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Operação "Espingarda da Paz"

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Mensagem  Portugal Ter Jan 18, 2011 12:33 pm

Numa manhã nevoenta nas Flores, uma grande frota naval de guerra aparece ao largo. As bandeiras não eram as da Armada das Índias, tinham uma esfera armilar com um escudo e coroadas... A Companhia das Índias não gostava da guerra no Oriente e havia mobilizado a sua frota que estava fundeada em Lisboa para juntar as suas outras frotas que estavam fundeadas nas Flores. Havia que proteger os navios mercantes enquanto estes faziam o trato naval com a URS. Pequenas companhias e empresas de transporte naval já estão a celebrar negócios com a Companhia das Índias para protecção dos seus navios. Os mares do Oriente são tão perigosos pelas monções quer pelos navios que sulcam os seus mares...

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Mensagem  Burgolavia Qua Jan 19, 2011 4:07 pm

A Burgolavia ia começar por ter uma participação na periferia da guerra, com o primeiro passo a ser o controlo sobre Timor e Madagáscar, inutilizando qualquer força naval e aérea que pudesse ser usada por Triestin a partir desses locais. As indicações que vêm dos satélites são de que não existem praticamente defesas nos dois territórios, mas ninguém do Departamento da Defesa quer arriscar.

Saem duas frotas em direcção às duas ilhas, cada uma com tropa suficiente para ocupar as mesmas, se necessário.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 Navy_readiness_800

Pelo caminho vão comunicando o seu destino a britânicos e portugueses.





ooc: a partir daqui não existiu. As frotas neste momento vão a caminho e não aconteceu mais nada. Só depois do Triestin, Portugal e Brittania terem oportunidade de responder é que o resto da mensagem passa a contar.

As duas frotas chegam a Timor, pelo caminho comunicando o seu destino a britânicos e portugueses. Chegados a Timor confirma-se que a resistência será mínima. Os navios no local são velhos e a força aérea em números baixos.

É enviada uma mensagem aos responsáveis militares de Timor:

A Federação Socialista da Burgolavia tem como objectivo o controlo militar sobre a ilha de Timor. Temos a postos 2 frotas e largas dezenas de caças prontos a atacar todos os portos e instalações costeiras de Timor. De forma a evitar perdas humanas desnecessárias, oferecemos a possibilidade de uma ocupação pacífica, em que os vossos soldados serão tratados com respeito e detidos apenas enquanto a guerra decorrer.


De seguida fica tudo a postos para um ataque aéreo em força, para vergar rapidamente a ilha ao controlo burgolavo. Todos os alvos militares estão estudados e o objectivo caso Triestin não se renda é a destruição total da marinha e aviões na ilha. Milhares de homens estão a postos para um desembarque posterior.
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Mensagem  Britannia Qua Jan 19, 2011 5:14 pm

É o alerta vermelho na Britannia, todos sabiam que este momento ia chegar, que os Comunas iam aproveitar o caos mundial para invadir. É imediatamente enviado um telegrama em pânico para Portugal a avisar que o Império estava sob ataque comunista. Alertas anti-aéreos soam por todo o continente, a população está em pânico, os vermelhos vinham aí, uma poderosa armada da Burgolávia tinha intenções de anexar a Britannia. Ninguém acreditava nas mentiras que os Burgolavos estavam a transmitir, não se pode confiar numa única palavra de um comunista.
A resposta é rápida:
O vosso "destino" situa-se numa região rodeada por aguas territoriais Britânicas e que se encontra a poucos quilómetros da nossa costa, logo acreditamos que tudo isto não seja mais que um estratagema, especialmente depois da vossa tentativa de assassinar a nossa Rainha. Lançamos a nossa armada ao mar, e qualquer navio Burgolávo que cruze aguas territoriais Britanicas, ou que entre na zona de Timor, será afundado, e iremos considerar nesse momento que existe um estado formal de guerra entre os nossos dois países. A vossa tentativa de invasão não irá passar, iremos lutar até ao fim pela nossa nação.

