME's constituem cerca de 98% das empresas Centricas, representando 90% do lucro.
Com a implementação Socialismo de Livre-Mercado em prática criou-se uma sociedade mais igualitária (o fosso entre ricos e pobres é muito reduzido) sem abdicar-se da liberdade económica.
A URLC baseia-se num forte ideal de localidade, o que lá é feito, é para lá. O que sobra troca-se com as que não têm, e vice-versa, mas sempre numa lógica de livre-mercado desregulado.

Breve Biografia de Joseph Paulson

União das Repúblicas Libertárias Centricas Orson-welles-1939
Joseph Paulson (1923-1994), o pai do Libertarianismo Centrico

Joseph Stevens Paulson nasceu no dia 3 de Abril de 1923 em Shoreham-by-Sea, uma cidade importante da Anglia. Os seus pais eram Hank Paulson e Joanne Stevens, sendo os Paulsons uma família comum de classe média. Nascendo na era da União dos Povos Germânicos (ver abaixo), recebeu uma educação na escola e em casa fortemente baseada nos ideais Odinistas do ditador Alfred Ulrich, como a maior parte das pessoas da sua geração. Fez parte da Juventude Ulrichiana e lutou na Grande Guerra Mundial de 39-45, como parte da Divisão 5, que ocupou a Escócia durante a Guerra. Após a Guerra, Paulson, como a maior parte dos Centricos, apercebeu-se dos horrers do regime de Ulrich, nomeadamente a exterminação de Judeus e outras minorias não-Indo-Europeias, como os Finlandeses. Entusiasmado com a recém-formada Segunda República de Centric, ingressou no Partido Liberal Democrata em 1948, e foi um organizador comunitário. Terminou o seu curso de Direito na Universidade de Theed em 1950, e cedo se imergiu em literatura e filosofia política. Durante os anos 50 estudou Platão, Aristóteles, Marx, Espinoza, Proudhon, Adam Smith e até Mussolini. Após um período que ele considerou como sendo de "grande reflexão", começou a escrever a sua primeira obra - O Estado e o Anti-Estado - publicada em 1961, sendo essa obra uma reflexão sobre o papel do Estado na História e como ele sofucava a sociedade. Continha alguns dos princípios básicos do Libertarianismo Centrico como a Assumpção Opressiva, a Cidadania Opcional e a Organização em Concelhos, entre outros. Em 1963 publica a continuação - Uma Nova Esperança - que descrevia como um homem de 2100 descrevia aos seus netos um período da História em que o Libertarianismo estava espalhado por todo o mundo, mas que havia sido destruído por interesses estadistas. Aqui Paulson introduz as noções de Revolução Libertária (o movimento prepétuo e violento que levaria à paz), a Anarquia de Livre-Mercado Mundial e usa o discurso desse homem para identificar as próprias falácias do seu pensamento e corrigi-las. Respondendo às críticas contemporâneas de que o Liberterianismo não encontrava uma proposta para um modelo económico viável, Paulson publicou em 1966 O Mutualismo nos Tempos Modernos, que baseava o sistema económico do Libertarianismo num actualizado mutualismo de Proudhon, chamando-lhe "Socialismo de Livre-Mercado". O seu movimento cresceu no início dos anos 70, durante os quais fundou o Partido Libertário Centrico, que conseguiu ganhar uma parcela de 10% no Senado da República. Contudo, nunca teve força suficiente para derrubar o duopólio político entre o Partido Social-Democrata e o Partido Conservador. No entanto, ganhou força nos anos 90, quando atingiu o resultado histórico de 23% nas eleições. No entanto, o carácter revolucionário e a formação das milícias Camisas Azuis, que foram criadas com o propósito da garantir a segurança de congressos, edifícios, etc. preocupou o Governo conservador de Ian McDiarmid, que levou o partido à ilegalização. Em 1994 Paulson é assassinado sob circustâncias suspeitas. Muitos afirmam que foi McDiarmid quem ordenou o assassinato, e o movimento, mesmo clandestino, ganha ainda mais força, culminando da Revolução de 2002.


"A partir do momento em que saí do ventre de minha mãe, foi-me imposto um rótulo - Centrico, parte da República de Centric - mas eu, Joseph Paulson rejeito essa rotulação coagida e forçada. Eu sou um homem livre, e escolho o meu caminho." in O Estado e o Anti Estado, 1961

"Como podemos esperar que Lumiar resolva os problemas de Ziosten, estando a 1000 quilómetros de distância? Só os locais é que conhecem e sabem como resolver os seus próprios problemas."
in o Estado e o Anti-Estado, 1961

"Meus netos, vou-vos falar de um tempo em que todos éramos iguais, em que cada um era livre de fazer o que queria, em que todos vivíamos em paz, em que não éramos mandados e em que cada homem e mulher escolhia o seu rumo." in Uma Nova Esperança, 1963

"Rejeito o Marxismo na medida em que considera que o Estado é o povo e age sempre nos seus interesses. Isso é uma mentira, e os povos que acreditem vivem numa mentira. Propriedade do Estado não significa propriedade do povo. É o mesmo que o velho capitalismo, só que com donos diferentes. O Marxismo prometeu distruir o Estado, mas falhou. Pelo contrário, alimentou-ou, e provou que o planeamento central da economia vai contra a ordem natural das coisas e falha. Não é ditadura do proletariado, é só ditadura. O Marxismo é a maior falácia da História." in O Mutualismo nos Tempos Modernos, 1966

"Rejeito também o capitalismo, na medida em que estratifica a sociedade e premite a desigualdade social. Será que com uma democracia liberal, os mais desfavorecidos ficam mesmo iguais aos ricos? Não. Perante a lei, talvez, mas que força tem um camponês ao processar um multi-milionário? Nenhuma. No século XIX, a sociedade de ordens não desapareceu, continuou, com mais mobilidade social. Mas continuou. Os donos das grandes empresas, terras e indústrias, não são nada mais que aristocracia, pois os seus filhos serão sempre favorecidos em relação aos outros. E o Estado promove isso, através de subsídios e facilidades de exportação. Ao abolirmos tudo isso e a recomeçarmos, nenhuma empresa grande se aguentará. Todas elas cairão. Invés, nas suas cinzas se formarão pequenas e médias empresas, que serão o negócios de uma só pessoa, ou colaboração entre várias. Desta forma elimina-se na maior parte a noção de patrão. Espero ver o grande latifúndio a ser substituído pela grande cooperativa. Sem taxas de juro, será mais fácil pedir empréstimos. Todos começarão o seu próprio negócio. Esse, é o caminho para a maior equidade social." in O Mutualismo nos Tempos Modernos, 1966


Última edição por URLC em Qua Nov 19, 2008 11:53 am, editado 5 vez(es)
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Mensagem  Centric Qua Nov 19, 2008 11:04 am

História

Origens (4000 AC - 700 DC)

O território que hoje compõe a URLC foi durante muito tempo extremamente inóspito e desatractivo para habitação humana, devido às extremas condições geográficas e climatéricas. Até à Idade do Bronze habitavam na Escandinávia alguns povos autóctones, que em termos possuíam uma cultura e tecnologia rudimentares. No Entanto, tudo mudou com a chegada no ano 1000 AC de uma família de povos denominada como Indo-Europeus, que varreram a Europa, vindos da Ásia Ocidental, sendo um povo tecnologicamente avançado e com uma elaborada cultura, além de uma grande cultura de guerra. Uma das suas sub-famílias, os Germanos, estabeleceram-se por todo o Norte da Europa, incluindo a Escandinávia, e passados alguns anos as diferenças já eram evidentes. Por volta do ano 0, já três grupos de povos se destacavam em Centric: os Anglo-Saxões, que habitavam o extremo ocidental da Escandinávia; os Nórdicos, que habitavam a região da Scânia e os Boganeses, povo próximo dos Anglo-Saxões que haviaa sido expulsos do Oeste da Germânia, estabelecendo-se mais tarde no extremo oriental de Centric.

Idade de Ouro Nórdica (700 -1094)

No ano 100 DC, uma colónia romana apelidada de Allumiare foi fundada na Anglia, local onde habitavam os Anglo-Saxões, e exerceu alguma influência, especialmente através da língua e da religião, nos mesmos. Allumiare manteve-se, até que foi abandonada pelos Romanos, mantendo-se, no entanto, como uma cidade Anglo-Romana diferente do resto do país. Por volta do ano 700, os três grupos étnicos já constituíam vários Estados: os Anglo-Saxões dividiram-se entre os Reinos de Essex e West Anglia, os Nórdicos entre os Reinos da Norselândia e da Varíngia e os Boganeses mantiveram a sua unidade política. Contudo, guerras entre os Reinos Anglo-Saxónicos levaram a uma invasão por parte dos Reinos Nórdicos, que se aliaram e ocuparam as terras Anglesas. Os Norselandeses mantiveram o Essex como uma província e os Varíngios instauraram um Estado semi-independente, conhecido como Danelaw (Dane era a designação Anglesa para os Nórdicos). Durante essa idade de ouro Nórdica, os seus guerreiros saquearam as costas da Europa inteira e chegaram a Constantinopla, uma das mais importantes cidades Romanas. Também efectuaram várias viagens de exploração e colonização por todo o mundo. Por esta altura, toda esta área passou a ser denominada Centrica por escolares Romanos, numa referência, que mais tarde se descobriu errada, a uma tribo céltica que vivia nas Ilhas Shetland e Orkney, os O'Zhantric, conhecida como Centrici pelos Romanos. Um historiador romano assumiu que os Centrici também vivessem na Escandinávia e denominou toda a península Centrica, embora muitos outros historiadores preferissem os nomes Scania e Escandinávia.

União das Repúblicas Libertárias Centricas Viking_Boat
Os Drakkars Nórdicos foram usados para a pilhagem de cidades costeiras em toda a Europa.

Grandes Mudanças (1094-1250)

No ano 1094 muita coisa mudou em Centric, com uma inesperada invasão de um Dux Romano do norte da Gália chamado Rufus Albinus, que decidiu, por iniciativa própria, conquistar um território do Norte, já que havia sido renegado da sociedade Romana devido a uma tentativa de derrube do Imperador. Então juntou uma frota com uma força de 2000 homens, fez uma aliança com os Godos do Norte da Germânia e atacou as costas da Anglia no dia 13 de Maio de 1094. Devido à sua superior tecnologia, tácticas militares e sorte, capturou Lumiar dos Varíngios e reestabeleceu o estado Anglo-Saxónico único, dando-lhe o nome de Anglia, que ficou até aos dias de hoje. Numa guerra que durou 20 anos denominada de Reconquest, Rufus e os seus sucessores recuperaram todo o território Anglês e deixaram ambos os Estados Nórdicos à beira do colapso. Com a ocupação da Norselândia e a parcial ocupação da Varíngia pelo crescente poderio militar Boganês, o povo Nórdico colapsou.

A Grande Guerra do Norte (1250-1350)

Por volta do ano 1200, a situação política na Escandinávia já estava estabilizada. O Reino da Norselândia fazia agora parte do Reino Anglês, servindo de fonte de trabalho barato e até escravo. Os Norselandeses foram convertidos ao Cristianismo à força, havendo ferozes perseguições aos que conservassem o paganismo Nórdico. Em parte devido a esta nova conquista, o resto do Reino Anglês prosperava. A chegada de centenas de camponeses Norselandeses libertou muitos dos camponeses Angleses do trabalho manual e feudal. Cidades novas foram construídas e as existentes registaram um crescer enorme de população, vendo-se a criação da chamada classe burguesa - não beneficiava dos privilégios da aristocracia, mas vivia melhor que o povo e o campesinato. O comércio florescia e também a cultura e as artes. Por volta dessa altura, a fusão entre o Anglo-Saxão dos nativos e o Latim Vulgar dos invasores já esta completa, dando origem à primeira forma de língua inglesa.
No outro lado da península, o Reino Boganês prosperava também. Tendo o paganismo como sua religião oficial, escravos eram permitidos, e os Reis Boganeses usaram extensivamente escravos para construir castelos, templos e constituir "Exércitos de Escravos", mal-equipados e treinados, que serviam como "carne para canhão". Expedições ao leste da península expandiram o território, expulsando os nativos finlandeses para o sul. Chegando a 1250, tanto o Reino Anglês sob Roderick II e o Reino Boganês sob Harmann IV, eram duas das maiores potências na Europa, não tão poderosas como o Império Romano, mas sem dúvida acima dos numerosos reinos e principados do resto da Europa. Tal poder causou tensões. Começando com disputas sobre zonas de pesca no mar árctico (especialmente de bacalhau), a tensão cresceu cada vez mais. Isso, aliado a maus anos agrícolas e fome generalizada a partir de 1256, levou ao agudizamento das relações e a uma declaração de guerra em 1260, por parte de Harmann IV. Começariam assim 100 anos de peste, fome e guerra. No princípio, os Boganeses entraram em força pela Norselândia, fazendo uso da sua poderosa cavalaria pesada. Mal preparadas, as defesas Anglesas sucumbiram à força dos cavaleiros Boganeses, que continuaram a avançar quase até ao Mar do Norte. O Rei Anglês, agora James I, declarou uma cruzada contra o "último reduto do paganismo na Europa". Com o apoio do Papa, milhares de cavaleiros de todo o Império Romano e Europa chegaram à Anglia, e, de 1310 até 1353, reduziram o território Boganês a um pequeno reduto à volta da sua capital Malachor, que sofreu um ano de cerco. Motivados pelos tesouros escondidos no Palácio dos Reis Boganeses e pelo banho de sangue, os cruzados não vacilaram nem no rigoroso inverno Escandinavo. Finalmente, no dia 1 de Dezembro de 1356, o resto do exército Boganês, foi forçado, por motivos tácticos a mover-se para o lago gelado homónimo a Malachor. Estacionados no topo de umas colinas locais, as forças Anglo-Cruzadas, munidas de uma inovação trazida de Roma, um primitivo canhão, bombardearam o lago com cinco bolas. O gelo colapsou, e cerca de 4000 soldados Boganeses morreram afogados ou congelados, incluindo o Rei Karl II. O Estado Boganês haviia desaparecido.

União das Repúblicas Libertárias Centricas 60
Representação de um Exército Cristão da Grande Guerra do Norte

A Reconstrução e o Império de Centric (1350-1420)

100 anos de guerra haviam devastado Centric. Principalmente martirizados foram as terras nórdicas, locais onde as batalhas mais ferozes entre Angleses e Boganeses se travaram. Então, o Rei Anglês George II iniciou um processo de Reconstrução e conversão que durou 50 anos. Aldeias e cidades foram reconstruídas, templos pagãos substituídos por Igrejas, recolocações de populações, garantia de títulos a Cruzados, etc. O objectivo de George era abrir caminho à construção de uma Escandinávia com quatro Reinos Cristãos estáveis e amigos - Anglia, Norselândia, Varíngia e Boganhem. Contudo, o seu neto e sucessor, Anthony, tinha ideias bem diferentes. Pretendia unir os quatro estados sob o comando de Lumiar, e usar os recursos e qualidades de cada um para criar o "Império mais poderoso do mundo", nas suas palavras. Então, após meio-século de reconstrução e com a morte do seu avô, Anthony declarou o Império de Centric em 1409. É desconhecido porquê que ele escolheu um nome não-tão comum para a região. Supõe-se que era para se demarcar dos Romanos. Anthony iniciou uma série de reformas centralizadoras, contrariando a descentralização do reino de seu avô. Sonhando com riquezas e glória, iniciou uma campanha de conquistas na região. Lançou uma expedição contra Gothenmark (ooc: Dinamarca), província no norte da Germânia que nunca havia sido ocupada por Roma, e dividia-se em pequenos e prósperos principados. Em 1416, lança outra expedição contra o Reino da Escócia, que também tem sucesso. O objectivo do Imperador era ter os recursos minérios abundantes e a posição estratégica da Escócia, e ter o poder sob os centros económicos importantes de Gothenmark, que concentravam grande parte do comércio do mar báltico. Mas os seus sonhos iam mais longe...

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O fundador de Centric, o Imperador António I

O Projecto Imperial (1420-1475)

O Imperador escolhe 4 dos seus melhores Generais para lançar campanhas de exploração e conquista para expandir o Império. Põe o General Gustaf Adolf Vasa à frente da expedição do Báltico, com a qual conquista os Estados Bálticos e o Norte da Germânia entre 1422 e 1427, em parte devido ao desejo forte do Imperador de Centric ter o seu próprio "Mare Nostrum". Esta conquista trás mais-valias financeiras visto que o Império agora dominava as três cidades com mais afluência comercial do Norte da Europa - Mecklenburg, Riga e Novgorod. Pouco tempo depois, o General John Cox lança um ataque surpresa à Escócia, na altura reino independente. Espantados com os mosquetes e canhões Centricos, os Escoceses são facilmente derrotados. A Escócia era um alvo apetecível devido ao seu solo rico em minérios, nomeadamente ferro e ouro. Apesar de alguma resistência, em 1434 a Escócia estava totalmente dominada. Um ano depois, partiu de Lumiar o General Anders Umea, que se encarregou da colonização da Islândia, das Shetlands e de Nyland (Svalbard). Mas a campanha mais ambiciosa partiu em 1438, quando o Almirante Johann Eriksson partiu de Theed com 6 caravelas e 10,000 homens (metade soldados, metade colonos), em direcção ao outro lado do Atlântico. Em Março de 1439 chegaram a Labrador, na actual costa este de Scream off, na altura despovoada. Estabeleceram a colónia de Vinland e Wonderstrand lá, com mais povoamentos pequenos para o interior. Aquando a morte de António I, Centric havia passado de uma região dividida para um dos maiores Impérios da Europa, rivalizando Roma em área.