Imediatamente todos os navios em porto saem e assumem posições de combate, assim que os Burgolávos entrassem em território Britanico ou de Timor as ordens era para afundar toda a marinha inimiga, sem piedade, sem misericórdia, e se necessário sem prisioneiros (todos sabiam que os comunistas matavam os prisioneiros inimigos, logo era escusado poupar os deles). A maioria dos Britanicos estavam agora à espera que a Burgolávia tivesse bom senso e recuasse.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 HMAS_Canberra_sailing_into_Sydney_Harbour_in_1930
O cruzador HMS Perth parte para a defesa contra os invasores vermelhos, passando pela ponte de Sidney a ser preparada contra bombardeamentos.
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Mensagem  União Soviética Qua Jan 19, 2011 5:57 pm

Julgavam os centenas de milhar de soldados soviéticos que depois das mobilizações contra Lapália e Erzya teriam finalmente descanso, uns meses de férias e uma dispensa do trabalho comunal, quando recebem as notícias que a guerra estalou mesmo ali ao lado. Triestin tinha finalmente ficado louco. Exiatia a dúvida, depois da prórpia União Soviética ter sido ajudada diversas vezes por Triestin, se de facto se podia confiar neles. Isto indicava claramente que não.

Os Conselhos Administrativos reunem de emergência assim que Triestin atravessa a fronteira da URS, e a ordem geral é clara: mobilização total do Exército Soviético, 80% das forças terrestres e aéreas começam a dirigir-se para a fronteira com Triestin e toda a marinha entra em alerta vermelho, apesar de Samsa ainda se ir encontrar com Noah.

Também a guarda nacional é integrada no Exército regular.

O medo é simples: se Triestin se voltou contra os seus mais antigos aliados que em diversas ocasiões os salvaram de humilhações estrangeiras, que garantias tinha agora o povo soviético que não seriam um dia destes ele o alvo.

Ainda não se sabia se a União Soviética entraria na guerra, mas se entrasse, seria a mãe de todas as guerras e não se poupam a esforços. O povo soviético não seria problema, ninguém apoiaria mais que eles o socialismo democrático da URS e ninguém se opunha mais que eles à anti-democracia e belicismo que Donets demosntrava neste momento.

Sendo assim, começa a maior mobilização da história soviética, rumo à fronteira com Triestin. Divisões e divisões de infantaria e blindados iniciam a travessia, vindos de todas as comunas do país.

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A força aérea também se aproxima das bases orientais do país.
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Mensagem  Bahia Qua Jan 19, 2011 7:19 pm

Tropas são enviadas para a Fronteira com Burgolávia, 23 mil homens a patrulhar a área, a ordem é executar todo e qualquer não-cívil que tente ultrapassar a fronteira, e também civis que não atenderem aos comandos dos militares.

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Mensagem  SpMky Qui Jan 20, 2011 4:57 am

SpMky envia caças que representam 10% da sua força militar para a União Soviética. Com eles seguem 100 pilotos Top Gun. A guerra está a entrar numa fase conturbada e é necessário terminar com ela o mais rápido possível.


Última edição por SpMky em Sex Jan 21, 2011 6:20 pm, editado 3 vez(es)

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Mensagem  SpMky Qui Jan 20, 2011 5:16 am

Enquanto isso, as forças começam a desmilitarizar as áreas periféricas. Nova Belém e Nova Meca ficam entregues aos fanáticos religiosos, que o exército tem que proteger os maiores tesouros da nação. Darwinville, Paris e Londres são as maiores prioridades. O País Basco conta com milícias próprias para protecção da fronteira e as praias no sul de França estão entregues aos veraneantes.

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Mensagem  Portugal Qui Jan 20, 2011 10:27 am

A Guardia Civil começa a observar a substituição de forças militares na fronteira, por forças paramilitares... Em Espanha, Spkmy é a chacota geral nos Quarteis da Guadia Civil.

Generalissimo Vidal: Milicias?

Guardia Civil Pablo: Sim Generalissimo... Milicias!

Generalissimo: E é isto a Europa dos novos tempos... Parece que só dos Pirenéus para sul é que há civilização, o resto é do 3º mundo...