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Gustaf Adolf Vasa, um dos melhores Generais de António I

Prosperidade do Império (1475-1720)

O sucessor de António, Ricardo, teve como difícil tarefa a manutenção do Império deixado pelo seu avô, mas conseguiu, trazendo estabilidade e prosperidade económica a Centric. Até 1567, o Império viveu sob mais quatro Imperadores, na chamada "Pax Centrica", estando em paz com Roma e Lusitia, tendo as suas colónias da América do Norte estáveis mas estagnadas. Deparou-se um desafio perante o Imperador João III, que havia lançado uma expedição por terra às terras do interior de Vinland (ooc: do Labrador para o Canadá), em busca de centenas de missionários desaparecidos. No seu caminho tiveram uma surpresa ao encontrarem-se com o povo de características europeias de um nível tecnológico semelhante. Eram os Scream offenses, que ao saberem da existência da colónia de Vinland, mandaram um exército para a destruir. A cidade de New Haven ainda durou alguns anos, mas por 1573, a pequena colónia na América havia desaparecido. João III tentou recuperá-la em vão. Estando na desgraça, morreu em 1575, subindo ao trono a sua filha única, Maria. Ninguém esperaria que Maria viesse a ser uma boa Imperatriz, principalmente devido ao facto de ser mulher, mas ela surpreendeu. Temendo uma invasão Scream offense à Islândia, enviou emissários a Águas Santas para negociar a paz, conseguindo-a. Afirmava perante os seus cépticos conselheiros que a América não reservava qualquer oportunidade. No entanto, a influência Centrica na América sente-se ainda hoje, especialmente devido à Cristianizção da mesma, em parte devido a missões de Centric.
A Imperatriz quis ir mais longe, e lançou uma expedição a África, sob o comando do Romano-Galego Hernando Xosé, que garantia saber de uma região no extermo sul de África perfeita para a colonização - com abundância de recursos, escravos e um clima temperado. Em 1580, a cidade de Cape Town foi fundada por Xosé, e a partir dela a Colónia do Cabo expandiu-se, providenciando Centric com escravos, diamantes e outros materiais preciosos. Ainda mais entusiasmada, Maria assistiu à tomada de Malaca dos Romanos em 1593, seguida da tomada de ilhas circundantes. Ainda no reino da Imperatriz, exploradores Centricos foram a cidades Vibrenses. Ela morreu em 1602. O seu filho e sucessor, Roberto, continuou as políticas da mãe, e no ano de 1615, Lumiar era o principal porto da Europa, com mercadorias de todo o mundo a chegar diariamente. Pouco tempo depois, o Imperador decretou ao Governador-Geral das Índias Orientais Centricas que enviasse uma expedição à Austrália. Recebendo a ordem só meses depois, o Governador Hetfield enviou 10,000 homens para a deserta Austrália, estabelecendo uma colónia em Darwin. Apesar do Imperador ter mandado a ordem em 1619, só chegou a Malaca em 1620, e o só em 1622 chegou a Centric a confirmação da colónia da Austrália. Em Lumiar, já o Imperador Pedro II reinava. Nos 100 anos seguintes houve um período de uma certa estagnação, com notável excepção sendo a Austrália, que crescia a olhos vistos.

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Mapa anacrónico do Império Centrico (as posses na América foram perdidas em 1550, Malaca, Escócia, Províncias Bálticas em 1750, a Austrália, a Nova Anglia, a Colónia do Cabo e a Islândia foram perdidas mais tarde)

A Guerra dos Trinta Anos e a Queda do Império (1720-1802)

A partir de 1720, um redespertar de tensões religiosas entre Protestantismo e Catolicismo levou a uma guerra entre Centric e Roma. Depressa essa Guerra perdeu as suas conotações religiosas, e o Império Lusito, vendo uma oportunidade de reconquistar terras perdidas, juntou-se a Roma na chamada Guerra dos Trinta Anos. Atacando a Escócia e a Islândia imediatamente, Roma minou as rotas comerciais Centricas. Temendo um ataque conjunto pela Jutlândia (Dinamarca), o Imperador Pedro IV construiu os chamados Jutworks, um conjunto de fortificações na Jutlândia, com o objectivo de parar um ataque. Em 1723 tal ataque realizou-se e os Jutworks foram um sucesso, impedindo a invasão da Dinamarca. A Guerra não registou muitos avanços territoriais até 1740. No entanto, um ataque surpresa por uma frota Romana deixou Lumiar cercada, enquanto que os Estados Bálticos eram tomados por Lusitia. O cerco a Lumiar durou 10 anos - um dos maiores cercos alguma vez registados - destruindo a cidade pré-cerco quase por completo. Finalmente, a capital sucumbiu em 1750, e o Imperador Carlos III foi forçado a assinar um humilhante armistício que exigia: a integração dos Estados Bálticos e do Norte da Germânia no Império Lusitio e a cedência da Escócia, Java e do Norte de Inglaterra a Roma. Nos 50 anos seguintes, o Império Centrico passou por tempos difíceis. A guerra havia destruído o país, fontes de matéria-prima haviam desaparecido e o povo estava descontente.


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Mensagem  Centric Qua Nov 19, 2008 11:05 am

A Primeira República de Centric: Revolução Política e Industrial (1802-1925)

União das Repúblicas Libertárias Centricas Tennis-court-oath
Proclamação da República de Centric

No dia 14 de Setembro de 1802, o descontentamento do povo começou a exprimir-se por formas mais violentas. Uma série de revoltas sangrentas no final de 1799 preocupou o Imperador Carlos IV e a sua corte. Para além do povo revoltoso, uma crescente classe média burguesa, com acesso a educação e a valores vindos de filósofos Romano-Gauleses como Voltaire, começou a opor-se às políticas do Governo. Finalmente, no dia 14 de Setembro, um movimento simultâneo em muitas cidades Centricas começou a Revolução Republicana, sob a liderança de Gervasius Smith, um pequeno comerciante de Lumiar com grandes ambições. Seguiu-se uma Guerra Civil de 1 ano, especialmente lutada no conservador Reino de Boganhem, mas que acabou com a vitória Republicana. Gervasius Smith emergiu como primeiro Presidente da República em 1805 e cumpriu dois mandatos até 1815. Sucederam-lhe uma série de Presidentes que continuaram a sua política de reconstrução e tentativa de unificação de uma sociedade multicultural. Centric era agora um mar fervelhante de novas ideias políticas, já que os outros dois países da Europa - Lusitia e Roma continuavam autoritários. Centric deixou de ser uma sociedade de ordens - onde a posição social é definida pelo nascimento - para passar a ser uma sociedade de classes - onde a posição social é definida pelo dinheiro. Assim, milhares de burgueses, antes considerados parte do Terceiro Estado, subiram para o patamar da antiga Nobreza, substituíndo-a em termos de poder, riqueza e influência. Aliás, a maior parte dos Presidentes não eram de origem aristocrática. Curiosamente, foi um Presidente dessa mesma origem que levou Centric à modernidade. Karl Johann Vasa, Presidente de 1845 a 1855, iniciou o processo denominado de Regeneração, que implantou em Centric a Revolução Industrial que começava a acontecer um pouco por todo o mundo - mecanização da agricultura, invenções e máquinas novas, comboios, etc. Tudo isso apareceu durante os dois mandatos de Vasa. Não se podendo candidatar a terceiro mandato por lei, foi o seu protegido do Partido Conservador, Ditrik Bakker, que o sucedeu, continuando as suas políticas. Nessa altura, o poder era partilhado entre três grandes partidos - Conservador, Federalista e Republicano. O Conservador era uma espécie de partido de compromisso entre políticos mais liberais e mais autoritários. O Republicano era o partido mais radical, sendo o partido de Gervasius Smith, e era altamente anti-religioso, ao contrário do Conservador. O Federalista apoiava uma descentralização geral e só esteve no poder por 5 anos (1845-50), com Hugh Colson, e presente em várias coligações. Centric continuou a crescer até 1900, quando a economia estagnou. Aí entrou numa depressão financeira que levou milhões para o desemprego, a uma desvalorização enorme da moeda e a um estado de espírito chamado "tristeza nacional". Para se refugiarem, as pessoas começaram a ouvir um estilo de música chamado Jazz, que continha elementos de música africana. No princípio do século vários movimentos artísticos vanguardistas, como o Modernismo, o Futurismo, etc. prosperaram em Centric, mas a economia continuou estagnada. O início dos anos 20 foi um período tumultoso - o Partido Conservador continuou no poder graças a uma aliança com os Federalistas, que consideravam o novo projecto mais social-democrata do Partido Republicano negativo. Dois novos partidos mais extremistas ameaçavam esse monopólio frágil - o Partido Comunista Centrico e o Partido Nacional-Odinista. O último, formado em 1914, tinha ganho experessão significativa através do seu jovem e carismático líder - Alfred Ulrich. Ulrich ganhava cada vez mais nas urnas, passado de uns meros 2% nas eleições de 16 para 34% em 23. Copiando o PCC e as suas Milícias Vermelhas, Ulrich usou as suas Secções Odinistas de Assalto (SOA) para intimidação. Em 1925, o Governo conservador de Frankson caiu e novas eleições tiveram lugar. Adoptando uma campanha violente, com um discurso de ódio ao capitalismo e ao comunismo, anti-semitismo e nacionalismo, Ulrich convenceu um povo Centrico desiludido com o capitalismo e com medo do comunismo. Atraindo a classe média, o exército e até muitos operários, Ulrich ganhou com 56% as eleições de 1925.

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Gervasius Smith, Primeiro Presidente da República de Centric

A União dos Povos Germânicos (1925-1945)

A chegada de Ulrich ao poder tomou por surpresa muitos analistas políticos e representou-se num adesão imensa da classe média, na altura a mais numerosa de Centric. Passados apenas três meses da sua eleição, em Junho de 1925 ele proclamou a morte da República de Centric e proclamou a União dos Povos Germânicos (Union of the Germanic Peoples; Germanske Folkene Unionen; Germanish Folk Verdhed), proclamando-se como Líder (Leader, Fører, Foerer) de todos os Povos Germânicos do planeta. Baseando a sua ideologia num grande misticismo germânico-pagão e um multiculturalismo, não nacionalista, mas sim pan-germânico. Alfred Ulrich começou programas intensivos de construção de infrastruturas, reestabilizou a economia e diminuiu a criminalidade. Inspirado pelo modelo fascista Romano que apareceu ao mesmo tempo, adoptou o corporativismo característico de Roma, usando grandes obras públicas para diminuir o desemprego. Ulrich reconstruiu as Forças Armadas e desenvolveu novas armas. A polícia política, chamada Stapropol (State Protection Police), e as SS controlavam e oprimiam todo o país, e as escolas incutiam os valores Odinistas nas crianças desde tenra idade. Uma parte ainda mais importante da ideologia Odinista era a crença na supermacia da raça Germânica - que existia na UPG, Scream Off, Kalmar e Peterandia. Segundo Ulrich, os germanos haviam sido feitos para dominar e conseguiram, mesmo influenciados pela cultura greco-romana, tomar só o melhor dessa mantendo as suas características intocáveis. Ulrich considerava também os restantes Indo-Europeus (Romanos, Celtas, Eslavos, Indianos e Iranianos) como superiores. Como resultado começou uma sistemática perseguição a Judeus e Finlandeses, duas das maiores minorias étnicas em Centric. Os Judeus, povo semita, eram considerados aparentemente civilizados, mas mesquinhos e parasíticos. Os Finlandeses, minoria em Boganhem, foram retratados na imprensa como burros incivilizáveis, e embora partilhassem características físicas com os Indo-Europeus, a mentalidade era inferior. Como conseguinte, leis proibiram o casamento de Germânicos com Judeus, Finlandeses e outros grupos não-Indo-Europeus, as chamadas Leis de Shoreham, de 1932. As suas casas eram-lhes tiradas e eram forçados a viver em guetos, fora das maiores cidades.

Em 1934, Ulrich expressou a sua ambição de unir todos os povos Germânicos do mundo num só Estado. Por isso, no dia 1 de Novembro desse ano, invadiu a Germânia Lusitia, pretendendo anexá-la, para dominar os povos falantes de Alemão e Holandês. Formulando um pacto com Roma - o chamado Eixo Lumiar-Roma - Ulrich consolidou o seu poder na Europa sem oposição formal do estrangeiro. Anexou a Germânia Lusitia e fundou o Estado Eslavo Livre, que compreendia o resto do Império Lusitio, cujos resistentes lutavam nos Urais. Com a ajuda de Marcus Falco, o Fascismo dominava a Europa. Contudo, a crescente pressão em termos de transferências de população e um mal-entendido entre Roma e a União dos Povos Germânicos levou à dissolução do Eixo. Ulrich, já em guerra com outros países, como Kalmar, White Stars e Peterandia, pretendia agora invadir Roma. Já em idade avançada e aparentemente mentalmente instável, Ulrich ordenou duas operações quais impossíveis - invasão da Peterandia e de Roma. Falharam redondamente, e por 1945, Exércitos Romanos, Peterandios e Kalmarenses rodeavam a Escandinávia. Ulrich moveu a capital para a inacessível Trondheim devido à captura de Lumiar por militares Peterandeses. Em Abril de 1945, Ulrich suicidou-se no seu bunker em Trondheim, com tropas Kalmareses às portas da cidade. Poucos dias depois, o seu sucessor - Charles Donitz, assinou a paz com os Aliados, com as seguintes condições - Escócia torna-se Peterandesa, Irlanda Stariana (?), a Germânia volta para Lusitia. Roma ficou muito insatisfeita com este tratado, e tentou recorrer, mas os Aliados Ocidentais ocuparam Centric na sua totalidade com uma enorme força e obrigaram os Romanos a recuarem.

Os efeitos da Guerra Mundial foram devastadores - 50 milhões de mortos, incluindo 8 milhões de judeus e finlandeses e Centric completamente arrasado.

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Alfred Ulrich (1891-1945), o ditador de Centric


O Pós-Guerra: A Segunda República de Centric

Com a derrota da UPG e de Alfred Ulrich, Centric ficou dividido em duas zonas de ocupação - Peterandesa e Kalmarense. Com a ajuda de fundos multinacionais, rapidamente se reconstruiram as principais cidades. Infelizmente, muitos dos bairros antigos das cidades, especialmente em Lumiar, foram completamente destruídos. Com a saída da maior parte das tropas e a declaração da Segunda República de Centric, em 1950, regressou-se ao anterior modelo político: presidencialismo bicameral. A única diferença significativa foi o tamanho dos mandatos Presidenciais, que passaram de 5 a 4. Verificou-se também, até 1975 os chamados "25 Anos Gloriosos", em que, apesar da destruição, Centric teve um boom económico sem precedentes. Rapidamente ascendia ao topo das economias mundiais, com uma grande terciarização da economia e um crescimento galopante do PIB. Foram anos de paz, conforto e do crescimento de uma cultura de massas sem precedentes. Foi o chamado Milagre Centrico. Politicamente, os partidos da Primeira República, resurgiram. O Partido Conservador mudou a sua posição mais proteccionista e centralizadora para uma ideologia de livre-mercado, continuando tradicionalista; o Partido Republicano, continuando anti-clerical e progressista, adoptou posições sociais-democratas. Tal como havia sido na Primeira República, Conservadores e Republicanos dividiram o poder. O Partido Liberal Democrata, o Partido Comunista e o Partido Libertário assumiam-se como forças políticas menores.

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A capital Lumiar tornou-se o símbolo da prosperidade de Centric no terceiro quartel do século XX

Com um choque petrolífero em 1975, a economia Centric começou a entrar numa espiral de estagflação (estagnação e inflação) e o desemprego subiu em flecha. No fim da década de 70, os conflitos sociais e étnicos agitaram a nação. Grupos terroristas como o Boganish Freihed Ganghed (Movimento de Libertação Boganês) mataram centenas de civis em ataques terroristas, e o Governo Republicano de Tony Osbourne sofreu uma derrota humilhante às mãos do Conservador Joseph Mortensen em 1980. Começava então um reinado de 12 anos do Partido Conservador sobre Centric, que liberalizou a economia com o objectivo de a fazer crescer. Passados 12 anos, os Centricos estavam insatisfeitos com Mortenson e elegeram Theodore Mosby, um Republicano, com esperança de medidas mais concentradas na diminuição do desemprego. Mosby, no entanto, mostrou-se incapaz e foi derrotado pelo Conservador Ian McDiarmid em 1996.
McDiarmid é eleito por uma margem de 4% à segunda volta, e por isso, para enfrentar a instabilidade forma a Frente Nacional - uma aliança entre Partidos Conservadores e Republicano.