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Mensagem  Montávia Qui Jan 20, 2011 1:34 pm

A Polesania envia 12 mil homens para a sua fronteira com a Burgoslávia, prontos para o caso de qualquer ataque.
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Mensagem  Scream_off Sex Jan 21, 2011 1:09 pm

ooc: A situação muda um pouco para mim. Com a saida de kalmar, a URS deixa de ser considerada hostil para com a ate. existem divergencias absolutas em termos ideologicos mas isso não impede apoio popular por um país que partilha os valores da liberdade civil e de democracia. Não muda tambem o facto de triestin me ter atacado forte sem eu lhe fazer nada, criando um receio de que se agora se a FUS se colocar do lado do URS, as coisas seriam ainda piores.

ic:

Na FUS, a população olha com horror as imagens vindas da Ásia. A pressão sobre palavras mais duras contra Triestin caiem em força nos Palácio e Congresso Federais.
Também na população, os pais e mães dos soldados, partilham o receio de Soprano, e muitos meios noticiosos que partilham essa ideia na sua linha editorial, não se cansam de mostrar imagens de combates horriveis e da devastação nas cidades dos Estados do Oeste da Federação Unidade. Por seu lado, o mundo empresarial, em especial o militar fazem tambem a sua pressão sobre a Administração Logan a favor da intervenção militar.


No Governo, Logan é inundado de opiniões. Do Departamento da Diplomacia, o apoio militar à URS era palavra de ordem, mas do Departamento da Guerra e da Defesa, vinha cautela. Soprano, o Secretário, garantia ao Presidente Logan que Triestin não desistiria, e que mesmo que derrotado em território stariano, retaliaria em força sobre a população stariana, e sobre quem os tivesse apoiado. Logan, quase à véspera de eleições não poderia ser culpado de ser o responsável por qualquer atrocidade em solo federal, decidira que por agora a mensagem seria a de diálogo e fim do conflito pela via pacifica.

No Circulo, a atenção à guerra na Asia era máxima, mas não descuidavam a missão essencial, a protecção de solo Federal.

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Mensagem  Portugal Ter Jan 25, 2011 6:57 pm

A acompanhar os católicos escoceses, o Papa Gregório preocupa-se com as suas almas. Para garantir extremas unções e outros serviços religiosos aos soldados, e contrapor infiltrações do Vaticano, diversos jesuítas oferecem-se para capelães das unidades militares escocesas. Os Jesuítas são todos portugueses na sua maioria, liderados pelo Padre Manolo, um espanhol. O Rei de Portugal oferece "equipamento" aos jesuítas para eles se defenderem em caso de guerra e irem preparados para pregar em campo de batalha contra o comunismo e prestar serviços. Concede arreios, sacolas e capacetes.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 Db_84-310
Padre Manolo prestes a pregar aos escoseses no Oriente. Com ele, uma carrinha de fabrico "indiano" das oficinas do Vice-Reinado da Índia, cedida pelo Vice Rei.

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Mensagem  URS Qui Jan 27, 2011 9:13 pm

No norte de Hacken o Exército Vermelho penetra durante os primeiros dias até que a resistência do Exército da União aumenta, ocupando-se posições defensivas e usando meios aéreos para atacar as tropas triestinas em terra. Os reforços aéreos das regiões mais a sul já haviam chegado e mesmo com a tentativa de Triestin de alargar a frente de batalha, a União tinha agora superioridade aérea. No terreno, apesar de algum território perdido e duas pequenas cidades abandonadas para evitar perdas civis, as forças estavam agora equiparadas e só com claras missões suicidas os triestinos de aproximariam mais de Hacken-Sat, a capital da República. Cada tentativa de avanço tinha como resposta bombardeamentos aéreos e artilharia pesada disparada em larga escala quando os triestinos saiam das cidades ocupadas.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 Grozny-30

O Comando Militar sabia que a contra-ofensiva seria a oeste, agora que SpMky e a União Soviética estavam prontos para entrar na guerra. A chave da vitória estaria na supremacia dos ares. O norte da região de Hacken era um sacrifício necessário nesta altura.



Harvinski e Almaty haviam sido as primeiras vítimas de mísseis de longo alcance. Apesar do que as notícias haviam noticiado, a base de Harvinski havia sofrido danos consideráveis devido a falhas nos sistemas de defesa. Algumas dezenas de blindados, milhares de armas e dezenas de homens foram perdidos sem terem sequer tido a oportunidade de entrar em acção.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 Tskhinvali10a

Thorvald está furioso com os resultados e o Sistema nacional de Mísseis Balísticos prepara-se para entrar em acção. O director do sistema de defesas leva uma colossal reprimenda e mais falhas do sistema resultarão na sua destituição do cargo.