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Ian McDiarmid (1929-2002), Presidente cujas políticas autoritárias levaram à Revolução

A Revolução (2001-2002)

Nos dois primeiros anos, McDiarmid toma uma série de medidas que aumenta o poder da polícia, limitam a liberdade de imprensa e baixa a privacidade dos cidadãos, com o pretexto de combater o terrorismo da BFG. O único grande partido da oposição, o Partido Liberal Democrata, é incapaz de combater o monopólio da Frente Nacional, e consequentemente, o Partido Libertário cresce em membros. Formado por Joseph Paulson nos anos 70, é nesta altura que começa a ganhar apoiantes de todos os sectores. A ideia de abolição do Estado e de uma sociedade muito mais livre atrai muitos jovens e largos segmentos da população, roubando eleitores ao PLD e até aos comunistas. McDiarmid, com a informação de uma possível vitória do PL sobre a FN nas eleições de 2000, ilegaliza o Partido, alegando ligações a terroristas. O descontentamento cresce ainda mais, e os Libertários, sobre a liderança de James Hammersmith, começam uma série de actividades clandestinas de resistência ao regime. McDiarmid, vendo a resistência a crescer ainda mais, passa o Acto de Segurança em 2001, que dá novos e mais amplos poderes à polícia e institui uma censura prévia de material que pode "magoar" as pessoas.
Em Dezembro de 2001 motins repetiram-se com a notícia que McDiarmid possivelmente havia mandado matar Paulson, o fundador do PL. Já em Fevereiro de 2002, povoações mais pequenas declaram-se separadas da República de Centric. Inicia-se uma guerra civil aberta nesses Concelhos. Rapidamente, forças do Exército Republicano batem-se com as Milícias Locais, que combatem ferozmente numa táctica de guerrilha. Entretanto, em Malachor, o Tenente Lars Rasmussen junta 50,000 soldados rebeldes, que tomam a nação inteira de Boganhem, declarando-a como a República Livre de Boganhem. Os Boganeses jubilam a sua independência pela primeira vez em 600 anos. Rapidamente, as Milícias espalham-se nas cidades, especialmente em Lumiar, onde uma amarga guerra urbana toma lugar. Malmö, Uppsala, Trondheim, Svalbard e Gotenburgo caem nas mãos dos rebeldes, com declarações simultâneas e temporárias de Repúblicas Livres ou de Ligas de Concelhos, inspiradas no Libertarianismo. McDiarmid, barricado numa das ilhas de Lumiar, Ogasick, e sem o apoio político dos Republicanos, ordena o bombardeamento de Manhattan, a principal ilha da capital, deitando abaixo as famosas Torres Gémeas. Não resistindo mais, Lumiar cai nas mãos dos rebeldes, e James Hammersmith fala a uma multidão de 100,000 na Praça António I. Promete um futuro mais livre para Centric, em que os direitos dos concelhos e as liberdades individuais seriam respeitados. Encontra-se com Rasmussen e fala da possibilidade de uma federação das diferentes nações Centricas. Rasmussen aceita, e, em 27 de Abril de 2002, a República Libertária Livre de Anglia e a República Libertária Livre de Boganhem aliam-se, e juntam-se para juntar os restantes concelhos à sua União. Tropas comandadas por Hammersmith e por Rasmussen começam então a libertar as cidades ainda controladas por tropas leais a McDiarmid, que entretanto foge para Uppsala, onde monta uma resistência tremenda. Antes da chegada de Hammersmith, os habitantes da cidade conseguem assassinar McDiarmid e tomar a cidade. A 10 de Maio, a Varíngia, a Norselândia, a Jutelândia e Nyland declaram a sua independêencia como Repúblicas Libertárias Livres. Após três dias de negociações, é declarada a União das Repúblicas Libertárias Centricas.

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Motins como este foram comuns e essenciais durante a Revolução de 2002


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Mensagem  Centric Qua Nov 19, 2008 11:05 am

Forças Armadas Revolucionárias


As Forças Armadas Revolucionárias é o conjunto das forças e organizações militares e paramilitares que asseguram "a defesa externa e interna da União das Repúblicas Libertárias Centricas e dos seus cidadãos" e que "apoiam directa ou indirectamente a Revolução por todo o mundo" (art. 13, p. 1-2 da Declaração da União).
Supostamente são um órgão independente, mas agora estão sob a tutela do Directório e do Primeiro-Cidadão. Dividem-se em 5 partes:

- Exército da Revolução (muitas vezes chamado de Exército Azul)
- Marinha da Revolução
- Força Aérea da Revolução
- Camisas Azuis
- Milícias Locais

Exército da Revolução

Também conhecido como Exército Azul, é o principal braço das FAR, ocupando-se das operações de terra. Existem cerca de 347.367 soldados profissionais no Exército Azul, 600,000 de reserva e 150,000 na fase de treino. Os soldados são equipados com armas de ponta, sendo uma das principais doutrinas do Exército Azul a "qualidade sobre a quantidade". A espingarda de assalto XM8, introduzida em 2003 pela empresa centrica Heckner & Koch combina tecnologia digital com a tradicional eficácia das Heckner & Koch's, em uso desde 1924.
Todos os soldados são também armados com um pequeno revólver Colt e uma navalha.

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Dois soldados do Exército da Revolução em treino com a XM8.

O treino envolve intensos 12 meses, em que as aptidões de sobrevivência e a força de vontade dos potenciais soldados são postas à prova. Visto que o Exército da Revolução não é politicamente neutro, o cultivo do libertarianismo nos recrutas é também feito, embora cada vez menos. No entanto, as altas patentes do exército consideram essencial cultivar o libertarianismo nos soldados para maior eficácia no campo de batalha.
O Exército está dividido em 16 de Divisões, categorizadas em Divisões de Defesa e de Ataque. As de Defesa localizam-se quase permanentemente nas respectivas repúblicas e são porporcionais à população das mesmas. As de ataque estão em situação semelhante, excepto que são usadas, precisamente, para ataques. As de defesa só são activadas quando há perigo de invasão iminente ou as de ataque são eliminadas.
A principal doutrina no Exército da Revolução, e a chamada "Shock and Awe", ou seja, atacar o inimigo o mais rapidamente e inesperadamente possível, para deixar o menos tempo possível para uma reacção pensada. O Shock and Awe é uma doutrina que já vem de uma antiga tradição, desde os tempos da Grande Cruzada do Norte, em que os pagãos Boganeses usavam com a sua cavalaria a táctica da Vlitzgrieg (Guerra relâmpago em Boganês), mais tarde usada pelos Imperadores Centricos e reapelidada de Blizkrieg e Thunder War por Alfred Ulrich, na Grande Guerra Mundial.

União das Repúblicas Libertárias Centricas Chal16
O Challenger II, o principal tanque usado pelo Exército da Revolução.

Números
Tanques Challenger 2 - 1367
Veículos de Reconhecimento - 2422
Infantaria Mecanizada - 805
Carros blindados (para transporte de pessoal) - 5322
Howitsers - 141
Lançador de rockets múltiplo móvel - 64
Helicóptero de Ataque Eurocopter Tiger - 107
Helicóptero Eurocopter Cougar - 47
Helicóptero Armado Eurocopter Fennec - 24
Helicóptero de Utilidade Gazelle - 200
Helicóptero de Transporte Pumba - 102


Marinha da Revolução

Devido à localização da URLC, a Marinha teve sempre grande importância na História militar Centrica, e foi motor da expansão do Império de Centric, que na Idade Moderna (1415-1760) foi a nação mais poderosa do mundo. Tal como no resto das FAR, a Marinha da Revolução aposta sobretudo na qualidade sobre a quantidade, tendo barcos topo de gama, embora em quantidade reduzida. Não tem uma doutrina definida, mas normalmente segue os padrões normais da guerra de alto-mar. A Marinha da Revolução aposta bastante na padronização dos seus navios, preferindo não reter navios de classes obsoletas, vendendo-os.

Números
Porta-Aviões Classe-Invincible - 4
Barcos de embarque anfíbio Classe-Ocean - 3
Plataforma de Transporte Anfíbio Classe-Albion - 8
Destroyers Tipo 45 - 10
Destroyers Tipo 42 - 12
Fragatas Classe-Formidable -12
Corvete Classe-Braunschweig -15
Submarinos Balísticos Classe-Vanguard Modificados - 8
Submarinos Nucleares de Ataque Classe-Vanguard - 12
Barcos Patrulha - 30
Dragaminas - 18
Barcos de Transporte Light - 7
Barcos de amaragem de soldados - 9
Navios de comunicações e inteligência - 8
Navios de hidrografia e oceanografia - 6
Marinheiros - 22,000


União das Repúblicas Libertárias Centricas Type45_2007
O Destroyer Type-45, o mais recente êxito tecnológico da Marinha da Revolução

Força Aérea da Revolução

Trata da defesa dos ares da URLC. Comparado com o Exército e a Marinha, não recebe muitos fundos. No entanto, segue a mesma doutrina de "qualidade sobre quantidade", e por isso aposta numa frota mais pequena mas muito avançada.

Números
Helicóptero de Transporte Puma - 41
Airbus 310, 330 e 340 (suporte táctico) - 11
Boeing Stratotanker - 20
Transporte Táctico - 21
Caças F-16 - 374
Caças de Superioridade Aérea F-15 - 103
Caças de Superioridade Aérea F-22 - 50
Helicóptero de Ataque Cougar - 60
Pessoal - 6,000

União das Repúblicas Libertárias Centricas F22
O F-22 está lentamente a substituir o F-15 como Caça principal de Superioridade Aérea. No entanto, devido a custos elevados de produção, essa substituição parou.