A guerra entrará agora também numa fase de maior destruição. Triestin vê a Burgolavia, a União Soviética e ApMky entrarem na guerra contra si, é necessário força-los a considerar um cessar-fogo.

A União quer mostrar que se Triestin insistir na guerra, estes mísseis podem chegar às grandes cidades, e são disparadas dezenas em direcção de Minsk e Vladivostok, e ainda alguns para caírem a poucas dezenas de quilómetros de Moscovo, em zonas desabitadas. Os alvos nas duas primeiras são as zonas industriais das mesmas.

- Reduzam-nas a pó! - são as palavras de Thorvald.

E são imediatamente lançados depois destas palavras.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 792px-Peacekeeper-missile-testing

Logo de seguida todos os sistemas de defesa estão em alerta máximo para receber a esperada resposta.



No oeste, o Exército Assuriano recebe finalmente instruções para um ataque em larga-escala com o objectivo de invadir com sucesso as regiões de Tbilisi e Saratov. É detectado movimento aéreo vindo de Novosibirsk, mas esse apoio só igualará a força aérea da União, com os caças vindos de SpmKy e da União Soviética, a supremacia aérea será total e terá que ser dado um golpe na força aérea de Triestin, obrigando-os a desviar recursos aéreos de Hacken. Ainda assim, para a vitória ser esmagadora, várias dezenas de caças saem de Basharad, Poznan e Frussdorf rumo à zona de conflito.

As ondas de rádio triestinas são invadidas com mensagens para a população abandonar as cidades de Tbilisi e Saratov pois o Exército Vermelho está a colocar defesas anti-aéreas em zonas residenciais.

Depois de garantido o apoio aéreo na fronteira, o disciplinado e respeitado Exército Assuriano avança para o seu alvo.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 1zb75zr

A saída das bases é feita com festa, e apesar dos avisos para a população ficar em casa, muitos assurianos querem-se despedir dos soldados.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 Indian-army-prade


Simultaneamente à saída das tropas, o Semir Al-Sherkan, líder espiritual dos assurianos, declara guerra santa contra os triestinos. A notícia corre os soldados como um relâmpago e a sua motivação estará no auge da altura dos combates.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 Bashir.600.11

Durante a madrugada as primeiras unidades atravessa a fronteira desértica do norte assuriano rumo às cidades triestinas.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 Tanks-in-desert




No Pacífico, a decisão britânica é encarada como uma afronta directa e será uma questão de honra para a União tomar Timor de assalto, nem que isso signifique uma guerra com os britânicos.

Mas para já o conselho aos burgolavos é para que sigam em direcção à baía de Crystal, para onde se dirigem também as duas frotas que vieram em último lugar da Europa. Aos soviéticos é pedido que enviem a maior parte da sua força naval para esse mesmo local.

Está a ser preparado provavelmente o maior ataque naval da história, com um objectivo claro: neutralizar totalmente a marinha de Triestin.

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Mensagem  União Soviética Seg Jan 31, 2011 11:59 am

A Força Aérea Soviética coordena o ataque inicial com os oficias de SpMky presentes no país. O objectivo era atropelar a Força Aérea de Triestin e as suas defesas nas regiões de Tomsk e Pavlodar. O ataque seria feito com os 100 caças de SpMky mais 350 soviéticos, o que deveria ser suficiente para as defesas aéreas de Triestin já estendidas ao longo de uma enorme fronteira com a URS.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 800px-Chinese_Su-27

A Força Aérea havia recebido informações detalhadas da URS acerca dos alvos militares e de comunicações netas regiões e as ordens era para a destruição de todos eles, causando um dilema para o triestinos: usar as suas forças em Novosibirsk para defender estas regiões ou defender as regiões sob ataque assuriano mesmo ali ao lado.

Da zona norte fronteiriça com a URS vários bombardeiros e respectivas escoltas levantam voo uma hora depois para destruir estradas, aerodromos e caminhos de ferro na região oriental de Tomsk para cortar qualquer possibilidade de colaboração entre o Exército Vermelho em Tomsk e Saratov.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 800px-PLAAF_Xian_H-6M_Over_Changzhou

Os Serviços de Informação do Exército haviam concluído que estas regiões sob ataque iriam cair inevitavelmente para controlo soviético e da URS e por isso era necessário entrar terrestremente pelo sul de Tomsk e eventualmente encontrar mais a norte as tropas assurianas que invadiam Saratov para juntas poderem colocar-se às portas de Novosibirsk, a primeira grande região trietina ao alcance.

Depois dos bombardeamentos mais de 500 blindados iniciam um assalto em massa ao sul da região, seguidos de mais de 400.000 soldados de forma a ocupar de forma inequivoca a região.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 LAND_Type-96_Tanks_lg

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 1016_D02



Entretanto, longe dos combates, no sul da União, dois dos três porta-aviões da marinha soviética iniciam a sua travessia rumo à ilha de Falkirk, na URS, onde particiarão no ataque naval contra Triestin assim que as frotas da URS e da Burgolavia chegarem aos seus destinos.

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Mensagem  Brasil Seg Jan 31, 2011 2:07 pm

Na Federação de São Paulo vendo que está havendo uma intensa movimentação bélica a sul de sua fronteira e visando apenas para preservar a soberania nacional, como de praxe, envia o Navio-Aeródromo NaE 102 "São Paulo", o Submarino S 205 "Guanabara" (U-209) e a Fragata F 301 "Independência" para a foz do Rio da Prata no Território da Cisplatina. Apenas um exercício militar pela defesa da soberania visto a belicosidade. Foi chamado pelo Estado-Maior da Marinha de Guerra de "Flotilha Cisplatina". Seu Comandante é o Contra-Almirante Adolfo Pereira dos Santos.

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Contra-Almirante Adolfo Pereira dos Santos recebendo o comando da Flotilha Cisplatina no Arsenal da Marinha no Rio de Janeiro

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A Flotilha Cisplatina aportada na Colônia do Sacramento


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Mensagem  Trondheim Qua Fev 09, 2011 5:52 pm

O governo da RDT manifesta-se em apoio da URS, apesar de na prática rigorosamente nada ser feito. É apenas apoio moral.

No entanto no Norte este apoio é visível, pois é descoberto um grupo de 3000 comunistas de Siena que se preparavam para viajar para Triestin e a RDT pressiona o Exército Democrata do norte a impedir que eles saiam do país. O exército retira-lhes os passaportes e detem mesmo alguns elementos identificados como os lideres do movimento.
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Mensagem  Triestin Qui Fev 10, 2011 3:56 pm

Com a entrada da União Soviética e de SpMky na guerra, a frente de batalha alarga-se ao ponto de deixar de ser possível enviar mais homens para a zona de Hacken. A Força Aérea começa também a vacilar, é impossível competir com os números dos inimigos. Donets começa a ouvir os primeiros conselhos de que talvez seja melhor aceitar um cessar-fogo antes que as coisas piorem, mas ainda acredita que a Entente aproveitará esta ocasião. Muitos dos seus generais já não partilham deste optimismo.

Com a impossibilidade de manter o equilibrio aéreo no norte de Hacken os bombardeamentos da URS e o fogo de artilharia começam a causar mais baixas do que as que são possíveis suportar para manter ocupadas pequenas cidades. Já se registaram mais de 100.000 baixas desde o inicio da invasão e mais de 400.000 feridos.

Ao saberem que os reforços de Minsk e Vladivostok foram cancelados e que já não é possível dar apoio aérea nas regiões mais afastadas da fronteira, algumas divisões começam a contrariar as ordens de Moscovo e começam a recuar de novo para junto da fronteira.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 Korea-038

A moral está em baixo e as notícias de que também os soviéticos estavam agora em guerra com Triestin confunde os soldados que até aí acreditavam cegamente na propaganda do governo. Começavam agora a crescer as duvidas sobre a justiça e necessidade desta guerra em que todos os países de esquerda do mundo já estavam ao lado da URS.