Camisas Azuis

Organização para-militar e de commandos, especialista em operações de alto risco e com funções de segurança e cerimónia. Começou como o braço paramilitar do Partido Libertário nos anos 90, quando este era vítima de agressões e ataques por grupos comunistas e nacionalistas. Durante os anos de ilegalidade do libertarianismo, começou uma guerra de guerilha, e aquando a Revolução, os Camisas Azuis assumiram o papel de exército dos libertários, até à adesão do exército principal à Revolução. Hoje, trabalham como uma força de elite, com um treino duríssimo e concentrado na ideologia libertária, que dura 12 meses. Fazem operações anti-terrorismo, de alto-risco, missões de paz, asseguram a segurança em edifícios governamentais, bem como fazem parte de muitas cerimónias. Agem também como polícias em certas partes da União. São extremamente bem equipados, e são cerca de 30,000.

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Camisas Azuis em operação

Milícias Locais

Pequenas forças locais, que vão treinando os cidadãos de cada Concelho para a eventualidade de uma invasão. A ideia de uma Milícia Local advém do conceito libertário de que a ideologia provocará agressões estrangeiras e estadistas, e que os cidadãos devem estar preparados para defender o seu Concelho. Também é o resultado de uma longa tradição Anglesa, Escandinava e Boganesa da defesa das terras estar encarregue também aos seus proprietários. As Milícias Locais providenciam armas a quem delas faz parte, e os milicianos recebem um 'refreshment' do treino geral todos os anos. São equipadas com armas mais antigas, dos anos 70, mas foram de uma extrema utilidade da Revolução.


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Mensagem  Centric Qua Nov 19, 2008 11:05 am

Organização Política e Jurídica

Politica e juridicamente, a URLC tem uma organização muito própria. Os dois documentos com valor constitucional na ordem jurídica da União são a Declaração da União e a Declaração dos Direitos, que consagram a lei suprema da União das Repúblicas Libertárias Centricas.


Declaração da União

Preâmbulo


A 13 de Maio de 2002, os desejos dos povos da Anglia, da Norselândia, da Varíngia, de Boganhem, da Jutlândia e de Nyland, concretizaram-se na seguinte Declaração. Esta Declaração é fruto de uma longa luta, concretizada pelo Partido Libertário, mas principalmente pelo povo de toda a antiga República de Centric, contra a opressão Estadista, que lhes impôs duras condições de vida, diminuindo as liberdades políticas, civis e económicas. Com a supressão do Partido Libertário em 2001, pelo Presidente Ian McDiarmid e com a criação no mesmo ano do autoritário e intrusivo Acto de Segurança, e com a passividade que os demais partidos demonstraram perante ele, o povo acordou e foi para a rua. O povo não queria mais que um Estado todo-poderoso os governasse, e viram os princípios do Republicanismo Centrico de Gervasius Smith traídos por todos os seus sucessores. Desejando uma ruptura e uma mudança radical, sem que com isso se pusesse em causa a tradição e os costumes que durante séculos construíram esta união de nações, começaram uma série de revoltas, insurreições e motins. O Estado, com toda a arrogância que o caracteriza ripostou duramente, matando milhares de resistentes. Os antigos municípios republicanos reorganizam-se em concelhos e muitos declaram a vontade do seu povo de se seprarar da República, com as suas milícias a combater ferozmente qualquer tentativa de imposição do Estadismo, e a vaga Revolucionária espalha-se por todas as nações. A 1 de Dezembro de 2001, cerca de 600 anos depois da sua subjugação pelo Império Centrico, a nação de Boganhem é a primeira a sair na sua totalidade da República, criando-se a República Livre de Boganhem. Nos meses seguintes, seguem-se as Repúblicas de Anglia, Varíngia, Jutlândia, Nyland e Norselândia, que se declaram livres da opressão Estadista. Com a conquista de Lumiar e a morte de Ian McDiarmid, cai a Segunda República Centrica e o povo elege representantes para um Congresso Revolucionário, que reunido em Maio em Lumiar, declara a União das 6 Repúblicas, na União das Repúblicas Libertárias Centricas, consagrada no seguinte documento:

Artigo 1º
(Natureza da União)


A União das Repúblicas Libertárias Centricas é uma União de oito Repúblicas soberanas, sendo elas a República Libertária Livre de Anglia, a República Libertária Livre de Boganhem, a República Libertária Livre do Cabo, a República Libertária Livre de Java, a República Libertária Livre da Jutlândia, a República Libertária Livre da Norselândia, a República Libertária Livre de Nyland e a República Libertária Livre da Varíngia. Todas estas Repúblicas têm como valores supremos o respeito pela dignidade e liberdade humana, a supermacia da Lei como garantia das liberdades individuais, a vontade popular e o fim do Estado, como envisionado por Joseph Paulson.



Artigo 2º
(Soberania)


Cada República é soberana, dentro dos limites desta Declaração e da Declaração dos Direitos, em assuntos de cariz interno, estado somente submissa às resoluções do Congresso Pan-União. A nível militar e externo, a soberania é transferida para o Directório e o Congresso Pan-União, que coordenam as Forças Armadas Revolucionárias.



Artigo 3º
(O Concelho)


1- O Concelho é a base de toda a organização político-administrativa da União das Repúblicas Libertárias Centricas. Tem como funções a administração local, incluindo o recolher de impostos sobre os cidadãos, de providenciar transportes, segurança, saúde, educação e subsistência mínima à sua população. O Concelho é livre de se associar a outros Concelhos para melhorar a eficácia desses serviços.
2- O Concelho terá instalações para servirem de Casa do Concelho, onde se discutirão os assuntos locais. A Casa do Concelho é constituída por um Secretário do Concelho, que é o nº 1 da lista vencedora das eleições locais. Os restantes membros das listas serão distribuídos pelos assentos da Casa do Concelho seguindo o modelo eleitoral d'Hondt.
3- Nas sessões da Casa do Concelho, cada membro eleito tem direito a dois votos, enquanto que cidadãos que por iniciativa própria apareçam, têm um voto.
4- Os Concelhos terão que providenciar treino às suas Milícias Locais


Artigo 4º
(A Cidade Livre)

1- Quando um Concelho atinge a população de um milhão de pessoas, torna-se pouco prático o modelo anterior. Por conseguinte, criou-se o conceito de Cidade Livre.
2- É uma Cidade Livre um Concelho que atinja esse nível de população
3- As Cidades Livres dividem-se em Bairros, que elegem os seus representantes para metade da Assembleia da Cidade
4- A outra metade da Assembleia da Cidade é eleita por sufrágio universal segundo o método d'Hondt pela totalidade dos cidadãos, elegendo-se também o Presidente da Cidade
5- A Cidade Livre goza dos mesmos privilégios, direitos e deveres administrativos que os Concelhos


Artigo 5º
(A República)

1- A República é um agrupamento de vários Concelhos e representa uma continuidade histórico-cultural
2- Legislativamente, a República baseia-se no Congresso Republicano, constituído por representantes dos seus vários Concelhos. O Congresso Republicano tem competências apenas de fiscalização das acções dos Concelhos e de intervenção nas relações inter-concelhias.
3- Os Presidentes das Repúblicas são eleitos por sufrágio universal e directo, segundo o sistema marioritário de duas voltas. Têm como competência presidir ao Congresso Republicano e representar a República junto do Directório, servindo como consultores ao Primeiro-Cidadão e ao Directório.


Artigo 6º
(O Congresso Pan-União)

1- Baseado em Lumiar, o Congresso Pan-União é o órgão legislativo máximo da União, tendo como função fiscalizar os Concelhos e as Repúblicas; aprovar ou rejeitar os Decretos Pan-União do Directório; propor legislação; e discutir política militar e externa.
2- Cada Assembleia do Concelho escolhe os seus representantes para o Congresso Pan-União. Para respeitar o princípio da proporcionalidade, os Concelhos com mais de 200,000 habitantes (e por conseguinte, as Cidades Livres) têm direito a dois representantes, tendo os outros direito a um. Os representantes podem ocupar o seu lugar durante um máximo de cinco anos.


Artigo 7º
(O Directório)

1- O Directório age como órgão executivo máximo da União, e tem como função pôr em prática as leis aprovadas pelo Congresso Pan-União.
2- O Directório é composto por 7 Directores, cada um com funções de regular e fiscalizar as acções dos Concelhos no seu campo e de estabelecer medidas pan-união se forem necessárias e aprovadas pelo Congresso.
3- Os Departamentos que os Directores lideram são: Diplomacia; Defesa; Interior, Assuntos Concelhios e Segurança; Finanças e Economia; Serviços; Assuntos Culturais; e Justiça
4- O Directório é escolhido pelo Primeiro-Cidadão aquando a sua eleição.

Artigo 8º
(O Primeiro-Cidadão)


1- O Primeiro-Cidadão é o representante dos cidadãos e representa o cargo mais importante na União
2- O Primeiro-Cidadão é eleito por sufrágio universal e directo, através do método maioritário de duas voltas
3- O Primeiro-Cidadão tem o poder de escolher o Directório, de declarar guerra e paz e de traçar o rumo das políticas Pan-União, fazendo-o juntamente com o Congresso.
4- O Primeiro-Cidadão tem ainda o poder de dissolver o Congresso Pan-União actual com o acordo de todos os Presidentes das República.
5- Em caso de calamidade nacional, o Primeiro-Cidadão assume os poderes do Congresso, juntamente com o Directório. O estado de calamidade não pode durar mais de seis meses.