Os ataques com mísseis a Minsk e Vladivostok já eram esperados e as defesas comportam-se de forma decente, destruindo um grande número de mísseis no ar, mas ainda assim muitos caem nas zonas industriais das duas cidades, causando imensos prejuízos materiais e humanos pois em muitas áreas industriais as pessoas vivem perto de armazéns e complexos de fábricas. Os ataques causam cerca de 20.000 mortos em cada cidade e lergas dezenas de milhar de feridos, a larga maioria civis. Donets ordena uma resposta ao mesmo nível contra a cidade de Hacken-Sat.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 Mm3-launch

Esta acção era mais de vingança que outra coisa, pois as esperanças de alcançar Hacken-Sat eram agora bastante diminutas.




No Ocidente a situação não é muito melhor. Os ataques em massa da União Soviética desiquilibram totalmente a organização do Exército Vermelho na região. As divisões que supostamente apoiariam o ataque a Hacken têm agora que se deslocar para Novosibirsk, uma cidade que não podia ser perdida.

A população de Saratov e Tbilisi havia sucumbido às ameaças da URS e o ataque dos fanáticos religiosos assurianos tinha obrigado o Exército Vermelho a recuar para norte das regiões. Os caças adicionais de SpMky e União Soviética ali mesmo ao lado haviam forçado a Força Aérea a concentrar-se em Novosibirsk, de onde são cancelados novos voos para sul. Com isto torna-se uma questão de tempo até Saratov, Tbilisi e Tomsk cairem em mãos dos inimigos.

Depois do início do ataque soviético, os generais da zona decidem concentrar definitivamente a defesa em Novosibirsk e manter todas as divisões em Mogilev e Rovno em alerta máximo em vez de se movimentarem para oriente. Ao inicio do dia, é ordenada a retirada de Saratov e Tbilisi para Novosibirsk, mas o avanço inimigo é demasiado rápido para algumas unidades, que são forçadas a renderem-se. Quase 30.000 soldados ficam prisioneiros em Saratov e Tbilisi.

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Também o ataque soviético a Tomsk havia sido massivo, os soviéticos haviam enviado 400.000 homens com apoio de blindados e caças. As divisões triestinas que defendiam a região começam por ver os 80 caças que possuiam para defesa serem obliterados em poucas horas e depois a invasão terrestre torna-se impossível de defender. Depois de apenas 48 horas após o inicio da invasão é ordenada a retirada geral da região e o Comandante Andrey Pomarov assina a rendição da região às forças soviéticas.

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A concentração militar será agora na linha formada por Novosibirsk - Mogilev - Rovno e soldados de Minsk e Novgorod são destacados para essas regiões, principalmente Novosinirsk, onde estará uma força defensiva de quase meio milhão de homens.

As crianças com menos de 15 anos começama ser evacuadas e a cidade prepara-se para servir de fortaleza, com canhões anti-aéreos e artilharia a ser espalhada por toda a cidade. Se os starianos e soviéticos quisessem invadir a cidade teriam que derramar muito sangue. A força aérea ainda operacional das regiões do norte começa também a deslocar-se para lá, apesar de ainda assim ser dificil igualar os números do inimigo.

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Na costa do país, principalmente em Murmansk, Riga e Omsk, dava-se garças a deus que ainda não tinha havido nenhum ataque pelo mar. Os porta-aviões triestinos haviam dispensado parte dos seus caças para o continente e um ataque da URS/US/Burgolavia em conjunto seria demasiado para a marinha triestina. Sem uma declaração de guerra da Entente, seria um massacre no mar.
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Mensagem  Burgolavia Seg Fev 14, 2011 11:27 am

Os porta-aviões burgolavos mudam de trajectória e dirigem-se agora para a costa da URS, esquecendo Timor e Madagáscar para já.

Entretanto "em casa" o Congresso está absolutamente furioso com as movimentações dos estados do norte. Cardozo sabem bem que tem poder para derrotar os 3 juntos se for preciso e dá ordens claras para o Exército: "por cada soldado do Brasil, Polesania e São Paulo que estiver perto da nossa fronteira, quero 3 soldados burgolavos do outro lado da mesma. Não seremos intimidados por essa escumalha bárbara".