Artigo 9º
(A Cidadania Opcional)


1- A União consagra o princípio da Cidadania Opcional, ou seja, que qualquer pessoa que atinja a maioridade, pode escolher ser cidadão, participando na vida política da União; ou um residente, abstendo-se dessa participação. Cada um destes estatutos é completamente voluntário e pode ser mudado a qualquer altura pelo desejo da pessoa.
2- Apesar da existência de dois estatutos, o Cidadão e o Residente estão sujeitos às mesmas leis e tribunais, havendo plena igualdade perante a Lei.
3- Existe ainda o estatuto de Dependente, uma pessoa menor de idade ou portador de deficiência física ou mental que está a cargo de um Cidadão ou de um Residente.
4- Os três estatutos são considerados pessoas humanas e detêm o princípio da autonomia, da responsabilidade e da dignidade humana que lhes são inatos e adquiridos ao nascimento.


Artigo 10º
(O Cidadão)


1- O Cidadão é a pessoa que, ao atingir a maioridade escolhe uma vida de participação política e social na União
2- O Cidadão está obrigado a pagar impostos e a servir nas Forças Armadas quando chamado.
3- O Cidadão tem o direito de eleger o seu Concelho, Presidente da República e Primeiro-Cidadão. Tem também o direito de aceder gratuitamente aos serviços que paga através dos seus impostos - saúde, educação, segurança social - e de participar na vida política - como candidato a qualquer cargo.
4- De resto o Cidadão goza dos direitos universais consagrados na Declaração dos Direitos


Artigo 11º
(O Residente)


1- O Residente é a pessoa que, ao atingir a maioridade escolhe não participar na vida política e social da União
2- O Residente está isento do pagamento de impostos e do serviço nas Forças Armadas (mas pode-o fazer por iniciativa própria). No entanto, não está isento do pagamento de impostos municipais, que financiam as estradas e transportes públicos que naturalmente utiliza.
3- O Residente está vedado de eleger o seu Concelho, Presidente da República e Primeiro-Cidadão e de aceder gratuitamente aos serviços oferecidos pelo Concelho (no entanto, deve ser assistido em caso de vida ou de morte). Estão lhe também vedados os cargos políticos.
4- De resto o Cidadão goza dos direitos universais consagrados na Declaração dos Direitos



Artigo 12º
(O Dependente)


1- O Dependente é alguma pessoa que não tem capacidade mental para exercer os seus direitos de Cidadão e de Residente. É basciamente alguém incapaz de ser livre, autónomo e responsável.
2- Incluem-se nesta definição os menores de idade e os portadores de deficiência mental e física
3- As pessoas até aos dezoito anos, não atingindo ainda a maturidade para fazer a crucial escolha entre a participação e a não-participação na vida político-social da União, estão dependentes do seu guardião, normalmente os pais.
4- As pessoas cuja deficiência mental ou física implica que não estejam no total das suas capacidades mentais e racionais estão também dependentes de um guardião, e no caso de não o estarem, os Concelhos locais exercem tutela.
5- De resto o Dependente goza dos direitos universais consagrados na Declaração dos Direitos



Declaração de Direitos

Preâmbulo


No contexto da Revolução de 13 de Maio de 2002, foi composta a Declaração da União. Considerando-se essa Declaração substituição desadequada para o vazio constitucional, foi promulgada esta Declaração de Direitos, pelo Congresso Pan-União, a 24 de Outubro de 2002. Tem como função proteger todos os cidadãos, residentes e dependentes da União e consagrar os seus direitos inalienáveis.


Artigo 1º
(Dignidade Humana)


A União das Repúblicas Libertárias Centricas reconhece a dignidade humana como um valor supremo e inviolável, que se adquire ao nascimento e é igual para todas as pessoas que vivam dentro das fronteiras da União.



Artigo 2º
(Direito à Vida e à Integridade Física)


1- Todo o ser humano tem um direito inviolável à vida
2- A pena de morte não será aplicada
3- Todo o ser humano tem o direito à perservação da sua integridade física, incluindo a legítima defesa.
4- É necessário consentimento expresso da pessoa para a realização de experiências médicas ou científicas ou a doação de órgãos, mesmo depois da morte.
5- A tortura está expressamente proibida.



Artigo 3º
(Proibição da Escravatura)


1- Não haverá em qualquer circustância, escravatura.
2- Ninguém pode livremente renunciar à sua dignidade e ser voluntariamente escravo.


[center]
Artigos 4º-12º
(Direitos e Liberdades Fundamentais)

4º - Todos têm direito à segurança e protecção de ameaças externas e internas.
5º - A liberdade de religião e culto é inviolável
6º - O direito à privacidade será defendido
7º - A liberdade de pensamento e de consciência são fundamentais. Nesse aspecto, a objecção de consciência é aceite em todos os campos
8º - Toda a gente tem direito à liberdade de imprensa, informação, expressão e criação artística
9º - Todas as pessoas maiores de idade têm direito à propriedade e de dispor dela como entenderem, direito esse inviolável.
10º - As pessoas são livres e autónomas de conduzirem os seus negócios e planos económicos, dentro dos limites da Lei
11º - Todos têm liberdade de associação e de protesto (...) Os partidos políticos, estão no entanto proibidos, mas nenhuma ideologia está.
12º - Todos têm direito a casar e a constituir família


Artigo 13º
(Igualdade)

1- A igualdade perante a lei de Cidadãos, Residentes e Dependentes é inviolável, excepto nas provisões do estatuto livremente escolhido de cada pessoa.
2- Está proibida a discriminação racial, de género, cultura, religião, convicções políticas entre outras.
3- Os Presidentes das Repúblicas são eleitos por sufrágio universal e directo, segundo o sistema marioritário de duas voltas. Têm como competência presidir ao Congresso Republicano e representar a República junto do Directório, servindo como consultores ao Primeiro-Cidadão e ao Directório.

(...)

Artigo 24º
(Direito à Petição)

1- Todos os cidadãos têm direito à petição. Caso essa petição chegue a um número de assinaturas suficiente, terá que ser tomada em consideração pelos órgãos competentes:
2- Basta 25% da população de determinado Concelho, República ou da União assinar uma petição, petição esta que pode ser feita em papel ou pela Internet, para ter de ser tomada em consideração.

(...)

Artigo 37º
(Direito a Julgamento Justo)

Nenhum homem será preso, deprivado dos seus direitos ou em alguma maneira destruído sem ser pelo julgamento dos seus pares, dentro dos limites da Lei.*



*Esta provisão está presente na lei de centric desde 1395, ano das reformas do Chanceler Real de Anglia, Thomas Hughes. A declaração: "No (free)man shall be (taken), imprisioned, (tortured), deprived of his rights, or in any other way destroyed except by the lawful judgement of his peers.", apesar de modificada, constitui hoje um landmark importante no Direito Centrico.


Sistema Judicial


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Mensagem  Centric Qua Nov 19, 2008 11:06 am

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Mensagem  Centric Qua Nov 19, 2008 11:06 am

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Mensagem  Centric Qua Nov 19, 2008 11:07 am

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Mensagem  Centric Qua Nov 19, 2008 12:53 pm

reservado. just in case...
entretanto, vão dando a vossa opinião
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Mensagem  Centric Dom Nov 30, 2008 4:33 pm

Adicionei mais História. Agora preciso do vosso consentimento para organizar isto da Guerra Mundial.
Tava a pensar em algo assim:

1934 - Roma e a União dos Povos Germânicos (UPG) assinam o pacto de defesa mútua
1934 - A UPG invade Lusitia e ocupa a actual Alemanha e países Bálticos. Roma ocupa a Roménia. Lusitia torna-se no Estado dos Eslavos - um estado marioneta da UPG e de Roma.
1935 - Resistência Lusitia forte nos Urais. UPG ocupa Escócia e transforma Islândia num estado fantoche.
1936 - UPG invade Scream Off e Kalmar (sob o pretexto de querer unir todos os povos Germânicos) e Roma invade a actual URS e Authaulphia.
1937 - UPG consegue alguns avanços em Scream Off, mas é detida pelo clima. Avança até ao Midwest em Kalmar.
1938 - Guerra na América não avança, fica parado nos grandes lagos. Resistência dentro das províncias conquistadas é grande e causa dificuldades ao Exército Germânico
1939 - Táctica de um general qualquer Scream offense ou Kalmariano, que implica submarinos, corta o abastecimento dos 100,000 homens na América. Mais tarde são completamente massacrados por forças frescas de Scream Off e Kalmar. Roma começa a recuar na URS e perde Authauphia.
1940 - Ulrich tenta o plano louco de invadir a Peterandia. Dos 100,000 homens enviados, apenas 20,000 chegam ao destino, mal-equipados e alimentados, e rendem-se.
1941 - Forças dos Aliados aterram na Irlanda, montando uma base de operações. Rebeldes Lusitios exaustam o Exército Germânico nos Urais e começam a avançar.
1942 - 21 de Março - Aliados aterram na Anglia, conquistando a capital Lumiar, mas Ulrich havia transferido a capital para a inacessível Trondheim, cidade protegida por fiordes e montanhas. Outro exército Aliado tenta aterrar na Gália e na Bretanha mas é repelido por Roma. Acabam por aterrar na Alemanha onde libertam grande parte da área.
1943 - Roma é completamente repelida da URS. Islândia é conquistada pelos Aliados, ganhando uma importante posição estratégica. Mais tarde, a Escócia é libertada por forças Peterandesas.
1944 - Estado Eslavo é deitado abaixo e o Império Lusitio restaurado. A UPG apenas resiste em Boganhem (rl finlândia) e no centro da Escandinávia. Roma não se deixa invadir.
1945 - Scream Off fabrica uma bomba nuclear sob a pequena cidade de Slaktborg em Boganhem em Fevereiro. Roma assusta-se, e negoceia uma paz de volta ao status quo. Ulrich recusa a render-se e refugia-se no seu bunker em Trondheim. Em Maio, só Trondheim e algumas bolsas de resistência em Boganhem continuam a lutar. Finalmente no dia 13 de Maio, sob pesado fogo Scream Offense, Ulrich suicida-se e a UPG rende-se. Condições de rendição: entrega da Escócia à Peterandia, Irlanda à URS e Islândia a Triestin e regresso de todo o resto ao status quo.

Depois, a UPG faria uma espécie de Holocausto contra Judeus e Finlandeses (por serem ambos minorias não Indo-Europeias).
Claro que muitos não vão concordar com imensas coisas, mas digam como acham que deveria ser uma guerra assim tipo WW2
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Mensagem  Pierrine Dom Nov 30, 2008 4:58 pm

Eu éra tipo França e dpois França Vichy?E o que acontecia ás minhas colonias?Para além que nã faz sentido irem de um regime monarco-fascista depoi para fascista e depois de volta monarco-fascista...eu pelo menos nã fazi isso.
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Mensagem  URS Dom Nov 30, 2008 5:01 pm

No período em que esses eventos de passam, existia aqui uma guerra regional que resultou numa ditadura fascista e um conflito interno que só parou em cerca de 1950 quando o ditador Moriel Tadescu conquistou as 5 repúblicas socialistas actuais.

Não vejo maneira de colar esses eventos ao que descreveste.
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Mensagem  Centric Dom Nov 30, 2008 5:08 pm

As colónias separar-se-iam do estado marioneta e depois juntariam-se outra vez. O que pode acontecer é que não seja preciso seres 'libertado'. Rebeldes nacionalistas podem apenas ter retomado o Império. Mas agora imagina que o império passaria a ser ligeiramente menos feudal, mas mesmo assim continuaria com o velho molde. Imagina estilo monarquia semi-constitucional.

E Nuno, a tua guerra poderia ser tipo Guerra Civil Espanhola, com a UPG e Roma a apoiarem o fascista.
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Mensagem  Roma Dom Nov 30, 2008 5:56 pm

OOC: Gostei da cena até! Ta muito bem engendrada mesmo!

O promenor das forças "Aliadas" a tentarem invadir o Império e a serem repelidas pode-se assumir pelo fanatismo religioso dos romanos justificado pela "Sacro-Sanctidade" do território para os romanos.

Outra cena que seria de acrescentar e teria muita lógica para que Roma assinasse a paz com a FUS, foi a fuga massiva de judeus que conseguiram escapar ao Holocausto para a Judeia (Provincia Romana). Judeus que dominam o grande capital romano, pressionaram o César Augusto de então a "abandonar" a UPG!

As bombas nucleares creio que não seriam razao suficiente para assustar os romanos, com a mania da superioridade, ainda acreditariam piamente que havia solução para aquilo!

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Mensagem  URS Dom Nov 30, 2008 6:08 pm

1939 - Roma começa a recuar na URS

Epá nem sequer existe uma nação unida nessa altura. Só depois é que o ditador de Savedra invade Pratzen e Valtland e forma a URF. Se o fascismo esteve em ascenção nalguns estados starianos, porque perderia Roma força? Até pelo contrário, o Tadescu nessa altura até interviria na América e mudaria o curso dessa guerra...

Acho que estares a incluir a URS nessa história dá espaço a muitos erros.
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Mensagem  Roma Dom Nov 30, 2008 6:15 pm

A menos que os fascistas perdessem poder (no territorio que actualmente compõe a URS) devido á guerra...

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Mensagem  Kalmar Dom Nov 30, 2008 6:21 pm

Se pudesses evitar a parte em que invades Kalmar quase toda... :\ E o meu povo não é germânico. Não sei bem o que é, se calhar português mesmo.
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Mensagem  Centric Dom Nov 30, 2008 6:32 pm

Pensei que fosse germanico por causa de Kalmar, Estocolmo, e por ai fora. Ok. Na boa. De certeza que podemos arranjar um compromisso que agrade a todos nisto. Quando digo URS digo a zona da URS. Então pode ser Roma ajuda os teus fascistas.
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Mensagem  Scream_off Seg Dez 01, 2008 4:37 am

ooc: Retira pfv tudo o que tens sobre scream_off. Obrigado por desrespeitares a historia dos outros países sem perguntares nada. Sem saberes a historia que tenho acordada, não só comigo próprio, mas tambem, com o athaulphia? rolo, nao percebo isto vindo de ti, uma vez que já tivemos este tipo de "mistakes" várias vezes...
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Mensagem  Centric Seg Dez 01, 2008 4:46 am

Tem calma meu. Eu não tou a reinterpretar a História de ninguém Smile Aquela lista foi só uma proposta. Pelos vistes não foi aceite, por isso esqueçam. Pronto, não há guerra mundial pa ninguém.
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Mensagem  Kalmar Seg Dez 01, 2008 6:54 am

Eu devo dizer também que apesar de não o ter definido ainda, acordei com o Atahulphia por PM's há uns tempos longos uma relação de Kalmar com o conflito entre a Scream_off fascista e Athaulphia. Aliás a razão porque não há partidos fascistas ou comunistas em Kalmar, vem como protecção desse tempo para evitar que Kalmar ficasse também num regime autoritário/totalitário. No entanto, eu sei que não sabias disto porque nunca pus isto em lado nenhum por isso não me importo que me tenhas incluído nessa tua história. Mas agora que já sabes, coordena isso com o Zé para que não haja conflitos na história de cada um e que isto que te disse se encaixe nas duas versões.

Quanto à etnia, nunca liguei a isso, só uso as cidades da Escandinávia, mais propriamente da Suécia porque escolhi este nome para o meu país.
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Mensagem  Scream_off Seg Dez 01, 2008 8:37 am

ooc: Eu estou calmo. gosto de iniciativa e sei que tu a tens. Mais do que eu. Apenas gostava que essa iniciativa fosse aplicada em coisas mais positivas do que inventar historia, sobrepondo a dos outros. Desculpa se fui agressivo no post anterior.
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Mensagem  URS Seg Dez 01, 2008 8:41 am

URLC escreveu:Quando digo URS digo a zona da URS. Então pode ser Roma ajuda os teus fascistas.

Se isso tivesse acontecido, nunca tinha havido uma revolução socialista. Na altura eu tinha a força militar de merda, os romanos nunca deixariam o regime cair. Isso seria possível se o Utopyah ou o Portugal Vermelho exisitssem e podia-se inventar um apoio deles aos socialistas. Sendo que eles não existem, não vejo mesmo maneira de encaixar as peças.

Façam lá a vossa guerra na Europa, mas secalhar é melhor deixarem os outros continentes de fora.
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Mensagem  Athaulphia Seg Dez 15, 2008 9:45 am

Acho que o melhor para desenvolver esta Guerra Mundial seria do que todos definíssemos como é que estávamos na altura dos anos 30 e como é do que acabamos para os 50, e a partir daí tratar de coordenar nossas histórias incluindo essa grande guerra.

Eu tive um regime fascista pró-romano, antiliberal e anticomunista, desde o 5 de Novembro de 1934, dirigido pelo Caudilho Alberto de León. Este regime poderia ter apoiado na guera aos fascistas europeus (Roma e UPG), e ter colaborado com eles. Jogando a um delicado equilíbrio entre a neutralidade e a "não beligerancia" (como Franco na WWII), o regime athaúlphico pôde manter-se até a sua queda, o 15 de Junho de 1946, por uma revolução interna, apoiada mais ou menos em segredo pelos antifascistas.

Naturalmente posso mover as datas ano adiante ou ano atrás, mas essa é a história que já tinha escrita para meu país. De fato, o envolvimento nesta guerra, ou outra semelhante, seria uma das causas da queda do meu regime fascista.
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