O presidente teme cada vez mais que um conflito no futuro seja inevitável com estes países, se as suas provocações continuarem.
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Mensagem  URS Qua Fev 23, 2011 12:09 pm

Depois do ataque triestino a Hacken-Sat o Conselho tem agora a totalidade da opinião pública do seu lado e não existirão dificuldades em justificar à população um ataque às grandes cidades triestinas. Os espiões dos SSU trazem também informações que a hierarquia militar do Exército Vermelho se encontra fracturada e as notícias dos protestos em Moscovo e Leningrado mostram que a população não dá apoio a esta guerra.

Além disso no terreno Triestin sofre derrota atrás de derrota. O Comando Militar faz questão de que os sinais de satélite transmitam em território triestino as notícias de que o Exército Vermelho está em retirada de Hacken e que as regiões de Saratov, Tbilisi e Tomsk já se encontram sob controlo da URS e da União Soviética.

Poucas horas depois do ataque a Hacken-Sat o Conselho autoriza ataques em larga escala contra as cidades de Minsk, Vladivostok, Ashkhabad, Leningrado e Petersburgo, tentando-se evitar as zonas com maior densidade populacional e tendo como preferência áreas industriais e as zonas de lançamento de mísseis do Exército triestino por todo o país, para diminuir ao máximo a capacidade de resposta do inimigo.

A cidade de Moscovo é poupada (excepção feita a zonas de lançamentos de mísseis conhecidos na região) precisamente para permitir que uma revolta interna possa ocorrer na capital.

Um comunicado é enviado logo depois do ataque, exigindo a rendição de Triestin e o início de um diálogo para negociar a paz. Os SSU usam os seus contactos em Triestin para garantir aos generais anti-Donets que seriam apoiados no futuro caso agissem agora para terminar com o conflito.
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Mensagem  Lapália Sex Fev 25, 2011 6:33 pm

A Arménia era um território há muito desejado pelos povos dos Estados Cruzados. Triestin era um país comunista, logo considerado pelo povo, no geral, como herege. Agora que o mundo comunista finalmente se dividira, Triestin estava numa posição de fraqueza. Há muito que as tropas cruzadas tinham planos para uma oportuna invasão da Arménia.

Agora estava nessa altura, e dá-se início às operações. O primeiro passo era mobilizar tropas nas fronteiras. Da mesma forma, a força aérea e marinha do Cáspio também são mobilizadas. Esperava-se rapidez neste processo, que estava mantido no maior segredo. Qualquer manobra que levantasse suspeita a estrangeiros seria referida como "exercício de rotina".

Ao mesmo tempo, pedia-se apoio aos Aliados. O Reino Unido não conseguiria ganhar a guerra sozinho se Triestin contra-atacasse.
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Mensagem  Brasil Sex Fev 25, 2011 8:54 pm

Devido a guerra civil que ocorre entre dois Estados, a Federação de São Paulo (Legalistas) e os Estados Unidos do Brasil (Golpistas) o Imperador Maximilien I (De Jure) ordena à flotilha Cisplatina que retorne a Porto Alegre.
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Mensagem  Portugal Sab Fev 26, 2011 12:20 pm

O primeiro a receber um pedido de auxilio, foi o anti-Papa de Toledo. O Rei Cruzado implorava por uma Guerra Santa, e que o Papa convocasse os exércitos e Reis da Cristandade para purgar os ateus da Arménia.

O Papa é prudente, entende a mensagem secreta, e começa a redigir o auto que levará a convocação de todos os cristãos para uma cruzada contra os ateus. Um dos primeiros visados seria o Rei de Espanha, que por título... É Rei de Jerusalém. O que faz dele um defensor da Terra Santa.

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Mensagem  Britannia Sab Fev 26, 2011 2:19 pm

O pedido de auxilio tem um efeito inesperado na Grã-Bretanha, subitamente a Escócia Católica irrompe em protestos contra a Igreja Anglicana, o país fica dividido e à beira de um conflito civil, para mais Hamilton recusa-se a mover um dedo contra os seus irmãos Católicos e Escoceses, e muitos protestantes começam a preparar armas. Em Camelot os receios adensam-se, uma guerra religiosa na Grã-Bretanha daria força aos Republicanos seculares, e certamente que a Monarquia iria colapsar. Na Austrália-Britannia são feitos preparativos para se enviar uma força expedicionária.....mas Hamilton tem outros planos.
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Mensagem  Portugal Sab Fev 26, 2011 2:31 pm

Os protestos na Escócia rapidamente rapidamente têm eco nas paredes da Catedral de Toledo... O Papa está num impasse, ou apoia a rebelião que poderá liderar a conversão e o regresso ao Catolicismo da Britannia, que naturalmente levará a uma guerra, ou abrir um conflito aberto com a Coroa Portuguesa. Por seu turno em Espanha haveria apoios "contra os hereges anglicanos", mas a Coroa seria relutante em tal operação, visto ser a principal patrocinadora da restauração da Coroa na Brittania. O arrasto das coisas poderia levar a uma guerra civil também na Península. Prefere optar pela via do diálogo, e apela aos escoceses "compreensão e perseverança, e oração pela conversão dos anglicanos". Desta feita dá uma "colher de chá" á Rainha, dando a entender que não se irá intrometer, nem patrocinou tal agitação.

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Mensagem  União Soviética Dom Fev 27, 2011 11:50 am

Com a região de Tomsk sob controlo efectivo do Exército Soviético, inicia-se o ataque à região de Pavlodar, e novamente os caças de SpMky juntam-se à Força Aérea Soviética para os ataques que irão abrir caminho para a invasão terrestre.

Operação "Espingarda da Paz" - Página 2 AIR_F-16A_Pakistan_Bombing_lg

Entretanto a União Soviética junta-se aos ataques da URS e lança vários mísseis em direcção a Novosibirsk e à região industrial de Baku no norte de Triestin.



A frota do Cáspio aproxima-se da Arménia e envia um ordem de rendição ao governador da Arménia, caso contrário a região será fortemente bombardeada. A rendição deverá ser acompanhada com a permissão para e entrada de um contingente militar soviético na região para desarmar as forças militares aí existentes.
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Mensagem  Triestin Dom Fev 27, 2011 3:40 pm

Com a Força Aérea em crise devido aos números superiores do inimigo, deixa de ser possível ajudar em Hacken e o Exército Vermelho recebe ordens para retirar da URS. A moral está em baixo e a Entente anda entretida na América Latina. Donets perde toda a credibilidade entre os seus pares e os devastadores ataques da URS e União Soviética causam estragos e baixas incalculáveis, as pessoas vêm com terror as imagens da cidades atacadas e já não é possível à propaganda esconder as derrotas e perdas de regiões no sudoeste.

A televisão fala num milhão de mortos, mas o Exército tem números que chegam aos 5 milhões, 75% serão civis.

Donets ordena uma resposta contra Valtland e Istaan, mas o seu tempo de tomar decisões terminou e os seus generais começam a agir contra sua vontade. É agora claro para os oficiais de topo que insistir nesta guerra apenas afundará o país ainda mais e mais tempo será necessário para reconstruir o país e o Exército. É necessário negociar.

Em dois Centros Administrativos, com capitais em Donetsk e Murmansk, o poder político e militar estão de acordo, e no início do dia comunicam a Moscovo a sua indisponibilidade para continuar a enviar tropas e usam os seus poderes de autonomia para pedir um cessar-fogo à URS.

O Almirante-Supremo da Marinha Popular também deserta e dá ordem às frotas triestinas para aportarem em Murmansk e anunciam à URS a sua intenção de não combater.

Com a estrutura militar a desfazer-se, a ausência de comando central e o povo a exigir o fim da guerra, um grupo alargado de generais decide tomar conta da situação.

Ao meio-dia Karazov é libertado e retoma o controlo da CHEKA. Centenas de conspiradores são presos de imediato e é dada ordem de detenção a Donets. Apesar do velho general ter ainda muito apoio entre os militares, ninguém tem coragem para iniciar uma guerra civil: o fundamental agora era manter a nação unida.

Ao final da tarde o presidente Borisov é libertado pelos militares e pede à URS um cessar-fogo imediato e permissão para viajar até Valtland para negociar a paz. É também garantido que todas as tropas triestinas recuarão 50 km para o interior do país caso o pedido seja aceite.

Aos soviéticos, a Arménia anuncia a rendição e permite que soldados entrem no território.
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